Revelando, imortalizando histórias e talentos
16.5.07

2007/10/19"Um mar de vidros Murano 1915/2000"

Exposição estréia dia 21 de outubro e segue até dia 18 de novembro, no MCB

Museu da Casa Brasileira" abre a exposição "Um mar de vidros Murano 1915/2000" com peças representativas da vidraria produzida em Veneza, num panorama transversal das criações que fizeram famosa a Murano do século 20. São objetos que revelam toda a maestria em formas inovadoras e audazes, com sua técnica muito particular de execução e a espantosa riqueza da matéria-prima e dos efeitos cromáticos, com múltiplas justaposições de cores. A mostra evidencia a renovação de formas e de estilo, resultado da contribuição de artistas e designers, que abasteceram de novas idéias as vidrarias de Murano, permitindo um desenvolvimento excepcional que as Bienais de Veneza, as Trienais de Milão e Monza e as exposições internacionais consagraram. A exposição é uma realização conjunta do MCB, organização social vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, e do Instituto Italiano de Cultura de São Paulo

A mostra traz a nova maneira de considerar o vidro que, ao longo de séculos, teve uma característica puramente utilitária e de produção em série, um material destinado somente à execução de garrafas, copos, luminárias. A arte vidreira conquista o status de verdadeira arte decorativa com as novas técnicas utilizadas por Ercole Barovier e outros grandes nomes do design italiano, como Carlo Scarpa, Gae Aulenti, Victorio Zecchin, Angelo Rinaldi, Eros Raffael, Giuseppe Santomaso, Alessandro de Santillana, que dão vida a objetos, transformando-os em verdadeiras obras de arte.

Esta coleção, como testemunho da arte do vidro de Murano, não é completa e nem exaustiva de tudo o que se pôde pensar, projetar ou produzir na Veneza do século passado, explica Giorgio Forni, curador da mostra e diretor da Fundação Sartirana Arte, de Pavia (Itália). Sem dúvida, é um pequeno panorama transversal de quase setenta anos de trabalho; uma espécie de mostruário, talvez ainda desequilibrado e com lacunas, mas representativo das produções que fizeram famosa a Murano do século 20.

A exposição enfatiza dois aspectos da vidraria veneziana: o tecnológico, absolutamente único, e o propriamente artístico. Mas os maravilhosos objetos presentes na exposição não poderiam existir sem o trabalho paciente dos anônimos Mestres Vidreiros, que preservaram a tradição de altíssima escola, em um trabalho árduo, que requer capacidade e sensibilidade incomuns.

Um pouco de história

A supremacia de Veneza em vidraria é muito antiga. Já no século 12 a arte do vidro instalou-se definitivamente em Murano como atividade de manufatura organizada, a qual se havia aperfeiçoado, ao longo dos séculos, graças aos contatos comerciais dos venezianos com os fenícios, os sírios e os egípcios, os quais já possuíam uma antiga tradição na produção de vidros. No entanto, a partir do século 18 os vidros da Boemia e da Europa Central conquistam a primazia. A qualidade do produto veneziano e a excelência executiva eram reconhecidas, mas estas qualidades estavam bloqueadas em uma produção histórica e estática nas formas e na criatividade. Somente no final do século 19 e, principalmente no início do século 20, a produção de Murano viverá um novo renascimento. Uma novidade extraordinária graças à qual Veneza se levanta de uma letargia secular, para voltar a ser o centro de produção de grande destaque e para impor ao mundo, especialmente a partir de 1950, suas próprias obras.

Desde seis milênios a.C. o homem utiliza um material vítreo natural, a obsidiana, que é uma rocha silícica encontrada em abundância no Mediterrâneo, em particular nas ilhas Eólias e Pontinas, em Pantelleria e na Sardenha, para extrair objetos cortantes e resistentes. Foram necessários vários milênios antes que se produzissem objetos em vidro não apenas para as necessidades cotidianas mas também para adorno.

Serviço

Exposição: Um mar de vidros Murano 1915/2000

Visitação: 21 de outubro a 18 de novembro, de terça a domingo, das 10h às 18h
Site: www.mcb.sp.gov.br
Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727
Jardim Paulistano São Paulo
Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 – Domingo sempre gratuito
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas monitoradas : 3032-2564 Email agendamentomcb@terra.com.br

Informações para a imprensa:
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br

Terça-feira, Setembro 25, 2007Di Cavalcanti

O Espaço Cultural BM&F abre suas portas no dia 02 de outubro para receber a mostra Di Cavalcanti.

