Revelando, imortalizando histórias e talentos
11.5.17

 

 

A Fundação Biblioteca Nacional inaugura, nesta quarta-feira (10), a exposição Pernambuco 1817, A Revolução, sobre os 200 anos da Revolução Pernambucana. 

 

A revolução de 1817 é considerada precursora da independência conquistada em 1822. A Fundação Biblioteca Nacional, depositária da mais completa coleção de livros, mapas, manuscritos e documentos iconográficos referentes a esse importante levante, mostra ao público pela primeira vez parte desse acervo. A Revolução Pernambucana de 1817 traz à memória a ideia de que a República deve vicejar em prol de todos. 

 

Exposição reúne documentos raros

 

A historiadora Maria Eduarda Marques, diretora do Centro de Cooperação e Difusão da Biblioteca Nacional e curadora da exposição, explica que ela será dividida em duas partes.  A primeira ficará exposta nas galerias externas do terceiro andar, composta por imagens relativas aos principais personagens e à paisagem sociocultural de Pernambuco no momento da revolução. 

 

A segunda parte estará exposta dentro do gabinete de Obras Raras, com documentos, manuscritos e impressos originais e também publicações de época e atuais relativas ao tema da revolução. A mostra inclui também o chamado "Preciso", importante manifesto expedido pelo governo provisório que explicava à população sobre o movimento. Esse foi o primeiro documento impresso pela tipografia pernambucana, considerado um passo importante para a afirmação do movimento.  A visitação vai de 11 de maio a 15 de agosto.

 

Serviço:

 

Pernambuco 1817, A Revolução

Abertura: 10 de maio 

Visitação: de 11 de maio a 15 de agosto

De segunda a sexta, das 10h às 17h

Sábado das 10h30 às 15h

Fundação Biblioteca Nacional

Avenida Rio Branco, 297 – Centro – Rio de Janeiro 

Telefone: (21) 3095-3862

Entrada franca

 

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 22:28  comentar

 

O ator norte-americano Michael Parks, um dos favoritos dos realizadores Quentin Tarantino, Robert Rodríguez e Kevin Smith, morreu na terça-feira,9, em Los Angeles, aos 77 anos, anunciou hoje a sua agente, sem precisar a causa da morte.

 

 

Numa carreira que se prolongou por cinco décadas, Parks representou em mais de 100 filmes e séries televisivas, incluindo a série de culto do início dos anos 1990 “Twin Peaks”, de David Lynch, que regressa este mês ao pequeno ecrã com a terceira temporada, após um intervalo de 26 anos, com quase todos os mesmos atores.

 

Muitos dos papéis de protagonista dos seus primeiros anos foram em filmes da contracultura dos anos 1960, entre os quais “Wild Seed” e “Braços de Veludo”, juntamente com Ann-Margret. Também interpretou o papel de um jornalista desiludido que conduzia uma mota Harley-Davidson na série de 1969 “Then Came Bronson”.

 

Michael Parks teve um segundo fôlego graças ao interesse de cineastas como Quentin Tarantino, Robert Rodríguez e Kevin Smith, em cujos respetivos filmes “Kill Bill”, “Aberto Até de Madrugada" e “Tusk” encarnou personagens memoráveis. Já nesta década teve ainda papéis em "Argo", filme vencedor do Óscar, e "Django Libertado", de novo aos comandos de Quentin Tarantino. ( Francisco Martins \ Sapo.pt). 

 

link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 22:27  comentar

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