Revelando, imortalizando histórias e talentos
6.12.07
SÃO PAULO, 21 DE DEZEMBRO DE 2007 - Morre ator Norton Nascimento de 45 anos e adepeto da Igreja Renascer dos bispos que cumprem pena nos Estados Unidos por sonegação, Estevam e Sônia Hernandez. Ele havia feito transplante de coração em dezembro de 2003.

Ele nasceu em 4 de janeiro de 1962, na cidade de Belém e morreu na manhã sexta-feira,21 dezembro às 8h20, no Hospital Beneficiência Portuguesa, em São Paulo. Segundo informou o hospital, Nascimento estava internado na UTI, mas a causa da morte ainda não foi divulgada. A carreira de Nascimento teve início na TV bandeirantes, na novela Os Imigrantes, de 1981, mas foi em Fera Ferida, 1993, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, que ele ficou conhecido no resto do Brasil. Um transplante de coração para corrigir um aneurisma, dilatação anormal de vaso sanguíneo na aorta, feito em 2003, e depois de ficar 52 dias internado, foi socorrido pela generosidade de doadores recebendo 73 doações, entre sangue, plaquetas, plasma e um coração. Nos seis meses de recuperação, Nascimento tornou-se adepto da Igreja Renascer em Cristo e passou a fazer discurso anti-catoliciasmo e justificar sua nova vida à Igreja dos presidiários Estevam e Sônia Hernandez. Fez diversos trabalhos em prol de comunidades "mantidas" pela renascer. Chegou a fazer campanha de doação de órgãos na TV Globo. "Doar é amar", disse, na época. Seu último  trabalho foi na novela Maria Esperança, do SBT.
Confira alguns trabalhos de Norton

Trabalhos na TV 2007 - Maria Esperança 2004 - O Sítio do Picapau Amarelo2001 - As Filhas da Mãe 2001 - A Padroeira 2001 - Brava Gente 2001 - Sai de Baixo 2000 - Aquarela do Brasil 1999 - Chiquinha Gonzaga 1994 - Você Decide 1997 - Malhação 1996 - O Fim do Mundo 1995 - A Próxima Vítima 1993 - Fera Ferida 1993 - Agosto 1992 - De corpo e alma 1981 - Os Imigrantes 1992 - De Corpo e Alma 1981 - Os Imigrantes Trabalhos no cinema2004 - Araguaya - A Conspiração do Silêncio 1999 - Até que a Vida nos Separe 1998 - Drama Urbano 1995 - Carlota Joaquina - Princesa do Brasil

 

2007/12/20 Marcelo Mendroni, promotor mandrake

 

Ele viajou para Europa por seis meses recebendo salário integral de R$ 22 mil para fazer curso referente à sua profissão, mas não freqüentou um dia se quer. Mesmo após saber que o curso duraria mais do que o prazo solicitado, seis meses, ele continuou lá honrando sua indole perversa.

Promotor de Justiça Marcelo Mendroni aplica golpe na população paulista. O promotor solicitou licença remunerada ao Tribunal de Justiça de São Paulo para viajar para Bolonha - Itália, onde faria cursos referente a sua profissão. O Promotor Marcelo Mendroni ficou de licença remunerada mas não freqüentou um único dia de curso. Ao retornar ele protoclou uma justificativa na Procuradoria onde alega os porquês da não freqüencia: O curso tinha duração superior a seis meses por isso não o fiz. A Procuradoria Pública não aceitou a justificativa, então, ele reagiu com mais um argumento de que tinha realizado muitas pesquisas aplicadas à justiça . Foi aí que a paternidade e o corporativismo funcionou pra valer: O promotor foi afastado com a devida remuneração para que possa melhor refletir quanto ao seu passeio pela Europa com o dinheiro público.
O ministério Público Paulista procurado para falar sobre o assunto alegou não poder dar informações pois o caso corre em segredo de justiça. Mas, uma fonte adiantou que tudo o que poderá acontecer ao magistrado Mendroni será uma advertência interna. Ou seja, nada. Também hipotéticamente perguntado se haveriam possibilidades de o dinheiro ser devolvido, a fonte foi categórica: nunca. Marcelo Mendroni passou a receber atenção da mídia e da justiça quanda das investigações do caso Paulo Maluf e da Igreja Renascer em cristo, do casal Estevam e Sônia Hernandez, que estão cumprindo pena nos Estados Unidos da América por entrarem no país com dinheiro não declarado ao fisco norte-americano. Portanto, fica aqui a sugestão de um adendo ao nome do magistrado : Marcelo Mandrake Mendroni.

