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6.9.06

Solar Uyuni - Hotel de Sal>Quinta-feira, Abril 19, 2007

Localizado no sudoeste da Bolívia, este hotel tod produzido em blocos de sal, tudo isso cerca de 3800 metros de altitude, em plena cordilheira dos Andes. O Salar de Uyuni é um imenso deserto de sal puro com mais de 12 mil quilómetros quadrados rodeado por vulcões.

Este hotel é um dos poucos do mundo onde se pode experimentar a sensação de estar em outro planeta. O local, habitualmente sua superfície é coberto por água. Durante o dia, o Salar de Uyuni surpreende com imagem que dele possa existir na nossa imaginação, mas, ao cair da noite a paisagem se apresenta de uma forma quase que surrealista. Assiste-se , simultâneamente, ao um pôr-do-sol, a Oeste e ao nascer a lua, a Este. Um cenário sem descrição. À noite, um céu absolutamente limpo, e a esfera celeste povoa-se de estrelas. A milhares de quilómetros de qualquer fonte significativa de luz artificial, o salar transforma-se em um verdadeiro paraíso para os entusiastas de astronomia que queiram familiarizar-se com o panorama de estrelas do Hemisfério Sul. Do sol tórrido do meio-dia à temperatura, que chega a zero durante à noite. O hotel estende-se a perder de vista. Entrecortado aqui e ali por algumas ilhas de terra, que retêm o bem mais precioso para a fauna e a flora destas paragens, a água. Enquanto os limites desta imensidão de sal confunde-se com a linha do horizonte.


Perigo de cair num buraco

Às feições rústicas características dos povos andinos, esculpidas pelo clima da alta montanha e pelo trabalho, e sua pele seca e escurecida pelo sol, os habitantes do salar raspam o sal da superfície protegendo a boca e os lábios com lenços e os olhos com óculos escuros. É uma vida de sacrifícios e dureza, para os quais as minas constituem a única opção. A espessura da camada de sal varia entre 10 centímetros e 100 metros de profundidade. No Inverno - Outubro a Março -, a precipitação chega a acumular-se à superfície chegando inundar grande parte do salar, embora não ultrapassando um nível de 20 a 25 centímetros. Este talvez seja o período do ano que oferece mais perigo para atravessá-lo; seja andando ou de jipe, dado o potencial perigo. Pois autênticos buracos capazes de engolir por inteiro um automóvel! de tamanho médio se formam. Por isso, recomenda-se a contratação de um guia local, pois conhecem as passagens mais seguras. É de bom tom recorrer ao GPS e também às comunicações via rádio. Não se esqueça de que estás em um deserto, no meio do nada. Uma bússula não é indicada, as grandes concentrações de lítio as tornam ineficazes. Para quem gosta de realizar expedições, os proprietários aconselham a estação seca, o verão.

Simplicdade


Não pense que encontrarás em Uyuni o conforto 5 estrelas. É um local privilegiado, mas não tem muito para oferecer aos viajantes. Por exemplo, não há água canalizada ou aquecida. Tenha cuidado com o tipo de gasolina oferecido na região, pois, geralmente, a oferecida nos confins da Bolívia, se apresenta como uma substância muito espessa e de cor castanha, capaz de entupir os bicos injectores. Se estiver sem carro, há uma opção: ligação regular de comboio entre a capital do País, La Paz e Uyuni. As camas, cadeiras, mesas e decoração são feitas de blocos de sal. Apenas almofadas e colchões são em tecido. O box do banheiro há azulejos pois o contato da água derreteria o sal. Tem mesa de sinuca, e piscina, também.

 

A London Eye

 

A London Eye (cujo nome oficial é British Airways London Eye), também conhecida em português como a Roda do Milénio (Millennium Wheel), é um tipo de "roda-gigante de observação". Está situada na cidade de Londres, capital do Reino Unido. Foi inaugurada no ano de 1999 e é um dos pontos turísticos mais disputados da cidade, além de ser a maior roda-gigante do mundo.

História
A London Eye é considerada como um ponto turístico singular em Londres. Isso não apenas pela ousadia do seu projecto, mas também pelas dificuldades que a acompanharam desde quando foi concebida até à sua inauguração.

A idéia

A ideia por trás da London Eye remonta ao início da década de 90. Nessa época, tendo em vista o novo milénio que se aproximava, vários projectos foram apresentados para marcar essa passagem. Em Londres, o jornal The Sunday Times, em conjunto com a Architecture Foundation, decidiu dar início a uma competição onde se escolheria um projecto para uma nova estrutura na cidade. Os arquitectos David Marks e Julia Barfield tiveram a ideia de criar uma grande roda-gigante. Mas não seria uma roda-gigante comum; ela possibilitaria uma vista de toda a cidade de Londres. Em vez de simples gôndolas, como nas rodas-gigantes convencionais, haveria grandes cabines fixadas à roda, dotadas de amplas janelas de vidro. As cabines movimentar-se-iam de acordo com a rotação, sempre deixando o visitante numa posição "de pé". De facto era um projecto muito inovador, diferente de tudo que já tinha sido construído na cidade desde então. Mas será que era realmente necessário ter uma estrutura enorme bem no meio de Londres? Será que todos se importavam tanto com o novo milénio que era necessário até criar um novo ponto turístico? Independente dessas ideias, o Sunday Times ignorou as sugestões enviadas e acabou com a competição.

