Revelando, imortalizando histórias e talentos
4.7.07

Sábado, Setembro 15, 2007 Arte brasileira em Bruxelas

Mostra em Bruxelas abre 1ª Bienal de Artes Plásticas do Brasil

Teve início sexta-feira,14 de setembro, em Bruxelas a primeira Bienal de Artes Plásticas Brasileiras. A mostra reúne fotografias, telas, instalações e vídeos de 14 artistas brasileiros todos residentes na Europa. O evento é um projeto da artista plástica brasileira Inêz Oludé, que mora na Bélgica há 31 anos, e tem o apoio da embaixada do Brasil e da subprefeitura do bairro de Saint Gilles. Segundo a artista " países da Europa e dar visibilidade aos artistas brasileiros”, explica Oludé. A tela 'África', [destaque] de Rafael Zanzio, explora as semelhanças entre o Brasil e a África . São 70 obras, que foram selecionadas por dois curadores independentes, e que ocuparão 370 metros quadrados da Casa das Culturas de Saint Gilles, na capital belga, nomes como Sidnei Tendler, César Meneghetti, Marainnita Luzzati, Sergio Ferro, Vera Goulart e Maria Carmem Perlingeiro. A instalação de vídeo do artista César Meneghetti, radicado na Itália, também faz parte da mostra. Na próxima edição, Oludé pretende conseguir uma verba maior para realizar também uma mostra paralela com artistas de outros países.[Foto Divulgação]

A Bienal fica em cartaz em Bruxelas até 30 de setembro.

Tuesday, September 11, 2007 Londres abre mostra de Sebastião Salgado sobre café

Sebastião Salgado documentou o trabalho dos cafeicultores na Etiópia
A Galeria 32, em Londres, abre no dia 11 de setembro uma exposição que documenta a viagem de Sebastião Salgado para fotografar produtores de café em ação no Brasil, na Etiópia, na Guatemala e na Índia. O projeto In Principio tem o objetivo de levar ao conhecimento do grande público o trabalho dos agricultores que produzem a bebida diária de milhões de pessoas. Salgado registrou diversas etapas da produção do café. Desde a colheita até os processos de secagem e seleção dos melhores grãos.

Perfil do Fotógrafo

Sebastião Ribeiro Salgado nasceu em Aimorés - MG, aos 8 de fevereiro de 1944, é um dos mais respeitados fotojornalistas da atualidade. Já foi nomeado como representante especial do UNICEF em 3 de abril de 2001, e dedicou-se a fazer crônicas sobre a vida das pessoas excluídas, trabalho que resultou na publicação de dez livros e realização de várias exposições, tendo recebido vários prêmios e homenagens na Europa e no continente americano. [www.bbc.co.uk
  / Francisco Martins]

A exposição fica em cartaz entre 11 de setembro e 6 de outubro na Galeria 32, localizada na embaixada do Brasil em Londres.

Segunda-feira, Setembro 10, 2007 " À Flor da pele "

Exposição alemã mostra popularização da tatuagem; veja fotos

Uma exposição na cidade de Hamburgo mostra como a tatuagem se popularizou na Alemanha, a ponto de se tornar um adereço comum entre alemães de várias classes e idades. A exposição, que mostra retratos de pessoas de diferentes classes sociais com e sem roupas cobrindo suas tatuagens, se inspirou em dados de um estudo feito pela Universidade de Frankfurt, que conlui que as tatuagens são cada vez mais aceitas socialmente no país. Segundo a psicóloga Aglaja Stirn, da Universidade de Frankfurt, tatuagens já não são usadas somente por grupos específicos de pessoas, mas sim por uma grande parte dos europeus.