 

DAVI UIP

2007/12/14 - Quem com ferro fere com ele será ferido, diz o ditado popular


David Uip um dos mais conhecidos infectologista do Brasil e diretor-geral do Incor, Instituto do Coração, de São Paulo, é invejado por muitos de seus colegas que gostariam de assumir o posto a qualquer custo, sim. E a qualquer custo também foi o modo pelo qual Uip assumiu à direção do mais conceituado hospital da América Latina. A partir do ano de 2003 o Incor passou a acumular despesas e dívidas, conseqüentemente, de valores astronômicos cerca de quase R$ 200 milhões. A fraude do Incor envolvia o nome dos principais médicos do hospital paulistano que, para não baixar às portas fora socorrido pelo governo Federal. Uma frente de investigação foi aberta juntamente com processo no ministério público de São Paulo, que foi encerado logo que o governo Fedreal 'abriu às tornneiras' para sanar a dívida do Incor. As investigações se aproximava do nome de oito médicos supostamente envolvidos nos desvios financeiros e má administração, e entre os quais figurava o nome de David Uip, que segundo funcionários do Incor comentam nos corredores, teria ele lucrado 9,2milhões com repasse financeiro feito ao Incor. Com o processo em andamento Uip e seus colegas se sentiam ameaçados. Foi a partir daí, buscando encerrar o processo que Davi Uip recorreu ao prestígio de dois desembargadores, entre eles Sérgio Augusto Nigro Conceição e um promotor de justiça, entre os quais dois são parentes do diretor do Incor que, teriam sido convencidos pela módica quantia de R$ 2, 6 milhões a darem o caso por encerrado sem que nada ainda tivesse sido provado, contra ou a favor. Mas, os diretores com toda certeza sairam no lucro. Menos os insatisfeitos financeiramente.

Davi saiu-se melhor

Aproximadamente há um ano que o médico David Uip estaria sendo chantageado por um casal, cuja mulher Andréia Minessi Fett Rossi, de 32 anos, e que teria sido demitida do hospital pelo próprio médico, o marido dela Anísio Rossi Júnior, de 44 anos. Uip foi visto por duas vezes fazendo compras acompanhado da filha e da antiga funcionária - presa no dia 13 de dezembro no terminal rodoviário de São Paulo-, no Shopping Iguatemy, na Zona Sul de São Paulo. Segundo o médico informou quem levava o dinheiro das supostas extorções ao casal de ex-funcionários era sempre o seu motorista particular, conhecido dos mesmos, o que causa estranhesa o casal não ter percebido que não se tratava mais do mesmo "mensageiro" e que o policial não era o motorista pessoal do Dr. Uip. A filha do médico ficou sabendo que seu pai teria lucrado perto de dez milhões com o socorro financeiro ao hospital e, não satisfeita, procurou essa ex-funcionária para chantagear o próprio pai, e contando com apoio de três médicos do hospital que também constariam do fraudulento esquema Incor, e que teriam sido abandonados financeiramente pelo Dr David Uip. Ou seja, serviram de laranjas podres. "Quando a situação atinge nossa família é terrorismo" disse Uip entre falsas lágrimas.

Tanto os médicos quanto a filha de Uip e a ex funcionárias sabiam do caso de duas pacientes que faleceram no hospital, uma no final de 2004 e outra em julho de 2005. Todo o pessoal do Incor passaram a olhar Uip de modo crítico depois daquele incidente. Pois mesmo não tendo a liberdade para acusá-lo, no fundo o consideram culpado, e seria este um dos motivos pelo qual estaria ele sendo chantageado. Se ele não é culpado por que ceder às chantagens? Por que não teria procurado logo às autoridades policiais? Amor pela ex-funcionária? Não, pois ele mesmo a teria demitido. O caso é emblemático tanto quanto ao do Padre Júlio Lancellotti. Estaria Uip dando um tempo e tentar recuperar a funcionária? São perguntas que não querem calar por isso; com a palavra o Dr. Davi Uip.

13.12.07 - MENEZES COMUNICAÇÃO INFORMA: Professores de inglês da rede pública municipal e estadual têm cerimônia de encerramento do programa para capacitação da Alumni

Na próxima sexta-feira, 14 de dezembro, das 9h às 12h, na Unidade Jardins da Associação Alumni (rua Pe. João Manoel, 319), acontece a cerimônia de formatura de 30 professores de inglês da rede municipal de ensino e de 10 do projeto Parceiros da Educação, da rede estadual de ensino. Eles participaram do programa para capacitação da Associação Alumni, sem qualquer custo para os cofres públicos.

Entidade binacional destinada a promover a integração educacional e cultural entre o Brasil e os Estados Unidos, a Associação Alumni implantou este programa para a rede municipal em 1996, com 50 vagas por ano e uma carga horária de 180 horas/ano, que já capacitou 600 professores, atingindo de forma indireta cerca de 270 mil alunos. Neste ano, através de convênio com a Pró-Saber, passou a ser oferecido para professores da rede pública estadual, de escolas conveniadas com os Parceiros da Educação. Os programas de capacitação da Alumni são coordenados por Gláucia d´Olim Marote Ferro, diretora Acadêmica da Associação Alumni. ATENÇÃO> Interessados na Formação Continuada, na Fundação Alumni inscrições somente até 17/12.

