Revelando, imortalizando histórias e talentos
27.4.07

Alumni faz workshops para professores

 

 

Associação Alumni faz workshops para professores de inglês das redes pública e particular

A Associação Alumni realiza nos dias 9 e 30 de maio workshops para professores de inglês das redes pública e particular, nos quais os participantes terão acesso a inovadoras práticas para suas aulas. O primeiro workshop, dia 9 de maio, será sobre a aplicação de música em sala de aula, e o segundo, dia 30 de maio, trata do uso de histórias em quadrinhos para o ensino do inglês. “Faremos múltiplas sugestões de atividades curtas e simples que ajudam os alunos a aprenderem de forma mais prazerosa e melhorarem a compreensão, o vocabulário, a gramática, a fala e a escrita”, explica Renata Philippov, supervisora Acadêmica da Alumni. Os workshops, que serão realizados nos horários das 10h às 12h e das 14h às 16h, também utilizarão recursos gráficos da Internet. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone 5644-9700 ou pelo email alumni@alumni.org.br. Investimento por workshop com duração de duas horas: R$ 80 reais.

Associação Alumni - Al. Jaú, 1208 Unidade Jardins
Tel: 5644-9700 E-mail: alumni@alumni.org.br

Informações para a imprensa:
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br

Tels. 11 3815-1243/0381 9983-5946menezescom@uol.com.br

 

Art & Design Fair” para estudos na América do Norte

 

 

A Associação Alumni promove a divulgação da “Art & Design Fair”, evento destinado a proporcionar o encontro entre estudantes brasileiros das áreas de artes e design com os diretores de cinco universidades dos Estados Unidos e do Canadá, entre elas algumas centenárias instituições reconhecidas por sua excelência. Haverá uma explanação inicial e, logo a seguir, cada estudante poderá conversar com os diretores de Admissão das universidades. A sugestão é de que os interessados levem seu portfólio, que pode incluir trabalhos em andamento e projetos, para mostrar, trocar idéias, discutir e compartilhar planos de estudo. Também serão dadas informações do que é preciso para ingressar nestas criativas instituições. A seguir, uma breve apresentação da cada uma das universidades que participam da “Art & Design Fair”.

 
Desde 1866, a School of the Art Institute of Chicago proporciona uma visão global na educação de estudantes de graduação que moldam a prática contemporânea de arte. Seu maior objetivo é promover a educação conceitual e técnica de artistas, designers e acadêmicos em um ambiente academicamente rigoroso, altamente profissional e focado em atividades de estúdio, encorajando a excelência, o questionamento crítico e a experimentação. A SAIC foi reconhecida como a mais influente escola de arte nos Estados Unidos pela Universidade da Columbia. Além disso, o U.S. News & World Report consistentemente confere ao programa MFA da SAIC o primeiro lugar.
 

 
The University of the Arts - Philadelphia, Pennsylvania www.uarts.edu
Susan Gandy, Director of Admission
Situada no centro cultural da Filadélfia, a universidade possui um campus urbano com 12 prédios de salas de aula, bibliotecas, estúdios, teatros, estúdios de som, galerias, dormitórios de estudantes e área administrativa. Desde 1876 a universidade oferece programas internacionalmente reconhecidos em artes visuais e performáticas. Em 1995, a University of the Arts expandiu sua definição de artes para incluir a formação em desenvolvimento de roteiros para cinema e televisão, além de multimídia e comunicação.

Rhode Island School of Design - Providence, Rhode Island www.risd.edu
Leon Paul Hovanesian II, Admissions Officer
Os estudantes que vêm à Rhode Island School of Design encontram uma intensa e criativa comunidade de artistas, respeitada internacionalmente pelo ensino que oferece. Os 2.200 estudantes da RISD, vindos de todo o país e de mais de 45 nações ao redor do mundo, encontram uma extensa variedade de cursos nas áreas de Arquitetura, Design e Artes Plásticas. Os estudantes aprendem sob a tutoria de um corpo docente formado por 440 artistas e designers, e encontram uma grande variedade de instalações especializadas, localizadas em um campus com 40 prédios em Providence, a histórica capital de Rhode Island.

Alberta College of Art + Design - Calgary, Canada www.acad.ca
Joy Borman, Associate Director of Admissions
O ACAD oferece cursos para formação em Fotografia, Comunicação Visual, Artes Plásticas, Cerâmica, Desenho, Fibra, Vidro, Joalheria e Metais, Tecnologias Digitais, Pintura, Impressão e Escultura. Todos os programas combinam atividades práticas com estudo de teoria. Desde sua fundação em 1926, o ACAD é comprometido com a excelência e hoje é uma das quatro instituições mantidas com recursos públicos que oferecem formação em arte e design no Canadá.
 

 
Ontario College de Art & Design – Toronto www.ocad.ca
Donald Kelly, Recruitment Assistant
Como universidade da imaginação do Canadá, o OCAD oferece educação em arte e design em um ambiente que integra atividades em estúdio e o aprendizado científico, crítico e histórico. Estudantes e professores do OCAD deixaram sua marca de formas inesperadas, contribuindo para o conhecimento e para o desenvolvimento em uma variada gama de disciplinas. Se você se vê aqui ou em algum lugar jamais imaginado por alguém, existe um lugar para você no Ontário College of Art and Design.
 

