Revelando, imortalizando histórias e talentos
7.11.07

Maurício Cardim: 25 anos de carreira

"O Brasil sob o olhar de Mauricio Cardim "exposição de fotos coloridas e inéditas de diversos pontos do país, retratados por Mauricio Cardim, comemora seus 25 anos de carreira, a partir de 19 de janeiro na Casa da Cultura de Sete Lagoas - Minas Gerais.

Câmera em punho, um olhar viajante Mauricio Cardim já percorreu grande parte do país sempre revelando belas imagens. Há 25 anos interruptos o fotógrafo vem fotografando profissionalmente nosso país, artistas, politicos, pessoas famosas e menos famosas, eventos sociais e artísticos, natureza, dentre outros temas. Sua carreira teve início na capital paulista em 1983 e onde viveu 33 anos, mudando-se para Sete Lagoas onde reside há 2 anos e vem retratando a cidade há mais de 4 anos. Dessa sua trajetória profissional Mauricio Cardim também está comemorando 10 anos de Fotógrafo-expositor. Ele já apresentou seus trabalhos nos mais variados e prestigiosos espaços culturais da capital paulista e do país, como por exemplo: EMTU, SESI, SESC, SENAC, Memórial do Imigrante, Caixa Cultural São Paulo, Bibliotecas Kennedy, Alceu Amoroso Lima, Mário de Andrade, Oficinas Culturais, Casas de Cultura, Shoppings Centers, Museu e Centro Cultural de Araraquara, Pinacoteca de Santos, Centro Cultural de Porto Seguro, Casa da Cultura de Sete Lagoas, Museu Ferroviário de Sete Lagoas, Espaço Cultural Maria Magdalena Alves Padrão-Sete Lagoas, Palácio da Cultura de Matozinhos e também no Center Culturel Alfred Dellaire-Montreal, Canadá. Nesses 10 anos de exposições realizadas foram mais de 100 exposições exibidas com sucesso e apoio total de todas as mídias, escrita, falada, televisada e eletrônica.

Minas Gerais

Sua história profissional com Minas Gerais apesar de recente não é menos importante e se deu aproximadamente 4 anos através do Projeto "Um olhar sobre o Brasil" onde juntamente com o competente Fotógrafo-poeta e parceiro constante Alan Wehner, fizeram várias exposições entre as quais na Casa da Cultura de Sete Lagoas, Palácio da Cultura de Matozinhos e outros espaços culturais de São Paulo. Outro fator importante e decisivo que fez Cardim fixar-se na cidade foi a parceria profissional com o Radialista, Jornalista e Empresário de Comunicação, Geraldo Padrão. De lá para cá, ele tem-se dedicado a fotografar as cidades do Estado de Minas Gerais, totalizando até o momento 99 cidades e 15 mostras fotográficas. [Foto acima  Elevador  Lacerda - Bahia]

Sete Lagoas para os paulistanos

Mauricio Cardim sempre tem um estilo pioneiro e muito peculiar de retribuir aos que lhe acolhem com tanta consideração. Foi o que aconteceu quando da mostra realizada sobre a cidade de São Paulo em Sete Lagoas. Agora, ele vai retribuir aos mineiros mostrando Sete Lagoas aos paulistanos. Esta é a meta de Cardim e sua assessoria Formas & Meios, em São Paulo. São vários espaços em análise para mostra em São Paulo, para qual ele busca apoio para viabilizar a exposição. Portanto, investir ou patrocinar uma mostra qualitativa como as realizadas por ele, em qualquer lugar, é sempre um momento de grande visibilidade para empresas que apoaim e associam seus nomes a projetos sócio -cultural. (FM)

Para apoiar ou patrocinar exposições ou o projeto " Um Olhar Sobre o Brasil"  faça através dos contatos abaixo:

ONDE?

19/01/2008 a 08/02/2008, na Casa da Cultura, à Avenida Getúlio Vargas, n º91- Sete Lagoas-MG.:

Horário e dias de Funcionamento: De 08:00 às 22:00 Horas
 De Segunda a Domingo
* Entrada franca.


