Revelando, imortalizando histórias e talentos
15.7.14

O maestro Lorin Maazel, que dirigiu a Filarmônica de Nova York, a Orquestra Sinfônica de Pittsburgh e a Filarmônica de Munique, morreu no domingo,13, aos 84 anos, de acordo com o festival de música fundado pelo próprio maestro.

 

Lorin Maazel morreu no Estado norte-americano da Virgínia após complicações decorrentes de uma pneumonia, disse o festival Castleton em uma comunicado em seu site.

 

Maazel nasceu em Paris em 1930, filho de pais norte-americanos, e passou sua vida na música como compositor, maestro e até mesmo diplomata, quando levou a Filarmônica de Nova York para um concerto sem precedentes na Coreia do Norte, em 2008, buscando abrir as portas de um dos países mais isolados do mundo.  Uma audiência formada pela elite comunista da Coreia do Norte ovacionou de pé a orquestra mais antiga dos Estados Unidos na capital, Pyongyang. Alguns músicos ficaram tão emocionados que deixaram o palco em lágrimas.

 

Entre seus 9 e 15 anos, Maazel conduziu a maioria das grandes orquestras norte-americanas, incluindo a Orquestra Sinfônica NBC, a convite de Arturo Toscanini, segundo o site oficial do maestro. No total, ele conduziu mais de 150 orquestras em mais de 5.000 concertos e apresentações de ópera.

 

Ele fez 300 gravações, incluindo ciclos completos de sinfonias de Beethoven, Brahms, Debussy, Mahler, Schubert, Tchaikovsky, Rachmaninoff e Richard Strauss, e ganhou 10 prêmios de música clássica Grands Prix du Disques. Em 2009, fundou o Castleton Festival, um evento anual de verão em sua fazenda na Virgínia, onde realizou apresentações e seminários de treinamento. (AgênciaFM\ reuters)

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 Morre Nadine Gordimer, Prêmio Nobel

 

Uma das principais vozes contra o apartheid, escritora sul-africana lutava contra um câncer no pâncreas desde março

 

 

Morreu neste domingo, 13, aos 90 anos, a escritora sul-africana Nadine Gordimer, Prêmio Nobel de Literatura 1991 e ativista contra o regime do apartheid. Segundo membros da família em entrevista ao site da BBC, Nadine faleceu enquanto dormia, em sua própria casa. Ela lutava desde março deste ano contra um câncer no pâncreas.  Nadine Gordimer nasceu em Springs, na África do Sul, em 1923 e escreveu sua primeira história aos 15 anos de idade. Suas narrativas tinham como tema principal o apartheid, o exílio e a alienação. Ela foi casada por duas vezes e deixa dois filhos: Hugo, 59, e Oriane, 64.

 

Carreira

 

Ao longo da carreira, Nadine publicou mais de trinta livros, incluindo o romance A História de Meu Filho (1990), Burger's Daughter (1979) e July's People (1982). Em 1974, a escritora levou o prêmio Man Booker pela obra O Engate. Quando recebeu o Nobel de Literatura, o comitê organizador alegou que o prêmio estava sendo entregue a ela devido a sua "escrita épica magnífica".

 

Nadine veio ao Brasil em 2007 para participar da 5ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), edição que contou com nomes como Amós Óz, Robert Fisk, Mia Couto e J.M. Coetzee.

 

O engajamento político da escritora, porém, não deve ofuscar a qualidade de sua prosa simples e sutil, despida de sentimentalismo. Ao receber o Nobel, em 1991, Nadine deixou claro que a literatura ainda era sua principal vocação. "Algumas pessoas dizem que me deram o prêmio não pelo que escrevi, mas por minha política. Mas eu sou uma escritora. Essa é minha razão para seguir vivendo", declarou. 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:50  comentar

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