Revelando, imortalizando histórias e talentos
4.3.16

ESTREIA–Will Smith interpreta pioneiro médico em “Um Homem Entre Gigantes”, com muito carisma e competência. 

 

Will Smith e Alec Baldwin

 

Película dirigida pelo jornalista Peter Landesman, o drama “Um Homem Entre Gigantes” tenta concretizar-se como um exemplar do cinema-denúncia, recorrendo a uma dramática história real com um herói que é, na verdade, um homem comum,  o médico nigeriano Bennet Omalu, interpretado com muita competência por   por Will Smith.

 

A maior paixão de Omalu é descobrir as causas de mortes misteriosas. Ele não vê seu trabalho maquinalmente, ou seus “pacientes” como meros corpos – tanto que descobre seus nomes e tem o curioso costume de “conversar” com cada um deles, pesquisando exaustivamente os detalhes por trás de seu falecimento. Hábitos desse tipo rendem problemas de convivência a Omalu, inclusive no próprio trabalho, onde seu chefe, Cyril Wecht (Albert Brooks), é seu único aliado. Omalu não tem realmente amigos, muito menos namorada, dia e noite dedicado ao trabalho.

 

Mas, um episódio põe sua vida do avesso,  é a morte de um famoso jogador de futebol, Mike Webster (David Morse). Ele foi um grande campeão de um time local, os Pittsburgh Steelers, mas nos últimos anos tornou-se um marginal. O jogador, com misteriosos problemas de saúde, seu comportamento tornou-se instável, eventualmente violento. Ele separou-se da família, consumiu todo dinheiro que tinha, afundando em consumo de substâncias tóxicas. Então, a morte do atleta, de apenas 50 anos, intriga Omalu. A partir da pesquisa de seus tecidos cerebrais, ele prepara para sua grande descoberta, associando a violência do esporte com os males que vitimam não só Webster, como outros esportistas.

 

O filme trafegando muito bem pelo jargão médico, mas sem torná-lo obscuro, e muito menos excessivo, o procura delinear o perfil de um herói abnegado, que não aspira nem fama, nem fortuna, apenas conhecimento que melhore a vida de outros. Para isso, ele conta com o chefe, Cyril, e recebe um inesperado apoio de um ex-médico do clube dos Steelers, Julian Bailes (Alec Baldwin).  

 

O filme conta com a dedicação e competência dos atores Smith e da competência de  Baldwin, que interpreta Brooks. Os dois pontos fracos são: Um deles a fragilidade da Prema - personagem de Gugu Mbatha-Raw-, mulher de Omalu. Já o outro, é uma ênfase bem descabida num discurso que descamba do patriotismo proferido por Omalu sobre intitulado a “grandeza da América”.

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:17  comentar

Março 2016
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