 
Informações para a imprensa:
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br
 
SERVIÇO:
Data: 12 de março, das 18h às 21h Entrada gratuita Local: Renaissance Hotel São Paulo - Alameda Santos, 2233 Informações : Associação Alumni - Dep. de Consultas Educacionais Tel: 11-3067-2916 E-mail: advising@alumni.org.br http://www.alumni.org.br/
05419-000 - São Paulo - SP
tels. 11 3815-1243/0381 9983-5946
menezescom@uol.com.br

 

Teatro de Bonecos

SP- fevereiro 8, 2008  Profissionais de teatro de bonecos terão a oportunidade de aprender mais sobre a arte de manipular marionetes, no Teatro Funarte Plínio Marcos, em Brasília, com a companhia japonesa Yukiza, que encanta platéias do mundo há quase 400 anos.

A oficina será ministrada pelo mestre Yuki Magosaburo XII, líder da companhia, no dia 22 de fevereiro de 2008. As inscrições, gratuitas, estão abertas até o dia 18 de fevereiro, pelo telefone (61) 3322-2031 ou pelo e-mail representacaobrc@funarte.gov.br.

 

A oficina é parte da turnê da Companhia Yukiza pelo Brasil, que inclui encenações em Brasília, Santos (SP), São Paulo e Rio de Janeiro. Em Brasília, a turnê conta com apoio da Funarte, que cedeu o espaço para a oficina e para as apresentações.

Duas peças do repertório clássico da Yukiza estão no repertório da turnê, que comemora o o centenário da imigração japonesa no Brasil. Shinpan Utazaimon - Nozakimura no Dan (A vila Nozaki) retrata o romance impossível entre dois jovens e Tsuna-Yakata (A casa de Tsuna) narra a luta entre um demônio e um guerreiro de Kyoto. Em Brasília, as peças estarão em cartaz no Teatro Funarte Plínio Marcos, nos dias 23 e 24 de fevereiro.

Esta é a primeira turnê da Companhia Yukiza pelo Brasil, promovida pela Fundação Japão, em parceria com o Sesc-SP, com apoio da Funarte. Criada há mais de 370 anos, a Yukiza é o mais antigo grupo de teatro de marionetes em atividade no Japão e já se apresentou em diversos países da Europa e Ásia. Sua versão para Macbeth, de Shakespeare, foi premiada pelo Festival Internacional de Belgrado em 1986. O teatro de marionetes é uma tradição japonesa que remonta ao século 8.


Companhia de Marionetes Yukiza

 

OFICINA COM O MESTRE YUKI MAGOSABURO XII
Data: 22 de fevereiro de 2008, sexta-feira, às 14h
Local: Teatro Funarte Plínio Marcos
Endereço: Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, Lote 2
Brasília-DF (atrás da Torre de TV)
Inscrições gratuitas
Por telefone: (61) 3322-2031 ou 3322-2053
Por e-mail:
representacaobrc@funarte.gov.br
Serão aceitas inscrições de profissionais de teatro de bonecos, que devem encaminhar currículo profissional para seleção prévia. O resultado será divulgado no dia 20 de fevereiro de 2007.

ESPETÁCULOS 
A vila Nozaki - A casa de Tsuna
Os dois espetáculos serão apresentados em dois dias
23 de fevereiro de 2008, sábado, às 20h 
24 de fevereiro de 2008, domingo, às 18h
Local: Teatro Funarte Plínio Marcos
Endereço: Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, Lote 2
Brasília-DF (atrás da Torre de TV) [Fonte:www.funarte.gov.br ]
Ingressos
À venda a partir de 20/02/2008, das 16h às 21h, na bilheteria do teatro
R$ 10  R$ 5 (estudantes, idosos, professores e profissionais de teatro de bonecos com documentação comprobatória)

 

Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008 Oficina de Xilogravura grátis

 

Estão abertas inscrições para oficina de xilogravura sob orientação de Valter Eduardo. A manifestação artística da xilogravura tem sua origem na China e encontrou no Nordeste do país sua alma gêmea, a literatura de cordel. Nos dias atuais foi elevada ao estatus de arte e não mais artesanato, apesar de ser muito artesanal sua confecção. O curso oferece aulas teóricas e práticas. Ou seja, o aluno terá a chance de ir além da história. Os participantes com freqüencia de 75% das aulas receberão certificados. Participanes com idade a partir dos 13 anos e as incrições podem ser feitas pessoalmente, de 9 de janeiro a 27 de fevererio, o curso acontece sempre às 4ª 14h00. Grátis. [11] 5687-0408 - bmbelmonteculturapopular@yahoo.com.br .

Produção Musical - grátis

Os interessados em atuar no campo musical, especificamente na área de produção, o Laboratórios de Multimeios abre inscrições para os iniciantes, apenas 6 vagas. O curso é composto por 16 encontros que trabalharão desde técnicas de microfonação de instrumentos até pós-produção musical eletrônica. Inscrições no local, de 8 a 31, no Centro Cultural da Juventude, Zona Norte, e o curso terá início em 5 de fevererio - grátis.

 

27.11.07Feira da Natividade ganha nova

 


Butterfly Comunicação informa: Feira da Natividade ganha nova data após visita do prefeito às atrações do evento

Entre os dias 08 e 23 de dezembro, a Arquidiocese de São Paulo, o CEAT – Centro de Apoio ao Trabalhador e a Prefeitura de São Paulo vão realizar a quinta edição da Feira da Natividade, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo. Após visita do prefeito do São Paulo, Gilberto Kassab, à subprefeitura da Sé,onde os artistas de Parintins iniciaram a construção do presépio que fará parte do evento, a feira ganhou mais tempo para exibir aos paulistanos as suas diversas atrações. Antes da visita, o evento aconteceria entre os dias 06 e 16 de dezembro.

