Revelando, imortalizando histórias e talentos
10.3.16


O catarinense da cidade de Gaspar, Antônio Moser tinha 75 anos e morava em Petrópolis, no Rio de Janeiro. 

 

 

O diretor-presidente da Editora Vozes, frei Antônio Moser, de 75 anos, foi baleado e morto por volta das 6h desta quarta-feira, na Rodovia Washington Luís, na altura de Duque de Caxias, região metropolitana do Rio. O frade estava em um veículo Honda Civic, com placa registrada em nome da editora, quando foi abordado e alvejado por dois homens em uma motocicleta. Os suspeitos conseguiram fugir.

 

O catarinense Antônio Moser tinha 75 anos e morava em Petrópolis desde o seminário. A Editora Vozes, uma das mais antigas do País, foi fundada em 1901 e é especializada em títulos das áreas de religião, filosofia e sociologia.

 

Ele era professor de Teologia Moral e Bioética no Instituto Teológico Franciscano (ITF), em Petrópolis, e pároco da Igreja de Santa Clara, além de diretor do Centro Educacional Terra Santa, instituição voltada a pessoas carentes de todas as idades, da infância à terceira idade. O religioso era um conferencista conhecido no Brasil e no exterior, autor de 27 livros, traduzidos em diversos idiomas, e de artigos científicos.

 

Moser estudou Filosofia e Teologia em Petrópolis, fez sua licenciatura em Teologia em Lyon, na França, e doutorado na Academia Alfonsianum, em Roma. Ele foi professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio e professor convidado da Universidade Católica de Lisboa e da Universidade de Berkeley, na Califórnia.

 

O assassinato

 

O frade ia de carro de Petrópolis para o Rio, e a suspeita é de que tenha sido vítima de assalto. O veículo apresenta uma marca de tiro no banco de trás do carro, na lateral esquerda. O caso foi encaminhado pela Polícia Rodoviária Federal para a Divisão de Homicídios. (FM\ Zero Hora). 

 

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O músico lutou contra um câncer de pulmão por mais de um ano, não resistiu a uma parada respiratória e morreu na manhã às 7h39 desta quarta-feira (9), aos 71 anos.

 

O músico pernambucano estava internado no Hospital Unimed, no Recife, desde o dia 29 de fevereiro. Ontem, a imprensa local chegou a noticiar que Naná havia deixado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da instituição, mas seu estado de saúde voltou a se complicar. Naná Vasconcelos descobriu o câncer no ano passado, quando ficou mais de 20 dias internado para tratamento. Depois, passou por sessões de quimioterapia e, mesmo com a saúde debilitada, chegou a produzir um último trabalho com Zeca Baleiro e Paulo Lepetit, o Café no Bule.

 

 

Era o melhor do mundo

 

Juvenal de Holanda Vasconcelos, ou Naná Vasconcelos, nasceu no Recife em 2 de agosto de 1944. O pai, músico, lhe passou o gosto pela arte e o filho começou cedo. Aos 12 anos já se apresentava em bares e participava de grupos de maracatu locais. Ele  aprendeu primeiro a tocar bateria. Depois, berimbau e não parou mais: ao longo da carreira, uma das características da sua percussão era usar qualquer objeto que produzisse um som interessante para compor seus trabalhos.

 

Começou a ser conhecido nacionalmente quando mudara-se para o Rio de Janeiro, nos anos 60, e tocar com o mineiro Milton Nascimento e o também pernambucano Geraldo Azevedo. Em seguida, sua carreira deslanchou no exterior. Morou nos Estados Unidos e na França e realizou, inclusive, trilhas sonoras para filmes, o que lhe rendeu oito Grammys, um dos maiores prêmios de música do mundo.

 

Eleito oito vezes o melhor percussionista do mundo pela revista americana Down Beat, Naná Vasconcelos chegou a fazer parcerias com artistas como B.B. King e Ella Fitzgerald.

 

Fruto do aprendizado informal da música, sem nunca ter cursado nível superior, em dezembro de 2015, o artista recebeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

 

 
 
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:22  comentar

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