Di 110 Anos – De Flores e Amores. A exposição, com curadoria feita por Denise Mattar, reúne 20 óleos. Embora não tenha um caráter cronológico, permite a leitura do percurso do artista. A maior parte das obras data dos anos 1930s, porém há pinturas dos anos 1940s, 1960s e 1970s de colecionadores e instituições, como Museu de Arte Moderna de São Paulo, Bolsa de Mercadorias & Futuros, Sérgio Fadel e Roberto Marinho. Mantendo o caráter poético e didático, que caracteriza os trabalhos da curadora, a mostra apresentará também uma cronologia ilustrada, trechos de escritos e poemas de Di, assim como imagens do artista e sua obra apresentadas no telão do Espaço. O título da exposição - Di Cavalcanti 110 Anos – De Flores e Amores - é justamente inspirado em frase do próprio artista, que dizia: “Existe FLOR para rimar com AMOR”. A exposição Di Cavalcanti 110 Anos – De Flores e Amores fica aberta ao público até 14 de dezembro, encerrando a programação de 2007 do Espaço Cultural BM&F.
O Espaço Cultural BM&F fica no hall de entrada da Bolsa de Mercadorias & Futuros, ocupando o local que já abrigou no passado a sala de pregões, na Praça Antonio Prado, 48, Centro. As mostras, abertas de segunda a sexta-feira, têm entrada gratuita e serviço de monitoria especializada.


FONTE: Fátima Lopes Assessora de Imprensa BM&F

 


Serviço:

Espaço Cultural BM&F
Ent. Mantenedora Bolsa de Mercadorias & Futuros, BM&F
Praça Antonio Prado, 48 - 01010-901 - Centro
fone (11) 3119-2404

site: www.bmf.com.br
e-mail: bmfcultural@bmf.com.br
funcionamento: de segunda-feira a sexta-feira, das 10h00 às 18h00
visitas monitoradas das 10h00 às 17h00
Acesso para deficientes físicos

Cardim homenageia São Paulo, em Minas Gerais

 

A cidade de São Paulo, eterna paixão de Maurício Cardim é tema de exposição do fotógrafo no estado de Minas Gerais.

"São Paulo nas lentes de Mauricio Cardim" é a mostra composta de fotos coloridas e cartões-postais de autoria do fotógrafo baiano, agora radicado em Minas Gerais, após viver 33 anos na Paulicéia. A exposição pode ser conferida no Espaço Cultural Maria Magdalena Alves Padrão, Rádio Cultura de Sete Lagoas-MG. na rua Níquel, 457, bairro Progresso. Diariamente das 9h as 19h. Entrada franca. Mauricio Cardim iniciou sua carreira fotográfica na capital paulista, em 1983, fotografando celebridades nacionais e internacionais das emissoras de rádio e televisão. O fotógrafo já percorreu todas as regiões do país, revelando suas belezas e curiosidades.

Em 2003, através de seu amigo e também fotógrafo, Alan Wehner descobriu Sete Lagoas. Gostou da cidade dos lagos encantados, fez parceria com a Rede Padrão de Comunicação e acabou fixando residência e hoje, Sete Lagoas está sendo o ponto de partida para novos empreendimentos fotográficos do artista. Do seu curriculo constam mais de 100 exposições realizadas no país e até em Montreal, Canadá. Milhares de fotos inseridas em cartões-postais, calendários, guias telefônicos, livros, revistas e jornais, dentre outras produções. A exposição pode ser conferida até 23 de setembro, lembrando que essa é a 13ª mostra do fotógrafo em Sete Lagoas.
Fonte: www.mauriciocardim.com.br

Homenagem a São Paulo nos leva ao túnel do tempo

Kobra revive a cidade do início do século passado na Exposição “Memórias de São Paulo” de 27 de agosto a 28 de outubro.

