Revelando, imortalizando histórias e talentos
2.4.12

"Comecei no como contra-regra de Geraldo Vietri, mas durante 30 anos fiquei à disposição da família Massaini", diz Gavinho.

 

 

Foto/ AgênciaFM

 

 

Paulista da cidade de Tiête, Alberto Gavinho, que prefere ser chamado de d'Berg, tomou contato com a sétima arte ainda bem jovem. Começou no super 8 com o roteiro ''O Jovem Gustavo".

 

 

Escreveu 85 roteiros sendo alguns deles levados à telona. Também realizou vários curtas exemplo " A Vida, o amor e a morte" com 45 minutos, seu estilo anárquico o levou a escrever um segundo curta "Ora pro nobis", uma colagem de vários diretores exemplo Coppola. Está em final de produção mais um curta de sua autoria, " Anne Frank", cuja proposta é exibição em circuito cultural gratuito, com roteiro e produção de Gavinho.

 

 

 

Início

 

 

Sua carreira começou na TV Tupi como contra-regra ao lado de Geraldo Vietri, na novela Senhora. Com Vietri fez Tiradentes, como assistente de montagem, e Adultério por amor, onde atuou como assistente de montagem e de direção. Mudou-se para a Marte filmes, de Cassiano Esteves, tendo feito "O Artesão de mulheres". Duarante 30 anos ficou à disposição de uma das mais tradicionais famílias cinematográficas, os Massaini. A parceria começou em "O Caçador de Esmeraldas". Fica bem claro que, em toda sua obra as temáticas recorrentes são político-ideológico e cristianismo.

 

 

Escritor

 

 

Sua carreira na literatura começou em 2005 com um polêmico livro " Deus proibido", onde pega 'carona' no filme ' O último Tango em Paris". Seu mais recente livro " Anne Frank", ele descreve uma radiografia do nazismo e expondo a essência do judaísmo constituido raiz do cristianismo. O livro é uma obra realista com enfoque transcedental. Isso dá um caráter contemporâneo por isso mesmo a necessidade de uma releitura da vida de Anne Frank e sua família sob o ponto de vista de d' Berg.

 

 

Alberto Gavinho, ou d' Berg, não somente dá novas interpretações daqueles fatos ocorridos como também as mais intimas razões que motivaram Anne Frank a eternizar sua própria vida através de cartas. Ao longo das 177 páginas, o escritor tenta deslindar o significado espiritual daquele povo, um dos pontos polêmicos da obra. Também declara aos povos, línguas e nações sua real e nobre destinação e, consequentemente, revelar as razões desconhecidas e ignoradas, porém fundamentais. O livro traz uma breve cronologia do antissemitismo na Idade Média, de 1147 até 1855, período de liberação progressiva e da assimilação judaica pelo resto da população, dada igualdade perante a lei de ambos os seguimentos sociais. (Formas&Meios Assessoria de Comunicação).

 

 

Para adquirir o livro: " Anne Frank", 15 anos, prisioneira, Judia:

 

domberg@ig.com.br

 agenciafm@gmail.com

 

( 11 ) 9847-9789

Valor: R$ 22,00 (correio incluso).

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 16:15  comentar

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