Revelando, imortalizando histórias e talentos
17.2.07

Terça-feira, Abril 24, 2007 : Um novo olhar sobre Monet

 

Galeria novaiorquina oferece ao público um novo olhar sobre o pintor impressionista Claude Monet.

Na mostra, são expostas obras nunca antes vistas pelo público. É a retrospectiva mais abrangente sobre o artista já realizada em Nova Iorque nestes últimos 30 anos. Os 62 trabalhos expostos na galeria Wildenstein & Company acontece de 27 de abril a 15 de junho, entre os quais três que nunca antes foram vistos pelo público e dois que jamais foram vistos antes e reproduzidos em cores. Várias das obras-primas que estarão expostas, sairão da parede de um colecionador privado para serem expostas em público.Entre as preciosidades estão "Adolphe Monet no Jardim de Le Cocteau", que mostra o pai de Monet lendo à sombra num jardim caleidoscópico ensolarado.

 

 

Os espectadores vão reconhecer muitas das primeiras pinturas do campo francês e de nenúfares de Monet, mas a exposição também inclui seus trabalhos posteriores, menos conhecidos e cada vez mais abstratos. Alguns objetos pessoais como cartas particulares de Monet, que viveu de 1840 a 1926 e definiu o impressionismo francês, matarão a curiosidade do público. Muitos definem as telas de Monet " suas obras nos fazem sentir-se bem com a vida". O artista, na verdade, foi um grande desafiador. Apesar de ser necessário mergulhar fundo em sua arte para perceber onde está o desafio

  

Graciano: de fiscal do consumo à arte refinada

 


Dono de uma das melhores técnicas, e muralista extraordinário, Clóvis Graciano trabalhou como pintor de postes e de tabuletas para Estrada de Ferro Sorocabana.

Mostra reúne cerca de 40 obras - desenhos, nanquim sobre papel e bico de pena, guache, crayon, monotipia, óleo sobre papel, sobre tela e sobre madeira e têmpera sobre madeira -, produzidas entre 1936 e 1976, é a celebração dos 100 do pintor. Graciano nasceu na cidade de Araras - SP, em 29 de janeiro de 1907. Pintor, desenhista, cenógrafo, gravador e ilustrador. Muda-se para capital em 1934. Até então praticava desenho como autodidata mas, após contato com o pintor Candido Portinari passa a freqüentar o ateliê de Waldemar da Costa (1904-1982) e a cursar desenho na Escola Paulista de Belas Artes. Em 1937, instala-se no Palacete Santa Helena integrando o Grupo Santa Helena, com Francisco Rebolo {1902-1980 }, Mário Zanini [1907-1971] e Bonadei {1906 - 1974} {Volpi} entre outros. Membro da Família Artística Paulista, em 1939 é eleito presidente do grupo. Participa regularmente dos Salões do Sindicato dos Artistas Plásticos e em 1941 realiza sua primeira individual. Já em 1987, ilustra o romance "Terras do Sem Fim ", de Jorge Amado [1912 - 2001].

Perfil profissional


Entre 1936 a 1938 freqüenta como aluno livre, o curso de desenho da Escola Paulista de Belas Artes. No ano de 1927 - em Conchas SP - Emprega-se na Estrada de Ferro Sorocabana, onde pinta postes e tabuletas para a ferrovia. Em 1932 participa da Revolução Constitucionalista, em SP. Trabalha de 1934 a 1944 como fiscal do consumo, dividindo seu tempo entre esse emprego e a pintura. Em 1942 - O seu primeiro prêmio veio no concurso de desenho promovido pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, e em 1947 Ilustra mais obra de Dorival Caymmi, "Cancioneiro da Bahia ". No mesmo ano recebeu o primeiro prêmio no concurso de cenários e vestimentas teatrais, promovido pelo Departamento Estadual de Imprensa e Propaganda. Após vencer mais um prêmio,{1949} do Salão Nacional de Belas Artes, viaja para Paris, onde estuda pintura mural e gravura. A partir dos anos 50 dedica-se à pintura mural. Executa o mural Armistício de Iperoig, na Faap {1962}; o painel Operário, na Avenida Moreira Guimarães {1979}, e os murais na Avenida Paulista e no edifício do Diário Popular, e mais "Civilização Paulista" na Avenida Ruben Berta entre outros. Foi presidente da Comissão Estadual de Artes Plásticas e do Conselho Estadual de Cultura, 1971. Clóvis Graciano faleceu na capital paulista em 29 de junho de 1988. Não ganhou muitas exposições postumas, mas estréia uma das mais completas mostras sobre o artista no Espaço Cultural BM&F.

