Revelando, imortalizando histórias e talentos
11.2.08

Ter um cabelo desse tipo realmente não é para qualquer pessoa, pois se deve ter consciência de todas as referências as quais um cabelo dessa natureza exótica e exuberante representa, como por exemplo: Música Negra Americana em Geral, Jazz, soul, blues, Gospel, Música Pop Michael Jackson, Corais Africanos, Moda Mundial Anos 70, Samba, Regaae, a Espiritualidade do Candomblé e da Umbanda, dentre outras representatividades.

 

 As pessoas atualmente têm buscado referências culturais, artísticas, empresariais, esportivas, comportamentais, estéticas, etc. Na mídia Cinematográfica, Publicitária e Televisiva em geral, sempre estão surgindo novas referências no cenário nacional e internacional. Referências essas que contribuem de forma eficaz para a extinção de pré-conceitos pré-estabelecidos os quais permeiam o subconsciente da nossa sociedade urbana. Revelado pelas lentes cinematográficas do Mercado Publicitário, O Multimídia Nagô, que possue um currículo impar e invejável tem sido nos últimos tempos um ícone de referências artísticas, estéticas e humanas. Nascido na cidade de Salvador -Ba, ele chegou na cidade de São Paulo no final de 1999, onde fez morada e começou humildemente a trabalhar e construir sua história de conquistas, descobertas e o encontro com a sua própria identidade negra. Totalmente influenciado pela religiosidade de matrizes africanas, num mundo onde as pessoas se preocupam apenas com bens financeiros e materiais, nunca deixou de lado o culto e respeito aos seus ancestrais de origem africana. Nagô, em 18/05/2007 entrevista(bate-papo) no Programa de TV Todo Seu (TV GAZETA) apresentado por Ronnie Von, afirmou que as pessoas quando o vêem pelas ruas de Sampa, ficam eufóricas, extrovertidas e super comunicativas... O grande fato é que todo esse poder de comunicação chega em primeiro plano através de suas madeixas (cabelos) africanizadas e tribalizados, ou seja, as pessoas chegam até a minha pessoa primeiro através do meu Black Power Afro-Indígena-Brasileiro e de forma imediata vão percebendo e conhecendo toda a minha atitude, irreverência e forma de pensar. Quando ando pelas ruas me sinto num verdadeiro palco, e, lá bem no meio de toda essa multidão estou em cena, o público precisa dessa encenação real para se sentir vivos e integrantes de toda essa cena realista, disse Nagô.

Daniel: O Multimídia Nagô
 
Em entrevista a um certo telejornal de Buenos Aires, devido a seus trejeitos e seus biquinhos irreverentes, foi feito um comentário do jornalista sobre determinada campanha para uma marca de hidratante em que a top Gisele Bündchen aparecia fazendo biquinhos parecidos com as irreverências do nosso Multimídia. Em 23/06/2007 no Programa de Tv Viva a Noite(SBT) apresentado por Gilmelândia, Nagô explicou o comentário do jornalista em rede nacional para todo o Brasil. Bem, (risos) quem falou isso foi determinado jornalista, devido aos biquinhos irreverentes que lancei na publicidade, que ficou evidente na campanha mundial da Philip Morris, que fiz, então ele comentou que a Gisele estaria adotando meus trejeitos irreverentes também devido a certo desfile onde ela aparece em visual Black Power, tenho é muita vontade de fotografar com ela, (risos) quem dera, brincou Nagô. No mês de junho á outubro ele estará nas gravações da Série “Na Moda’’, sem títudo definitivo ainda, produzida pela Gullane Filmes, com direção geral de Karim Ainouz, que será veiculada no Canal a Cabo HBO em início de 2008, segundo a produtora. Na Série, interpreta a personagem Arturo Atanazzeta, que namora a personagem Heloísa Alencastro e Éder Santos. Juntos vivem um triangulo amoroso cheio de nuances e artificialidades. Essa Série também tem a participação de Ricardo Mansur. O que às vezes me incomoda no meio artístico são algumas pessoas que infelizmente ainda não acordaram para o real valor que o negro tem, não apenas para vender produtos, mas pela sua contribuição genuinamente cultural, pela sua história como um todo, disse Nagô. Creio que com toda essa versatilidade artística e cultural a imagem de O Multimídia Nagô hoje represente o Mix da Diversidade Cultural Paulistana. Nada mais justo que um cabelo com tantos atrativos e referenciaois esteja dentro do livro dos records, Guinnes World Records Limited. [FONTE: o artista]

