Revelando, imortalizando histórias e talentos
9.6.07

 Ivan Dourado é poeta, compositor e faz jús ao sobrenome de poeta; é só conferir um dos poemas.

O Som do Amor Iva Dourado é poeta, compositor e tem sobrenome de poeta; é só conferir um dos poemas.

Eu ouço o toque do coração,quando ele bate no violão.
Ai eu sei oque vou tocar,pela saudade de te esperar.
Então começo a dedilhar,em um simples gesto de me expressar.
O meu carinho que por vc,a cada dia tende a crescer.

Será mais uma iluzão?Virou amor?Uma paixão?
Não me preocupo com isso não,já consultei o coração.
E oque ele disse me acalmou,meu sentimento revelou.
Pois a paixão que existia,virou amor eu não sabia.

Ouço sua voz na imencidão,me ajudando nessa canção
Hoje cantamos para não lembrar,que a saudade nos faz calar...

Ouço sua voz na imencidão,me ajudando nesse refão
Hoje cantamos para esquecer,que a distancia nos faz sofrer...
[Ivan 11/02/96]

 Sobre Ivan

 

Eu tenho 28 anos nasci dia 15/01/79  

Adoro musica , praia e futebol

Minha cor preferida é o azul

Meu signo é capricórnio

Meu filme preferido é  o ultimo dos moicanos

Meu time do coração é o são paulo

 

Biblioteca fantasma : só podeia ser em Brasília


Inaugurada duas vezes no mesmo ano e nem assim funciona. O projeto de Oscar Niemeyer foi desestruturado em vários pontos.

Com projeto de Oscar Niemeyer e distante da Catedral apenas 500 metros, a Biblioteca Nacional de Brasília foi inaugurada duas vezes no ano passado e, nem assim, funciona. O prédio é apenas mais um cartão-postal do Distrito Federal. Desde sua inauguração, dos 250 mil livros necessários apenas 10 mil foram doados, mas este não é o maior problema. Gerida pelo governo do Distrito Federal, forma junto com o Museu Nacional o denominado Conjunto Cultural da República, cuja biblioteca custou R$ 45 milhões de um total de R$ 130 milhões do complexo cultural, inaugurado pelo então governador Joaquim Roriz, em 31 de março de 2006, que envolvido em escândalo após deixar o cargo elegeu-se senador para fugir das punições. Sua sucessora Maria de Lourdes Abadia também tirou sua casquinha e reinaugurou a biblioteca com honras presidenciais, ou seja com a presença de seu companheiro de PT, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 15 de dezembro do mesmo ano. A verdade é que em nenhum momento o prédio parece ter sido projetado para ser uma biblioteca, pois não tem condições necessárias para abrigar livros. Há erros primários no feitio dos compartimentos como o excesso de entrada sol. Os cabogós, blocos vazados, foram feitos mais abertos o que desvirtua o projeto original de Niemeyer, foi o que informou a Secretaria de Cultura do DF. Também disseram que a intenção seria economizar.

Saco sem fundo

Agora, somente R$ 10 milhões podem resolver a situação do descaso com o dinheiro público. Buscando uma solução rápida foram colocadas películas escuras nos 1700 m² nas partes de vidros. Porém, uma licitação já está a caminho para os próximos dias, informou o diretor Antônio Miranda. É um prédio dotado de total ausência e inadeqüação para uma biblioteca e escancara mais uma vez o quanto o dinheiro público é utilizado de forma errônea pelos dirigentes deste país. Até o sistema Sprinkler[esguichos de água] contra incêndio será trocado pois fora feito de modo inadeqüado. E assim vários outros itens serão corrigidos. Enquanto isso a população paga a conta: R$ 125 mil de energia e mais nove empregados. Como é natural, o jogo de empurra empurra não poderia ficar de fora: José Roberto Arruda [DEM]que assumiu em janeiro de 2007 culpa Joaquim roriz [PMDB] e Abadia. Enquanto isso o povo continua sendo privado de usufruir dos quatro andares, 120 mil metros de extensão e 10 mil m² de área util. Pelo menos o museu funciona, o que não isenta suas culpas, caso contrário seriam apenas mais dois esqueletos de obras urbanos. Niemeyer que completará 100 anos no dia 15 de dezembro de 2007, ficou sabendo das alterações no seu projeto mas não quis polemizar. Ficou apenas surpreso.

 

Revelando São Paulo

 

 

O evento é oportuno para se conhecer manifestações espontâneas feitas por homens e mulheres do povo que talvez nunca tenham freqüentado escolas de arte, e vêem nele, antes de mais nada, um trabalho, modo de vida e de sobrevivência.