EXPOSIÇÃO:


A mostra ‘Centenário de Clóvis Graciano' no Espaço Cultural BM&F, em homenagem aos cem anos de nascimento do artista, e reúne cerca de 40 obras - desenhos, nanquim sobre papel e bico de pena, guache, crayon, monotipia, óleo sobre papel, sobre tela e sobre madeira e têmpera sobre madeira -, produzidas entre 1936 e 1976, entre as quais o grande painel A Banda, óleo sobre tela de 1961, medindo 1,48m x 5,97m; Banda, óleo sobre tela de 1966; e Dança Ritual, óleo sobre madeira de 1950. A curadoria é de Maria Helena Prudêncio, responsável pelo Projeto Clóvis Graciano, de catalogação das obras do artista. Além das obras, tem objetos pessoais e fotos.  [FONTE: Fátima Lopes /

Serviço
Espaço Cultural BM&F [ Entrada franca]
Praça Antonio Prado, 48 - Centro / São Paulo
De 18 / 04 a 22 / 06 de 2007
Fone (11) 3119-2404
De segunda-feira a sexta-feira, das 10h00 às 18h00


 

funcionamento:
de segunda-feira a sexta-feira, das 10h00 às 18h00
visitas monitoradas das 10h00 às 17h00
Acesso para deficientes físicos

 

 

 

ELIZABETH JOBIM

 


O Gabinete de Arte Raquel Arnaud apresenta a exposição da artista plástica Elizabeth Jobim.

A exposição conta com oito trabalhos recentes em óleo sobre tela que medem até 4m de largura, variando entre 50cm a 1m40 na altura. Nas pinturas, a linha é o elemento que percorre a tela, e algumas áreas são cobertas de cor, criando massas. A cor predominante nesta exposição é o azul ultramar, que vibra por transparência. A tinta óleo é aplicada em várias camadas com rolos de espuma utilizados na pintura de paredes. Segundo a artista, “os trabalhos são sempre compostos de telas justapostas. Cada tela é um objeto mas ao juntar-se com outras temos um trabalho formado pela soma das partes e também pelo todo. Em relação a produção anterior, este trabalho tem elementos mais simples e as linhas estão mais encorpadas. Além das linhas, as manchas estão maiores oscilando entre figura e fundo. A cor azul traz uma vibração pela transparência do pigmento ultramar, enquanto o cinza, opaco, vibra por camadas. O branco é uma espécie de fundo ativado, que ora é figura e ora parece juntar-se `a parede.”

Elizabeth Jobim

Nasceu em 1957 no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. Desenhista, pintora, gravadora, estudou com Anna Bella Geiger (1933), Aluísio Carvão (1920 – 2001) e Eduardo Sued (1925) no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM /RJ entre 1981 e 1985. No mesmo período, cursou comunicação visual na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC/RJ, onde fez também curso de especialização em História da Arte e da Arquitetura no Brasil. Ainda nos anos 80, começou a expor e participou de mostras importantes, tais como “Como vai voce geração 80” (1984), "Rio Hoje" (1989) e Panorama da Arte Atual Brasileira/90 Papel. Entre 1991 e 1992, fez mestrado em desenho e pintura na School of Visual Arts em Nova Iorque. Em 1994, lecionou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Recentemente realizou exposições individuais no Centro Cultural São Paulo (2003) e no Gabinete de Arte Raquel Arnaud (2004) em São Paulo; na Galeria Silvia Cintra (2002, 2004) e no Paço Imperial (2006) no Rio de Janeiro; e participou de exposições coletivas como "Arte Contemporânea Brasileira", no Museu de Belas Artes de Pequim (2001), "Caminhos do Contemporâneo 1952/2002", no Paço Imperial (2002) no Rio de Janeiro, "Arte contemporânea: uma história em aberto" (2004), realizada pelo Gabinete de Arte Raquel Arnaud em São Paulo e da V Bienal do Mercosul (2005) em Porto Alegre.[FONTE> Márcia Marques]