Minas Gerais:
www.mauriciocardim.com.br 
www.musirama.brasilflog.com.br
www.fotografo.coresdobrasil.com
(31) 3776-3838 / (31) 3774-8562


São Paulo:
www.formasemeios.blogs.sapo.pt
E-mail: agenciafm@gmail.com 
Fone: (11) 6848-32

 

4.1.08 Masp reabrirá com duas exposições mais modestas

O MASP - Museu de Arte de São Paulo reabrirá suas portas para visitas na terça-feira com abertura de duas exposições. Tudo ainda em meio aos mistérios sobre novas medidas de segurança após o roubo de duas telas no dia 20 de dezembro de 2007, sendo uma de Pablo Picasso e outra de Portinari. Segundo fonte ligado ao museu, afirmou, sem dar detalhes, que algumas empresas privadas fizeram doações ao órgão para a instalação de equipamentos de segurança, como alarmes ou sensores. Procurada, a assessoria de imprensa não confirmou a informação. Apenas informou que há novidades no quesito segurança.

Exposição

Após a reabertura da terça-feira,8, o Masp inaugurará duas exposições. A mostra é uma homenagem ao artista japonês,Tatsumi Orimoto [acima obra bread man - homem pão], maior delas, que irá ocupar o 1o e 2o subsolo do museu, e conta com 1.000 fotografias, 160 desenhos e 10 vídeos. A exposição faza parte das coemorações dos cem anos da imigração japonesa no Brasil, em julho de 2008. Nascido na cidade de Kawasaki, em 1946, Orimoto viveu nos Estados Unidos no período de 1969 a 1977, atuando no grupo "Fluxus" e como assistente de Nam June Paik. O artista já realizou mostras no Japão, Alemanha, Inglaterra, Áustria e outros países.

Já a segunda mostra vem da Espanha e se chama "Caçadores de Sombras", com 92 fotografias de 16 artistas que usaram a sombra como mote para seus trabalhos.


"Tatsumi Orimoto no MASP"
A mostra retrospectiva de 10 de janeiro até 27 de abril.
Local: Av. Paulista, 1578 – Cerqueira César - São Paulo
Horários: de terça a domingo, das 11 às 18 horas
Ingressos: R$ 15 (inteira) e R$ 7 (estudante)
Entrada gratuita para menores de 10 anos e maiores de 60 anos

Quarta-feira, Dezembro 19, 2007 O Brasil de Francisco Brennand

 

Exposição do mestre Francisco Brennand no Museu Afro Brasileiro de São Paulo em comemoração aos seus oitenta anos de vida.

Brennand faz um grande e generoso gesto para a preservação da mata original e ainda oferece aos seus visitantes a mais nova obra da arquitetura brasileira, a capela projetada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha sobre as ruínas da antiga casa-grande da fazenda. Contudo, no silêncio do seu espaço, ele segue criando suas esculturas, suas novas e atuais pinturas bem distintas dessas produzidas por ele entre as décadas de 60 e 80. Foram estas as obras escolhidas por serem pouco vistas nas muitas exposições que Brennand tem realizado nesses últimos anos. Elas representam de fato um outro tempo de sua inquietação, uma procura de expressar com significado um lado seu nordestino, bocejando a atmosfera tropical e selvagem brasileira com o gosto da terra, bravia, luminosa, de cores fortes e quentes. Uma pintura marcadamente figurativa, acentuada por um grafismo como um halo em torno da figura; uma linha contínua sinuosa, um arabesco barroco e sensual, elegante como fundo da representação do tema.

