Revelando, imortalizando histórias e talentos
5.9.06

A organização não-governamental de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional afirmou quarta-feira,19 de dezembro que vai acompanhar de perto as investigações sobre a morte de adolescente.

Carlos Rodrigues Júnior, de 15 anos, encontrado morto no último sábado com marcas de tortura em Bauru (SP). "Foi uma brutalidade extrema, um claro caso de tortura e execução", disse à BBC Brasil o pesquisador Tim Cahill, da Anistia. "Vamos manter contato com as autoridades e com ONGs locais para acompanhar o caso." O representante da Anistia Internacional diz que a organização deve escrever cartas às autoridades para pressionar por rigor nas investigações. O adolescente era acusado de roubar uma moto. Mais de 300 gramas de maconha também teriam sido encontrados na casa do rapaz. Seis policiais militares foram presos após a morte. "Na nossa experiência, essas detenções iniciais (de suspeitos) escondem investigações fracas", afirmou Cahill. "É difícil sustentar processos como esses pela fraqueza da investigação e pela falta de testemunhas." O laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Bauru, onde o jovem foi encontrado morto, encontrou indícios de 30 choques elétricos pelo corpo do rapaz. Dois deles estavam do lado esquerdo do peito e teriam atingido o coração do rapaz, o que teria provocado uma parada cardiorrespiratória. No veículo dos PMs presos, foi encontrado um fio descascado que pode ter sido utilizado para aplicar os choques.[FONTE www.bbcbrasil.com.br
 

2007/08/22 Sinval: buscando cidadânia

 


Seu destino bem que poderia ser igual aos seus colegas de rua: assassinado, morto pela bebida ou fome.

Nascido na cidade de currais novos / RN, em 5 de dezembro de 1962, sinval g. medeiros, 45, chegou à cidade de são paulo em 1990. estudou até o 2º ano do ensino fundamental, aqui chegando fez todo tipo de trabalho. mas, em meados de 1998, o destino preparou-lhe algumas surpresas entre as quais transformá-lo em morador de rua e alcoolatra. para sobreviver fazia pequenos trabalhos como por exemplo pagar contas para taxistas e camelôs. como pagamento recebia entre r$ 2 e 3 para manter o vício. nas ruas ele foi agredido fisicamente e moralmente. mas a arte, melhor uma misteriosa voz o fez mudar de vida completamente, inclusive largar à bebida. sua entrada para às artes plásticas é no mínimo surrealista. no mês de outubro de 2006 ele estava embreagado, assume, e o relógio marcava mais de duas horas da manhã, e como fazia havia vários anos fora buscar um lugar onde dormir. foi em uma pequena área verde localizada no início da avenida são joão com a rua líbero badaró, bem em frente ao edifício martinelli que tudo começou. bêbado e cansado não foi difícil agarrar no sono. eis que em seguida fora acordado por uma misteriosa voz que dizia "você não pode dormir aqui. saia já dai ". - não amola eu quero apenas dormir aqui, disse sinval. foram três as advertências da misteriosa voz; na última ele acordou e olhou para os lados e não viu ninguém. amedrontado, ele desceu em disparada e, ao parar no meio do vale do anhangabaú, virou-se e viu uma bela paisagem composta por edifício altino arantes e do local onde dormia, cujo tem formato de uma urna funerária. "era como se eu vivesse em completa escuridão e a partir daquele momento tudo clareou em minha vida", diz sinval.

