Revelando, imortalizando histórias e talentos
4.3.07

Lançamento no dia 7 de agosto, às 19h, no Memorial da América Latina, a Editora Nova Alexandria lança o livro Rodrigo bom de bola da Coleção Volta e meia, voltada para o público infantil, escrito por Markiano Charan Filho. A obra, traz à tona um assunto que está em constante discussão: a inclusão social.

Rodrigo, o protagonista do nosso livro Rodrigo bom de bola, é cego, mas joga futebol muito bem. Seus amigos se perguntam como um deficiente visual pode jogar bola e ainda praticar diferentes esportes. Os pequenos leitores descobrirão a resposta com este livro, escrito por Markiano Charan Filho, que já publicou Rodrigo enxerga tudo no ano passado também pela Nova Alexandria. Rodrigo bom de bola será lançado no Memorial da América Latina, no dia 7 de agosto, às 19h. É mais uma obra da Coleção Volta e meia - conhecida pela publicação de títulos infantis que abordam as situações vividas por portadores de necessidades especiais. Neste livro, recheado de ilustrações e de aventuras vividas por Rodrigo e pelos seus amigos, a criança encontrará algumas das respostas para as curiosidades mais comuns a respeito de como os deficientes praticam esportes pensados especialmente para eles, como o judô, a natação, o xadrez, a corrida, entre muitos.

O livro será lançado num momento propício para discutir a inclusão social dos portadores de necessidades especiais, visto que no próximo mês haverá dois campeonatos de extrema importância: os Jogos Mundiais para os Cegos e os Jogos Para-panamericanos. É o momento exato para abordar questões deste universo que nos é, por vezes, desconhecido. Rodrigo bom de bola traz à criança a idéia de respeito por uma via sutil, através da vontade de experimentar aquilo que é diferente.
Markiano Charan Filho é formado em Letras, presidente da ADEVA - Associação de Deficientes Visuais e Amigos e se dedica há vinte anos aos movimentos de inclusão social. Publicou, também pela Nova Alexandria, o livro Rodrigo enxerga tudo.

FONTE:
Janaina Gomes e Maria Izabel Perez - Assessoria de Imprensa
Editora Nova Alexandria


imprensa@novaalexandria.com.br
11-6215-6252/9574-0617

 

Josué de Castro: Vida e Obra
"A fome é um fenômeno social - não era só do Mocambo, só do Recife, nem só do Brasil, nem só do continente, e sim mundial, um drama universal", e somente com mudanças nas condições sanitárias e alimentares, estruturais dos povos em desenvolvimentos e com uma revolução social podem-se criar condições para resolver o problema da fome.

As pessoas ou organizações que se preocupam com a fome e em sua superação, jamais podem deixar de conhecer as obras de Josué de Castro. Toda organização consciente tem o pensador como referência fundamental. Nesses momentos, pessoas e ONGs realizam reflexões a respeito de seus princípios, no mundo e tomam pensadores e lutadores do povo que se dedicaram a pensar a sociedade e a lutar para transformá-la, onde o objetivo é torná-la mais justa, generosa e solidária. É com este espírito que a Editora Expressão Popular lançou Vida e Obra, organizado por Bernardo Marçano Fernandes e Carlos Walter Porto Gonçalves, sobre este brasileiro de Pernambuco, nascido em 1908, e falecido em 1973, em Paris. Esta segunda edição sobre o médico, geógráfo e antropólogo passou por revisão e foi ampliada onde reforça a importância da obra de Josué para realidade brasileira. A fome é a questão central dos estudos e de sua luta, e é através deste eixo social que o autor dimensiona suas análises em vários outros temas como, por exemplo: a reforma agrária, a questão ecológica, o subdesenvolvimento e as desigualdades sociais. "A fome é o problema ecológico número um na medida em que todo ser vivo deve se alimentar para se mater vivo". E o homem como ser biólogo não foge à regra.

 

Confrome dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no Brasil do começo de século XXI, a parcela constituída por 1% dos mais ricos da população detém 13,8% da renda total, enquanto os 50% mais pobres detem 13,5% da renda total, ou seja, uma pessoa rica vale por 50 pessoas pobres, e 32 milhões de brasileiros estão abaixo da linha de pobreza e enfrentam até risco de morte devido a falta de alimentação. E outros 40% da população brasielira [72 milhões] vivem em situação de insegurança alimentar. Foi aí o ponto de estudos de Josué de Castro, estudar, pesquisar como erradicar a miséria. Uma leitura bem atenta deste livro levará o leitor entender as diferentes dimensões que o conceito fome tem para ele. Fome como resultado da exploração econômica; como produto da dominação política; como conseqüência da injustiça e até como fome espiritual. A obra Geografia da Fome é um dos principais estudos dessa questão. Castro foi e continuará sendo um grande cientista, um tipo de cientista que tentou criar uma teoria explicativa para a triste realidade do subdesenvolvimento, da pobreza, da miséria. Tentou modificar socialmente a história de seu país. Esta biografia dá ao leitor uma chance de conhecer um homem que o Brasil não pode se dar ao luxo de ignorar. {Publicada em www.jornalnovastecnicas.com.br , versão impressa]