Essas pinturas têm na sua composição algo de monumental, de eloqüentemente exacerbado e desafiante. Uma espécie de gigantismo de seres em metarmofose, essas lagartas, mandacarus, flores, frutos, formas geométricas, troncos, animais, espinhos dançando numa metamorfose ilusionista de planos, relevos, claros e escuros, um frenesi de ritmos e tensões. Elas também têm no seu mais puro dogma a tentativa de se criar uma obra brasileira voltada para as nossas raízes multiculturais, apesar de todos os preconceitos postos na nossa dita cultura de colonizados. Em toda a construção dessa grande pintura reside a mestria do grande colorista que é o Francisco Brennand. Brennand é um intelectual que permeia todo seu conhecimento humanista com a sua obra artística, um forte desejo exercido no dia-a-dia do seu cotidiano. Provavelmente ele encontrou o ponto de equilíbrio para tornar materializadas todas ou quase todas as questões subjetivas e históricas de nosso tempo. Ele também é um homem político, consciente do seu papel como investigador e colaborador de políticas públicas no tempo do governador Arraes e quando teve participação ativa na campanha de alfabetização do educador Paulo Freire naqueles memoriais anos 60. [Fotos sitio do artista]
Rua Pedro Álvares Cabral, s/nºPavilhão Manoel da NóbregaParque do Ibirapuera, portão 1004094-050 - São Paulo, SPOutros telefones: 5579-8542 / 5579-7716 / 5579-6399

 

 

2007/12/10 Júlio Le Parc - visionário sempre

Propondo interação em suas obras, Le Parc convida o espectador ao 'jogo' lúdico de sua arte.

Argentino radicado na França Le Parc é um dos maiores nomes do movimento cinético no mundo e perto de completar 80 anos ele se mostra muito disposto e dinâmico. O movimento cinético já é cinqüentão e Júlio Le Parc estabeleceu através deste uma ponte com movimentos, digamos, subseqüentes. Tentando envolver cada vez mais o espectador, o artista está ainda em busca de novos suportes, assim, tirá-lo da passividade. Para confirmar sua inquietude artística, nada melhor do que sua exposição inaugurada na Galeria Nara Roesler, na capital paulista, onde ele apresenta 20 obras dando quase que total cobertura ao período de produção. Destaque para uma gigantesca instalação que foi projetada para a Bienal de Paris, em 1962, que passou por uma releitura para esta mostra no Brasil. Trata-se de uma obra circular, cujas paredes internas da estrutura refletem luzes e alteram a percepção de quem está dentro. É algo mais que um jogo lúdico. É sensação e reflexão o que ele propõe e tenta conjugar em sua arte. Mas toda obra do artista interceptam corpos em moviementos, o que mostra o espírito sempre visionário e libertário de Le Parc. Aliás, ele boicotou a Bienal de São Paulo do ano de 1969 por causa do Ato Institucional 5 -AI 5, que dava direitos absolutista ao regime militar. Em 1968, ele foi expulso da França por conta de seu ativismo político, tendo ficado fora daquele país apenas por seis meses.

Não se liga em rótulos

A produção sempre criativa dele se deve a não preocupação de ter ou não o seu trabalho associado aos artistas cinéticos ou ao movimento Op-art, dos anos 1960, onde se destacaram Vasarely e Bridget Riley. Ele disfarça quando perguntado sobre o assunto e responde: "A vida não é classificável, só a arte". Na verdade ele se recusa a ser reduzido simplemente a uma escola ou a um catálogo histórico. Júlio é consciente de que: se a sociedade avança a arte também tem de avançar. E uma de suas teorias é a obra "Circles Virtuels" com inspiração no poeta Jorge Luiz Borges, leva o espectador a lidar com seus confrontos internos. Em sua mostra o artista se apresenta muito modesto e não utiliza material raro para chamar mais atenção ou valorizar sua obra. Utiliza-se de coisas comuns como plástico, madeira, aço inox e tinta acrílica, mas não deixa de criar obras de grande impacto e compleixidade, exposta na galeria. Mas ele já chegou a utilizar fios de nylon que davam belos efeitos e desenvolveu até um sistema ótico em uma de suas obras, cuja encontra-se na Galeria Pacífico, em Bueno Aires. Apesar de ser um artista que utiliza a mídia virtual em seu dia-a-dia como suporte para sua arte, mesmo assim ele contesta o modo como o homem deixa sua marca no planeta. A devastação. [FM] [Reportagem de F. Martins, publicada na versão impressa de www.bonton.com , em 12 /12 2007 com tiragem de 2,5 milhões ].