contato com a arte

É só obeservar suas telas e falar com ele para perceber que não tem o aprendizado de técnicas variadas ou manipulação de materiais diversos. ou seja, contato com repertório da história das artes plásticas e o desenvolvimento de uma linguagem plástica. isso afirma que, definitivamente sinval travou contato com a pintura somente após ouvir a misteriosa voz. não há evidencias de que tenha freqüentado, se quer, uma exposição ou folheado catálogos. o seu estilo primitivo, naif, não tem como se comparar a nenhum dos pres do gênero como por exemplo heitor dos prazeres ou antônio da silva, pois ele não tem ninguém como referência artística e não sabe o nome de nenhum pr. ficou sabendo que sua pintura é chamada naif porque alguns artistas passaram por ali e lhe disseram, não que ele tivesse conhecimento de tal técnica, apesar da curiosidade em saber. também ficou sabendo que existem outras técnicas como óleo sobre tela, onde já realizou poucos trabalhos devido os valores dos materias; quer conhecer o surrealismo - o que seria até mais aceitável no caso de sua visão-, entre outras. se foi herança ou não, quem quer que seja sabe-se que foi muito generoso com sinval que realiza um trabalho muito autoral, visceral e imprime um colorido surpreendente. É detalhista em suas obras como o prédio martinelli, viadutos do chá e de santa ifigênia, prefeitura, praça da sé, mosteiros de são bento e da luz, museu paulista entre outros. foi esta a forma de agradecer em pinceladas acrílicas que retratam paisagens e arquitetura de pontos importantes da capital paulistana, que vislumbram os que gostam da boa arte primitiva. prognosticar é algo complicado, mas se ele continuar dedicado ao trabalho autoral, com certeza o destino reserva-lhe algo ainda melhor em um futuro muito próximo. perguntado sobre mudar de estilo ele é enfático" quero conhecer os outros estilos apenas para fins culturais. sempre serei fiel ao estilo herdado" afirma sinval. a arte para ele despontou primeiramente na parte prática, mas resguardados os seus limites, ele tem um fio condutor muito forte em seu trabalho, a curiosidade das crianças em descobrir coisas novas, o fazer arte com expressão original. assim é sinval; e quando se lida com arte estamos tocando diretamente nos sentimentos. portanto, qualquer criação fala por si só. [francisco martins]

contatos:

[55 11] 6848-3230 / 8220-3747

fmartins.jor@itelefonica.com.br
www.hploco.com/artesplasticassinval

sinval.artistaplastico@hotmail.com  [Everaldo]

 

 

Bazar e Feijoada na AVDR

 
VOCÊ ESTÁ CONVIDADO A PARTICIPAR

Você está convidado à participar do bazar e da feijoada beneficente, promovida pela (Associação Voluntária Douglas Ribeiro) AVDR, no próximo 08 de Setembro, na sede da ONG. No bazar você encontrará roupas e calçados para todas as idades de ambos os sexos a precinho de R$ 0,50.

Fundada pelo Jornalista e líder comunitário Ribeiro, a AVDR, já atendeu mais 550 pessoas/famílias (nesses 4 e meio de atividades), beneficiando as nos seguintes serviços: Ortopedista, Pediatra, Dentista, Advogados, Biblioteca Comunitária (que conta com mais de 2 mil títulos), Podóloga para Idosos, Fono, Fisioterapia, Psicólogos, Além de diversas doações. Na busca por melhorias à comunidade, tem cobrado dos órgãos públicos atenção, especialmente pelo Pq. Guarani e no seu entorno. Suas principais reivindicações hoje são: 1- Córrego da Rua do Sabugueiro, 2- Passarela para pedestres na Rainha da Noite, 3- Um Centro Recreativo no baixo do viaduto da Jacú Pêssego no Pq. Guarani. Sua ajuda e participação com certeza fará a diferença, não deixe de visitar, ligar, ou acessar nossa página na internet: http://www.avdr.com.br/  - www.noticiasdoribeiro.blogspot.com

Rua Rainha da Noite, 35 ao lado da Jacú Pêssego no Pq. Guarani – Itaquera. Fonefax: 11 – 6151-8910 / 9591-7276

 

Embaixador da Jordânia agride criança brasileira

 

