Revelando, imortalizando histórias e talentos
4.10.15

Quem faz sua nova aparição, com lançamento e tudo, é o ex-Mulheres Negras, Maurício Pereira, que se apresenta dia 29\10, no Rio de Janeiro. 

Maurício Pereira ex-Mulheres Negras

 

Ocupar espaços da Funarte com produção musical contemporânea, atual e independente. Essa é a proposta do Contemporâneos na Funarte, criado pelo Centro de Música da Fundação (Cemus), cuja programação irá até dezembro deste ano no Rio de Janeiro e em Brasília.

 

O projeto Contemporâneos na Funarte integra o Programa de Integração dos Espaços Musicais da Funarte, composto por mais 11 projetos de médio prazo. "A proposta é termos seminários, espetáculos, oficinas, programas de TV, aula-show, mostras, música de câmara, entre outros. São 12 projetos acontecendo simultaneamente nos espaços musicais da Funarte a partir do ano que vem", afirma o diretor do Cemus, Marcos Lacerda. 

 

Para realizar o projeto, o Centro da Música da Funarte selecionou seis coletivos com atuação  no Rio de Janeiro, que ficaram responsáveis pela curadoria dos shows.  Os coletivos são redes associativas que trabalham na lógica da economia solidária e têm conseguindo difundir a música brasileira contemporânea de forma independente.

 

Os coletivos e produtores artísticos selecionados foram Audio Rebel/Quintavant, Chama, Leão Etíope do Meier, Norte Comum, Etnohaus e Banda Desenhada. Cada um deles é responsável pela produção, programação e assessoria técnica de cinco shows, com exceção do Audio Rebel/Quintavant que também fará oito lançamentos de alguns dos principais artistas da música brasileira contemporânea.

 

Segundo Lacerda, a escolha do repertório e dos coletivos corresponde aos anseios do projeto e abrange uma série de formas de criação da canção e da música popular mais contemporânea. "Entra a criação de formas novas na reinvenção permanente da nossa tradição; nos experimentos sonoros mais radicais, com esgarçamento da forma-canção e aproximação do limite mesmo da forma sonora e ênfase no pulso rítmico; nos timbres eletrônicos atonais, constituindo uma espécie de "estética do ruído", passando por trabalhos com percussão africana, bloco de carnaval, com ênfase na dimensão cênica e visual da música; ressoando na música instrumental com formação entre o jazz e os ritmos regionais brasileiros", explica.   

 

Os shows têm preços populares (R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia) No Rio de Janeiro, as apresentações ocorrem na sala Sidney Miller, na Funarte-Rio. Em Brasília, onde haverá programação no mês de novembro, o show ocorrerá na sala Cassia Eller, na sede local da Funarte.

Confira as próximas apresentações no Rio de Janeiro: 

 

2/10 - Tree com participação de Carlos Daffé (Coletivo Leão Etíope do Méier) 

16/10 - Zé Manoel (Coletivo Banda Desenhada)

21/10 - Luiza Lian (Coletivo Banda Desenhada)

22/10 - Lucas Vasconcellos (Coletivo Banda Desenhada)

23/10 - Rodrigo Campos – Lançamento (Coletivo Audio Rebel/Quintavant)

 

29/10 - Maurício Pereira – Lançamento (Coletivo Audio Rebel/Quintavant)

 

30/10 - Lívia Nestrovski e Fred Ferreira (Coletivo Banda Desenhada)

 

4/11 - Joana Queiroz Quinteto (Coletivo Banda Desenhada)

link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 17:58  comentar

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