Serviço

Júlio Le Parc
Galeria Nora Roesler
Av. Europa, 655
[55 11/3063-2344]
De 2ª a 6ª das 10h00 às 19h00
Até 31/01/2008

 

Quinta-feira, Dezembro 06, 2007 A magia dos espetáculos circenses

Circo é tema de exposição fotográfica em Sete Lagoas

Mauricio Cardim fotografou espetáculos do Circo Garcia e do Beto Carrero World Fotografar grandes metrópoles, cidades grandes e pequenas, povoados é com Mauricio Cardim. O fotógrafo percorre o país em busca de novas imagens para suas produções (cartões-postais, folders, calendários e sites). Fotografar espetáculos circenses não é algo novo na carreira do artista. Em 1988 ele retratou 5 grandes circos da capital paulista, trabalho que resultou em mais de dez mostras no estado.

"Agora é a vez de Sete Lagoas apreciar esse trabalho. Estou mostrando fotos coloridas tiradas durante os espetáculos. Captei a emoção no momento exato. As fotos apresentadas são dos circos Garcia e Beto Carrero World. Foi muito gratificante realizá-las. Quase uma década depois, elas continuam atuais", conta Cardim. [Saiba mais sobre o trabalho do fotógrafo em www.mauriciocardim.com.br

 ou www.fotografo.coresdobrasil.com ]

A magia dos espetáculos circenses pode ser conferida no Espaço Cultural Maria Magdalena Alves Padrão (Rádio Cultura de Sete Lagoas), rua Níquel, 457, bairro Morro do Claro, Sete Lagoas, Minas Gerais.


Horário: das 8h às 20h, diariamente até 29 de dezembro
Entrada franca

2007/12/06 "OLHAR SELETIVO" por Ricard Akagawa


A partir de uma seleção feita por Ricard Akagawa, o Gabinete de Arte Raquel Arnaud apresenta a partir do dia 14 de dezembro de 2007, às 20 horas, a exposição "OLHAR SELETIVO".

Sobre a exposição, diz Raquel Arnaud: "A seleção de obras dessa mostra coletiva foi feita por meio de um olhar seletivo e experiente de Ricard Akagawa. É uma nova experiência do Gabinete, que tem, dessa forma, algumas respostas do nosso público. Ricard é um amante das artes e acompanha a trajetória da arte contemporânea. Ele esteve presente em praticamente todos os momentos importantes – na abertura de mostras, em palestras e em simpósios – não só do nosso Gabinete, como também de várias exposições na cidade e no mundo. Com tantos anos de dedicação à arte, acabou se tornando amigo de vários artistas, como Sergio Camargo, Mira Schendel, Carlos Cruz-Diez e Arthur Luiz Piza. Mais do que tudo, Ricard é um amigo da arte e dos que fazem arte”. Ricard Akagawa, além de apreciador das artes, é empresário e escolheu obras do acervo da galeria para preparar essa coletiva que põe luz em obras de Waltercio Caldas, Arthur Luiz Piza, José Resende, Frida Baranek, entre outros.

Waltercio Caldas [ obra em destaque],Carlito Carvalhosa, Carlos-Cruz Diez, Carlos Fajardo
Servulo Esmeraldo, Célia Euvaldo, Daniel Feingold, Iole de Freitas, Frida Baranek
Carmela Gross, Elisa Bracher, Elizabeth Jobim, Geórgia Kyriakakis, Alberto Martins
Silvia Mecozzi, Cássio Michalany, Maria-Carmen Perlingeiro, Arthur Luiz Piza
José Resende, Luis Sacilotto, Eduardo Sued, Tuneu, Carlos Zilio. Visitação a partir do dia 14 de dezembro ás 10h.

Gabinete de Arte Raquel Arnaud ● Rua Artur Azevedo, 401 ● CEP 05404-010 ● São Paulo ● SP - Fone: 11 3083 6322 ● www.raquelarnaud.com ● Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 16h.

Informações para a imprensa
Canal Aberto – 11 6914 0770/ 9126 0425 – Márcia Marques
www.canalaberto.com.br

 

 

07/12, 2007  Márcia Marques informa exposição de _ Julio Villani

Dia 14 de dezembro de 2007 o Gabinete de Arte Raquel Arnaud abre para o público a exposição do artista plástico Júlio Villani. A abertura para convidados será no dia 13, às 20 horas.