Criado em 1997 para mostrar a diversidade cultural existentes nos municipios paulistas e promover o encontro entre o rural e o urbano. Danças, Músicas regionais, artesanato, culinária, religiosidade e muitas outras culturas que caracterizam o interior paulista. O maior evento cultural do Estado em sua XI, mantém os 180 municpios e uma média de 490 expositores, que tem como principal função identificar, congregar e dar expressão à cultura tradicional nos seus diferentes estilos. O Festival da Cultura Paulista Tradicional é o grande momento onde o resultado de esforços é oferecido à população da Capital. O evento tem a participação massiva dos municípios que apresentam como anda a cultura nas regiões como artesanato, manifestações folclóricas como o Jongo, o Batuque, o Samba de Caboclo, o Samba de Roda, os Maracatus, Cavalhadas, Artes Plásticas,Tambor Congo e a Culinária. O desfile de tropas de mulas, carros de bois, carreiros e tropeiros dão ao festival ares interioranos. Estima-se que mais de meio mulhão de visitantes apareçam no Parque Dr. Fernando Costa { Água Branca - Zona Oeste] para provarem das guloseimas e apreciar artesanatos de raiz prodzidos nas regiões participantes. O Revelando São Paulo é o momento de encontro com a herança de gerações, onde a cultura popular sobrevive a movimentos artísticos, geralmente desvirtuados, e atravessa os séculos revelando o modo de viver dessas comunidades, seus hábitos, relações sociais e suas ligações com o profano, fantasias e mitos imbuídos de autenticidade.

Programação abertura

O primeiro dia do evento, 8 de Setembro { Domingo } abre com Cerimônia da Paz - Por uma Década de Cultura de Paz, cujo cortejo contará com grupos rituais, tropas de mulas e tropeiros e o levantamento dos Mastros dos santos homenageados. Às 10h30 terá início uma Cerimônia Inter-religiosa - Comitê Paulista para a Década de Cultura da Paz, URI (Iniciativa das Religiões Unidas), Conselho Parlamentar para uma Cultura da Paz. Já a Chegada Solene de N. Sra. Aparecida de helicóptero e a Cerimônia de recepção acontecerá por volta das 11h30, seguida pelo Levantamento dos mastros de São Benedito, Santo Antônio, Divino e Bom Jesus, no Parque da Fernando Costa, que em sua grande arena recebe a entronização da Imagem de Nossa Senhora no espaço da festa.

A festa despede-se de São Paulo com desfile e cortejo dos grupos rituais e no dia 16 de setembro, e acontecerão Corrida de Cavalhadas (Arena), encontro de caminheiros - com concentração no Largo do Paissandu, Igreja de N. Sra. do Rosário dos Homens Pretos. No Memorial da América Latina: Congos, Moçambiques e Reinados de Congos de São Paulo. E na Igreja de Nossa Senhora do Ó, acontecerá a concentração de romeiros, cavaleiros , carros de bois, carruagens. A escolha do casal Rei Congo e Rainha Congo 2007/2008, com candidatos indicados pelos grupos de Congo e Moçambique. A imagem da Nossa Senhora Aparecida receberá as homenagens finais de seus devotos, e retornará à cidade de origem, no Vale do Paraíba. [Francisco Martins / Fausto Visconde } [Reportagem publicada na versão impressa de www.jornalnovastecnicas.com.br , setembro 2007, um dos mais conceituados na área de artes e cultura e artesanato do País].



Revelando São Paulo
08 a 16 de setembro - das 9h00 às 22h00
Parque da Água Branca
Av. Francisco Matarazzo, 445 - SP
{11] 3311-8887 - www.brazilsite.com.br

 

 

CEM ANOS SOLANO TRINDADE

Festival de teatro e monumento em homenagem ao centenário do poeta recifense Solano Trindade, no Embu das Artes - São Paulo. Pernambuco também prestou homenagem ao poeta.

 

 O evento é realizado pela Prefeitura de Embu das Artes e o Teatro Popular Solano Trindade realizam o nos dias 21 e 22 de julho, na Avenida São Paulo, 100 - centro. Serão montados no local dois palcos, onde ocorrerão shows musicais e manifestações culturais que compõem o evento.A inauguração de um monumento em homenagem ao poeta, teatrólogo, pintor, ator e cineasta e folclorista, foi confeccionado pelo escultor Jofre dos Santos. Dando mais ênfase ao centenário de Trindade, também acontecerão exposição de Arte Negra e saraus. A abertura oficial do festival está previsto pars o 21, às 11h, com participação de autoridades e convidados. Socialista, Solano Trindade saiu do Recife e foi morar no Rio de Janeiro, onde fundou o Teatro Popular Brasileiro em 1950, junto com a esposa Margarida, que era terapeuta ocupacional, e o sociólogo Edson Carneiro. Cinco anos depois, viajou com seu teatro para a Polônia e a antiga Tchecoslováquia. Em 1961, o grupo apresentou-se em São Paulo, e foi convidado pelo escultor Assis do Embu para conhecer Embu, onde viveu até 1973.