Cortesia Editora Expressão Popular

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[55 11/ 3112-0941

 

 

2007/05/30 > Catálogo para Iberê Camargo

 

Um catálogo raisonné - volume 1 - Gravuras, organizado pela crítica e historiadora da arte Mônica Zielinsky, para Cosac Naify apresenta gravuras maravilhosas do artista. O catálogo é um tipo peculiar de livro, é diferente da monografia, não se trata de uma interpretação crítica da obra, o interesse é descritivo e puramente documental. A partir de uma lista exaustiva de imagens comentadas com base em critérios estritos, a publicação oferece uma visão completa da obra do artista, ou de um aspecto dessa obra, com muitas ilustrações e informações detalhadas, incluindo também um texto onde a trajetória do artista é sintetizada e interpretada. No Brasil, a maior parte dos artistas importantes ainda não tem ianda um livro à altura, graças a falta de sistematização, algo que foi desenvolvido para esta publicação de Iberê Camargo, por uma equipe que levantou o acervo de trabalhos e documentos, classificou e organizou a coleção. Este primeiro volume trata da produção gráfica do artista. O itinerário vai de suas primeiras experiências com a gravura no Rio de Janeiro dos anos 40 até os seus trabalhos finais, de 1994. Nessa narrativa, a autora acompanha sua trajetória técnica e artística e nos conta suas opiniões sobre a gravura. [Francisco Martins]

 

Livro cortesia: Livraria Loyola - www.livrarialoyola.com.br
Rua Senador Feijó, 120 - [11] 3242-0449 R$ 159,00

 

 

 

 

 

Este livro muito abrangente e didática apresenta o restauro de pintura sobre tela de forma clara, adequada a todas as pessoas, aos profissionais ou somente interessados em conhecer esta especialidade técnica da arte. Suas páginas ilustram e ensinam-se as formas e conhecimentos de cnservação e restauro atuais. Apresenta, também, ferramentas que se empregam bem como os diferentes procedimentos a adotar quando da entrada de um quadro na oficina, documentação necessária, análise da obras e suas patologias. No último capítulo, como exemplo prático o livro apresenta cinco casos de restauro analisados passo a passo.
O restauro de pintura é um campo muito amplo, onde multiplicidade de técnicas diferentes óleo, tempera, guache, acrílico etc. O restauro da pintura é tradicionalmente, considerado uma disciplina afim da arte, razão pela qual a figura do restaurador tem sido comparada a do artista. Historicamente o restaurador intervinha sobre a obra, acrescentando parte de sua arte, o que em diversas ocasiões levava à modificação de certas qualidades estéticas ou físicas.
Atualmente, o conceito geral de restauro alterou-se de forma significativa. O trabalho do restaurador não mais se limita, unicamente, à intervenção direta sobre a obra de arte, mas também o dever de conhecer, avaliar e atuar sobre todos os parâmetros que contribuem para preservação da obra, tal como é explicado no primeiro capítulo do livro. Assim, o restaurador é o principal responsável na preservação do testemunho de qualquer cultura em que se incluem as obras de arte, entre essas, a pintura. O livro é de autoria de Eva Pascual, licenciada em História da Arte pela Universidade de Barcelona e especialista em Museografia e Desenho pela Universidade Politécnica da Catalunha - Espanmha, e Mireia Patiño, diplomada em restauro e Conservação pela Escola d' Arts i ofícios de Barcelona. [Publicado www.jornalnovastecnicas.com.br , versão impressa de março de 2007]



Agradecimento:

Livraria Loyola [55 11] 3255-0662
Rua Barão de Itapetininga, 246
www.livrarialoyola.com.br

barao@livrarialoyola.com.br

R$ 173,90 [importado]

 

 

 

Sábado, Junho 02, 2007 Homossexualidade na Grécia Antiga

 

Homossexualidade na Grécia Antiga retorna às livrarias no Mês do Orgulho Gay, em edição especial, em formato grande e capa dura, a Editora Nova Alexandria publica nova edição de um estudo célebre sobre a homossexualidade entre os antigos