Descrito por Agnaldo Farias como um artista que “opera com a diversidade, como que permanentemente tomado por um (…) movimento que o leva a unir o que está separado”, Júlio Villani apresenta uma série de colagens que separa o que junto está. As formas líricas, “grávidas”, dão corpo a outras que delas saem, multiplicando-as. Frequentemente derivam todas de uma mesma folha de papel: se fossem descoladas do suporte e encaixadas, seria retomado o fio da criação e seria reconstruída a figura original, prenhe de todas as outras. Esta série de 35 obras que Villani expõe no Gabinete de Arte Raquel Arnaud responde ao questionamento do confronto que a oposição pintura-suporte supõe: não somente como lugar da cor – assumida, plenamente, depois de anos de uma certa austeridade monocromática – mas também como o lugar do encontro de duas matérias as quais, normalmente, não se misturam. O papel é feito para receber bases aquosas; a tela destinada ao óleo.

Óleo sobre papel é, em principio, um casamento contra a natureza profunda, intrínseca, dos materiais. Se sobre a tela preparada o óleo fica contido, compelido a não se alastrar além da área que lhe confere o pincel, eis que no papel ele pode enfim camuflar fronteiras e correr livre. Stella Teixeira de Barros escreve a respeito dessa nova exposição de Villani no Gabinete: (...) As formas recortadas se sobrepõem a folhas de papel de velhas escrituras, de ordem jurídica na maioria, como indicam selos e outros indícios. Agregam a escrita - um recurso constante na obra de Villani - e interferem como linhas que se contrapõem à pureza das cores, com sentidos superpostos. Mas aqui pouco importa o significado primeiro, pois o que está em jogo é uma estratégia visual que abarca tanto signos como linhas, formas e cores, em permanente tensão. (...) Do mesmo modo, guardam, sob a aparente inocência do recorte quase infantil, sofisticadas estruturas espaciais, conservando ainda reminiscências latentes de pesquisas anteriores, relacionadas com o universo concreto e neoconcreto dos anos 1950-60. Ao enfatizar o equilíbrio precário das verticais e horizontais entremeadas pela sinuosidade de círculos e semicírculos dos segmentos de cores expandidas, Villani transforma as massas em entranhas vivas e iluminadas, em que os elementos não permitem prefixar qualquer distinção hierárquica. Não deixam de ser configurações metafóricas em permanente pulsão, que proclamam o conflito de nossa condição no mundo.

Principais exposições individuais

2007 • SESC Santo André, S.P. 2006 • Habitat center, New Delhi • 2005 SESC Araraquara, Sao Paulo • Maison de l’Amérique latine, Paris • Galerie 1900-2000, Paris • Centre d'art contemporain10neuf, Montbéliard • 2004Verso e reverso, Casa França-Brasil, Rio de Janeiro • Marcia Barrozo galeria de arte, Rio de Janeiro • Estudio Guanabara, Rio de Janeiro • 2002 CREDAC, Ivry-sur-Seine • Paço das Artes, Sao Paulo • Pinacoteca do Estado de Sao Paulo • 1999 Paço Imperial, Rio de Janeiro • Musée de Dieppe • 1998 Passage de Retz, Paris • Estudio Guanabara, Rio de Janeiro • Museu de arte, Ribeirão Preto • 1997 Musée de Beaux-Arts, Agen • Hopital Ephémère, Paris • 1992 Galerie Jacqueline Moussion, Paris • 1990 • La Base, Paris • Usine Ephémère, Paris • 1988 Galerie Laage-Salomon, Paris • Galerie Riverin Arlogos, Montréal • 1981 Flexor Gallery, Marilia.