SERVIÇO>
Exposição Elizabeth Jobim
De 22 de março até 19 de maio de 2007

HORÁRIOS> Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h;
sábado, das 11h às 14h.
Gabinete de Arte Raquel Arnaud
● Rua Arthur Azevedo, 401 ● São Paulo ● SP
Fone: [11] 3083-6322 ● www.raquelarnaud.com
● acesso para deficientes

Informações para a imprensa
Canal Aberto Eventos e Assessoria de Imprensa
[– 11 6914 0770/ 9126 0425 – Márcia Marques

 

 
 

1ª mostra de Volpi na Argentina

 

Alfredo Volpi tem sua primeira exposição na Argentina
A mostra apresenta 80 obras das suas diferentes séries de Volpi, mas o museu te como obra de `peso´ da coleção permanente do Malba está o simbólico Abaporu, de Tarsila do Amaral, além de trabalhos de Di Cavalcanti, Lygia Clark e Helio Oiticica e dos mexicanos Frida Kahlo e Diego Rivera, entre outros. A exposição aqui apresentada Volpi – 50 Anos de Pintura – já esteve no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM). A mostra, na Argentina, ocorre aos 111 anos do nascimento do artista em Lucca, na Itália, em 1896, e quase 20 anos depois de sua morte, aos 92 anos, em 1988, em São Paulo. Seus pais chegaram ao Brasil quando ele tinha menos de dois anos de idade. Volpi chegou a trabalhar como pintor de paredes e não participou da Semana de Arte Moderna de 1922, quando ainda era um imigrante pobre e Tarsila e Di Cavalcanti já eram respeitados.
 

Seu trabalho começou chamar atenção no começa em 1944, com uma exposição em São Paulo. E o sucesso vem em 1954, na 2ª Bienal de São Paulo, quando divide com Di Cavalcanti o título de melhor pintor nacional. Coincidência, mas, foi em 1950 quando deu início a fase das bandeirolas, foi quando sua popularidade cresceu ainda mais. No ano seguinte ele iniciou uma série de madonas e santos. No fim da década de 1950, Volpi fez uma pintura na pequena igreja Nossa Senhora de Fátima, que estava sendo construída em Brasília. Um padre mandou cobrir a obra com tinta branca. Essa é a sétima exposição retrospectiva de Volpi. As outras retrospectivas do artista foram no MAM do Rio de Janeiro, no MAM da capital paulista e no Museu de Arte Contemporânea de Campinas.
A exposição segue até o dia 28 de maio, no Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (Malba).

 

 

EM TEMPO 


 Desde início do ano de 2007 que a família do pintor e a polícia - DEIC SP, investigam os passos dos funcionários, pois 25 telas estão desaparecidas. Talvez o DEIC, Delegacia de Investigações Criminais, não seja o órgão mais adqüado para tal haja vista os crimes que seus integrantes estão cosntantemente envolvidos. Do rapto ao roubo. Do estelionato ao tráfico de drogas. 

EDITORIAS: artes plásticas
 

 

 

 

Reflex> Vik Muniz  EUA

 

Vik Muniz nasceu em 1961, na cidade de São Paulo, cusou publicidade na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap,Fotógrafo, desenhista, pintor, gravador. Em 1983 - passa a viver e trabalhar em Nova York (Estados Unidos). No ano de 2001 - lança em São Paulo SP - o vídeo A Pior Ilusão Possível: O Gabinete de Curiosidade de Vik Muniz (Worst Possible Illusion: The Curiosity Cabinet of Vik Muniz), de Anne-Marie Russel. Porém, antes de ir para EUA, ele divide residência entre Rio de Janeiro, São Paulo e Nova York.