Excetuando os livros mais propriamente militantes do movimento gay, é escassa a bibliografia sobre a homossexualidade num sentido teórico mais efetivo. E talvez o mais importante estudo nesse campo é o monumental Homossexualidade na Grécia Antiga, Sir Kenneth J. Dover, livro que estava fora de catálogo há alguns anos e que ganha agora edição especial – em formato maior e capa dura –, retornando ao catálogo da Editora Nova Alexandria, responsável pela edição anterior. E o momento escolhido não poderia ser mais oportuno, agora em junho, o mês do orgulho gay, marcado por eventos que se realizam em várias localidades do Brasil e do Mundo, incluindo o evento de São Paulo, que reuniu, no ano passado, mais de meio milhão de pessoas.

O livro é um marco entre os mais criteriosos e sérios estudos sobre a homossexualidade. Trata-se de uma análise, isenta de preconceitos em relação aos comportamentos homossexuais, que investiga como tais atitudes foram retratadas na arte, na literatura e na filosofia, e as diversas demonstrações desta forma de desejo presentes na vida cotidiana dos gregos. Além disso, traça um painel histórico assentado, em grande parte, num levantamento exaustivo das principais manifestações homossexuais, seja na poesia e na mitologia, seja na pintura erótica de vasos e nos graffitis, ou ainda nas comédias de Aristófanes e nos diálogos de Platão.
Constitui essa uma análise erudita e rigorosa – que tematiza inclusive a situação jurídica – do papel da homossexualidade na principal sociedade humana onde o amor entre pessoas do mesmo sexo foi não apenas tolerado, mas elevado à condição suprema de realização individual. Especialista inglês em estudos clássicos, Sir Kenneth J. Dover nasceu em 1920. Lecionou muitos anos no tradicional College Corpus Christi, de Oxford, e foi designado, em 1955, professor da cadeira de grego na Universidade de St. Andrews, na qual permaneceu por vinte e um anos. Em 1975 recebeu a honra de cavalheiro.

Membro da Academia Britânica desde 1978, conquistou, entre outros reconhecimentos, títulos honoríficos da Cornell University e Stanford University, sendo eleito, em 2006, Presidente de Honra da Universidade de St. Andrews em tributo a seus anos de serviço ao ensino. Além de Homossexualidade na Grécia Antiga, sua obra mais célebre, publicou Greek Word Order (1960), Aristophanic Comedy (1972), e The Greeks and their Legacy (1989), entre outros trabalhos.
FONTE> Janaina Gomes
11- 6215-6252/11-9574-0617 Editora Nova Alexandria
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Homossexulidade na Grécia Antiga
Sir Kenneth J. Dover
Tradução de Luís S. Krausz
350 páginas - R$65,00

 

 

 


 

 

 

 
A Escrita do Passado em Museus Históricos

Com um sensível olhar sociológico sobre o tema museus e patrimônios culturais, o livro A Escrita do Passado em Museus Históricos, de Myriam Sepúlveda dos Santos, lançado no dia 18 de abril, no Rio de Janeiro. A obra é o primeiro lançamento da Coleção Museu, Memória e Cidadania, produzido pelo Departamento de Museus e Centros Culturais do Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Demu/Iphan). Em A Escrita do Passado em Museus Históricos, Myriam Sepúlveda oferece uma reflexão sobre a relação entre coleções e museus, por meio de descrição e análise das narrativas encontradas em dois museus brasileiros: Museu Histórico Nacional e Museu Imperial de Petrópolis. A autora mostra essas instituições como sistemas coerentes de relações sociais e culturais, variando no tempo e no espaço. Os leitores poderão encontrar contribuições úteis para um necessário cultivo de uma autoconsciência individual e coletiva sobre algumas categorias que vêm formando nossa moderna percepção do Brasil e sua história.

Sobre a autora

Myrian Sepúlveda dos Santos nasceu no Rio de Janeiro, em 1955. Obteve seu título de bacharel em história, pela Universidade Federal Fluminense; mestre em sociologia, pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ), e doutora em sociologia, pela New School for Social Research. Tem publicações em diversas áreas, sendo os seus principais temas de pesquisa memória e identidade, práticas e políticas culturais e relações raciais. Atualmente, como professora adjunta da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), desenvolve uma investigação sobre violência nas antigas prisões da Ilha Grande.