Nascido em Recife no ano de 1908, filho de um sapateiro, Manuel Abílio e da quituteira Emerenciana. Solano Trindade casou-se com Margarida e tiveram quatro filhos: Godiva, Raquel, Liberto e Francisco Solano. Além do Rio de Janeiro, ele também levou suas influências para outros estados como por exemplo Minas, Rio Grande do Sul e São Paulo. Sua carreira se deu no início dos anos 1960, junto com outros artistas, na cidade do Embu, região metropolitana de São Paulo. O núcleo cultural que contribuiu para o batismo de "Embu das Artes", foi fundado por sua filha Raquel Trindade, e que mantém ate os dias de hoje um grupo de teatro popular que leva o nome do pai. Como poeta, Solano Trindade cativou muita gente boa e, destre os de maior destaque está "Tem Gente com Fome" provavelmente seu maior exito como poeta, é elogiado, foi até musicado em 1975 pelo grupo de maior destaque na época, Secos & Molhados, de Ney Matogrosso. O poema sofreu censura nos anos 1980 quando Ney Matogrosso, saiu em carreira solo e incluiu a musica em seu disco. Outro poema, também bastante difundido. Existem outros poemas não menos importantes como o Canto da Liberdade. Trindade faleceu no ano de 1974, no dia 19 de fevereiro, no Rio de Janeiro. [Foto por Mauro Noday]
SERVIÇO: Centenário Solano Trindade
Dias 21 e 22 de Julho
Entrada Gratuita

Mais informações
www.embu.sp.gov.br

 

Orlando Villas Bôas: o encantador de gente

Ele suportou doenças como malária, picadas de insetos e as intempéries do tempo chuva e calor e a falta das comodidades mínimas urbanas para defender os direitos dos índios. "A cultura índigena representa um valor humano essêncial que, também deveria ser protegida".

Conquistar os direitos dos povos em um país cuja meta é o desenvolviemnto econômico, onde existem quadros de desigualdades sociais, talvez não haja no mundo algo muito semelhante aos fatos deste sertanista bem-sucedido no terreno financeiro e profissional. Sua autobiografia, Editora FTD, nos dá sensação de contemplar um monumento à humanidade. Os irmãos Villas Bôas começaram sua trajetória no sertão no período da ditadura Vargas, 1943. Porém, foi três anos antes da ditadura militar que aconteceu o seu maior feito, O Parque Indígena do Xingu, em 1961 criado no governo de pouco mais de seis meses de Jânio Quadros. Juntamente com seus irmãos Leonardo e Cláudio, orlando empenhou-se sem descanço durante seis décadas para mostrar a necessidade de política pública e o inestimável valor dos índios. Foi um trabalho continuado o realizado por ele, como também foram multíplas as qualidades e tarefas. Ele tinha habilidade no tato político, pois sabia que não seria o bastante ter idéias pouco compreendidas. por exemplo, para manter o parque seria preciso preservar fronteiras e vidas, vigiá-las. Era um confronto de interesses graúdos aos índios. Porém, sua firmeza e paciência para contornar situações incômodas, atravessando períodos autoritários e vários partidos políticos não devem ser substimadas. Um outro fato da vida de Orlando, foi o deslumbramento com os povos indígenas; um tipo de vida diferente da nossa, um povo solidário, comunitário, lúdico e artísticos. Tudo isso inserido à natureza e ao que é belo, como ele mesmo disse. Enquanto muitos rejeitaram e condenaram fingiam investigar e mergulhar nos costumes, orlando Villas Bôas, viu alí surgir pouco à pouco de dentro do verde inúmeros povos camuflados, em algumas ocasiões ameaçadores, mas logo mostravam sua grandeza e hospitalidade. Foi onde apaixonou-se por eles, e sua defesa em prol foi visceral, como da própria vida. Ele não se limitou apenas em buscar algo que livros já descreviam; soube lidar com os anseios e reivindicações dos nativos. Etnias fadadas ao desaparecimento no Alto Xingu como Matipu, Nahukwá, Trumai e Tixikão, e no Médio Xingu os Suyá, Juruna e Kayabi todos passaram por processo semelhantes, a proteção de Orlando.