No último domingo, 3 de setembro, o embaixador da Jordânia no Brasil, há menos de 40 dias, Surrey Haddad agrediu uma criança de 10 anos com pontapés e uma cusparada no rosto. A criança reside no mesmo prédio que o embaixador, em Brasília e teria sido agredida porque achou seu idioma diferente. Haddad nega às agressões, porém, o porteiro José foi quem livrou o menor dos chutes do diplomata. Indignados, os condôminos pedem  sua saída do prédio, e, ele já concordou em deixá-lo. Um Boletim de Ocorrência foi registrado, mas o delegado não aceitou colocar a cusparada deferida na face do menor, e testemunhada pelo porteiro, alegando que o garota não tinha marcas de cuspe no rosto. Em consulta feita ao Itamaraty, a resposta foi "Ele é diplomata e tem uminidade parlamentar. Mesmo assim ele apenas agrediu uma criança" informou um funcionário que não quis ser identificado. 

 

Suicídio é problema de saúde pública

 
Muitos são os jovens talentoso que tiram suas próprias vidas como é o caso de Kabain, do Nirvana.

Desde a década de 90 que a Organização Mundial de Saúde vem tratando os casos de suicídio como um problema de saúde pública. O Brasil sempre esteve reticente para esta proposta da [OMS], somente agora é que questão foi assumida como tal, mesmo já tendo orientação para considerar suicídio como problemas de saúde pública, desde dezembro de 2005. Foi a partir daí que o então ministro da Saúde, Saraiva Felipe, assinou portaria instituindo grupo de trabalho responsável pela elaboração de políticas nacionais de prevenção ao suicídio. Segundo ele, dois fatores principais levaram a questão para a esfera da saúde pública: o aumento mundial da mortalidade por suicídio e o fato de o suicídio provocar danos sociais. Segundo a OMS, atualmente um milhão de pessoas se matam por ano no mundo. Sendo que as médias globais variam de 25 mortes por 100 mil habitantes, por exemplo em países do leste europeu e no Japão, até menos de dez mortes a cada 100 mil habitantes o caso de Espanha, Itália, Irlanda, Egito e Holanda. No ano de 2004, a média brasileiras de mortes por suicídio foi de 4,5 em cada 100 mil habitantes, segundo estudo feito pelo ministério e parcerias com universidades privadas e públicas. Se levarmos em considerações os outros países a média brasileira é baixa, mas o suicídio acontece em todos os estados e regiões: jovens, mulheres, homens, idosos e índios.


[Kurt Donald Cobain

Nascido na pequena Aberdeen, costa oeste dos Estados Unidos, em 20 de fevereiro de 1967, filho de Donald Cobain (mecânico automotivo) e Wendy Cobain (garçonete), Kurt Donald Cobain era uma criança tímida, tinha bronquite e gostava muito de desenhar. Ao seu lado, o tempo inteiro, estava Boddah, um companheiro invisível o qual ele havia inventado (e a quem, muito tempo depois, Kurt endereçaria seu bilhete de despedida). Kurt cresceu sentindo-se mais inteligente que os outros, mas cheio de inseguranças. Com sete anos, começou a tomar, por prescrição médica, para controlar sua hiperatividade, Ritalina(o qual foi usado por apenas 3 semanas). O metabolismo de Kurt iniciava então uma longa história na mão das substâncias químicas. A mãe (Wendy) encorajava os dotes artísticos do filho enquanto seu pai Don o incentivava a participar do time de baseball da cidade. Kurt participava apenas para agradar o pai.

Em 1976, porém, depois que seus pais resolveram se separar, Wendy só agüentou ficar 3 meses com Kurt. Revoltado com o fim do casamento dos pais, o garoto tinha passado o verão inteiro batucando desesperadamente - e, imperdoável, não aceitara de maneira nenhuma os novos namorados da mãe. Passado adiante para o pai Don, Kurt jamais se recuperou do baque. Sua vida só voltou a ter sentido quando um tio lhe deu uma guitarra em seu aniversário de 14 anos. Amor à primeira vista. Intratável na casa do pai e da mãe, logo Kurt estaria se misturando com o pessoal dos Melvins. Admitido no clube dos doidões da cidade, ele em seguida conheceu Krist Novoselic. "Que tal um fumo?", perguntou o grandalhão, iniciando a amizade que mudou o rock. Apresentado ao Punk Rock e às drogas, Kurt logo estaria formando bandas. A Fecal Matter, com Dale Crover na bateria, foi a sua primeira banda, apesar de nunca terem se apresentado. O primeiro show de Kurt e Krist juntos foi numa festa em uma casa na cidade de Hoquiam, perto de Aberdeen, em 20 de fevereiro de 1987, coincidentemente, dia de seu aniversário.