Editora Garamond / Editora Espaço&Tempo
Rua da Estrela 79/3° andar
20251-021 Rio de Janeiro,RJ Brasil
E-mail:
editora@garamond.com.br 
http://www.garamond.com.br
 

Viagem no Tempo

 


E de o Sétimo Unicórnio + detalhes de Viagem no Tempo Todos nós podemos viajar no

 tempo, afirma o físico Fred Alan Wolf, e já o fazemos. Podemos vencer o tempo por meio de qualquer exercício espiritual, como a meditação, que dissolve o ego, o maior obstáculo para se viajar no tempo. Mostra que a física quântica apoia esta afirmação e explica em termos simples fenômenos tais como buracos negros, buracos de minhoca e universos paralelos. Mas para que viajar no tempo? Para melhorar a qualidade de vida, esclarecer o nosso sentido do eu e do nosso propósito, reverter o envelhecimento, e adquirir sabedoria para o benefício de toda a nossa comunidade. Para comprar este livro> www.mercuryo.com.br



Sétimo Unicórnio, OAutor: Kelly Jones
Número de páginas: 244
Edição: 1ª - Ano de Publicação: 2006
ISBN: 978-85-7272-225-4
Preço: R$ 34,90
Formato: 14x21

 

 

The Children of Húrin

Romance inédito de Tolkien chega às livrarias britânicas

Um novo livro do autor de O Senhor dos Anéis, JRR Tolkien, chega às livrarias da Grã-Bretanha - 34 anos após a morte do escritor. O livro foi preparado depois de 30 anos de pesquisas feita por seu filho Christofer. The Children of Húrin ("As Crianças de Hurin", em tradução livre) foi completado por Christopher Tolkien, filho do escritor, a partir de uma série de manuscritos inacabados. Segundo seu filho, o livro é situada em um período muito anterior ao da trilogia de O Senhor dos Anéis, é a última grande obra sobre a Terra Média escrita pelo pai. O livro foi ilustrado por Alan Lee, que trabalhou nas versões para o cinema das obras de Tolkien. Cópias importadas começarão chegar ao Brasil em poucas semanas. Tolkien já editou outro trabalho incompleto do pai, O Silmarillion, em 1977. Esse livro faz um resumo geral da mitologia da Terra Média e inclui histórias individuais, entre elas a do livro novo, The Children of Húrin. Mais de 150 milhões de cópias de O Senhor dos Anéis foram vendidas no mundo e a obra gerou três filmes com grande sucesso de bilheteria.

 

ÁGUA, URGENTE!

 
A reportagem de Claudia Piccazio é leitura obrigatória para quem está interessado em informação séria sobre o tema, tanto no Brasil quanto no mundo.

Livro da jornalista Claudia Piccazio indica que, se o mundo decidir por resolver as questões da água, estará a caminho de solucionar muitas outras questões, como a pobreza, o desenvolvimento, a ética, a cidadania, a saúde etc. Diante das preocupantes previsões da ONU de que cerca de 4 bilhões de seres humanos serão vítimas da escassez de água em todo o mundo a partir de 2050, a jornalista Claudia Piccazio mergulha sem temor em uma das questões mais urgentes sobre a vida no planeta. Faz uma análise detalhada de todas as variantes que compõem o problema e, de maneira quase didática, mostra quais são as iniciativas e o que mais deveria ser feito para encarar o fato de frente. Não se pode esquecer que a água recobre 70% da superfície da Terra e, nessa mesma proporção, faz parte da composição do organismo humano. “Ela está, portanto, indissoluvelmente ligada à vida aqui existente e a tudo que lhe diz respeito. Ou seja, se o mundo decidir por resolver as questões da água, ele estará a caminho de solucionar muitas outras, como a pobreza, o desenvolvimento, a ética, a cidadania, a saúde etc. Toda e qualquer providência no sentido de captar, tratar, gerir e distribuir a boa água estará, de maneira indiscutível, ligada a outras questões da existência humana”, afirma a jornalista.
Claudia Piccazio é assessora de comunicação da Fundação Interamericana de Defesa dos Direitos Humanos. [Fonte: editora[

Editora Terceiro Nome
Água, urgente! – Nosso futuro pode morrer de sede
Claudia Piccazio
Coleção Repórter Especial
104 páginas
R$ 16,00.

 

Dicionário Gonzagueano

 


Luiz Gonzaga, o Rei do Baião ganha livro à altura de seu talento, com cronologia desde 13 de dezembro de 1912, quando nasceu, até 21 de junho de 1989 quando faleceu aos 76 anos.