A feira:

Em uma área de 1.500m², oitenta expositores vão comercializar diversas opções de presentes para o Natal, entre eles artesãos brasileiros. Muitas atrações prometem levar toda a família para o evento que será composto de um completo centro de compras e diversão. O presépio de 10 metros de altura, criado e desenvolvido pelos artistas de Parintins, será um dos grandes destaques. A árvore de Natal vai abrigar as doações de brinquedos da Campanha Natal dos Sonhos da Pastoral do Menor. Na Aldeia do Papai Noel, crianças poderão escrever suas cartas e fazer pedidos. Aulas práticas de embalagens, arranjos, cartões e culinária fazem parte da programação. Salas de leitura e de projeção de filmes são outras opções de diversão para os visitantes. Corais natalinos, shows de luzes, cores e sons e o Auto da Natividade, representado por artistas da Rede Globo nos dias 15 e 16 de dezembro, complementam a grande festa do Natal de São Paulo. Organizado pela G Brazil Feiras e pela Fun Prime, o evento conta com o patrocínio da Petrobrás e o apoio do Ministério do Turismo. A produção da infra-estrutura será realizada pela SP Turismo. [FONTE: Romina Miranda Cerchiaro

Ficha Técnica:
 
5ª Edição da Feira da Natividade
Data: 08 a 23 de dezembro de 2007
Horário: Durante a semana (11h00 às 20h00); finais de semana (11h00 às 22h00)
Local: Vale do Anhangabaú – São Paulo – SP

Organização:

G Brazil Feiras e Fun Prime
(11) 6221.2702 e 6251.1884
gbrazilfeiras@gbrazilfeiras.com.br
www.gbrazilfeiras.com.br/feiradanatividade


Informações à imprensa:

Butterfly Comunicação
Romina Miranda Cerchiaro
MTb 49.130
Tels: (11) 2218.0601/2218.0620/9267.1155
romina@butterflycomunicacao.com.br

 

 

 
TEIA 2007 - Oficina de Jornalismo Cultural entre os dias 7 e 11 de novembro.
 
 
A Oficina pluralizará a visão da agência de notícias que está sendo criada para realizar uma completa cobertura escrita e audiovisual do encontro nacional dos Pontos de Cultura. A cobertura jornalística da TEIA 2007 contará com a atuação de uma agência de notícias constituída especialmente para enfrentar a complexa tarefde registrar e difundir o encontro nacional dos Pontos de Cultura. Tal ação desafia-se a ser constituída pela diversidade e pela pluralidade necessárias para que se compartilhe uma visão ampla e multirreferenciada de toda a vasta e complexa programação do encontro, que acontece em Belo Horizonte entre os dias 7 e 11 de novembro. Nos dias 3 e 4, às vésperas do evento, será ativada a “Oficina de Jornalismo Cultural Independente – TEIA 2007” que envolverá um grupo de candidatos a repórteres-oficineiros para a realização da cobertura jornalística. Convocados junto aos Pontos de Cultura; movimentos sociais, notadamente os comunicadores populares; movimento estudantil; estudantes, professores e profissionais de jornalismo; os oficineiros serão motivados por dois dias de debates e dinâmicas que lhes propiciarão realizar uma cobertura com reportagem compartilhada, escrita e em audiovisual, em plataforma pública, com aplicação de software livre e com conteúdos disponibilizados sob licença flexível para permitir novas propostas de compartilhamento no conceito de web 2.0.

A reportagem dos oficineiros alimentará os editores da agência de notícias que também disporão das reportagens executadas por uma equipe de 8 jornalistas do 100canais, escalados para a cobertura sistemática do encontro, além de uma equipe de mais de 40 profissionais da Fábrica do Futuro e da Estação 3, respectivamente ponto de cultura e empresa cooperada, envolvidos na produção da TV Teia. O conjunto destas visões será apresentado em forma de reportagens e notas escritas e audiovisuais, disponibilizadas para a imprensa e para o público em geral, com atualização contínua durante os cinco dias do encontro.

No primeiro dia de ativação, 3 de novembro, a “Oficina de Jornalismo Cultural Independente – TEIA 2007” trabalhará com a conceituação de novas tecnologias de diálogo e de novos diálogos sobre a tecnologia, as novas ferramentas disponibilizadas pela rede mundial de computadores, notadamente as destinadas à atuação colaborativa, o que tem caracterizado o surgimento e disseminação do conceito de web 2.0. Participarão provocativamente dos trabalhos Ana Carmem Foschini, jornalista, Hernani Dimantas, coordenador do LIDEC – Escola do Futuro – USP, e Edney Souza, blogueiro e empresário. Neste mesmo dia, dinâmicas de estruturação de espaço compartilhado de diálogo ativarão a rede que propiciará o ferramental para as atividades jornalísticas dos dias 7 a 11.