Assessoria: fones: 55 (011) 6841-2070 / 55 (011) 9208-5540 / 55(011) 3151-1005 telefax

www.rnago.com

 

 

Francês fake virá ao Brasil

 

Chris Marker é apenas um operador de máquina fotográfica; transita entre o fake e o contraditório. É um sujeito idolatrado por sua ausência e não por trabalhos relevantes.


Fotógrafo e cineasta ermitão, o francês Christian François Bouche-Villeneuve,88, não sabe o que é modéstia e fala pelos cotovelos. Isso porque se diz um cara averso à entrevista, mas fala por duas ou três horas consecutivas. Realmente, Chris Marker, o pseudônimo que escolheu para se esconder atrás de óculos, bonés e janelas com insufilmes, nada mais é do que o estilo de marketing que ele escolheu. E para o bem dos verdadeiros fotógrafos daquele pais como Cartier-Bresson, ainda bem que ele mesmo não se considera como tal. Não gosta de ser fotografado, e sua imagem mais conhecida é através do sorriso de um gato chamado Guillaume, publicado em tiras de jornais franceses. Algumas retrospectivas vem sendo feitas, e ele também reclama das homengnes. Para o Brasil, algumas mostras estão programadas para julho "Bricoleur Multimídia" no CCBB {de 25/06 a 5/7} e no MIS, ambos em São Paulo. Segundo fontes, no CCBB serão apresentados 33 filmes e no MIS 200 fotografias feitas entre 1952 e 2000.



A reclusão do francês é faz dele uma pessoa não famosa, mas misteriosa e discutida quanto seu modo de viver. Suas atitudes transitam entre o lacônico, ierrverente; sua pucas declarações são milimétricamente pensadas para gerar polêmica. Se perguntado como se mantém informado ele logo responde que " mantenho-me informado pelo canal de TV Aljazeera", uma forma de provocar uma réplica. Chris também não se considera um cineasta, mas já arrebatou o prêmio Urso de Ouro, em Berlim, Alemanha, pelo filme " Descrição de um Combate, de 1960. Teve seu momento importante com o cineasta Aalin Resnais e Jean-Luc Godard.

O seu curta-metragem La Jetée, inspirou Os 12 Macacos, de Terry Gilliam. Filmou "Balada Berlinense" 1990; Gato Escutando Música", 1990, entre outros. Seja no cinema ou seja na fotografia, apesar de alguns catalogarem como um sujeito inventivo, na verdade seus trabalhos soam fake, falso. Como falsa e marqueteiro barato é sua forma de ser contra tudo. "Essas mostras são abusivas e absurdas", diz Marker. O fato é que se ele pensasse ao contrário disso, ninguém, a não ser muito bem pago aceitaria seu trabalho, haja vista que não tem nenhum atrativo, novidade em ângulos ou estética fotográfica.

 

 

EDITORIAS:
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Palácio do Horto, ex moradia dos governantes paulistas recebe mostra de maquetes japonesas.

 
Palácio do Horto recebe maquetes de templos japoneses

 
O Palácio de Verão do Governo de São Paulo, no Horto Florestal, abre neste sábado, 14, a exposição maquetes de templos e palácios japoneses. A mostra faz parte do calendário estadual de comemoração do centenário da imigração japonesa ao Brasil. A mostra pode ser vista até 30 de setembro, sempre nos fins de semana ou feriados. São 15 delicadas peças que reproduzem em detalhes castelos, tempos, santuários, as ruínas de um palácio, o portal de um antigo palácio e um memorial.
Entre as obras destaca-se a reprodução do santuário xintoísta Itsukushima, erguido no século VI, na ilha com o mesmo nome, localizada na província de Hiroshima. Por abrigar o santuário dedicado às deusas guardiãs do mar, a ilha é considerada sagrada. Também chama a atenção a maquete que representa o templo budista Horyuji, cuja construção, que data do ano de 607, ainda conserva parte de sua madeira original. Considerado o maior e mais belo castelo japonês, o Himeji, localizado na cidade de mesmo nome, na Província de Hyogo, também está presente na exposição. Sua construção teve início no ano de 1346 e só foi finalizada em 1609, período em que a atual torre principal foi construída. Vale à pena prestar atenção à reprodução fiel das extremidades do telhado da torre principal, decoradas com duas criaturas míticas com cabeça de dragão e corpo de peixe, que simbolizavam o poder do senhor do castelo e protegiam contra incêndios, de acordo com a crença da época.
 