British Airways entra em cena

Mas David e Julia não abandonaram a sua ideia. Decidiram criar a empresa Marks Barfield, levando em frente o projecto com o seu próprio dinheiro. Até o tablóide londrino Evening Standard resolveu dar um impulso, fazendo publicidade em busca de parceiros para custear o plano. Quando todos já achavam que nada ia dar certo, que todo o trabalho tinha sido em vão, a British Airways aparece. Numa parceria com a Marks Barfield, eles decidem pagar pela construção da então baptizada British Airways London Eye.

A construção

O aval já tinha sido dado, e o lugar escolhido para a London Eye seria a margem sul do Tamisa, bem próximo ao Parlamento. O distrito de Lambeth permitiu que ela ficasse, com a condição de ser desmontada cinco anos depois. Mas o problema era como ela chegaria ali.Considerando que as ruas de Londres são demasiado estreitas e que seria impossível mover uma roda-gigante de 135 metros de diâmetro rio acima, foi decidido que ela seria construída no próprio Tamisa, sendo suspendida depois. Todo o material usado viria por balsas. Apesar de ser um ícone londrino, muito pouco da London Eye é de facto inglês. As partes da roda foram fabricadas na Holanda, as cabines são dos Alpes Franceses, e as janelas foram produzidas em Veneza.Todo o material subiu o rio até chegar ao lugar onde iria ser montada a roda. Em Setembro de 1999, ela já estava pronta, e então iria começar o trabalho de 16 horas até suspender as 1.700 toneladas da London Eye. Mas, contra todas as expectativas, um cabo partiu-se. O novo milénio aproximava-se e os "mídia" já chamavam o projecto de Wheel of Misfortune (Roda do Infortúnio). Levou mais um mês e 10 dias até que ela estivesse "em pé". As cabines chegaram logo depois, e após 16 meses de trabalho, a inauguração estava marcada para o dia 31 de Dezembro de 1999.

A inauguração

Tudo já estava preparado. A abertura da London Eye seria na passagem do ano, com a presença do Primeiro Ministro Tony Blair.Mas ninguém poderia adivinhar que uma das cabines não iria ser aprovada num teste de segurança. Levaria mais um mês até que o público pudesse desfrutar do "voo", como a British Airways chama o passeio.Mas isso não impediu que a roda girasse sem passageiros. Nos últimos minutos de 1999, Tony Blair apertou um botão, um Concorde voou sobre o céu de Londres e os fogos foram lançados. O novo milénio já tinha chegado, e com ele a London Eye.

A 2° inauguração

No primeiro dia de Fevereiro de 2000, o público finalmente teve a sorte de entrar na London Eye. O tempo estava essencialmente britânico, com muita neblina, mas isso não impediu os londrinos de experimentar o seu novo ponto turístico. A mais nova roda-gigante de Londres provou ser um sucesso imediato.Ironicamente, um outro projecto para o novo milénio que tinha sido amplamente apoiado pelo governo, o Millennium Dome (em Greenwich, foi a célebre bolha com picos), não fez sucesso algum, estando hoje fechado ao público.

A London Eye hoje

As 32 cabines podem comportar 15.000 visitantes por dia e a volta completa dura um pouco menos de 30 minutos. Hoje em dia há diversos pacotes oferecidos pela British Airways aos visitantes da London Eye. Desde reservas para casais com direito a champanhe até guias em diversas línguas que, além de ajudar os turistas a divisar alguns prédios na cidade, também contam a história da construção da "Eye", como é popularmente chamada pelos londrinos. Havia, como foi dito, uma restrição de cinco anos para a London Eye. Os críticos já tinham dado o apelido de Eyeful Tower, numa referência à Torre Eiffel, que também fora concebida para ser desmontada no futuro. Mas em 2002 o distrito de Lambeth concedeu à British Airways uma licença permanente.
O terreno onde se encontra a London Eye é de propriedade do South Bank Centre, que possui vários outros prédios nos arredores. Em 2005 foi divulgado nos "mídia" o conteúdo de uma carta que supostamente teria vindo da directoria do SBC, afirmando que o aluguer passaria das actuais £65,000 para £2,5 milhões, o que a British Airways considerou inviável. Nessa época houve boatos que a London Eye seria então movida para o Hyde Park, ou até mesmo para Paris. O South Bank Centre negou o conteúdo da carta. Em 2006, depois de um conflito jurídico sobre o valor do aluguer, a British Airways e o South Bank Centre fizeram um acordo onde a London Eye deveria repassar pelo menos £500,000 por ano ao SBC, num contrato válido por 25 anos.A London Eye entrou para o Guinness, como a maior roda-gigante do mundo. Mas em breve esse título deverá ser revogado, porque há planos para construir uma roda-gigante de 170 metros de altura em Las Vegas (a maior cidade do Estado americano de Nevada) e outra de 200 metros em Shanghai (a maior cidade da República Popular da China).

As estações do metrô mais próximas são Waterloo e Westminster.
http://topazio1950.blogs.sapo.pt
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 14:37  comentar

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