Desde 1988, séries de trabalhos nas quais investiga, principalmente, temas relativos à memória, fazendo uso de técnicas diversas. Emprega nas obras, com freqüência, materiais inusitados, como açúcar, chocolate líquido, poeira e cabelo. Em The Best of Life reproduz, de memória, uma parte das famosas fotografias veiculadas pela revista americana Life, simulando um caráter de realidade às originárias. Com essa operação inaugura sua abordagem das questões envolvidas na circulação e retenção de imagens. Seu processo de trabalho consiste em compor as imagens com os materiais, normalmente instáveis e perecíveis, sobre uma superfície e fotografá-las. Nessas séries, as fotografias, em edições limitadas, são o produto final do trabalho. Sua obra também se estende para outras experiências artísticas como a earthwork e as questões envolvidas no registro dessas criações. O fotógrafo no momento realiza uma retrospectica de sua carreira, no PS1, um anexo de o MoMA, Nova Yorque, considerado o museu mais arrojado dos últimos tempos. A mostra inclui mais de cem trabalhos produzidos entre os anis de 1988 até hoje.

SERVIÇO:
De 11 de fevereiro até 11 de maio de Informações:
tel. 813-974-4133 -

 

 

Exposiçao comemora os 50 anos de Leonilson

No dia 1º de maio de 2007, o artista plástico Leonilson completaria 50 anos. Em sua homenagem, a Estação Pinacoteca e o Projeto Leonilson realizam a exposição Leonilson Gravuras, de 31 de março a 20 de julho. A mostra apresenta os 96 desenhos, originalmente publicados na Folha de S. Paulo, entre os anos de 1991 a 1993, quando o artista ilustrava a coluna da jornalista Bárbara Gancia. A exposição pretende ainda ampliar as possibilidades de leitura e compreensão de sua obra. Para tanto,. uma série de documentos que testemunham sua formação artística estarão expostas à visitação pública. O cearense Leonilson fez parte, na década de 80, da geração de artistas que buscou integrar experiências cotidianas a sua produção artística. Mas é no começo da década de 90 que se consagra como um dos grandes nomes de nossa arte contemporânea, realizando uma obra contundente ao expressar os dramas e angústias do homem de hoje. Leia mais sobre Leonilson neste sitio em Artes Plásticas

Estação Pinacoteca : Lgo. General Osório, 66 - (11) 3337-0185 De 31 de março até 20 de julho de 2007 . R$4 e meia-entrada. Grátis aos sábados. EDITORIAS: exposições 

 

Obras da Idade Média

 


Exposição com obras de arte no período românico em Castela e Leão, obras de igrejas e monastérios da Idade Média são expostas na Estação Pinacoteca, São Paulo.

Mais de 110 obras provenientes de igrejas e monastérios da Idade Média, estão expostas na estação Pinacoteca de São Paulo. Esculturas de pedra e madeira, objetos em marfim, prata e esmaltados, tecidos e códigos manuscritos e capitéis. A mostra apresenta ao público o desenvolvimento cultural de Castela e Leão, na Espanha, e a influência das peregrinações à cidade de Santiago, entre os séculos XI e XIII.

Informações culturais e históricas são dadas sobre as regiões espanholas no período em questão, divididas em quatro segmentos temáticos. Também faz parte da exposição uma importante seleção de esculturas com algumas das principais representações religiosas da época encontradas aos arredores do Caminho de Santiago. O final da mostra se encerra com a apresentação de peças de arte de santuários e decorativas, que transmitem o grande poder da Igreja e da monarquia dos séculos XI a XIII. Juntamente com a mostra uma extensa grade de atividades educativas. Visitas educativas para grupos escolares, de turismo, comunitários e projetos sociais podem ser agendadas.

Arte no período românico em Castela e Leão


De 22 de março a 06 de maio de 2007
De terça a domingo, das 10 às 18 horas.
ngressos: R$ 4 e ½ entrada. (11) 3337-0185
Grátis aos sábados.
Estação Pinacoteca - Largo General Osório, 66 -

 

 

 

"Lamentação de Cristo"

 


Europa em festa, mostra de arte celebra os 50 anos da integração européia e a obra 'Lamentação de Cristo', de Antoon van Dyck [à direita] representa a Bélgica.