Outra obra que atrai pela história é o Portal Shureinomon. A peça era um dos portões do Castelo de Shuri, sede da Dinastia de Ryukyu, que reinou de 1429 a 1879. O portal foi restaurado em 1958, após um incêndio, e atualmente fica na entrada da cidade de Shuri, na Província de Okinawa. Considerado Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco, maquete a Genbaku Dome [à direita] ou Cúpula da Bomba Atômica, emociona. Localizada em Otemachi, perto da Ponte Aioi, em Hiroshima, que foi aproximadamente o epicentro da explosão atômica de 6 de agosto de 1945, é o único edifício atingido pela bomba atômica que ainda existe. Na maquete é possível ver uma construção totalmente devastada. A parte de cimento foi queimada e, em alguns pontos, derretida, deixando o esqueleto da estrutura de aço exposto. Na frente, um cofre de pedra com os nomes das vítimas que estão no interior do mausoléu, exibe o epitáfio: “Repousai em paz, pois o erro não será repetido”.

Acervo do Palácio do Horto
Além dos templos e palácios japoneses, os visitantes podem aproveitar para conhecer obras da coleção do Acervo do Governo do Estado, que conta com obras de Collete Pujol, Margaret Mee, Rugendas, Mário Gruber, Antonio Henrique do Amaral, Oscar Pereira da Silva, Milton Dacosta, J. Barbosa Rodrigues, entre outros.

SERVIÇO
Palácio do Horto
Rua do Horto, 931 – Horto Florestal – Entrada Franca.
Informações: (11) 2193-8282 ou pelo site:

http://www.acervo.sp.gov.br/
Sábados, domingos e feriados, das 10 h, às 14 h,
Grupo de 20 pessoas de meia em meia hora.
Todas as visitas são acompanhadas por educadores ]

A mostra pode ser vista até 30 de setembro
 
 
 
 Exposição inédita de Yûki Atae no Brasil
 
SÃO Paulo, 11/06 - Nostalgia e esperança dão expressividade e vida a bonecos feitos de pano em uma das atrações da Semana Cultural Brasil Japão no Anhembi.

A exposição « Esculturas de Tecidos » traz 50 obras inéditas do artista japonês Yuki Atae, 70 anos. Além do trabalho que já foi mostrado em 2006 e 1991 em Paris (Museu Baccarat e Louvre, respectivamente) e no ano 2000 em Nova Iorque, o artista produziu uma boneca inédita especialmente para o público brasileiro. Atae retrata cenas do cotidiano de pessoas comuns no início da Era Showa (1925-1989) e nos 14 anos que a antecederam. Segundo o artista, apesar da pobreza, as crianças possuíam o espírito nobre: « elas tinham roupas e narizes sujos, mas seus olhos eram puros e cheios de esperança ».

NO BRASIL — Mudando o cenário para o Brasil, o que temos são bonecos que poderiam bem representar os imigrantes japoneses que aqui chegaram. Eles estarão suspensos no teto do grande Auditório (Celso Furtado) dentro de grandes gotas transparentes. A concepção do espaço, assim como de todo o Anhembi, foi feita pelo estilista Jun Nakao especialmente para a Semana Cultural Brasil Japão. Para a exposição comemorativa aos 100 anos da imigração japonesa no Brasil, Atae chega com uma criação inédita: a personagem OSHIN, protagonista de uma novela da NHK transmitida no Brasil nos anos 80. A exposição tem Organização de: Associação para as Comemorações do Centenario da Imigração Japonesa no Brasil e Galeria Saihodo e Apoio do Consulado Geral do Japão em São Paulo. [Fontes: Miriam Hatanak / Erika Kobayash]