No dia 4, os temas diretos e subjacentes da TEIA serão apresentados aos postulantes a oficineiros. Na parte da manhã, com a participação de Antônio Martins, jornalista Le Monde Diplomatique Brasil e Ciranda da Notícia, Eliane Fátima Corti Bassos, professora de jornalismo nas Universidades Anhembi Morumbi e Municipal de São Caetano, Jonas Valente, jornalista e membro da coordenação nacional do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, e Rogério da Costa, engenheiro de sistemas e filósofo – PUC-SP, o debate motivará a discussão a respeito de velhas e novas práticas do jornalismo, notadamente daquelas que se encerram em dinâmicas voltadas à publicitação da agenda da indústria cultural, excluindo as pautas relacionadas com as políticas públicas de cultura, sua economia, a diversidade e as identidades, e outros temas que contribuiriam, se publicamente debatidos, com o reconhecimento do papel de centralidade da cultura nas relações humanas. Além disso, a dimensão pública e a função social do jornalismo serão evocadas por postulantes do jornalismo independente, livre e cidadão.

No encerramento, na tarde de domingo, os representantes do Ministério da Cultura, Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais, Cláudio Prado, consultor do MinC para a Cultura Digital, e Orlando Senna, secretário do Audiovisual, trarão, enfim, informações a respeito do processo TEIA, desde suas origens até a expectativa do encontro em vias de novamente se concretizar, além de outras dimensões das políticas públicas intimamente ligadas à própria TEIA, como a Cultura Digital e o Audiovisual. Assim, estarão contemplados os temas relacionados à cobertura da oficina e às ferramentas tecnológicas empregadas durante sua realização.

O que pensar disso tudo?

O secretário Célio Turino prossegue oferecendo sempre novas chaves interpretativas para o processo TEIA, tão difícil de definir: “na TEIA, a simultaneidade de ações e atrações sempre sugere sínteses interessantes. Neste ano, estamos prestando mais atenção nas simultaneidades entre a Cultura e a Educação, sem deixar de praticar o que já assimilamos de Economia Criativa e Solidária na TEIA de 2006. As metodologias simples e acessíveis, sustentadas em estruturas públicas, com custos baixos, que a Oficina de Jornalismo empregará, permitem pensarmos no potencial de replicação e disseminação de uma rede verdadeiramente capaz de compartilhar informações para a construção de um bem coletivo. Assim, serão vivenciados e discutidos aspectos das políticas voltadas à cultura digital, que é uma das extensões do Programa Cultura Viva. Noutra vertente, a oficina também contemplará o compartilhamento da produção audiovisual, desde a feita com os mais elementares aparelhos portáteis, até a atuação de uma TV estruturada, com estúdio, ilhas de edição e capacidade de transmissão. O compartilhamento deste saber e fazer, numa propositura que oferece a liberdade de atuação, gerará muitos frutos. Será estimulante protagonizar coletivamente este desafio”.

Na opinião de Bento Andreato, presidente do Instituto Pensarte, ponto de cultura proponente da metodologia da TEIA 2007, “esta oficina que se transforma em agência é mais uma manifestação da Cultura Viva! Acompanhando a lógica da troca para gerar a disseminação, estamos vendo um movimento rizomático que faz aflorar aqui e ali manifestações maravilhosas que, quando assim articuladas, possibilitam o surgimento de processos simultâneos: aprender enquanto se ensina, ensinando o que mais temos a aprender. Uma noção interessante para o verbo compartilhar”.

A heterogeneidade do público não assusta, ao contrário, estimula: “ainda que envolva diretamente os Pontos de Cultura, a oficina é uma interface da TEIA com uma dimensão ampliada da sociedade de Belo Horizonte, representada pelos estudantes, professores e profissionais de jornalismo no amplo espectro, desde os independentes até os da grande imprensa, além de comunicadores populares, vindos dos movimentos sociais e outros públicos que se sentirem estimulados a participar da cobertura compartilhada” – afirma Carlos Gustavo Yoda, coordenador do 100canais e idealizador da oficina. Yoda garante ainda que a capacidade de agregação de oficineiros é grande: “a plataforma que sustenta o sistema de alimentação permite a assimilação de um fluxo intenso de informações, o que contribuirá decisivamente para a pluralidade da cobertura”.

No campo do audiovisual, as possibilidades são também extensas: “fico entusiasmado de ver a possibilidade de emergirem, deste público que participará da oficina, alguns que possam realizar reportagens portando simples telefones celulares, por exemplo. Reportagens que gerarão interessantes usos, desde a difusão em TVweb, até áudio para a montagem de boletins radiofônicos, além de proporcionarem um acervo de imagens que, em seu conjunto, constituirá a primeira cobertura jornalística feita por celular” – vislumbra Marcelo Passos, um dos coordenadores do audiovisual na TEIA.
O editor-chefe da agência, Marcel Gomes, ainda aponta mais um detalhe da plataforma, concebida também com propósito didático: “ao expor publicamente a estrutura da cobertura, estaremos, na verdade, compartilhando um modo de fazer com quem quiser participar, ou apenas ver como funciona uma dinâmica editorial. O encontro de ativação da oficina dará o tom e proporá a pauta. Os oficineiros serão distribuídos em coberturas específicas, ora pluralizando a visão de nossos repórteres, ora cobrindo a extensão que a equipe 100canais não alcançará. Seus relatos serão misturados a um todo que gerará matérias, notas, acervo de imagens e de riquíssima matéria-prima para rádio. O detalhe provocativo é que o leitor interessado poderá rastrear as informações até sua origem, remetendo-se ao relato original do oficineiro e observando qual foi o tratamento editorial dado à reportagem original que ele postou na agência. Estamos em busca de noticiar compartilhando o como noticiar. A oficina propicia vivenciar isso na prática com o grupo de participantes e, em tese, com todos que quiserem dissecar os fluxos de informações desde as fontes de relatos até os textos publicados!”