A partir do dia 28  de agosto, quem for a Praça Benedito Calixto, 179 terá a impressão que entrou no túnel do tempo. Provavelmente, os visitantes que tiverem menos de 50 anos farão um agradável e exploratório passeio ao passado, os que estão acima desta faixa terão um convide visual para reviver momentos e recordações. A sessão nostalgia será proporcionada pela exposição “Memórias de São Paulo” sob a curadoria de D’ Xavier, exibirá oito painéis com 3m² retratando cenas do cotidiano de São Paulo do início do século passado, pintados pelo artista plástico Eduardo Kobra. Sob as mãos do Kobra, as obras parecem criar vida e as cenas retratadas parecem reais. Isto só é possível porque o artista desenvolveu uma técnica que mistura o traço da aerografia com a inspiração, na pintura, do moderno grafite, rico em sombra, luz e brilho. O resultado são peças tridimensionais, que permitem ao público interagir com a obra.

A exposição é parte do projeto “Muro das Memórias”, que tem por objetivo transformar a paisagem urbana através da arte. “É uma mistura de nostalgia e modernidade, por meio de reprodução de imagens do inicio do século em muros da cidade. Já entreguei quatro murais, localizados nas Avenidas Sumaré, Helio Pelegrino, Rangel Pestana e Henrique Schaumann e pretendo pintar mais seis muros até o final do ano”, declara Kobra. {foto: Imagem de uma das telas da exposição, retratando a Rua Direita em 1905, foto do livro Lembranças de São Paulo de João Gerodetti e Carlos Cornejo. O mural está reproduzido na Rua Hélio Pelegrino, nº 1200}.

Exposição “Memórias de São Paulo”

Local: Restaurante Bendito Grill -
Praça Benedito Calixto, 179 – Pinheiros – Tel. 3086 4022
Apoio Cultural: O AUTOR NA PRAÇA

 

“Era São Paulo”, de Laerte Agnelli

Espaço Cultural BM&F abre Mostra “Era São Paulo”, de Laerte Agnelli

O Espaço Cultural BM&F abre, dia 26 de junho próximo, a mostra ‘Era São Paulo’, coleção de Laerte Agnelli. Estarão expostas 12 telas (óleo sobre tela) circulares (1,40m de diâmetro), evocando a cidade de São Paulo de tempos passados, uma era e seu estilo de vida (Era Fácil Estacionar; Era Confortável o Meu Trem; Era Sagrada a Missa de Domingo são algumas das telas que farão parte da exposição).


Além destas, a mostra traz mais 40 pequenas telas, pintadas em discos de vinil (guaches) – “saudades da elegância dos gramofones, das 33 rotações, do manuseio dos álbuns”, como diz o artista. ‘Era São Paulo’ fica aberta até 20 de julho próximo. O Espaço Cultural BM&F, localizado no hall de entrada da Bolsa de Mercadorias & Futuros (Praça Antonio Prado, 48, Centro), fica aberto de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 18h00. Visitas monitoradas – das 10h00 às 17h00 – podem ser agendadas por fone (11 3119-2404).
FONTE> Fátima Lopes Assessoria de Imprensa  BM&F

 

 

Exposição e vendas "Gravuras Internacionais`"


A mostra acontece a partir de 10 de julho de 2007, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud apresentaráa exposição Gravuras Internacionais, com obras de Aro, Juan Miró³, Mondrian, Herbin, Soto, Cruz-Diez e outros. A excessão da mostra é Mary Vieira, artista brasileira radicada na Suiça onde trabalhou com Max Bill, cuja obra são internacionalmente reconhecida e prestigiada. Os preços das gravuras dos artistas variam entre R$ 1.100,00 e R$ 16.900,00.

Exposição
Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 11h às 15h, entrada franca.
Gabinete de Arte Raquel Arnaud
Rua Arthur Azevedo, 401
São Paulo - SP
Fone: 11 3083-6322
www.raquelarnaud.com
acesso para deficientes

Informações para a imprensa
Canal Aberto [11]6914 0770/ 9126 0425 / Márcia Marques
www.canalaberto.com.br

 

Junho 12, 2007:  Exposição Fé, engenho e arte


A mostra Aleijadinho e seu Tempo, prometida para a segunda quinzena de julho em São Paulo, promove um passeio pelas Minas Gerais do século XVIII, é o que propõe esta exposição com 200 peças de arte dos mestres do Barroco mineiro e paisagistas como Debret, Rugenda e fotografias por exemplo Marc Ferrez.

