Revelando, imortalizando histórias e talentos
7.11.15

Dia da Conciencia negra:pra quer tem e aceita-se

 

O negro brasileiro adora fazer tempestade em copo d'água. Mas, a grande verdade é que o negro tem preconceito com a própria cor. Esta publicação vai ao ar apenas para que não soframas às acusações de preconceito. O branco já olhou para o próprio rabo. E o negro qando olhará?

 

O Dia da Consciência Negra, comemorado no dia 20 de novembro, foi instituído após a lei nº 12.514 de 10 de novembro de 2011, como feriado municipal. São Paulo foi uma das primeiras cidades a aderir à comemoração.

 

Em julho de 2015, a Comissão de Cultura aprovou o Projeto de Lei 296/15, que transforma o dia 20 de novembro em feriado nacional. A data escolhida faz referência à morte de Zumbi dos Palmares, um dos maiores líderes de escravos do Brasil, em 1695. A população brasileira conta com cerca de 50% de afrodescendentes e preservar a memória desse povo, que ajudou a construir a história do Brasil, é uma das formas de manter a ligação e o respeito àqueles povos que nos deram origem.

 

Confira alguns dos pontos em São Paulo que são voltados à preservação da cultura negra:

 

A Casa das Áfricas, na Vila Madalena, tem como objetivo ajudar na produção e difusão de conhecimentos a respeito das sociedades africanas, além de um melhor contato entre instituições e pesquisadores que tenham como foco de trabalho a África. 

 

Centro Cultural Africano

 

Fundado em 1999, o Centro Cultural Africano (CCA) tem como objetivo manter vivas as tradições culturais africanas e afrodescendentes, ajudando no desenvolvimento do patrimônio material, imaterial e oral, além de fortalecer a autoestima, solidariedade, a ética e o talento. Instalado na Barra Funda, o CCA abre um espaço de conhecimento e integração entre a cultura africana e a comunidade local, escolas, pesquisadores e visitantes.

 

Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos

 

Um dos mais importantes templos religiosos do centro de São Paulo, a igreja foi consagrada em 1906 no Largo do Paissandu e até hoje os trabalhos são conduzidos pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, que há mais de 300 anos luta pela preservação e resgate da cultura negra e seus direitos. Em 1995, foi instalada ao lado da igreja a estátua da Mãe Preta, uma referência às Amas de Leite. 

 

Centro de Cultura Afro-Brasileira Asé Ylê do Hozooane

 

Trata-se de uma instituição que luta pela valorização da cultura afro-brasileira e pela consequente promoção da diversidade cultural, proteção ao meio ambiente e melhoria da qualidade de vida da população. Também capacita pessoas da comunidade em programas de geração de renda e estimula discussões relacionadas ao racismo.

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 22:40  comentar

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