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2.6.15

Museu do Expedicionário: referência sobre participação do Brasil na Segunda Guerra

 

Para comemorar a 13ª Semana de Museus, a Secretaria de Estado da Cultura faz uma série de matérias sobre os seus espaços. O último texto da série conta a história do Museu do Expedicionário, que tem o acervo mais importante da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial. 

 

 

 

 

 

Tudo começou nos idos de 1951, quando o prédio chamado de Casa do Expedicionário funcionava como um espaço de auxílio para os ex-combatentes, onde eram oferecidos serviços de apoio nas áreas médica, odontológica, social, previdenciária. 

 

 

 

Dentro do edifício, mantido pela Legião Paranaense do Expedicionário, havia um espaço denominado Sala Tenente Max Wolf Filho, onde se guardavam objetos e lembranças trazidos da guerra pelos expedicionários. Apesar de já ser chamado de museu, o local era uma espécie de sala de memórias. Em 1978, quando os serviços de assistência social aos ex-combatentes deixaram de ser necessários, decidiu-se transformar a sala na atividade principal da Casa. A ampliação do espaço começou sem alterar as características do edifício, seguindo o princípio de organização do acervo e abertura à visitação pública. 

 

 

 

 

Em 19 de dezembro de 1980, ocorreu a inauguração definitiva do Museu do Expedicionário em sua configuração atual, a partir de um convênio entre a Legião Paranaense do Expedicionário e a então Secretaria de Estado da Cultura e do Esporte do Paraná. 

 

 

 

Hoje é considerado um dos mais importantes museus sobre a participação brasileira na Segunda Guerra Mundial. Os documentos e objetos do espaço contam um pouco da história da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na batalha de Monte Castelo, em 1945, na Itália. 

 

 

ACERVO - 

 

 

 

Os visitantes do Museu do Expedicionário têm acesso a diversos materiais históricos – documentos, objetos, fotografias, filmes, mapas, livros, ilustrações – que mostram a participação da FEB na Segunda Guerra Mundial. 

 

O local conta com salas de exposições permanentes e temporárias, auditório e biblioteca, que está aberta ao público. Quem quiser, pode consultar o acervo localmente. São aproximadamente 2.500 itens sobre a Segunda Guerra, a FEB, documentos e biografias de alguns expedicionários, folhetins, recortes de periódicos e materiais especiais que abrangem temas como arte, indumentária militar, história do Brasil e do Paraná, heráldica e museologia. 

 

 

A CÉU ABERTO - Na praça em frente ao museu estão peças que representam as três forças armadas: âncora, torpedo, carro de combate e um avião Thunderbolt P-47, que fez parte do 1º grupo de caça da Força Aérea Brasileira e participou na Itália do maior número de missões, tendo como piloto o tenente Alberto Martins Torres. 

 

 

No alto da construção, uma patrulha de infantaria em ação também é reproduzida por uma escultura de pedra feita por Humberto Cozzo. Em frente aos mastros das bandeiras, uma lápide homenageia os 28 veteranos paranaenses mortos em combate.  O Museu do Expedicionário fica na Rua Comendador Macedo, 655 (Praça do Expedicionário), no Alto da XV, em Curitiba. Funciona de terça a sexta-feira, das 10h às 12h e das 13h às 17h. Sábados e domingo, das 13h às 17h. A entrada é gratuita. (Fonte: SECOM). 

Informações: (41) 3362 8231 | (41) 3263 4067. 

link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:03  comentar

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