 

A magistral cultura da Europa – da clássica à medieval, da renascentista à moderna e contemporânea – será apresentada ao público através da mostra Obras-Primas da Arte Européia, a partir deste sábado 24 de março, no Palácio do Quirinale (sede da Presidência da República da Itália), em Roma. São 30 trabalhos vindos dos 27 países que compõem a União Européia, a exposição celebra os 50 anos do Tratado de Roma, assinado em 25 de março de 1957, instituindo a Comunidade Econômica Européia. A exposição cobre cinco mil anos de história, indo do 3º milênio a.C., com A Mãe Terra, de Malta, até 1976, com o quadro Profecia sobre Veneza, de Kirkeby, da Dinamarca.

TESOUROS
Inclui ainda um tesouro búlgaro dos séculos 9 e 10, santos bizantinos e cenas bíblicas, paisagens e pinturas de Tiziano, Velásquez [ à esquerda] e Mondrian. Entre as raridades, destaque também para uma Kore, estátua de mármore de uma mulher da antiga Acrópole de Atenas, datada de 530 a.C. A escolha ficou a critério de cada país que escolheu uma peça emblemática da sua própria história e da idéia de Europa. O vaso grego com a pintura O Rapto da Europa, do início do século 4 a.C., foi a obra escolhida pelos países participantes da mostra para representar o símbolo de riqueza e, ao mesmo tempo, da integração do patrimônio cultural europeu.O Pensador, de Rodin, Retrato do Homem de Olhos Cinzas, de Tiziano, e Vista do Jardim da Villa Médici, de Velásquez, são algumas das obras expostas.

A mostra estará aberta ao público até 20 de maio.
Palácio do Quirinale
Sede da Presidência da República da Itália), em Roma

 

 

 

 

 

2007/03/27: Niymeyer no Memorial

 


OSCAR NIEMEYER E MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA: IDÉIA E A OBRA

Este é o nome da exposição que a Biblioteca Latino-americana Victor Civita inaugura em 27 de março, às 19h, com entrada franca. A mostra vai até 28 de abril e é uma homenagem ao mestre, que completa cem anos em 15 de dezembro próximo. A mostra reúne a reprodução de esboços de Oscar Niemeyer para o Memorial da América Latina, croquis, a coleção de parte dos desenhos de arquitetura e de projetos técnicos utilizados para a construção do Memorial, além de fotos de Pedro Ribeiro tomadas durante a construção, acervo de livros raros sobre o artista e a exibição contínua de vídeo inédito com Niemeyer.A curadoria é do professor da FAU-USP, o arquiteto Rodrigo Queiroz. Pedro Ribeiro compreendeu, de forma muito peculiar, a interação entre a sofisticação técnica utilizada para a concepção das estruturas do Memorial e a mão de obra de trabalhadores anônimos; a liberdade das formas de Niemeyer e a aparente rigidez dos recursos tecnológicos; a generosidade dos espaços e a pureza das superfícies brancas, contrapondo-se à frieza da metrópole.
Nessa mostra parte deles será exposta. Com esses desenhos será possível entender diversos aspectos dificilmente entendidos somente com a observação da obra construída, como a geometria de construção das formas, as armações de aço que fazem parte da estrutura de concreto armado e as especificações de acabamentos.
Os esboços elaborados por Oscar Niemeyer, acompanhados pelos seus textos manuscritos nos quais explica as razões, as intenções e as motivações do projeto permitem ver a força de sua criação e clareza das soluções. Esboços que registram um momento especial: o da antevisão pelo arquiteto quando registra as suas primeiras idéias que resultarão, meses depois, na arquitetura construída. Raramente expostos, são os desenhos utilizados para a construção, denominados pelos profissionais como “desenhos de execução”. Alguns arquivos especializados contam com acervos de desenhos deste gênero, mas, normalmente, são consultados somente por um público restrito.[Em P&B, edifício Copan,em São Paulo projetado elo arquiteto ]

Serviço:

Oscar Niemeyer e o Memorial da América Latina: Idéia e a ObraExposição de fotos, desenhos, croquis, livros e mostra de vídeo
28 de março a 28 de abril - Inauguração: 27 de abril, às 19h
Horário: segunda-feira à sexta-feira, das 9h às 18h, e sábado, das 9h às 15h
Entrada franca
Local: Biblioteca Latino-americana Victor Civita
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda

 

 