Todos os índios do Xingu são conscientes da importância do trabalho realizado pelo sertanista. Os três irmãos: Orlando, Cláudio e Leonardo mantinham contato com o melhor da antropologia dos meados do século XX, pertenciam a um grupo intelectual raro, e ainda convidavam a participar de suas tarefas colegas como Darcy Ribeiro, e o médico Noel Nutels, este grupo foi responsável pela idéia de que a terra deveria ser preservada, como condição para garantia da vida dos índios. Coube aos Villas Boas, participar da elaboração deste princípio, e defender um mundo de povos desconhecidos. Dos três irmãos Orlando era quem mais circulava pelos meios civilizados, sensibilizando a todos que podia para defender os territórios indígenas. Enquanto isso os outros dois e sua esposa Marina, ficavam a postos para qualquer emergência.

Villas Bôas analfabetos

Ao se alistarem como trabalhador braçal na Fundação Brasil Central, os irmãos eram movidos inicialmente pelo espírito de aventura. Tornaram-se integrantes da Expedição Roncador - Xingu criada em 1943 com doações do governo paulista. Eles fingiram serem analfabetos e como tal foram admitidos. Em seis anos assumiram a chefia e, entregaram à Força Aérea Brasileira a rota que tornou possível ligação direta entre o Rio de Janeiro - Manaus. Tornam-se amigos de Gama Malcher [Serviço de Proteção aos índios] de Darcy Ribeiro, e Noel Nutels, fundador da rede de proteção sanitária da frente indígena, tendo no cume da pirâmide, a figura extraordinária de Cândido Mariano Rondon - o Marechal Rondon. Na cidade de Botucatu [bons ares em tupy] eles eram como qualquer outra criança que brinca, salta o quintal do vizinho para pegar frutas. A rua General Jardim foi sua última morada, mas é o largo em frente ao hospital que Misericórdia Botucatuense deixaram mais saudades. Porem, Orlando nasceu em Santa Cruz do rio Pardo, aos 12 de janeiro de 1914, o filho mais velho de Agnello e Arlinda. Quando tinha seis anos sua família muda-se para São Paulo / capital, acompanhando seu pai que, mesmo não sendo formado em direito, prestara um concurso e passou para o cargo de advogado provisionado, e poderia atuar no juízo da comarca. Orlandou estudou no Colégio Paulista, do afamado professor Rocha Campos, localizado na rua Brigadeiro Luís Antônio, próximo sua casa, na rua Genebra. Durante os meses de junho e julho, ele exercia uma função nada gloriosa, era capitão da "quadrilha" grupos rivais que brigavam, principalmente por causa dos balões. Guardou lembranças também da revolução de 1924, quando estudava no Externato Mattoso, no Largo do Arouche, onde ao passar viu a fachada da escola ser crivada por tiros.

Viagem através do mapa

Porem, com a morte de seu pai em 1940, mantenedor de seu pró-labore, Orlando mudara-se com os irmãos para a rua Teodoro Sampaio, região oeste paulistana, e foi trabalhar na Standard Oil do Brasil. Não deu para se manter por lá, mudara-se novamente, desta vez para uma pensão na rua Bento Freitas - esquina com a Marquês de Itu, região central. Neste período seu irmão Cláudio comprou um mapa do Brasil onde eles costumavam "viajar" todas às noites. A morte de seus pais foi um convite para aquele mundo distante, a Amazônia. Resolveu deixar de maneira brusca seu trabalho; não se despediu de ninguém. Pegou suas malas e rumou para estação, antes passou pelo Hotel Esplanada para falar ao ministro João Alberto, sobre possibilidades de ser incluído entre os contratados da expedição. O ministro disse sim. Pegou o trêm rumo a Uberlândia/MG, e de lá foi para Goiânia. Em uma jardineira seguiu até Goiás Velho, onde estudavam saída para o Araguáia. Os três irmãos remaram 23 dias subindo o rio. Após quase seis meses de caminhada por campos, matas e charcos eles chegaram ao fim da primeira etapa, 1945, chegaram na serra do Roncador. O primeiro contato foi com os índios Kalapalo e em seguída com os Kuikuro, Aweti entre outros. A partir daí toda comunidade indígena sabe da história humanitária de Orlando e seus irmãos. Em 2003, como sempre fazia, convidou os amigos para o Kuarup do Orlando, era a última homenagem dos índios do Parque, pois viria a falecer no dia 12 de dezembro, de falência multíplas dos órgãos. [AgênciaFM]

Livro cortesia: Papelaria Estadão
Viaduto 9 de julho, 172
papelariaestadao@uol.com.br
Fone: 11 / 3231-1110

 

Câmara dos deputados lança Edital 2008 ATÉ 31/10

Câmara lança Agenda Cultural 2008, edital para Artes Plásticas e Fotografia inscrições abertas a partir de 1º de agosto á 31 de outubro de 2007.