Serviço
Semana Cultural Brasil-Japão
Esculturas de tecido, de Yûki Atae
Palácio das Convenções do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1209
De 14 a 22 de junho, das 9h às 20h
Entrada gratuita

http://mailing.centenario2008.org.br/lt.php?id=H%7C31876%7C6434%7C1714
Informações para a imprensa:
Miriam Hatanaka: 9619-2494 / mlie@terra.com.br
Erika Kobayashi : 9104-4422 / kikkss@gmail.com
 

DAREL NA BM&F

SÃO PAULO- 8 de maio - Pernambucano de Palmares, Darel Valença Lins é o que se pode chamar um homem das artes. Gravador, ilustrador, pintor e professor.
 

Apropriando-se das mais diversas técnicas de pintura – gravura em metal, litografia, desenho e digigrafia –, desenhou sua arte de um modo particular: misturou a beleza das coisas com o pesadelo humano, o preto com o branco, a cidade com seus homens, o detalhe das cores com o monocromado do todo. Tudo de um modo sutil, usando a linguagem do traço fino, da brincadeira no olhar, das sensações que as cores proporcionam. Lúdico é descobrir a mulher dentro da máquina. Ou a máquina que envolve a mulher. Porque para o artista, como dito por ele mesmo, “é a cor que muda as sensações e o clima do acontecimento. Pode atribuir um clima dramático ou poético ou sombrio”.
 

 
E sua arte tem um pouco dessas sensações únicas: o mestre Darel Valença pintou as mulheres e desenhou seus corpos; misturou o anjo com as máquinas; a multidão e as cidades – coisas que só a dança do olhar descobre. Ilustrou, também, as edições de Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antonio de Almeida, e Poranduba Amazonense, de Barbosa Rodrigues. Como definir, então, esse artista plural, ora polivalente, muitas vezes multifacetado, mas de certo modo particular? Nós, do Espaço Cultural BM&F, escolhemos chamá-lo de um artista “fora de série” e homenageá-lo desde já com esta mostra. Até 4 de julho de 2008, o público poderá apreciar cerca de 50 obras do artista, entre elas Mulher da Máquina, Demolição, O Anjo e a Máquina, Ela em Amarelo, Tríptico e Praça 78. O que faz Darel ser fora de série é conseguir, em seus trabalhos, transformar cada obra em um grande mistério, que a escritora brasileira Clarice Lispector chamou de “o grande mistério de viver”. Na arte de Darel também há vida; há sonhos e ideais, há muita luz e cor. Como ele consegue transformar tudo em arte? É de novo a poetisa que nos dá a pista: “Darel vive seus sonhos, não como homem irreal, mas como um homem. Quem habita as enormes cidades senão o próprio Darel que sonha e idealiza? Em Darel, além da parte artística propriamente, há uma preocupação com a totalidade do ser humano em sua plenitude. O choque impotente do indivíduo diante da máquina. As cidades escuras em que uma ou outra janela de luz acesa atesta que elas são habitadas”, registra Clarice Lispector no álbum de gravuras editado por Júlio Pacello. Suas obras serão, elas próprias, essa janela de luz, que levará os visitantes para além da São Paulo cotidiana, como investigadores em busca Catalogo.indd 5 30/4/2008 12:23:35 6 de pistas, estas escondidas em cada obra, como normalmente estão também escondidas na rotina da cidade. O recorte da exposição feito pelo curador Antonio Carlos Abdalla proporciona ao público desvendar o artista plural em que Darel se transformou ao longo de sua carreira. Esta exposição é um convite ao conhecimento de algo que é artístico, novo, mas também real. Cada uma de suas obras pode ser um momento lúdico, um sonho ou a transformação dos pensamentos em algo sólido e palpável. Depende do modo que o público quer vê-lo e senti-lo. Um fio condutor? Seguir o roteiro indicado pelo próprio artista: partir de um único ponto, o desconhecido, pois é daí que a arte se transforma; que a cidade se modifica, que o homem se recria. Fora de série, na arte e no modo de fazer arte, Darel nos convida a viajar particularmente em cada um dos mundos que criou. Boa viagem a todos nós. [  Manoel Felix Cintra Neto Presidente do Conselho de Administração]
 

