Revelando, imortalizando histórias e talentos
12.8.12
Centenário de Jorge Amado relembra escritor que ‘melhor escreveu um país'
Montagem: Fundação Jorge Amado
Os livros de Jorge Amado foram traduzidos para 49 línguas. A intimidade com que expôs traços, costumes e contradições da cultura brasileira foram um dos fatores por trás da popularidade de que desfrutou em vida.  Centenário relembra escritor que ‘melhor escreveu um país'Livros de Amado abriram 'novo mundo' para leitores no Leste comunista. A adaptação de 'Capitães da Areia' para o cinema marcou geração russa.
Celebrado nesta sexta-feira,10, o reconhecimento sobre a importância de sua obra continua a crescer no Brasil e no exterior. Jorge Amado é um dos escritores brasileiros mais conhecidos internacionalmente, com obras publicadas em 49 línguas e 55 países. O interesse aumentou com a aproximação do centenário. Nos últimos três anos, pelo menos 45 contratos foram fechados com editoras estrangeiras para a publicação de seus livros, conta Thyago Nogueira, editor responsável por sua obra na Companhia das Letras.
Para marcar a data, a prestigiosa coleção Penguin Classics está lançando dois de seus livros em inglês, A morte e a morte de Quincas Berro d'água e A descoberta da América pelos turcos. Amado é o segundo autor brasileiro publicado pelo selo, o primeiro foi Euclides da Cunha.  Também uma série de seminários e eventos comemorativos em cidades como Salvador, Ilhéus, Londres, Madri, Lisboa, Salamanca e Paris.
Amado nasceu em 12 de agosto de 1912 em Itabuna, na Bahia, e escreveu quase 40 livros, com um olhar aguçado sobre os costumes e a cultura popular do país.
O baiano chegou a se eleger deputado em 1945 - seu slogan, lembra Ilana, era "o romancista do povo". Apenas dois anos depois, porém, teve que partir para o exílio na França. Sob pressão da Guerra Fria, o Partido Comunista Brasileiro fora banido e seu mandato, cassado. Nos anos 1950, época em que os crimes do líder soviético Josef Stalin vieram à tona, Amado rompeu com o partido. Iniciou-se uma nova fase em sua literatura, mais leve e bem-humorada, menos ideológica. O escritor morreu em 2001.(Francisco Martins \ www.bbc.co.uk ).
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 04:46 

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