O estudo, baseado em uma enquete com mil alemães ente 14 e 90 anos de idade, mostra que hoje em dia a tatuagem já não é um símbolo usado por marinheiros ou prisioneiros, como no passado, mas sim por pessoas comuns de todos os tipos.
Segundo a pesquisa, 41%das mulheres e 27% dos homens alemães até 24 anos têm tatuagens ou piercings. Um em cada cinco homens na faixa de idade de 14 a 44 anos é tatuado. “A maioria das pessoas que se tatuam querem mostrar que tem uma forte personalidade e provocar reações por parte de outras pessoas”, diz a psicóloga.
O estudo inspirou a exposição sobre tatuagens no Museu de Comunicação em Hamburgo, que mostra 20 retratos de grandes dimensões de pessoas nuas e vestidas com pinturas corporais. Entre os retratados estão um vendedor, uma assistente de relações públicas e um técnico de engenharia de máquinas. As imagens do fotógrafo alemão Oli Hege revelam o segredo oculto de pessoas que, à primeira vista, não parecem ser clientes de tatuadores. Marcelo Crescenti - de Frankfurt   -  www.bbcbrasil.com.br

 

Mega exposição para Da Vinci

BRUXELAS -{AgênciaFM} 18 DE AGOSTO - A partir de hoje, Bruxelas receberá a maior exposição sobre Leonardo da Vinci.

Anunciada como sendo "a maior e mais completa já realizada" para o mestre do Renascimento italiano. Leonardo da Vinci: o gênio europeu é mais um dos eventos culturais patrocinados em 2007 pela União Européia em comemoração aos 50 anos da assinatura do Tratado de Roma, que lançou as bases para a formação do bloco. Como disse Pedretti curador da exposição "Da Vinci é uma personalidade que ultrapassa normas e o tempo. Com um espírito que toca a todos e métodos revolucionários, marcou sua época, mas continua a marcar a humanidade com sua modernidade e seu gênio precursor”. A mega exposição está Dividida em quatro temas - o homem, o artista, o engenheiro e o humanista - a exposição reunirá em 3 mil metros quadrados obras originais, maquetes e documentos inéditos do célebre italiano.
Uma novidade é que pela primeira vez o público pode ver a tela Maria Madalena, descoberta em 1929 que faz parte de uma coleção privada e até hoje só era acessível a especialistas. Destaque também para o original do códice no qual o artista reproduz a técnica de vôo dos pássaros, propriedade da Biblioteca de Turim, na Itália. Há convidados especiais como Rafael, Michelangelo, Botticeli e Albrecht Dürer. A mostra está na Basílica de Koekelberg, em Bruxelas, a quinta maior igreja do mundo, onde poderá ser visitada até 15 de março de 2008.

 

 

 Sábado, Agosto 11, 2007 Bansky Vs. Warhol

Mostra compara Mostra compara Banksy a Warhol

Tanto Warhol quanto Banksy exploraram o mote celebridade em sua obra
Uma exposição Warhol vs. Banksy reúne obras do falecido artista americano Andy Warhol e do britânico Banksy, lado a lado na galeria Hospital, em Covent Garden, no centro de Londes. A mostra reúne mais de 40 desenhos e pinturas criados pelo "pai da arte pop" e pelo criativo artista britânico, conhecido por seus grafitis espalhados pelas ruas de cidades da Grã-Bretanha.

Fama, é um dos temas que foram explorados nas obras dos artistas, que através de retratos de celebridades como Kate Moss, Marilyn Monroe ou Grace Kelly. Em uma das comparações mais óbvias da mostra, aparecem as impressões em silk screen de Andy Warhol e Banksy, que retrataram, respectivamente, os ícones Marilyn Monroe (em 1963) e Kate Moss.


A exposição fica em cartaz na galeria Hospital Club fica em cartaz até 1º de setembro e apresenta também uma série de gravuras dos Beatles inédita na Grã-Bretanha.

 

Mostra nos EUA - " Era do Descobrimento "

As conquistas de Portugal nos século XVI - XVII sâo temas de uma das maiores mostras já realizadas no Museu Smithsonian que apresenta, além das conquistas, gafes e impressões do descobrimento. E o Brasil está retratado, é claro.