Letícia Parente é lembrada

 

Mostra resgata nascimento da pioneira do videoarte no Brasil

Paço das Artes apresenta exposição sbre a artista e, volta ao início da videoarte no Brasil reunindo todas as obras de Letícia Parente pela primeira vez numa exposição. Ela é pioneira do gênero no país, a artista baiana abriu as portas para uma geração de artistas hoje consagrada no circuito mundial da arte em vídeo. Prente morreu em 1991, Letícia encontrou no videotape nos anos 70 e 80 o suporte mais potente para seu discurso. Com agulhas, seringas, maquiagem e um ferro de passar, a artista construiu um ideário magnetizado para a vida então.

Os vídeos esboçam um feminismo transcendental, armado com o lirismo agressivo e perturbador de uma artista mulher que enxergou além de seu tempo com espelhos e objetivas fixados no vídeo. Em In (1975), ela pendura-se por um cabide dentro de um armário, num questionamento sobre o papel da mulher transformada em objeto da moda. Na mesma linha, Tarefa I (1980-1981) traz a artista debruçada sobre uma tábua de passar, enquanto alguém passa um ferro quente nas roupas que veste, outras vezes aflige-se com agulhadas. Ainda como parte das comemorações Letícia Parente, o Paço das Artes prepara um DVD com todos os vídeos dela e tem lançamento previsto para o término da mostra, final de maio.

Serviço:
Preparações e Tarefas.Letícia Parente
Paço das Artes
Av. da Universidade, 1 – Cidade Universitária – São Paulo – SP
Abertura: terça-feira, 13 de março de 2007
De 13 de março a 20 de maio de 2007
Funcionamento: de terça a sexta, das 11h30 às 19h.
Sábados, domingos e feriados, das 12h30 às 17h30
Entrada franca
 

 

18 de março Goya no Masp

Gravura de Goya da série Os Caprichos: crônica de uma Espanha em transformação

Um dos poucos gênios da arte que foram tão compromissados com seu tempo e seus ideais quanto o espanhol Francisco José de Goya y Lucientes (1746-1828); nos palácios, acolhido por monarcas encantados com os padrões decorativos e os retratos que produzia, seja fora deles, onde encontrava temas para uma crônica visual da época, o pintor e gravador manteve um olhar atento ao que o circundava. Isso incluía rir do ridículo de uma nobreza em decadência ou flagrar os costumes sociais. Goya efetivou boa parte dessas representações em quatro séries de gravuras.


 

 

 

 

A primeira leva, criada em 1799, chamou-se Os Caprichos e satirizava os vícios da sociedade espanhola. Seguiram-se Desastres da Guerra, calcada nas invasões napoleônicas, Tauromaquia, voltada às touradas, e, por fim, Provérbios e Disparates, de contexto surreal. A partir de domingo (18), o Masp mostra conjunto completo de 218 peças pertencentes à instituição espanhola Caixanova. Em comum aos trabalhos, o tom sombrio e muitas vezes cruel é resultado também de uma doença rara que deixou Goya surdo até o fim da vida. [À esquerda autoretrato, e acima " Los Caprichos]

Masp. Avenida Paulista, 1578, 3251-5644, Metrô Trianon-Masp. Terça a domingo, 11h às 18h. R$ 15,00. A bilheteria fecha às 17h.

Grátis às terças e nos demais dias para menores de 10 anos, pessoas com mais de 60 e grupos de estudantes de escolas públicas agendados ( 3283-2585). De 18 de março até té 20 de maio.

 

 

 

Leonardo da Vinci - A Exibição de Um Gênio


A maior mostra sobre ele reúne mais de 150 peças qu fazem parte das áreas de estudo e trabalho do artista italiano

Quando Leonardo Da Vinci estava em sua melhor forma o brasil ainda não tinha sido descoberto. Agora, o país apresenta para o mundo a mais completa exposição sobre o pintor, inventor e designer italiano do perído renascentista.