Em breve, as inscrições para a oficina poderão ser feitas no site www.100canais.org.br. As vagas presenciais para a ativação da oficina são limitadas, o conteúdo todo será transmitido ao vivo na web. O acesso é gratuito e o resultado é público. Tudo de Todos! { Carlos Gustavo Yoda }
Oficina de Jornalismo Cultural Independente – TEIA 2007
TEIA Tudo de Todos. Venha metareciclar algumas idéias!- novas
tecnologias de diálogo e novos diálogos sobre a tecnologia:
- blogs, vlogs, fotologs, modelos de licenças de compartilhamento, web 2.0, software livre, plataformas públicas, metareciclagem
- a pauta cristalizada e a pauta esquecida da cultura
- políticas públicas de cultura: a TEIA, a cultura digital e o audiovisual
- dinâmicas, debates, exposições e a prática da cobertura jornalística
- cobertura em rede com reportagem compartilhada e pautas transversais durante a TEIA

Provocadores:

Ana Carmem Foschini (Jornalista)
Antônio Martins (Le Monde Diplomatique Brasil e Ciranda da Notícia)
Célio Turino (Secretário de Programas e Projetos Culturais – MinC)
Cláudio Prado (Consultor para Cultura Digital – MinC)
Edney Souza (Blogueiro e empresário)
Eliane Fátima Corti Basso (Anhembi Morumbi e Universidade Municipal de São Caetano)
Hernani Dimantas (coordenador do LIDEC – Escola do Futuro - USP)
Jonas Valente (coordenador nacional Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social) - Orlando Senna (Secretário do Audiovisual – MinC)
Rogério da Costa (Engenheiro de Sistemas e Filósofo - PUC SP)

Local: Funarte Casa do Conde e Serraria Souza Pinto – Belo Horizonte - MG
Dias: 3 e 4 de novembro, das 9 às 18h – ativação da oficina
7 a 11 de novembro – cobertura
Informações e inscrições: www.100canais.org.br


[Foto: www.lutafenaj.org

 

LCADS inaugura espaço para cursos de arte

LCADS inaugura espaço para cursos de arte e artesanato sem taxas de matrículas

E também disponibiliza seu espaço para professores, que fazem parte da Liga ou não, e desejam ministrar cursos, mas não possuem um local adequado, e bem localizado
Sob nova coordenação, a LCADS – Liga Católica de Assistência e Desenvolvimento Social, dá continuidade à implantação de projetos direcionados para o desenvolvimento, aperfeiçoamento, e profissionalização do artesão. Em sua sede no Largo do Paissandu, no centro de São Paulo, a LCDAS abre inscrições para cursos intensivos e extensivos de arte e artesanato. E também disponibiliza seu espaço para professores, que fazem parte da Liga ou não, e desejam ministrar cursos, mas não possuem um local adequado, e bem localizado. Serão oferecidos entre outros, técnicas com fibras, confecção de anjos de bucha, enfeites, e produtos natalinos. Não existe taxa de matrícula, ou número mínimo de alunos.

Em breve a grade completa dos cursos será publicada no site www.jornalnovastecnicas.com.br . O curso intensivo custa entre R$ 20,00 e R$ 45,00. E o curso extensivo R$ 30,00 a R$ 80,00, preços já incluso o kit.

Informações:
(11) 3337-2952
(11) 3537-9893
nt@jornalnovastecnicas.com.br


Autor : Edna Pessanha
Fonte : Jornal Novas Técnicas

 

Memorial do Imigrante oferece curso Imigração Italiana

O Memorial do Imigrante abre inscrições para o curso Imigração Italiana para o Estado de São Paulo, com dados históricos e mais pesquisa genealógica, que será ministrado pelo professor Vírginio Mantesso. As aulas serão em quatro sábados, dias 06, 20 e 27 de outubro e 10 de novembro. O cuso oferece uma visão histórica básica sobre Brasil/Itália em fins do século XIX e início do século XX. Também ensina ao participante confeccionar sua própria árvore genealógica, ao custo de R$ 120.

São quatro os módulos em que se divide o curso: História italiana até o momento da partida da imigração a partir de 1870; A situação dos imigrantes o Brasil - fatores de expulsão e atração; A origem histórica dos nomes e sobrenomes; e Pesquisa genealógica em família e em documentos no Brasil/Itália, incluindo facilidades na internet. Atividades complementares entre as quais visita guiada ao próprio Memorial do Imigrante, Histórias de sucesso de ex-alunos; depoimentos de pessoas envolvidas com a genealogia, como o editor do jornal Oriundi, Vezio Nardini Toscano, da advogada Lea Beraldo, criadora e mantenedora do um dos maiores sites da comundide italiana: www.imgirantesitalianods.com.br; entre outros.O grupo também terá a oportunidade de escolher entre visita a uma vinícula em São Paulo, em que o dono é imigrante; ou visita ao Museu de Jundiaí, que é a casa de Visconde de Parnaíba; ou à fazendas de café; à Estação de Paranapiacaba, onde originou a Ferrovia Inglesa SP. Rallway; ou mesmo à cidade de Santos, onde há o Museu do Porto e a Bolsa do Café. Mais de 100 projeções em power-point, com fotos do século XVIII do Brasil e Itália, imagens de documentos, e imagens do sistema de trabalho da Igreja Mórmon, um dos maiores arquivos genealógicos do mundo, desde a idade média, poderão ser visualizadas pelos alunos. FOTO www.fortalsampa.hpg.ig.com.br

Imigração Italiana para o Estado de São Paulo: dados históricos e pesquisa genealógica
Inscrições: de 20/08 até o fim das 100 vagas pelo telefone (11) 6692-1866, ramal 221 ou 202 ou pelo site (www.memorialdoimgirante.sp.gov.br)
R$ 120. Pagamento à vista.