Jornalista, pesquisador musical e radialista lança Dicionário Gonzagueano - de A a Z. O livro é resultado de um trabalho sério, a marca do autor, de quem verdadeiramente ama suas raízes e, não quer permitir que a fraca memória do povo para com algumas das grandes personalidades brasileiras, coloque também gonzagão neste hall. É uma obra extraordinária sobre este músico e compositor brasileiro. Ainda bem que esta obra fora realizada por A.A, um baluarte, um lutador em prol da música de qualidade deste país. Assim é o paraibano Assis Ângelo, que fez valer a intimidade que teve com o Rei do Baião, permitiu uma rica ilustração ao livro que aliado ao conteúdo torna-se um dicionário indispensável, completo sobre Luiz Gonzaga. O livro é prefaciado pelo jornalista Donizeti Costa, Dominguinhos e o Mestre Luiz Vieira. O patrocínio é de TRENDS, Engenharia e Tecnologia. [FM] Compre este livro  e outros livros e discos raros em www.ventania.com.br

 

 

Niemeyer na sua parede

 

Oscar Niemeyer vira calendário de parede no ano de seu centenário

No ano do centenário de Oscar Niemeyer, a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo selecionou, como tema de seu prestigiado calendário, duas destacadas obras do arquiteto, que se mostram tanto mais contemporâneas quanto poéticas: os prédios da OCA e do Auditório, no Parque do Ibirapuera, distantes no tempo, um do outro, mais de meio século. Com traços que se desdobram em curvas de consumada beleza, o arquiteto imprimiu sua marca no material que elegeu para o trabalho - o concreto armado. Mostrou, assim, o quanto este poderia ser maleável, apesar de sua dureza. Não se restringiu, no entanto, a lidar com o concreto a partir do rigor estético, da invenção, da liberdade, mas, reconhecendo sua natureza intrínseca, o tratou também como recurso de tecnologia de ponta, estabelecendo, por meio da arquitetura, marcos para a engenharia nacional. Niemeyer tem atravessado a vida afirmando que esta é mais importante do que a arquitetura. Ao compreender a relevância do ofício que exerce diariamente, completa-o com a visão do humanista atento e participante do seu tempo que é. Com este Calendário 2007, o Governo do Estado de São Paulo se associa às homenagens a Oscar Niemeyer que, com sua obra, projeta mundialmente nosso país." José Serra - Governador do Estado de São Paulo

Calendário Oscar Niemeyer - Parede
R$ 25,00
www.imprensaoficial.com.br
Formas de Pagamento: Boleto Bancário ou Cartão de Crédito.

 

 

 

 

DOM QUIXOTE

Edição especial com desenhos de Gustave Doré feitos para o personagens Dom Quixote, o cavaleiro andante do livro de Cervantes, mostra que é impossível separar personagem e artista.

A célebre obra humanista de Miguel de Cervantes foi lançada pela primeira vez no Brasil em 1952, e continha um total de 1800 páginas. Mas por motivos das celebrações dos 400 anos da obra, a Editora Ópera Graphica lançou edição com as ilustrações de Gustave Doré - organizado por Gonçalo Júnior, com todos os 375 desenhos e, pela primeira vez separadas do texto. Um livro feito especialmente para àqueles que amam este tipo de literatura, e o herói Sancho Pança, protagonista da obra e que pode-se descrevê-lo como um ingênuo senhor rural que adora livros com ilustrações de cavalaria. Por acreditar tanto nas narrativas sobre o tema, o levou a tornar-se o cavaleiro andante, e também por acreditar que vivia no tempo das cruzadas, dando vazão para sua delirante epopéia. Todos esses aspectos aparecem de forma redimencionadas nos 375 desenhos que Doré fez para o livro de Miguel Cervantes Saavedra. Quase um século e meio depois de publicar a primeira edição com seus desenhos, o artista Francês Gustave Doré, mantém forte marca em relação ao personagem. Ou seja, é impossível imaginarmos uma imagem de Sancho Pança que não seja de Doré; provavelmente seja este um acontecimento único no mundo da literatura, onde uma composição tão combinada e os dois autores viveram com dois séculos de diferença. Muitas vezes seus desenhos são descrições de paisagens mais diversas - planíceis, serras ou montanhas pelos quais o personagem Sancho Pança peregrina por suas aventuras. Portanto, visando oferecer ao público um trabalho de maior qualidade, o livro organizado por Gonçalo Júnior, não usou como referência, os volumes lançados no Brasil, e sim, dois volumes importados nos idiomas Espanhol / Inglês devido qualidade das gravuras. [Publicado na versão impressa de  www.jornalnovastecnicas.com.br

em maio de 2007]

Mais informações:
Fruto de Arte - [55 11 / 3337-6920 ]
Artes Plásticas, Desenho e Artesanato
Rua Marquês de Itu, 314 -São Paulo
frutodearte@frutodearte.com.br

 

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link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 13:05  comentar

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