 
Darel na BM&F
De 6 de maio a 4 de julho - entrada gratuita
Praça Antônio Prado, 48 - centro São Paulo
Visitas monitoradas: [11] 3119-2404
 

 

 

 

 

Maurício Cardim - 25 anos de carreira

Brasil é tema de exposição de Maurício Cardim em Sete Lagoas - MG

 

 

A mostra traz trabalhos realizados pelo fotógrafo nos últimos 25 anos. Crédito: DivulgaçãoGrande artista, o fotógrafo-expositor está fazendo uma retrospectiva de 25 anos de registros fotográficos por todo o país.

A mostra é composta de fotos coloridas e cartões-postais (também de sua autoria) de cidades, igrejas, paisagens e aspectos da natureza.“Minha foto é simples, sem intervenção ou manipulação feita por computadores. Faço e exponho um pouco de minha alma e meu contentamento em quase todas”, comenta Maurício Cardim.Essa é sua 18ª exposição em Sete Lagoas, Minas Gerais, dentre as mais de cem realizadas em outros estados brasileiros, nos mais conceituados espaços culturais.“O Brasil sob o olhar de Mauricio Cardim”, ficará em cartaz até o dia 18 de abril. Das 8h às 21h, agora no Espaço Cultural Maria Magdalena Alves Padrão, Prédio da Rádio Musirama.Rua Níquel, 457, bairro Morro do Claro, Sete Lagoas-MG. Entrada franca
 
 
 
Informações à Imprensa
[11] 6848-3230 / 9847-9789 [Martins]
 
 

 

 

 

 

Fátima Lopes, Assessora de Imprensa da BM&F informa: exposição “São Paulo de Renée Lefèvre”.


Vinte e nove obras da artista Renée Lefèvre serão expostas gratuitamente ao público no período de 27 de fevereiro a 25 de abril, no Espaço Cultural BM&F, no centro de São Paulo. O Espaço Cultural BM&F abre sua temporada de 2008 homenageando os 454 anos da cidade de São Paulo. A exposição “São Paulo de Renée Lefèvre” [1905-1996] – Homenagem aos 454 anos da cidade de São Paulo, aberta ao público de 27 de fevereiro a 25 de abril, resgata a São Paulo do passado, vista sob a perspectiva da paulistana Renée Lefèvre. Com curadoria de Enock Sacramento, a mostra apresenta 29 obras entre pinturas, desenhos e nanquim, além de livros e objetos pessoais pertencentes a colecionadores particulares e familiares da artista.Renée Lefèvre retratou a paisagem urbana brasileira. Por seus trabalhos se tornaram conhecidas igrejas, conventos e casarios barrocos do Nordeste, de Minas Gerais, de São Paulo. No Espaço Cultural BM&F, o público poderá ver a Praça da República, de 1956; a Avenida Nove de Julho, 1957; o Parque do Ibirapuera, de 1937, as Casas da Rua Barão de Iguape, de 1973, o Açougue da Rua Martinico Prado, 1937; A Feira do Largo do Arouche, de 1934; a Av. Sumaré x Rua Turiassu, de 1946; São Paulo antigo e moderno, 1955; entre outras. “Renée costumava pintar em contato direto com seus motivos, ou pelo menos fazia esboços no local. Esta exposição inclui alguns de seus desenhos e técnicas mistas sobre papel, reveladores de seu processo de criação, que incluía estudos de formas e de cores. A iconografia paulistana de Renée Lefèvre mostra como a cidade transformou-se a partir do período em que ela retratou com tanta propriedade e competência”, afirma o curador da exposição, Enock Sacramento. O Espaço Cultural BM&F fica no hall de entrada da Bolsa de Mercadorias & Futuros .

 
Serviço:
De 27/02/2008 a 25/08/2008Espaço Cultural BM&F
Endereço: Praça Antonio Prado, 48 - CentroFone (11) 3119-2404 -
 
Funcionamento: de segunda-feira a sexta-feira, das 10h00 às 18h00
Visitas monitoradas (das 10h00 às 17h00) devem ser agendadas pelo telefone acima.
Entrada franca. - Acesso para portadores de necessidades especiais.