Washington - Estados Unidos 3 de julho - {AgênciaFM} - O museu Smithsonian, exibe uma megaexposição sobre as conquistas de Portugal nos séculos XVI e XVII. A mostra é composta de 296 obras e divididas em seis alas, sendo uma delas toda dedicada ao Brasil, que destacam um período em que Portugal conquistou ''terras e bens''. Esta exposição é uma das maiores já apresentada no Smithsonian. De acordo com Raby, diretor do museu, a exposição destaca exibe o ''início da era global'', quando o Velho Mundo travou contato com animais e vegetais até então desconhecidos, nativos de vestes e costumes ''exóticos'' e especiarias diversas. Um tempo em que a metrópole portuguesa enriqueceu de forma inimaginável se valendo de recursos do Novo Mundo, mas se deixando também permear por novas práticas e costumes. Em uma primeira visão, a era global foi muito farta em distorções e mal-entendidos, nos quais europeus, como afirma Raby, se maravilharam ''com os encantos vindos da África, Ásia e Brasil''.


Mas a exposição apresenta fatos bem diversos e por exemplos, alguns até bem divertidos, como o retrato do até então pouco conhecido rinoceronte, feito pelo alemão Albrecht Dürer, com o animal portando dois chifres. Foi dessa forma como o animal passou a ser descrito e reproduzido na Europa. Artistas como Albert Eckhout, [holandês] trazido ao Brasil por Maurício de Nassau, compõem pinturas marcadas pela visão idealizada dos nativos e da natureza do Novo Mundo. O célebre retrato da ''Índia Tapuia'', uma indígena posa com ar cândido para Eckhout enquanto carrega em seu cesto um pé humano, supostamente servirá de ingrediente para suas refeições.

Brasil no foco
A ala dedicada ao Brasil apresenta os efeitos dos diferentes períodos da colonização portuguesa, traça um percurso histórico desde o acontecido até o período de seu legado. São murais de madeira mostrando a utilização dos indígenas para a exploração de pau-brasil, chegando até à diferentes peças de arte-sacra emprestadas pelo Mosteiro de São Bento de São Paulo. Entre os extremos, há uma escultura do período pré-cabralino, da cultura Santarém, até uma das tradicionais peças da artista contemporânea Adriana Varejão - uma incisão sobre ladrilhos colonias portuguesas na qual revela vísceras humanas. Outra seção da mostra é dedicada à arte religiosa e sobre a imposição que o cristianismo teve no Novo Mundo. O Japão, o último dos grandes países asiáticos alcançado pelos portugueses, é exibido um edital do século 17 que lista leis contra os adeptos do cristianismo e oferece recompensas para denúncias contra os convertidos. Em algum momento, as obras religiosas chegam flertar com o surrealismo. É o caso explicito de uma escultura de cruxifico feito em prata que é carregado por um caranguejo. pode até ser somente lenda, mas dizem que São Francisco Xavier, durante sua passagem por uma das ilhas da atual Indonésia, teria deixado seu crucifixo cair no mar. Para sua surpresa, a peça ressurgiu no dia seguinte, ëntregue" por um caranguejo em suas garras.

Portugal and the World in the 16th and 17th Centuries
A mostra fica em cartaz até setembro deste ano.

"Imagens da Apollo"

11 / 07 - Em Londres, a Galeria Proud, apresenta até o final de setembro a mostra Images of Apollo ("Imagens da Apollo", onde dezenas de fotos inéditas tiradas e autografadas por astronautas da Nasa - agência espacial americana. As fotos fazem parte da coleção particular do empresário Leslie Cantwell, que além de conseguir as imagens originais da Nasa, convenceu vários astronautas a autografar e escrever dedicatórias nas ampliações. Os astronautas que aparecem em ação estão nomes como Buzz Aldrin, Jim Lovell, Fred Haise, John Young, Michael Collins, Gene Cernan e o primeiro homem na Lua, Neil Armstrong.