MEMORIAL DO IMIGRANTE

Rua Visconde de Parnaíba, 1.316, Mooca, perto do Metrô Bresser.
Tel.: (11) 6692-1866

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:51  comentar

Obras de arte nas necrópoles

Uma pesquisa realizada pelo historiador Délio Freire dos Santos [morto em 2002] revela o interesse pelas visitas aos cemitérios, algo comum na Europa.

O Projeto Arte Tumular - da prefeitura de São Paulo, foi idealizado para apresentar aos paulistanos os cemitérios antigos de São Paulo, aqueles que ainda conservam acervos artísticos e históricos provenientes de épocas em que ainda era uma cidade muito diferente da São Paulo que se conhece hoje. Assim como os casarões, os cemitérios,, teatros, linhas férreas e monumentos construídos em meados do século XIX e início do XX , são testemunhas da história social da Paulicéia de antanho. Naquela época, a cultura do ouro verde, como era chamado o café, proporcionava vida opulenta a famílias que aqui se instalavam, vindas do interior do Estado e também de outros países em busca de novas possibilidades de trabalho ou para ampliação dos negócios e de suas fortunas, que traduzia o ideal de vida da elite paulistana, influenciada pela Bella Époque, hábitos parisienses, de forma que o afrancesamento e a europeização da arquitetura, festas, moda e convenções e também dos sepultamentos e ornamento dos túmulos conferiam à sociedade paulistana o ar cosmopolita, moderno e intelectual tão almejado. Os "campos Santos", como eram chamados os cemitérios, em meados do século XIX já substituíam as igrejas na prática de sepultamentos.

Não aos sepultamentos nas igrejas

A prática de sepultamentos em igrejas sempre foi muito contestada por médicos e sanitaristas na secunda década de 20. Influenciados pelas idéias positivistas e pelo iluminismo, estes, denominados de homens de letras entre os quais Líbero Badaró foram importantes colaboradores no debate acalorado em São Paulo, neste período, defendendo o fim dos sepultamentos nas igrejas por considerarem esta pratica nociva à saúde pública. Por este motivo, no ano de 1856 a Assembléia Legislativa Providencial de São Paulo aprovou o Primeiro Regulamento para os cemitérios da cidade de São Paulo. Cuja medida provocou vários protestos entre os praticantes do cristianismo que já tinham incorporado a tradição do sepultamento nas igrejas. Não adiantaram de nada os protestos, o regulamento passou a ser seguido. Em agosto de 1858, surgiu o Cemitério Municipal, que logo passaria ser chamado de Cemitério da Consolação. Localizado nos arrabaldes da cidade era condição ideal e dava garantia de salubridade na área urbana, na época, restrita á região que atualmente corresponde ao centro velho - ruas Direita, Quinze de Novembro e São Bento.

Perfil dos sepultados

No cemitério da Consolação, logo nos seus primeiros anos, eram sepultadas pessoas de todas as classes sociais: desde escravos e seus senhores, agregados, homens abastados e pobres e estrangeiros. Com a virada do século, o perfil dos sepultados passou a mudar, juntamente com os hábitos da população, que já se modificara, principalmente da elite afortunada. A tese era de que aquele que realizou em vida atividades de relevância para a sociedade, que contribuiu para à cidade, deveria ter uma morada à altura de sua importância social. Por este motivo as famílias e os amigos, a partir da primeira década do século XX, recorriam aos serviços de construtores e escultores de renome, sendo em sua maioria de origem italiana ou com formação na Europa, como Victor Brecheret, Luigi Brizzolara, Galileo Emendabili, entre outros, para construírem e ornamentarem os túmulos das ilustres personalidades. Esses jazigos [túmulos] ricamente ornamentados ou mesmo aqueles despojados testemunham fatos de real importância da história social de São Paulo e do Brasil. Revelam para conheciemnto os representantes da vida política e cultural, seus feitos e a repercussão na cidade.

Museu ao ar livre

O cemitério da Consolação pode-se dizer que é um museu a céu aberto.Túmulos de personalidades como Monteiro Lobato, Ramos de Azevedo, Tarsila do Amaral, José Bonifácio de Andrada e Silva {o Patriarca da Independência}, Antoninho da Rocha Marmo, Mário e Oswald de Andrade, e mais dezenas de obras de arte de escultores do século passado como Victor Brecheret, entre outros.
Ou seja, os amantes das artes plásticas, da história, da política, da música, das artes cênicas, da literatura e do turismo encontrarão nas necrópoles antigas surpresas e muitos motivos para deleite, assim como ocorre em grande cidades do mundo. O Serviço Funerário instituiu a visita monitorada aos túmulos de personalidades ilustres e às obras de arte tumular do cemitério da Consolação. O público alvo são estudantes, professores, pesquisadores, turistas, entre outros. É disponibilizado um monitor para dar informações sobre as obras de arte e a história de cada uma das personalidades sepultadas.