Atividades: sala de exposições com 330m2, com mostras de obras de renomados artistas, abertas ao público em geral, com programação anunciada pelo site acima.
(3119-2404) ou por e-mail (bmfcultural@bmf.com.br).
 
 
 

Tributo a Amilcar de Castro

 

 

O escultor mineiro Amilcar de Castro recebe várias homenagens que inclui até um museu

 
BELO HORIZONTE / BRASIL - 08 de março - O escultor mineiro Amilcar de Castro recebe vários tributos entre São Paulo e Minas Gerais, sua terra natal. Amilcar nasceu em Paraisópolis, em 1920, e forma-se em direito, mas, logo em seguida começa estudar com Guignard, - desenho, e pintura com Weismann. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1952, e lá, no ano de 1959 assina o Manifesto Neoconcreto. Na década de 1970 retorna para Minas Gerais. Castro realizou obras em vários campos como por exemplo a reforma gráfica do Jornal do Brasil, em 1975-1959, e lecionou na escola Guignard. Amilcar de Castro foi responsável pela sofisticação da escultura no Brasil, su técnica sempre foi muito elogiada quando utilizava espaços públicos para suas esculturas. Ele é uma resposta contundente na área da arte tridimencional. Dentro do campo moderno, Amilcar de Castro foi muito importante para arte do século XX, sendo ele um vetor da arte contemporânea no Brasil, assim como o Manifesto Neoconcreto. O artista foi muito valorizado em vida e pode usufruir de sua arte ainda em vida, e produziu praticamente até dia antes de morrer, em 2002. Suas esculturas encontram-se em vários estados como Minas Gearis - Ouro Preto, Belo Horizonte e também em São Paulo, capital. Ele soube utilizar com muita propriedade e respeito ao ir e vir os espaços públicos. Castro foi um artista determinado e deixou uma lição para aqueles que pretendem ingressar na arte: dedicação à arte.

Mostras e Minas Gerais
Várias mostras estão, em andamento e agendadas - em homenagem ao pai do Neoconcreto. Em Minas Gerais, uma exposição a partir de 28 de março segue até 25 de maio, na Casa Fiat de Cultura [Rua jornalista Djalma Andrade, 1250], e será extensiva a outros locais em Minas Gerais: Praça JK, [com 20 peças ] e Praça da Liberdade com 3 peças, totalizando 192 esculturas nas três mostras. Também em Ouro Preto, MG, ocorrerá mostra no Centro Cultural Turístico da Federação das Indústria de Minas Gerais, de 11 a 25 de maio, com 74 obras: gravuras, telas e objetos em madeira.
Em São Paulo
a Galeria André Millan, representante do artista no estado, vai expor entre 17 de abril a 24 de maio, criações menos conhecidas do escultor como por exemplo mámore e colunas de vidro, bronze, trabalho pouco exposto.
O I.A.C. [Instituto de Arte Cantemporânea] apresenta exposição "Campo Ampliado"com Amilcar de Castro, Volpi, Lúcio Fontana. Participam também da mostra os artistas Tunga, José Resende, Arthur Luiz Pizza e Jean Arp. A mostra apresenta obras pontuais de cada artista que vieram antes e depois de Amilcar, Mira Schendel [1919 - 1988], Sérgio Camargo [obra em mármore] e Wilys de Castro, considerados os principais vetores da arte contemporânea brasileira. [Rua Maria Antônia, 258] fone 3255.2009, de terça a sábado das 10h00 às 9h00 e domingo, das 12h00 às 17h00, até 30/03.

Museu
O Instituto Amilcar de Castro, com direção de Rodrigo de Castro, abriga mais de 1000 obras do escultor, e se encontra em sua 1ª fase de catalogação. O artista tem muitos admiradores de suas obras, entre os quais Márcio Teixeira, que tem mais de 650 obras e que farão parte do acervo do Museu Márcio Teixeira, em Belo Horizonte - MG. Todas as obras datam de 1980 a 1999, e o museu será inaugurado entre março e maio de 2008.

 

 
 
 

 

 

 

31.1.08"A casa brasileira do MCB",

 

 

Menezes Comunicação informa: Exposição "A casa brasileira do MCB - Memórias de um acervo" a partir de 13/02.
 