A exposição Leonardo da Vinci - A Exibição de um Gênio é a mais abrangente já concebida para itinerar pelo mundo em relação às exposições anteriores sobre Da Vinci, que normalmente focam um segmento particular de sua trajetória.
A mostra reúne mais de 150 peças inspiradas no legado davinciano e contempla sua diversidade como pintor, filósofo, cientista, arquiteto, engenheiro, anatomista e inventor - aptidões que lhe conferem o título de um dos maiores gênios que o mundo já conheceu e, certamente, um nome referência da Renascença Italiana. A exposição, instalado na OCA do Parque Ibirapuera, está dividida em 13 segmentos: Estudos Anatômicos, Arte da Guerra, Máquinas Civis, Códices, O pai da Aviação, Máquinas Hidráulicas e Aquáticas, Instrumentos Musicais e Ópticos, Estudos sobre Física e Mecânica, A Arte da Renascença, O Homem Vitruviano, Desenhos da Batalha de Anghiari, Documentário e Vídeos em 2D e 3D sobre o Homem Vitruviano e a Última Ceia.

SERVIÇO:

Local: OCA - Parque do Ibirapuera
Site: http://www.exposicaoleonardodavinci.com.br
Preço(s): R$ 30, 00 e R$ 15,00 (meia entrada).
De 0 a 2 anos - grátis e de 3 a 6 anos - meia entrada.
Horário(s): De segunda a sexta, das 9h às 19h;
sábado, domingo e feriados, das 10h às 20h.
 

              Corpo Humano: Real e Fascinante

Tudo o que você queria ver ou saber sobre o corpo humano e os médicos não lhe explicavam agora pode ser visto na polêmica exposição que reúne 16 corpos verdadeiros e mais de 200 órgãos expostos.
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A única coisa que o ser humano carrega desde seu nascimento até sua morte é o corpo. É este o mote da mostra " Corpo Humano: Real e Fascinante", que ficará na OCA do Parque do Ibirapuera. A exposição recorre a 16 corpos e 225 órgãos verdadeiros para revelar, quase em todos os seus aspectos, como é o funcionamento da "máquina humana" e os seus sistemas. Foi necessário o uso de uma técnica denominada de polimerização, feitas em corpos de adultos homens e mulheres, para obter resultados que evidenciam com precisão as variações e diferenças apresentadas por nossa espécie. A exposição é dotada de interatividade, uma vez que em certos setores o público pode tocar órgãos internos reais. Além disso, para possibilitar uma melhor compreensão de como maus hábitos ou doenças podem interferir em seu funcionamento, órgãos saudáveis e não-saudáveis são colocados lado a lado.

Segundo informou R. Glover, médico-diretor da exposição, todoso os corpos e órgãos em exibição são de indivíduos que tiveram morte natural, que optaram por participar de um programa de doação de seus próprios corpos em benefício da ciência e da educação, realizado pela República Popular da China. Mas, há quem divergencias sobre esta versão do médico, pois em três paises por onde já fora apresentada, sofreu protestos e acusações de que os corpos expostos são de prisioneiros que foram sacrificados com finalidades de pesquisas.


SERVIÇO:

Local > OCA - Parque do Ibirapuera
R$ 30,00 ou R$ 15,00 - meia-entrada
A partir de 28 de fevereiro - ficará 3 meses.
De segunda a sexta, das 9h às 19h; sábado,
domingo e feriado, das 10h às 20h.

 

 

 

 

 

Prata italiana do século 20 [encerrada] 

Exposição mostra peças do período do artesão-ourives do Castello di Sartirana

Museu da Casa Brasileira apresenta exposição com 60 peças do acervo do Museu de Prataria Contemporânea da Fundação Sartirana Arte, de Pavia, que compõem um expressivo panorama de objetos e utensílios da prataria italiana, entre os quais candelabros, vasos, jarras, talheres, bandejas, lâmpadas. A maior parte da mostra já percorreu o México, Tóquio, Pequim e Washington, e traz a produção mais recente, a partir da década de 1960, com designers como Alessandro Mendini, Carlo Scarpa, Ettore Sottsass e Vico Magistretti. A peça mais antiga é uma molheira Finzi, datada de 1936, que integra a parte histórica com outros oito objetos dos tempos do artesão-ourives. Criado inicialmente para retratar o trabalho artesão de ourives italiano e instalado no Castello di Sartirana, o Museu de Prataria Contemporânea aos poucos acrescentou peças de renomadas "oficinas" italianas de design: Finzi Arte, São Lorenzo, Gabriele de Vecchi, Cleto Munari, Memphis.