A mostra que já foi apresentada em Brasília/DF, com recorde de público, de 13 de março a 10 de junho, está prometida para chegar à São Paulo no início de julho. Trata-se de uma visita pelas obras de um dos mais férteis períodos da história brasileira, guiado pela arte de seus grandes mestres. Entre estatuária, objetos sacros, oratórios, desenhos, mapas, peças de ouro e fotografias, distribuídos em 11 módulos. O visitante tem a oportunidade de claramente perceber a inserção de Minas Gerais no contexto do século 18, não só no Brasil mas no mundo, tudo isso através de mapas da época, objetos utilizados pelo comércio, gravuras criadas pelos primeiros artistas que registraram a região, pela arte de Aleijadinho [1738 / 1814 ] e alguns de seus contemporâneos. Fotografias feitas anos depois, por pioneiros como Marc Ferrez e Marcel Gautherot, são imagens reveladoras e surpreendentes que emocionam o povo. Também fotos da paisagem mineira, além de documentários de média e longa-metragem enriquecem a à mostra, que tem como idéia levar o espectador a compreender o ambiente religioso no qual a arte de Aleijadinho e seus contemporâneos se forjou.


Há uma inserção do visitante no contexto no qual Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, viveu e desenvolveu sua arte. As paisagens da região de por gravuras artistas como Johann Rugendas, H. Burmeister, Spix, Von Martius, Jean-Baptiste Debret entre outros que por aqui estiveram em missões artísticas-científicas. Publicações da época, algumas com referenciais, como o antológico Triunfo Eucarístico, escrito em 1733 por Simão Ferreira Machado, onde descreve a inauguração festiva da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar, de Vila Rica [Ouro Preto]. A exposição também mostrará Os 7 passos da Paixão de Cristo e os 12 Profetas em projeção panorâmica, com 81 imagens de grande escala das cenas da paixão. Ainda no mesmo núcleo estão réplicas menores, em pedra sabão, dos 12 Profetas. As estações da Paixão - 64 imagens de cedro, realizadas entre 1796 e 1799, representam a Ceia, Jesus no Horto, a prisão, a flagelação e a coroação de espinhos, a cruz às costas e a crucificação. Aos pintores Manuel da Costa Ataíde e Francisco Xavier Carneiro coube a policromia das esculturas. [Visite mais artes no sitio da Formas&Meios, www.formasemeios.blogs.sapo.pt , o brasileiro mais acessado na Europa]

Prometida para: 2ª quinzena de julho de 2007
Onde? Rua Álvares Penteado, 112 -Centro /SP
Visitação: de terça a domingo - das 9h00 às 20h00
[11 / 3113-3651 / 3113-3652

2007/07/03  Austral de Magdalena Correa estréia em 3 de agosto

Museu da Casa Brasileira abre a mostra Austral com fotos e vídeo da natureza desafiante da Patagônia, revelando todo seu isolamento.

A exposição Austral, com fotos e vídeo da artista plástica e fotógrafa Magdalena Correa, a ser aberta no Museu da Casa Brasileira no dia 3 de agosto, traz a força marcante da paisagem, revelando os rastros da luta pela sobrevivência e para sair do isolamento que a desafiante presença da natureza provoca na região mais austral de Chile, a Patagônia [Argentina]. São 12 fotos com back light, mais uma de 3 x 3 metros em preto e branco, e um vídeo sobre a Patagônia, produzidos ao longo de uma estada de um ano, de dezembro de 2004 a janeiro de 2005. As imagens nos revelam uma geografia de bosques impenetráveis, lagos, montanhas e glaciares, atravessada em toda sua extensão pela tímida presença da Estrada Austral, onde subsiste uma comunidade humana em condições extremas.

