Revelando, imortalizando histórias e talentos
20.7.14

 

Culturas indígena e africana inspiram exposição no Lindeia Regina, Belo Horizonte

 

 

 

 

 

 

 

 

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal da Cultura, apresenta no Centro Cultural Lindeia Regina (Rua Aristolino Basílio de Oliveira, 445, bairro Regina) a exposição “Esculturas de Papel”, do artista plástico Leon Passos. 

 

 

 

A exposição é composta por mais de 30 peças, incluindo mandalas, quadros esculturais, pinturas, potes e máscaras, confeccionadas com materiais recicláveis e inspiradas nas culturas africana e indígena. A mostra pode ser visitada até a sexta, dia 29, de terça a sexta-feira, das 8h às 20h, e sábado, das 13h às 17h. A entrada é gratuita.

 

 

 

Para a criação das esculturas, Leon Passos buscou inspiração também nas civilizações antigas. “Meu trabalho está relacionado às origens da minha família, já que minha bisavó era índia, meu avô é descendente de angolano e meu pai é descendente de português. Por isso, gosto de beber nessas fontes”, afirmou.

 

 

 

Leon Passos é um artista plástico autodidata morador do bairro São Geraldo que tem como diferencial o peculiar trabalho em papel reciclado. O resultado são obras híbridas que se assemelham com esculturas em outros materiais, como cerâmica e pedra, porém o uso do material reciclável permite que o artista explore diferentes qualidades de textura.

 

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O Museu de Arte de Goiânia (MAG) apresenta, de 24 de julho a 31 de agosto de 2014, o projeto “Waldomiro 70”, uma exposição do artista Waldomiro de Deus, em comemoração aos seus 70 anos de vida.

 

GOIÂNIA (GO) BRASIL - Foi em 1966 que Waldomiro de Deus conseguiu no Brasil maior visibilidade para sua obra, ao participar, entre outras exposições, da I Bienal Nacional de Artes Plásticas, realizada em Salvador, Bahia. Nessa mostra, Waldomiro expôs três pinturas referenciadas em viagens interplanetárias. Datam desse ano suas primeiras exposições coletivas no exterior, realizadas na Rússia, Polônia e França (Brasil Imprévu). Essas participações abriram-lhe as portas da IX Bienal Internacional de São Paulo. A partir de então, sua participação em mostras internacionais se intensificou.

 

As décadas de 80 foram marcadas pela ascensão dos temas religiosos, alguns de viés polêmicos, como suas iconografias de Nossa Senhora de mini-saia e Jesus Cristo com bermuda. Nos anos 90, temas religiosos carregados de misticismo persistiram, mas o pintor discutiu também em suas telas a violência urbana, as agressões à natureza, os sequestros e as chacinas, sem abandonar seus anjos, pássaros, flores, pastores e rebanhos. Waldomiro tornou-se um dos artistas mais conhecidos pelo povo brasileiro em decorrência de sua forte presença na mídia e em centenas de escolas, nas quais sua obra é “relida” por crianças e adolescentes.

 

O viés religioso continua forte em suas obras. A ação política continua presente em seu trabalho que chama a atenção para desvios de ética, suborno e corrupção. As telas de impacto surgem em meio a outras de natureza patriótica e de outras impregnadas de romantismo e de alegria de viver. Waldomiro de Deus é um valor emblemático no contexto da arte brasileira e sua obra faz jus à sua popularidade.

 

Exposição: “Waldomiro 70”

 

Abertura: 24 de julho (quinta-feira), às 20 horas

Visitação: de 25 de julho a 31 de agosto de 2014

Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e, aos sábados, 

domingos e feriados, das 10 às 17 horas

Local: Museu de Arte de Goiânia (MAG)

Rua 1, número 605, Bosque dos Buritis, Setor Oeste. Goiânia/GO.

Informações: 62 3524 1196

Entrada franca

Recomendação etária: livre

 

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 Exposição  'Tão longe, tão perto',

 

Exposição  'Tão longe, tão perto', que será aberta no dia 24 de julho, permitirá conhecer um pouco da identidade cultural e produção artística venezuelana

 

 

GOIÂNIA (GO) BRASIL - O Museu de Arte de Goiânia (MAG) apresenta, a partir de 24 de julho a 31 de agosto,  a mostra “Tão longe, tão perto”, com 13 artistas contemporâneos da Venezuela. O curador e os artistas estarão presentes na abertura da mostra, dia 24 de julho às 20 horas. O horário de visitação da exposição será de 25 de julho a 31 de agosto, de segunda a sexta, das 9h às 17h, e, aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h.