As inscrições para a Agenda Cultural 2008 do ESPAÇO CULTURAL DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, que tem como objetivo proporcionar à sociedade eventos de valor cultural, com a participação de artistas consagrados e de novos talentos da arte contemporânea.
Os artistas e/ou produtores interessados em apresentar projetos para exposições individuais ou coletivas de artes plásticas e fotografia, nos espaços da Câmara dos Deputados em Brasília, deverão inscrever-se mediante o envio de dossiê. Terão preferência, na seleção, artistas cujos trabalhos não foram apresentados no ano anterior. A solicitação deverá ser feita através de formulário devidamente preenchido, com currículo sucinto do artista, limitado à sua formação artística, Termo de Responsabilidade e Autorização de Veiculação de Imagem assinados pelo responsável direto. Para comprovar currículo envie o material de exposições anteriores como recortes de jornal, críticas da imprensa, fotos, catálogos entre outros. Mande também fotos ou xerox coloridas dos trabalhos a ser realizado, no mínimo de 4 e máximo de 10 em tamanho mínimo: 10x15 e máximo A4, das obras que sejam representativas do estilo/técnica a ser usada na exposição. As fotos deverão estar identificadas com título da obra, data, técnica e dimensões. A proposta da exposição deverá mencionar técnica, materiais utilizados, dimensões e quantidades aproximadas das obras. Caberá ao Espaço Cultural a definição do período e a indicação final do espaço, tendo em vista as particularidades de cada ambiente. Atenção para os trabalhos experimentais que se utilizem de suportes especiais ou materias não convencionais, deverão acompanhar croqui demosntrando sua montagem ou manuseio. Cada artista que utilizar as dependências da Casa para apresentar seus trabalhos deverá destinar, gratuitamente e em caráter definitivo, uma das obras expostas, a ser selecionada pela Comissão de Seleção de Obras de Arte da Câmara dos Deputados, bem como ceder o direito de uso de imagem da mesma. A doação será feita mediante termo próprio, ao qual será anexado o respectivo certificado de autenticidade da obra

DOCUMENTAÇÃO

Cópia do Documento de Identidade e CPF; ou no caso de representante legal, cópia do Documento de Identidade e CPF, bem como procuração do artista com assinatura em cartório.

ENTREGA

O dossiê e a ficha de inscrição preenchida deverão ser entregues em envelope ou embalagem apropriada, com o nome e endereço completo do remetente, diretamente no Espaço Cultural ou enviados pelo correio, com data de postagem até o dia 31 de outubro de 2007, inclusive. Não serão aceitas propostas enviadas por e-mail ou  fax. {Foto ilustrativa por Maurício Cardim

SELEÇÃO

As propostas recebidas ficarão sujeitas à seleção da Comissão Consultiva do Espaço Cultural da Câmara dos Deputados. A seleção da proposta não implicará na garantia de pauta, que só se efetivará com a assinatura do Termo de Responsabilidade de uso dos espaços da Câmara dos Deputados. Os selecionados ficam impedidos de modificar o projeto apresentado, salvo expressa autorização do Espaço Cultural da Câmara dos Deputados. Os critérios para seleção são Adequação do projeto ao espaço físico. Qualificação do projeto: originalidade, qualidade técnica e contemporaneidade da proposta. Grau de expectativa de interesse do público: projeto inédito, atratividade do tema. Perspectiva histórica e de contribuição ao enriquecimento sócio-cultural da comunidade. Adequação à imagem institucional da Câmara dos Deputados. Já as propostas selecionadas e aprovadas para a pauta 2008 serão comunicados por escrito, com a indicação do local da exposição e deverão obrigatoriamente retornar também por escrito ao Espaço Cultural, confirmando seu interesse em realizar a exposição e a concordância com o ato de doação, sob pena de cancelamento da respectiva pauta. Mais informações: www.camara.gov.br 
[Foto da Câmara por Embratur]

ESPAÇO CULTURAL ZUMBI DOS PALMARES

Palácio do Congresso Nacional
Câmara dos Deputado Anexo I - 21º andar - sala 2109
Brasília - DF -  CEP: 70.160-900
Fones: (61) 3215-8080 e 3215-8081 Fax 3215-8091
Horário de recebimento: de segunda a sexta-feira de 9 às 18 horas

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link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 21:35  ver comentários (4) comentar

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