Informações para a imprensa:

Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana
menezescom@uol.com.br

Menezes Comunicação
Av. Pedroso de Morais, 631 cj 93
05419-000 - São Paulo - SP
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São Paulo  nova capital de negócios


'The Times' aponta São Paulo como nova capital de
O potencial do Brasil para o estabelecimento de grandes empresas e, em especial, as vantagens oferecidas por São Paulo, são destacados nesta quinta-feira em uma longa reportagem do jornal britânico The Times, parte de uma série que apresenta as principais cidades do mundo para se fazer negócios. Já foram incluídas na série Madri, na Espanha; Varsóvia, na Polônia; Reykjavik, na Islândia e Budapeste, na Hungria. "O Rio pode ser a meca dos turistas, mas a maior cidade do Brasil é sua casa para grandes negócios. Se você quer ser global, o que está esperando?", pergunta a reportagem, publicada na seção de negócios do jornal.

Entre os dados que mostram a força de São Paulo, o artigo lembra que é lá que fica o maior mercado de ações da América Latina, embora "o Rio tenha o carnaval e as garotas de Ipanema". A reportagem fala ainda dos sucessos da economia brasileira, dizendo que o real, "teve uma valorização de mais de 100% frente ao dólar durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e parece que vai se fortalecer ainda mais em 2008". Ele ressalta, contudo, que a própria comunidade empresarial de São Paulo admite que a imagem da cidade projetada no mundo não corresponde, ainda, ao seu potencial.

Marcelo Vivieros de Moura, do escritório Pinheiro Neto Advogados, ouvido na reportagem, "admite que o país nunca foi bom em se vender, apesar de uma ampla gama de privatizações em oferta e crescentes oportunidades para parcerias público-privadas". Segundo o Times, Moura contou que achou "inapropriado" quando "recentemente, em uma feira comercial, o estande brasileiro estava servindo caipirinha entre cartazes de mulheres nuas". "Privadamente, líderes empresarias brasileiros de destaque se preocupam sobre por que o país recebeu menos atenção do que Índia, China e Rússia, seus mercado emergentes rivais", diz a reportagem. Depois de relatar o sucesso da experiência do banco HSBC no Brasil, "a companhia britânica com a maior operação" no país, a reportagem do Times alerta os empresários para algumas peculiaridades do Brasil para negócios. "Há alguns truques para se fazer bons negócios no Brasil, tais como desenvolver um gosto por cafezinho."

Segundo o jornal, Francisco Itzaina, que está à frente da Rolls-Royce no Brasil, disse que "se você assina um contrato e alguma coisa dá errado, em algumas partes do mundo ocidental os advogados começam a trabalhar. No Brasil, os homens de negócios se reúnem e formulam a solução mais pragmática. Aqui, dar murro na mesa não funciona. Uma boa conversa no café vai muito mais longe". Os paulistanos estão cientes das dificuldades de se investir no Brasil, diz a reportagem do Times. "Os processos legislativo e judiciário são dolorosamente lentos. Leva cerca de 180 dias para se estabelecer uma empresa em São Paulo e anos para fechar. Questões fiscais podem ser complexas com mais de 50 impostos para empresas só em São Paulo. Muito menos gente fala inglês do que, por exemplo, na Índia", diz o jornal. estande brasileiro estava servindo caipirinha entre cartazes de mulheres nuas". "Privadamente, líderes empresarias brasileiros de destaque se preocupam sobre por que o país recebeu menos atenção do que Índia, China e Rússia, seus mercado emergentes rivais", diz a reportagem. Depois de relatar o sucesso da experiência do banco HSBC no Brasil, "a companhia britânica com a maior operação" no país, a reportagem do Times alerta os empresários para algumas peculiaridades do Brasil para negócios. "Há alguns truques para se fazer bons negócios no Brasil, tais como desenvolver um gosto por cafezinho."

Segundo o jornal, Francisco Itzaina, que está à frente da Rolls-Royce no Brasil, disse que "se você assina um contrato e alguma coisa dá errado, em algumas partes do mundo ocidental os advogados começam a trabalhar. No Brasil, os homens de negócios se reúnem e formulam a solução mais pragmática. Aqui, dar murro na mesa não funciona. Uma boa conversa no café vai muito mais longe". Os paulistanos estão cientes das dificuldades de se investir no Brasil, diz a reportagem do Times. "Os processos legislativo e judiciário são dolorosamente lentos. Leva cerca de 180 dias para se estabelecer uma empresa em São Paulo e anos para fechar. Questões fiscais podem ser complexas com mais de 50 impostos para empresas só em São Paulo. Muito menos gente fala inglês do que, por exemplo, na Índia", diz o jornal.

] foto Maurício Cardim] [FONTE: www.bbcbrasil.com.br   / Francisco Martins

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 16:31  comentar

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