 

O nome da mostra “Tão longe, tão perto” é um reconhecimento ao título do conhecido filme do diretor alemão Wim Wenders. A exposição permitirá conhecer, por meio das propostas de diversos artistas, um pouco da identidade da cultura latino-americana e sua produção artística; da história, memória, língua e objetos da Venezuela. Serão expostas ao todo 32 obras de técnicas e tamanhos variados, entre pinturas, esculturas, gravuras, desenhos, instalações. 

 

Confira os artistas venezuelanos participantes da mostra:

 

Claudia Jaimes

Emilio Guzmán

Gabriel López

Gustavo Marcano

Humberto Matos

Ivis Amaya

Jesús Quintero

Mariangela Valerio

Morella Jurado

Natalia Ponce

Rafael Farías

Rodrigo Benavides

Rómulo Peña

 

Informações: (62) 3524-1196

Contatos Produção: Malu da Cunha – (62) 8416-8294

Entrada franca

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MAIS EXPOSIÇÕES:

http://formasemeios.blogs.sapo.pt/?skip=1&tag=exposi%C3%A7%C3%B5es

 

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Os Cem anos de história da seleção brasileira são contados através de muita tecnologia, imagens e interatividade no Museu da CBF, que abrirá ao público a partir de agosto na sede da entidade, no Rio de Janeiro.

Capitão Carlos Alberto do Tricampeonato

segurando réplica da Taça  Jules Rimet

 

RIO DE JANEIRO (BRASIL) - Logo de cara, um projetor revela as histórias das primeiras Copas do Mundo sem deixar de lado o primeiro fracasso do Brasil em casa, a perda do título de 1950 para o Uruguai. Com sonorização no ambiente e vídeos recuperados, é possível sentir o sofrimento dos brasileiros que lotaram o Maracanã.

 

A caminhada chega aos tempos atuais e é cercada de muita tecnologia e interatividade. Em uma mesa com várias telas com a tecnologia touch scream, o visitante pode viajar pelo tempo e conhecer os mínimos detalhes da performance brasileira nos Mundiais, com narrações dos gols nas vozes dos principais locutores de rádios e TVs do Brasil.

 

São muitos os troféus conquistados pela seleção brasileira e um painel digital interativo permite que o visitante clique virtualmente em um troféu exposto e conheça detalhes sobre o triunfo do Brasil. A Jules Rimet, taça do tricampeonato mundial no México e que foi roubada na sede da antiga da CBF, está exposta numa vitrine do museu, mas se trata de uma réplica.

 

O projeto do museu levou mais de dois anos para ser executado e não teve o valor divulgado. “A partir do mês que vem estará aberto ao público, e aqui está o resultado de um grande esforço e dedicação de vários profissionais”, disse à Reuters nesta o diretor de patrimônio da CBF, Dino Gentille.

 

O museu começa a funcionar na nova sede da CBF, o pomposo edifício José Maria Marin, na Barra da Tijuca, em 1o de agosto e o ingresso custará de 12 a 22 reais. (AgênciaFM\reuters).

 

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Atração marca o inicio das atividades do Planetário para o segundo semestre de 2014

 

 

 

Foto: Mary Lee

 

 BRASÍLIA (DF) BRASIL -  - O Planetário de Brasília abre para visitação a exposição "Os Astros das Bandeiras", apresenta as estrelas, o Sol, a Lua e as constelações presentes no desenho das bandeiras de 84 países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU). A entrada é franca.

 

 

 

A atração está dividida em 10 momentos, cada um com diferentes instalações. Há um momento especial para a história do Brasil. Nele, é possível conhecer as cinco bandeiras da nação, que acompanharam a jornada do país até a atual, criada em 1889, após a Proclamação da República. O visitante pode conhecer os símbolos nacionais cujas estrelas do desenho simbolizam características geográficas do país. É o caso, por exemplo, da bandeira dos Estados Unidos, onde cada estrela representa um estado norte-americano.

 

 

 

A exposição possui dois momentos para interação. No primeiro, chamado "A minha bandeira", o visitante tem a oportunidade de criar a sua própria bandeira. Com vários elementos à disposição, o público de todas as idades pode montar uma flâmula e tirar fotografias. No segundo, o público pode testar o conhecimento e atenção em um jogo da memória com as bandeiras da exposição. A ideia é possibilitar uma sinergia do público com o tema.

 

 

 

Pelos versos dos cordéis, a apresentação expõe 28 bandeiras onde a estrela da composição representa uma ideologia ou crença. Por exemplo, no caso da bandeira de Angola, a estrela simboliza a solidariedade internacional e o progresso. O lançamento da exposição "Os Astros das Bandeiras" marca o início das atividades para o segundo semestre de 2014 no Planetário de Brasília.

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:39  comentar

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