Durante o tempo em que vivi na região austral, conta Magdalena Correa, nascida no Chile e residente em Barcelona, “registrei a tentativa desesperada de seus habitantes e de sua geografia de romper com o isolamento e a impossibilidade de comunicação entre eles e o resto do país. Realização do Museu da Casa Brasileira em conjunto com o Consulado Geral do Chile em São Paulo e o Instituto Cervantes, a mostra já esteve em Roma, Burgos, Madri e Barcelona. Num primeiro momento, podemos nos surpreender com a beleza áspera de suas imagens e a forte presença da natureza”, diz um dos textos de introdução ao livro Austral, editado pelo Instituto de Cultura de Barcelona (2006, 357 páginas), com fotos de Magdalena Correa, que pode ser adquirido pelo site www.cabdeburgos.es e contacta@cabdeburgos.com. Mas imediatamente percebemos pequenos contrapontos que nos remetem, sobretudo através de algumas solitárias casas e cabanas, a uma sobrevivência humana extremamente difícil mas não isenta de dignidade.


Faz parte do livro uma entrevista de Magdalena Correa concedida a Menene Gras Balaguer, curadora da mostra em Barcelona. Ela conta como surgiu a idéia de seu projeto na Patagônia. Há alguns anos viajei a Coyhaique e conheci vagamente seus arredores. Sua gente e sua natureza monumental ficaram em minha memória como uma etapa que não estava finalizada. Apesar de ter viajado com minha câmera, nesse momento era apenas uma aluna do primeiro ano em Belas Artes e me orientava mais por meu instinto do que por um objetivo claro e preciso. A necessidade de viver na região austral do Chile foi aumentando cada vez mais, mas a expedição só foi realizada após outros projetos e muitos anos depois da visita a Coyhaique, uma das principais cidades da região. Magdalena Correa diz que o objetivo era a investigação muito mais do que apenas uma exploração visual. Queria que fosse uma denúncia, um testemunho e um chamamento diante de uma situação inaceitável: o isolamento, a precariedade e o esquecimento em que se encontram as milhares de pessoas que formam parte do território de Aysén. Queria que minhas fotos e meu vídeo se convertesse numa ferramenta de difusão e expansão cultural para um povo que está no esquecimento, cuja monumentalidade está em sua gente e nos caprichos da uma natureza incontrolável. A autora também fala sobre os motivos que a levaram a registrar sua expedição em fotos e em vídeo. Ambos se identificam com o trabalho que quis realizar, diz Magdalena Correa. São linguagens que perseguem os mesmos objetivos com diferentes metodologias. Ambas procuram reter o instante, o momento. A fotografia capta o sopro da vida, um instante preciso. O vídeo, ao contrário, capta a energia do movimento, a vida, a conjunção de milhares de ações. A fotografia capta a morte, o vídeo a vida.


Serviço

Exposição: Austral

Visitação: de 3 de agosto a 16 de setembro, de terça a domingo, das 10h às 18h
Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727
Jardim Paulistano São Paulo

Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 Domingo sempre gratuito
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas monitoradas : 3032-2564 Email
agendamentomcb@terra.com.br


Site: www.mcb.sp.gov.br 

Informações para a imprensa:
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana /
menezescom@uol.com.br

 

 

 

 Cartas constitucionais, Exposição no STF

Cartas constitucionais, artes e documentos que fazem parte da história do Brasil encontram-se em exposição no STF. A mostra tem caráter itinerante.

A exposição sobre constitutição e acervo do STF, abre temporada de comemorações do Bicentenário de independência da justiça no País. “As Constituições Brasileiras”, foi organizada e montada pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e pelo Supremo Tribunal Federal. A mostra estréia dia 23 de maio e segue até o dia 23 de agosto, é dividida em três espaços: na Praça dos Três Poderes,/ Palácio do Planalto, Supremo Tribunal Federal e Congresso Nacional. A idéia partiu da presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministra Ellen Gracie, e a curadoria ficou por conta do ex-presidente do STF [ Superior Tribunal Federal ] ministro Nelson Jobim. Cada um desses espaços abrigará um grupo entre duas a três das sete cartas constitucionais do País, que foram selecionadas e agrupadas por suas características, suas épocas e principalmente, por seus momentos. Histórica, a primeira Constituição brasileira foi datada de 1824, instituindo um quarto poder, chamado de Moderador, que interferia com grande influência nos três outros poderes: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.
 