Visitas monitoradas
(11) 3247-7058 (Assessoria de Imprensa).

Arcângelo Ianelli

Desde cedo iniciou-se no desenho para, mais adiante, em 1940, dedicar-se a estudos de pintura, mural e afresco. Entre

1940 e 1960, desenvolveu uma pintura figurativa. Passou por lenta evolução e por diferentes fases, iniciando a abstração a partir de 1961.

Durante os anos de 1966 e 1967 vai para Europa em razão do Prêmio de Viagem ao Exterior. Participou ativamente do movimento artístico brasileiro como expositor, membro de júri, de comissões organizadoras de certames artísticos. A partir de 1974, quando realizou em São Paulo um mural em concreto de 20 metros de extensão, começou a trabalhar em maquetes para esculturas em mármore e madeira, tendo realizado, inúmeras além de vários painéis e murais. Recebeu nestes 60 anos de carreira artística diversos prêmios, entre eles, o Grande Prêmio da Bienal Latino-Americana do México, pelo qual concorriam 32 países. Conquistou em seguida o Grande Prêmio Internacional da Bienal de Cuenca, disputando com artistas de 38 países, obteve um dos dez maiores prêmios na Mostra Rio-Eco de 92, quando participaram concorrentes de toda a América Latina. Foi agraciado em 1964 com o Prêmio de Viagem ao Exterior do Salão Nacional de Arte Moderna, recebeu o Primeiro Prêmio de Pintura na II Bienal Nacional da Bahia; Prêmio Museu de Arte Moderna de São Paulo no Panorama da Arte Brasileira em 1973; o Prêmio Pesquisa do Ano e Prêmio Gonzaga Duque da Associação Brasileira de Críticos de Arte e da Associação Paulista de Críticos de Arte, pela mostra retrospectiva no Rio de Janeiro e em São Paulo; e um outro concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, pelo mural de concreto e relevo realizado na avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo.


Obras no acervo dos Museus de Kioto e Osaka no Japão

Sào váriod os museus que exibem obras de Ianelli como o Museus de Arte Moderna do México e de Roma; Museu Rufino Tamayo e Instituto Cultural Domecq, México; Museu de Arte Moderna La Tertúlia, em Cali, Colômbia; Museu de Belas Artes de Caracas, Venezuela; Museu de Arte de Toronto, Canadá; Museu de Skopje, antiga Iugoslávia; Museu de Arte da Universidade de Austin, Texas - Estados Unidos, Museu de Arte Moderna de Quito, Equador; da Bienal Internacional de Cuenca, Equador; Instituto de Arte Contemporânea e Centro de Estudos Brasileiros de Lima, Peru; Museu de Arte Americana de Maldonado, Uruguai; Art Gallery of Brazilian American Cultural Institute, Washington, bem como no acervo das embaixadas em Roma, México e Munique.

Acervos no Brasil:

Estes museus abrigam obras do artistas da rara belaza do artista: Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), Museu de Arte de São Paulo (MASP), Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC-USP), Museu de Arte Brasileira da Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP), Museu de Arte Contemporânea de Americana e Pinacoteca do Estado, São Paulo. Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Museu Nacional de Belas Artes, Museu Antônio Parreiras - Niterói (RJ), Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães - Recife, Museu de Arte Contemporânea de Olinda, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Museu de Arte do Rio Grande do Sul - Porto Alegre (MARGS) e o Museu do Artista Brasileiro em Brasília.

Exposições no Brasil e no Exterior

No exterior, realizou exposições na cidade do México, em Lima, Bogotá, El Salvador, Colômbia, Quito, Salerno, Bonn, Milão, Roma, Paris, Madri, Barranquilha, Cali, Munique, Baden-Baden, Washington, Nova York. Retrospectivas em Berlim na Staatliche Kunsthalle. No Brasil, apresentou retrospectivas no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Pinacoteca do Estado de São Paulo e de Santos, Museu de Arte Contemporânea do Paraná e na Casa Andrade Muricy, Curitiba. Participou de várias coletivas no exterior : Santiago, Caracas, Madri, Paris, Roma, Barcelona, Bogotá, Bonn, Baden-Baden, Hamburgo, Berlim, Viena, Londres, Bruxelas, Salzburg, Tel Aviv, Nurembergue, Lisboa, Porto, Washington, Nova York, Ontário, Cagnes-Sur-Mer, Buenos Aires, Tóquio, Kioto, Osaka, Liverkusen, Frankfurt, Haia, Montevidéu, Milão, São José da Costa Rica, Salerno e Quito. Bienais de São Paulo : VI, VII, VIII, IX, XII (Sala Especial), XIII (Sala Brasília) e XIX (Sala Especial) e XX; II Bienal Nacional da Bahia, II Bienal de Arte de Coltejer, Medelín, Colômbia (convidado), I Bienal Ibero-Americana, México, I Bienal Latino-Americana, Caracas, II Bienal Internacional de Pintura, Cuenca, Equador. [Francisco Martins]

Breve história da pintura


" A arte é o espírito que reflete a sociedade e sua época atual. Portanto, se os artistas não se manifestam o mundo entra em uma especie de letargia"