Alguns nomes que assinam o design das peças em exposição no MCB estão entre os mais expressivos do século 20. Entre eles, Roberto Sambonet, que também teve importância na trajetória do design brasileiro, como colaborador do casal Pietro e Lina Bo Bardi no Masp. Outros conceituados designers com peças na mostra são Mario Botta, Gabriele e Piero de Vecchi, Alessandro Mendini, Carlo Scarpa, Ettore Sottsass Jr., Olga Finzi Baldi, Vico Magistretti, Paolo Portoghesi, Ambrosio Pozzi, Afra e Tobia Scarpa, Peter Shire, Massimo Zucchi, Ambroglio Pozzi, Michele De Lucchi.

Visitação: Até 25 de março
Av. Brigadeiro Faria Lima - 2705
www.mcb.org.br

 


                                     EXPOSIÇÃO: Almeida Jr.

Desde o dia 25 de janeiro a exposição Um Criador de Imaginários, com 120 obras do pintor, um dos mais importantes artistas brasileiros do século XIX. A exposição pretende esclarecer “o olhar, o querer, o sonhar e o fazer do artista”. A mostra é totalmente diversificada e apresenta a produção de Almeida Júnior por temas, divididos em quatro módulos: Tempo humano, retratos; Natureza e cotidiano, paisagens e cenários do interior do país; Trabalhos em Contraste, rotinas rurais brasileiras; e Espaço para a Vida Moderna, em que estão cópias dos seus trabalhos realizadas por seus contemporâneos, que revelam um prestígio desfrutado por Almeida Júnior em vida.Almeida Júnior nasceu em Itu, em 1850, e faleceu em Piracicaba - interior paulista em 1899. Estudou pintura e desenho na Academia Nacional de Belas Artes, no Rio, entre 1869 e 1874. Em seguida, retornou à terra natal. Quando em visita à cidade, o imperador D. Pedro II ofereceu uma bolsa de estudos para o artista estudar na Europa. Viveu em Paris e Milão entre 1876 e 1882. No seu retorno ao Brasil, decidiu viver em São Paulo.

 

"Faces da moda"

Faces da moda apresenta modelos, estilistas e cantores mais fotografados do mundo, e, Bündchen não está lá. Porque? não é a mais badalada, segundo supostos jornalistas brasileiros.

 



Exposição em Londres mostra os rostos mais fotografados
Artistas, modelos e estilistas fazem parte dessa mostra londrina, entre os rostos da moda, como a mais fotografada está a modelo Natalia Vodianova, [à esquerda] o estilista John Galeano [abaixo] e Bündchen, cadê ela? A exposição está sendo realizada na National Portrait Gallery, de Londres, e tem início marcado para o próximo dia 15 de fevereiro, onde celebridades aparecem em imagens de cinco importantes fotógrafos do mundo da moda. Fotógrafos badalados por celebridades como Paolo Roversi, Mário Sorrenti, Albert Alas, Corinne Day, Steven Klay e Marcus Piggott clicaram nomes cantora Madonna, o cantor Justin Timberlake, as atrizes Drew Barrymore e Juliette Binoche, o ator Brad Pitt e as modelos Kate Moss e Natalia Vodianova.[acima]

Segundo os organizadores, a mostra sublinha a “relação entre moda e celebridade e ilustra a intimidade que normalmente acontece entre o fotógrafo e o seu modelo”, segundo o jornal britânico The Guardian. A exposição começa no dia 15 de fevereiro, aproveitando o início da London Fashion Week, provavelmente, o evento de moda mais importantes do mundo.

A National Portrait Gallery - região central
Até dia 27 de maio - grátis

 

 

Acima tela - Caipira picando fumo]

O que?
Almeida Júnior - Um Criador de Imaginários
Quando ? De terça a domingo, das 10h às 18h.
Até 15 de abril
Onde?
Pinacoteca do Estado
Praça da Luz, 2, tel. (11)
3229-9844
Quanto custa? Ingresso: R$ 4 (grátis aos sábados)
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 21:13  comentar

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