A Constituição de 24 também estará na exibição no STF, juntamente com a carta de 1891, marcada pelo momento político e social quando da Proclamação da República. Escolas da rede pública poderão visitar a mostra com total apoio da FAAP, que fornecerá ônibus para o transporte dos alunos e monitores especializados para acompanhar os grupos na visita. O apoio é somente para Brasília. "A intenção desta mostra é a de proporcionar aos brasileiros conhecer a história do país. Também espero que cada estado se interesse por ela e a leve", disse Ellen Grace, ministra-presidente do STF. [Fotos: www.stf.gov.com.br / ministro Maurício Corrêa em destaque]

Serviços:
As Constituições Brasileiras

Locais: Supremo Tribunal Federal
Visitação: domingo a domingo, de 10h a 18h ;
Palácio do Planalto de segunda a sexta, de 9h a 18h e
domingos e feriados, de 9h30 a 15h)
Salão Negro do Congresso Nacional - de domingo a domingo, de 9h30 a 17h00
Quando: de 23 / 05 a 23 / 08 [ 61 ] 3242.1095
Entrada Franca
  

 "Pinhal do Alheamento"


O Museu da Casa Brasileira, da Secretaria de Estado da Cultura, abre a exposição Pinhal do Alheamento no dia 15 de maio, às 19h, com vídeo instalação e fotos de uma fazenda fundada na primeira metade do século 19, no interior de São Paulo.

Com curadoria de Helena Carvalhosa, a mostra traz fotos que retratam a Fazenda Pinhal em diferentes períodos e sua transformação através dos tempos. Patrimônio histórico nacional, tombado pelo Ministério da Cultura em 1987, deu origem à cidade de São Carlos, anteriormente São Carlos do Pinhal. As fotos são de autoria de G. Gaensly, de 1910, Thomas Farkas, Helga Ancona, Bruno Weis, Mario Moreira Leite, André Penteado, entre outros. A fazenda tem um pomar plantado em 1880 pela condessa do Pinhal, inspirado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que é tema de um vídeo instalação de autoria de Helena Carvalhosa, bisneta da condessa, e Inês Cardoso. O vídeo revela a beleza de um jardim frutífero, onde natureza e história se juntam: árvores centenárias, musgos, caminhos de água, presenças atemporais de pessoas que percorreram este caminho. Obra do homem que se fez pomar, parque, jardim. O imenso e maravilhoso pomar, irrigado por caminhos d’água, é um verdadeiro parque com ruas de musgo, bambus-gigantes e palmeiras imperiais. As alamedas de jabuticabeiras e mangueiras impressionam pela beleza e grandeza.

O conjunto da Fazenda Pinhal compreende a casa grande, os terreiros, a tulha, o pomar, a antiga senzala, pastos, plantações, dois ribeirões e mata nativa. O conjunto arquitetônico representativo do segundo ciclo do café (1850) integra-se em uma exuberante natureza e paisagismo. A casa grande impõe-se pela sobriedade e amplidão de suas salas, alcovas, quartos e capela. É um sólido casarão de taipa de pilão e taipa de mão firmemente assentado no solo, cuidado há oito gerações pela mesma família para preservar este raríssimo marco da arquitetura colonial do início de século XIX, contendo todo acervo de época. Em 6 de dezembro de 1831, Carlos José Botelho, o Botelhão, pai do conde do Pinhal, fez demarcar as terras do Pinhal, constrói a casa grande e inicia, no final da década, a primeira plantação de café.

Os enormes terreiros de café onde escravos e colonos trabalharam, ficam entre a casa grande e a senzala. É um portal no qual a história do Brasil se reflete, criando a possibilidade mágica de se transportar para o tempo dos carros de boi e carruagens, quando a fazenda vivia o auge da época do café. O nome dado à fazenda Pinhal é uma clara referência à abundante vegetação de araucárias do local. Antes habitada por indígenas da nação goianá, (foram encontradas nas proximidades da Fazenda Pinhal vestígios de cemitério e objetos, indicando aldeia destes nativos), a região permaneceu indevassada nos séculos do bandeirismo porque a penetração para o interior se fazia por caminhos mais fáceis. [Foto: Mário M. Leite]

A Fazenda Pinhal está aberta à visitação pública, inclusive com monitoria. Informações pelo site www.fazendapinhal.com.br


Serviço
Exposição: Pinhal do alheamento
Visitação: de 16 de maio a 17 de junho
De terça a domingo, das 10h às 18h
Site: www.mcb.sp.gov.br  - Tel. 11 3032-3727
Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 -

Informações para a imprensa:

Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br
EDITORIAS:
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