Revelando, imortalizando histórias e talentos
13.10.11
Luiz Lugado: o que vem por ai?
Praticamente em 1949 Luiz Lugado já fazia o que hoje chamam de stand-up. Antigamente era esquete. Ele foi um dos pioneiros, diria até antes de José Vasconcelos, em memória. Aguarde!
Logo, logo, material exclusivo sobre  o rico legado do ator Luiz Lugado, que atuou entre os anos de 1949 a 67. Fotos; Luiz, o produtor cultura; Luiz o autor teatral; o declamador, o cantor. TAMBÉM não deixaremos de mostrar o mar de lama, orgias em que se meteu após deixar a arte. Luiz foi diplomado como benemérito pelo hospital São Camilo, São Paulo.
Como se pretendesse sua autodestruição depois de ser forçado a abandonar os palco, ele enveredou por um caminho errante, cheio de mentiras, supostos raptos e prostituição etc. Entretanto, isso jamais impede de ter seu lugar ao sol com o deslumbrante material deste que poderia ter sido um dos mais bem sucedido artista teatral do país.

Sua indecisão, necessidades fizeram com que trocasse o teatro pela repartição de um banco. Luiz Lugado: uma vida e várias personagens - como se pode ver na lateral direita do site -, continua sendo isolado entre outros graves problemas. Estes, jamais ofuscarão são sua trajetória artística, límpida, mas, de alguma forma o deixa na defensiva. Este ídolo, é o Luiz Lugado que queremos solto, livre para viver. Não o Luiz Mentiroso, falso, covarde,  que ora se quer, tem caragem de se manifestar. Demonstrando falta de respeito até mesmo por aqueles que lhe acolheram quando estava na rua da amragura, cabisbaixa pelas ruas de São Paulo. Será que foram estes os motivos pelos quais trabalhou 36 anos em um banco e se quer chegou a chefe de cessão? A ingratidão leva a isto.

Voltemos ao ator que deu vasão ao teatro que ai está. Proporcionou com que os atores que ai estão com expressão são frutos de sua luta pela dramaturgia no Brasil. Atualmente, carneiro calado, covarde sem medidas, Luiz LUGADO foge das origens do artista de verdade fora  outrora. Hoje não passa de um vivo morto.
Luiz Lugado foi descoberto na galeria Olido, centro de São Paulo, abandonado, sem um cão para chamar de seu. Bastou ter sua história contada rede mundial de computadores ao lado de figuras expressivas do teatro e da música nacional e internacioanl para surgir parentes de todos os lados com falsas propostas de proteção.  Resultado, cárcere privado, inutilizado, um fantoche proibido de atender interfone, de ter telefone, de telefonar. " Eu sempre atrapalho tudo. Sou desastrado", diz Luiz.
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:12  comentar

Outubro 2011
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