Aos 18 anos, Kurt largou a escola sem completar o segundo grau. Com os amigos pichou "Deus é Gay" num muro de Aberdeen, tornando-se pessoa "non grata" na área. Hora de mudar para a vizinha Olympia, cidade não muito maior, porém efervescente culturalmente. Instalado no apartamento da namorada Tracy Marander, Kurt ficava 8 horas por dia com a guitarra compondo, muitas vezes drogado. A gastrite que o atormentou até o fim dos dias e que ele usou como desculpa para tomar heroína começou nessa época. Graças a um empréstimo de Tracy, o Nirvana gravou um Demo com Jack Endino. O Produtor indicou o grupo para a legendária Subpop e, no primeiro encontro com a gravadora, um sóbrio Kurt disse que o trio era a melhor coisa surgida desde os Beatles. Impressionou. Logo viria o primeiro Single, Love Buzz, e o álbum Bleach, cujos vocais foram gravados entre vidros e mais vidros de xarope com Dramamine. Ao álbum seguiram-se extensivas turnês pelos EUA e uma turnê pela Europa em 1989 junto com a banda Tad. Em 1990, chegou a cocaína, droga que faltava em sua vida. No ano seguinte, junto com o chegada do estrelato, Kurt viu-se a frente da sua nova e derradeira paixão: a heroína.

Kurt passou a querer tratamento especial nas viagens. Reclamava se o uísque não era Glenfiddich, mas continuou absolutamente genial e ácido em tudo o que expressava. Depois do contrato milionário com a Geffen Records, mergulhou na heroína. Dormia a toda hora em qualquer lugar, até no meio de sessões de foto. Em 1992, a ironia das ironias, o Kurt que mergulhava nos braços dos fãs, proclamando igualdade entre artista e platéia, exigiu 75% de tudo o que o Nirvana ganhava (com efeito retroativo - ou seja, tornando-se credor milionário de Dave Grohl e Krist Novoselic).
Cheio de armas e violento contra Courtney Love, o hiper-sensível Kurt a obrigou a chamar a polícia duas vezes para contê-lo. Ele ainda sofreria duas overdoses em 1993. Segundo o produtor do álbum In Utero, Steve Albini, a única coisa que o tirava da apatia era a filha Frances.Já na turnê européia de divulgação de In Utero , Kurt sofria um colapso em pleno palco de Roma. Surtou, quebrou microfones e ameaçou acabar com o grupo. Sua saúde psíquica poderia ter lhe custado a vida antes mesmo que viessem as tais "pressões do sucesso" e o conflito entre o idealismo grunge e a vida corrompida de milionário do rock. Mas logo viria uma overdose com champagne e Rohypnol, em Roma, que quase o matou. Kurt Cobain negou que isto tenha sido uma tentativa de suicídio.  Numa tática anti-vício chamada "tough love" (amor duro), foi posto contra a parede por Courtney e todos os que o amavam. Foi para um clínica em Los Angeles, fugiu. Teria perguntado a um traficante nos dias próximos do seu suicídio: "Onde estão meus amigos agora?" Mesmo controlando a carreira com punhos e inteligência de aço, Kurt passou poucos dias de seus últimos 3 anos longe da heroína.

Kurt foi encontrado morto na garagem de sua casa no dia 8 de abril de 1994, porém acredita-se que ele tenha cometido suicídio no dia 5 de abril de 1994.
 

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:05  comentar

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