A Pintura faz companhia ao ser humano por toda a sua história. Mesmo que durante o período grego- clássico não tenha se desenvolvido tanto quanto outras artes, a escultura por exemplo.Também foi uma das principais formas de representação utilizada pelos povos medievais e do Renascimento, isso até meados do século XX. Porém, no inicío do século XIX com o crescimento da técnica de reprodução de imagens, graças à Revolução Industrial, a pintura de cavalete perde o espaço que tinha no mercado. Até então a gravura era única forma de reprodução de imagens, trabalho muitas vezes realizado pelos própios pintores. Com o advento da fotografia, a pintura de representação de imagens enfrenta uma competição difícil. Pois no século XX a pintura de cavalete se mantém através da difusão de galerias de arter. Mas a técnica da pintura continuou a ser valorizada por vários tipos de designers, ilustradores, estilistas e outros, especialmente na publicidade. Foi nessa época que várias formas de reprodução técnica surgem como o vídeo e diversos avanços na produção gráfica. Ao longo do século XX vários artistas fizeram experimentos com a pintura e a fotografia, criando colagens e gravuras, exemplo concreto os dadaístas e os fundadores do pop art, só para citarmos alguns. Mas é com a computação gráfica que a técnica da pintura se une completamente à fotografia. A imagem digital por ser composta por pixeis, é um suporte em que se pode misturar as técnicas de pintura, desenho, escultura (3d) e fotografia. A partir da revolução da arte moderna e das novas tecnologias, os pintores adaptaram técnicas tradicionais ou abandonaram elas, criando novas formas de representação e expressão visual.

Pintura figurativa e abstrata

Kandinsk, em sua obra Composition VI,1913, colocou em prática a verdadeira Abstração: Quando o artista pretende reproduzir em seu quadro uma realidade que lhe é familiar, como sua realidade natural e sensível ou sua realidade interna. O tema pode ser uma paisagem { natural ou imaginada} , uma natureza morta, uma cena mitológica ou cotidiana, mas independente disto a pintura manifestar-se-á como um conjunto de cores e luz. Esta foi praticamente a única abordagem dada ao problema em toda a arte ocidental até o início do século XX. A partir das pesquisas de Paul Cézanne os artistas perceberam que era possível lidar com realidades que não necessariamente as externas, ou seja, um dialogo com características dos elementos que são próprios da pintura, como a cor, a luz e o desenho. Com o aprofundamento destas pesquisas, mais uma vez cita-se Wassily Kandinsky que ousou e chegou à abstração total em 1917. A pintura abstrata não procura retratar objetos ou paisagens, pois está inserida em uma realidade própria. Entretanto, esta abstração pode ser construída, manifestando-se em uma realidade concreta porém artificial. Esta foi a abordagem dos construtivistas e de movimentos similares. Já os expressionistas abstratos como Jackson Pollock, [acima] não construíam a realidade mas encontravam-na ao acaso. Este tipo de pintura abstrata resulta diametralmente oposta à primeira: enquanto aquela buscava uma certa racionalidade e expressa apenas as relações estéticas do quadro, esta é normalmente caótica e expressa o instinto e sensações do artista quando no momento da pintura da obra.

Algumas técnicas
Enquanto técnica, a Pintura envolve um determinado meio de manifestação, a superfície onde ela será produzida -, e um material para lidar com os pigmentos e os vários tipos de pincéis e tintas. A escolha dos materiais e técnica adequadas está mais diretamente ligada ao resultado final desejado para o trabalho como se pretende que ele seja entendido. Desta forma, a análise de qualquer obra artística passa pela identificação do suporte e da técnica utilizadas. O suporte mais comum é a tela, normalmente, uma superfície de madeira coberta por algum tipo de tecido. O papel, embora seja muito pouco adequado à maior parte das tintas, é mais utilizado para aquarela e o guache, e eventualmente para a tinta acrílica. A aquarela por exemplo, apareceu no ocidente através das obras dos inglêses Thomas Girtin e Joseph Turner, no século XVIII. Uma espécie de tinta aguada, cujos pigmentos são misturados, geralmente à goma arábica, solúveis em água, caracteriza-se pela impressão de transparencia e suavidade da figura ou motivo. A luminosidade da aquarela é obtida através da cor do suporte, o papel. Exatamente ao contrário da pintura a óleo, em que a luz é obtida pela aplicação de cores claras, enquanto na aquarela o tom escuro é obtido por meio de veladuras ou por camadas superpostas. Técnicas como Água-Forte foi utilizada por vários pintores famosos como Goya, Portinari entre outros. A técinica consiste em gravura a traço ou entalhamento que empregam-se a cera e o ácido nítrico para fixação de desenho sobre metal [usualmente cobre]. O desenho é realizado com ponta metálica, recobrindo-se antes a placa com um verniz protetor. Já Água-Tinta, é uma decomposição dada ao processo ou técnica de gravuras em metal [calcografia], cujo desenho pode ser feito com busil ou ponta-secas, destinado-se à obtensão de efeitos de tonalidades. Após o desenho, a chapa-matriz é recoberta com uma canmada de resina em pó, e aquecida a fim de que a resina constitua uma superfície resistente. Depois submete-se a placa à ação de ácido que corrói somente as partes não resinadas. [Francisco Martins]
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 23:35  comentar

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