Principais exposições coletivas

2007 • Galerie Sycomore, Paris, Projections Centre d'art contemporain 10neuf, Montbéliard • 2006 Passion et raison d'un esprit constructif, Biarritz • 2005 Amalgames brésiliens, Musée de l'oeuvre, Mantes-la-jolie • 2004 Don’t call it performance, Museo del Barrio, Nova York • 2003 Don’t call it performance, Centro de arte Reina Sofia, Madri • Paris photo, galerie 1900-2000 • 2001 L’art en toute liberté, Genebra • 2000 Continental shift, Fondation Ludwig, Aachem • Feira de Basileia, Galerie 1900-2000 • 1998 City canibal, Paço das artes, Biennale de Sao Paulo • Museu de Arte de Sao Paulo, Col. Gilberto Chateaubriand • 1999 Vivre Paris, Espace electra, Paris • 1997 Maison de l’Amerique Latine, Paris • 1996 24 Bienal de Pontevedera, Espanha • 1995 Maison d’Art Contemporain Chaillioux, Fresnes • 1994 Eles desenham como pintam, MAM, Rio de Janeiro et MAM, Salvador • 1993 Interventions sur collection, Musée de l’Assistance Publique, Paris • 1991 Hôpital Ephémère, Paris • Galerie 1900-2000, Paris • 1989 Galerie Riverin-Arlogos, Montréal • Galerie 1900-2000, Paris • Les Ateliers, Usine Ephémère, Paris • 1988 CREDAC, Ivry-sur-Seine • 33ème Salon de Montrouge • Modernidade, Museu de arte moderna, São Paulo • 1987 Galerie Laage-Salomon, Paris • Modernidade, Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris • 1986 Maestro e giovenni, Institut italo-américain, Rome • 1984 Projet Out-Door, Museu de arte contemporânea, São Paulo •1983 Espace latino-américain, Paris • 1980 Desenhos jovens, Museu de arte contemporânea, São Paulo • 1977 Linguajaratual, Universidade de São Paulo • 1976 Museu da Imagem e do Som, São Paulo

Gabinete de Arte Raquel Arnaud ● Rua Artur Azevedo, 401 ● CEP 05404-010 ● São Paulo ● SP - Fone: 11 3083 6322 ● www.raquelarnaud.com

Abertura para o público dia 14/12, às 10h.
Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 16h.

Informações para a imprensa

Canal Aberto – 11 6914 0770/ 9126 0425 – Márcia Marques
www.canalaberto.com.br

 

 

8.11.07"Yoko Ono - uma Retrospectiva"

Pivô da separação dos Beatles, a artista plástica Yoko ono ganha exposição a partir de sábado, em São Paulo onde se ver as várias facetas de Ono.

Yoko,74, foi uma das artistas que ajudou a colocar combustível os limites das artes visuais, especialmente com na série "Instruções", cujo conceito é a partir de 1955.
Ela vista o Brasil pela segunda vez, sendo que fará uma performance inédita no CCBB, hoje,9, local que abrigará sua mostra. Muitas e várias facetas da artista, podem até ser um fato resumidas em duas: um é o seu trabalho conceitual, da imaterialidade, por exemplo como as - Instruções -, que criam aquilo que o crítico N. Bourriaud chama de "terapia pela experiência da percepção". [Foto divulgação]

A exposição está dividida em quatro partes. Começa nos anos 50, em japonês e vai dos anos 60 até os dias atuais, com a produção em inglês da artista, que se considera uma "cidadã do mundo ou do universo". O curador Gunnar Kvaran explicou que na mostra pode-se perceber a ruptura radical da artista a partir dos anos 60, quando ela reduziu a arte à essência das idéias.

"Yoko Ono - uma Retrospectiva" - Abertura: 10 de novembro, às 11h. Até 3 de fevereiro de 2008, de terça a domingo das 9h às 20h. Entrada gratuita. Programa Educativo. Agendamento prévio de segunda a sexta pelo tel.: (11) 3113.3649 (grátis). Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Álvares Penteado, 112 - Centro - São Paulo. Informações: (11) 3113-3651 / 3113-3652