Já entre as dedicatórias, vão desde citações tiradas de obras de Dante e Rudyard Kipling, e algumas narram diálogos que aconteceram em órbita, enquanto outras descrevem acontecimentos que marcaram a história da exploração espacial. A maior parte das citações escritas pelos astronautas foi selecionada pelo próprio Cantwell, que procurou encontrar na literatura correspondentes à poesia das imagens espaciais.
A mostra também cobre as missões Apollo entre os anos 1960 a 1972, além de outros projetos selecionados.

" Images of Apollo" fica na Galeria Proud, no Stables Market, em Londres, de 21 de junho até fins de setembro. Entrada franca

Quarta-feira, Junho 20, 2007 Londres: museu a céu aberto

Cópias fiéis de mestres da pintura estão nas ruas de Londres, Inglaterra.

Artista faz cidade virar uma galeria a céu aberto. As ruas do centro de Londres foram transformadas em um museu, com a exibição de reproduções em tamanho real de obras da coleção da National Gallery em paredes e muros da região central. Denominada de Grand Tour, terá duração de 12 semanas, e são 44 reproduções incluindo obras de grandes mestres da como por exemplo Rembrandt, Caravaggio, Leonardo, Van Gogh, Da Vinci e Degas. As reproduções utilizam nova tecnologia de impressão em vinil, combinada com um laminado à prova d´água, que permite que os quadros possam ser expostos ao ar livre sem perda de qualidade por até três anos. O evento tem como responsável pelo desenvolvimento a empresa HP, que usou técnicas de laboratório e estudos que indicam que as reproduções podem durar até uma década sem desbotar.

Duração


As reproduções podem durar bem mais de três anos ao ar livre sem desbotar
O custo de cada reprodução foi de 200 libras (cerca de R$ 800) para os quadros maiores. As obras estão expostas em conjunto com reproduções das molduras originais e placas com informações sobre a obra, como se estivessem realmente exibidas num museu. Nas placas,número especial do telefone para o qual as pessoas podem ligar e escutar uma gravação com informações sobre aquela obra e sobre o artista. Segundo informou o organizador, a mostra tem o objetivo de chamar a atenção das pessoas nas ruas de Londres e levá-las a conhecer as obras originais, expostas na National Gallery. [Frank London/David Sanchez ] Foto: www.bbc.co.uk

Jornais londrinos elogiam mostra de brasileiro na mais prestigiosa galeria inglesa, a Tate Moder.

Obras do artista brasileiro Hélio Oiticica em exposição na Tate Modern a partir de quarta-feira,6, recebe elogio de jornais britânicos.

O artista é expoente do Tropicalismo, esta é a primeira retrospectiva do artista na Grã-Bretanha em 35 anos. Segundo o The Guardian, Londres, "ele influenciou gerações de artistas de instalações", diz o jornal. Hélio Oiticica é considerado um dos mais criativos e ativos artistas latino-americanos desde o pós-guerra. O Financial Times também elogia a mostra do artista "inovador e singular" Oiticica, intitulada The Body of Colour ("O Corpo da Cor" livre) é o "auge extravagante do caso de amor da Tate Modern com a arte da América Latina". Já a crítiva diz que os visitantes não podem mais mexer nos Bólidos, caixas coloridas com conchas e outros objetos, por serem muito frágeis,e não podem também caminhar pelos labirintos das instalações.

Hélio Oiticica nasceu no Rio de Janeiro, 26 de julho de 1937 — Rio de Janeiro, 22 de março de 1980, pintor, escultor, artista plástico e performático brasileiro. É considerado um dos artistas mais revolucionários de seu tempo e sua obra experimental e inovadora é reconhecida internacionalmente. Em 1959 fundou um Grupo denominado de Neoconcreto, ao lado de artistas como Amilcar de Castro, Lygia Clark e Franz Weissmann.Em 1960, Hélio Oiticica criou o Parangolé, que ele chamava de "antiarte por excelência". Também foi Oiticica que fez o penetrável Tropicália, que não só inspirou o nome,e ajudou a consolidar o movimento tropicalista na música brasileira, nos anos 1960 e 1970. [Frank London especial F&M]
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 22:45  comentar

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