Revelando, imortalizando histórias e talentos
5.7.16

 


"Procurando Dory" não só continua essa tradição, como dá um passo à frente e trata de um assunto complexo: o transtornos mentais.

 

Animação não é coisa somente para criança, e a Pixar faz questão de deixar isso claro. A empresa vencedora de 8 Oscars, e consagrada como uma das apostas de Steve Jobs, adora mesclar temas sérios com desenhos bonitnhos.

 

Wall-e, por exemplo, é uma forma lúdica de falar sobre poluição. Procurando Nemo, a história de um pai solteiro que atravessa o mundo atrás de seu filho que tem sequelas de um acidente, é uma grande trama sobre a superproteção e a aceitação da deficiência física.

 

A versão infantil de Dory é uma das coisas mais adoráveis do cinema recente. É pequena, é inocente, é divertida, mas não é irritante como um Minion que repete incansavelmente a palavra "banana", até você desistir de ver o filme.

 

O roteiro é extremamente construído, enquanto Dory não lembra o que aconteceu, você também não fica sabendo. E quando ela consegue recuperar a memória sobre determinado fato, um flashback aparece na tela, criando uma segunda linha temporal com clima de mistério.

 

Além de uma aula sobre inclusão, o filme é, no fim das contas, bom pra caramba. Dá para rir com as piadinhas inteligentes - na versão dublada existem algumas sacadas pensadas exclusivamente para o público brasileiro. 

 

 Vale a experiência de ir ao cinema só para lembrar que sempre dá para cantar "continue a nadar, continue a nadar, continue a nadar, nadar, nadar".

 

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 18:55  comentar

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