Três Lados da Mesma Moeda

Canal Aberto Comunicação informa: exposição de Leopoldo Tauffenbach

Na exposição, o artista fará uma ocupação do estúdio RISCO, com a apresentação de três painéis em papel cru (de algodão prensado) 2m x 1m, com estampas e desenhos. Os painéis apresentam visões particulares do artista sobre o Paraíso, o Inferno e o Purgatório, mas associando cada um como fases do próprio processo criativo.
No caso do Purgatório, temos uma espécie de síntese das outras estampas e do processo para concebê-las e executá-las, com a presentação de esboços, idéias e imagens que não só refletem a dualidade da natureza divina, mas a intensidade do processo criativo. As estampas foram realizadas utilizando-se o método de decalque de imagens realizadas em partes pelo artista. Inicialmente, ele desenhou cada uma das imagens e digitalizou-as. No computador, as imagens foram tratadas das mais diversas maneiras - foram distorcidas, reforçadas e receberam texturas e cores. Ao final, cada imagem foi impressa com o auxílio de uma impressora laser para então ser decalcada no suporte final. Este modo está de acordo com a pesquisa do artista, que investiga as inter-relações entre os modos tradicionais de estampa e o uso de tecnologias digitais. Além disso, o visitante pode ver cadernos de desenho e gravuras realizadas antes deste trabalho.

Leopoldo Tauffenbach

Nasceu em São Paulo em 1976. Formado em Artes Plásticas e Mestrando em Artes Visuais pela Unesp, sempre desenvolveu trabalhos ligados à gravura e técnicas de estampação. Foi aluno de Evandro Carlos Jardim, Norberto Stori, Joan Barbarà e Claudio Mubarac. Atualmente, dedica-se à pesquisa de novos meios de estampa com o auxílio de tecnologias e interfaces digitais.

Leopoldo Tauffenbach também é responsável por alguns projetos na área de cinema. Além de colaborar com o projeto "Reduto do Comodoro", do Cineasta Carlos Reichenbach, em 2006 foi curador da mostra "Oriente Extremo - O Cinema Transgressor Japonês", que exibiu 12 filmes do chamado gênero extremo, alguns verdadeiros clássicos da cinematografia nipônica, e que nunca tiveram exibição comercial no Brasil.

SERVIÇO:  Exposição Três Lados da Mesma Moeda

Artista: Leopoldo Tauffenbach
Abertura: 9 de Novembro de 2007, a partir das 19h
Visitação: de 10 de novembro a 8 de dezembro de 2007;
Quartas, quintas e sextas das 18h às 22h e sábados das 10h às 16h.

Local: estúdio RISCO

Galeria Metrópole – Av. São Luís 287 loja 4 passeio paris – Centro – São Paulo (acesso pela Pça. Dom José Gaspar 106) – Fone: 11 - 9127.0707
contato:
risco6@gmail.com
mais informações: www.risco6.com.br

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

Canal Aberto – 11 6914 0770/ 9126 0425 – Márcia Marques

www.canalaberto.com.br

2007/11/16 São Paulo em Sete Lagoas

São Paulo é tema de exposição fotográfica em Sete Lagoas. Em destaque, o Edifício Itália, um dos mais altos da capital paulista, retratado por Maurício Cardim

A mostra fotográfica "São Paulo nas lentes de Maurico Cardim", composta também por cartões postais, é uma viagem pela capital paulista. O fotógrafo Mauricio Cardim reuniu o melhor do seu acervo fotográfico para a exposição, que está em cartaz há quase 2 meses e ficará até o dia 23 no Espaço Cultural Maria Magdalena Alves Padrão, Rádio Cultura de Sete Lagoas (r. Niquel 457, Morro do Claro, Sete Lagoas-MG). Diariamente, das 8h às 20h. Entrada franca.

"É minha homenagem a São Paulo, terra também querida, onde vivi por 33 anos. O ínicio de minha carreira aconteceu lá, nos anos 80, fotografando celebridades do meio artistico nacional e internacional, além da própria São Paulo. Fotografei muito São Paulo e continuo, mesmo morando em Minas Gerais. São Paulo está sob meu olhar. Taí minha homenagem", conclui o fotógrafo, entusiasmado.

Cardim pretende também mostrar Sete Lagoas para os paulistanos. Para isso, necessita de patrocinadores e parcerias. Para conhecer mais sobre Mauricio Cardim e sua obra consulte os sites e blogs: [Fonte: Maurício Cardim] [Encerrada]


www.mauriciocardim.com.br
www.tiobento.brasilflog.com.br
www.fotografo.coresdobrasil.com

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link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 20:49  comentar

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