Pela primeira vez, em duas décadas, o Museu da Casa Brasileira expõe mais de 250 peças de seu acervo, do século 17 ao 21, com museografia que as agrupa em recortes baseados nos verbos ou funções da casa, como dormir, guardar, ouvir, rezar, sentar, servir. A mostra "A casa brasileira do MCB", que ocupará todo o piso térreo do solar, permite uma visão de conjunto da coleção, possibilitando aproximações sobre suas características atuais e as intenções pretendidas. Os móveis e objetos serão distribuídos nas cinco salas de mostras temporárias e no espaço expositivo destinado à mostra de longa duração do acervo MCB, revelando elementos da memória material da casa brasileira. Em suas representações, é possível observar valores e necessidades que definem a diversidade formal para a mesma função. Esta exposição nos aproxima do cotidiano para observar hábitos, rever identidades, avaliar praticidades, e perceber a transformação através do tempo das diversas técnicas e materiais. "Formada por algumas preciosidades, pretendemos mais que mostrar o objeto isolado, avaliar os grupos e sua representatividade na história material da casa brasileira. É o conjunto que nos interessa", diz Giancarlo Latorraca, diretor Técnico do MCB.

"A Casa Brasileira do MCB" é uma compilação do que foi reunido ao longo da existência do museu, que completa 38 anos em maio, com certo distanciamento ou sem compromisso de retrospectiva, respeitando o patrimônio constituído que passou ultimamente por restauro e novas aquisições. Algumas peças importantes que estavam em outros museus retornaram ao acervo do MCB que, ao incorporar alguns ícones do design brasileiro, estendeu seu período de abrangência ao século 21. O acervo do MCB, face material da memória recolhida até então sobre a casa brasileira, não representa uma trajetória retrospectiva. A exposição revela-se uma oportunidade para refletir sobre seu futuro, origens e formação de acervos públicos, definição de critérios de continuidade, como políticas de aquisição, considerando também novas formas de expandir conteúdo informativo sem ampliação de reserva técnica. Com esta mostra o MCB reforça sua missão de oferecer à sociedade um espaço cultural acessível e democrático que, além de expor seu acervo de mobiliário e objetos da casa brasileira, reflete sobre questões relativas à arquitetura e ao design. O público poderá conhecer um pouco da história do Brasil e da cidade de São Paulo, bem como as transformações e estilos do mobiliário brasileiro ao longo de quatro séculos.
Entre as peças em exposição, citamos uma de cada século. Do século 17, uma cama de bilros, de Portugal, cuja denominação se deve ao fato de possuir, entre as barras entalhadas, pequenas peças semelhantes a fusos ou bilros de fazer renda, de origem árabe ou indiana. Do século 18, uma cômoda arcaz, característica do mobiliário brasileiro, utilizada nas sacristias e nas grandes casas, apresenta fino trabalho de marchetaria em madeira mais clara, no estilo D. José I. Do século 19, cadeira sanitária, de Ilhabela (SP), tem estrutura de uma cadeira comum, exceto pela tampa no assento que revela o urinol no interior. Esse tipo de peça era usada nos quartos até a instalação de sistemas de canalização de esgotos. Do século 20, a poltrona John Graz, criada em 1949 e reeditada nos anos de 1980 com base num rascunho deixado por Graz. Do século 21, a poltrona Diz, de Sergio Rodrigues, que graças à sua dupla curvatura consegue ser confortável sem um único estofado. Outra peça a ressaltar na mostra é o móvel de múltiplas utilidades, criado em 1917 e doado ao MCB por Pietro Maria Bardi. É um "móvel surpresa" que se transforma em cama, penteadeira e escrivaninha.

Serviço
Exposição: "A casa brasileira do MCB - Memórias de um acervo"
Visitação: de 13 de fevereiro a 30 de março
De terça a domingo, das 10h às 18h
Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727
Jardim Paulistano São Paulo - Site: http://www.mcb.sp.gov.br/

Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 - Domingo sempre gratuito
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas monitoradas : 3032-2564 Email agendamentomcb@terra.com.br

Informações para a imprensa:
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br


tels. 11 3815-1243/0381 9983-5946
menezescom@uol.com.br

 

 
EDITORIAS:
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