Revelando, imortalizando histórias e talentos
18.2.08

Zezé Gonzaga: "Entre Cordas"

 

"Zezé é uma grande referência e nos faz entender melhor quem somos".

A cantora de 81 anos lança CD com duas canções inéditas e com produção de Hermínio Bello de Carvalho. Para gravar este CD ela precisou superar dores e problemas da idade. São 65 anos de carreira sendo que o auge de sua carreira aconteceu entre 1940 e 1950. Virginiana, e muito exigente, ela relutou mas acabou aceitando o convite de Bello de Carvalho, em 2007, onde gravou duas faixa inéditas para este disco, com sua marca registrada, o bom gosto. Todo o restante do conteúdo do CD foi colhido entre os anos de 1983 e 2002, que inclui registros de áudios de programas produzidos por Bello de Carvalho. Zezé canta Guinga, Paulo César Pinheiro, Baden Powell e Raphael Rabello e até Villa-Lobos e conta com acompanhamento do Quarteto de Violões, Maogani.
Se superando
Em 2003, a cantora sofreu um acidente quando foi assistir um show em teatro carioca e levou 15 pontos na boca. Esta é mais uma história de superação dessa dama da MPB que, nos anos 1960, ao ser rotulada pelos Bossanovistas da Rádio Nacional, de romântica, pejorativamente, Zezé entrou em depressão e ficou 12 anos sem gravar, de 1967 a 1979. Foi o mesmo Hermínio quem convidou-a para gravar um disco em Homenagem a Valzinho [1914-1980], o pré-cursor da Bossa Nova, e com arranjos do maestro Radamés Gnatalli.
Perfil discográfico
No ano de 1942, Zezé Gonzaga recebeu nota máxima no programa Ary Barroso, e fora contratada pela Rádio Nacional - RJ, em 1948. Já em 1956 ela lança seu primeiro LP "Linda Flor". No ano de 1967, no LP "Canção do Amor Distante", gravou Baden Powell, Elton Medeiros, João Donato e até Jorge Ben Jor. em 1979, Após 12 anos de ausência ela retorna com "Um Doce Veneno", com composições de Radamés Gnatalli [ Inédito em CD].
Nos anos 1990, participa de shows e gravações com o grupo Cantoras do Rádio: Nora Ney, Carmela Alves e outras. Já em 2002, o disco "Eu sou Apenas uma Senhora que Ainda Canta", regravou "Chão de Estrelas" e "Todo o Sentimento ", entre outras. Em 2008, aos 81 anos de vida e 65 de carreira lança "Entre Cordas", com produção de Hermínio Bello de Carvalho. [Foto reprodu'c~ao / Rafael Andrade / Folha Imagem
Produto:
CD "Entre Cordas"
Gravadora: Biscoito Fino
Valor: R$ 32,00 / média

Terça-feira, Março 11, 2008Maestro João Carlos Martins faz palestra no MCB

 

Maestro fala sobre a superação e suas mais importantes vitórias

O maestro João Carlos Martins, curador da primeira temporada do projeto Música no Museu, que terá 40 apresentações gratuitas ao longo do ano, faz palestra no Museu da Casa Brasileira no dia 18 de março, às 20h. Na parte final, tocará algumas peças no piano. Considerado um dos maiores intérpretes de Johann Sebastian Bach, João Carlos Martins teve como um dos pontos altos de sua carreira a gravação da obra completa para teclado deste gênio da música. Logo após, devido a problema físico, teve que abandonar a carreira de pianista, canalizando para a regência sua paixão pela música, e revelando uma determinação sem igual. Nesse momento, segundo ele, começou a colecionar as vitórias mais importantes de sua carreira. O maestro João Carlos Martins se eleva a um patamar raramente alcançado por outros músicos brasileiros no século 20.

No início do evento, será apresentado um vídeo de 10 minutos, produzido por Ricardo Carvalho, que retrata a vida artística do João Carlos Martins: o início de sua carreira no piano, um concerto triunfal com o maestro Zubin Metha, até a doença nas mãos, o fim da carreira de pianista e o começo de sua atuação como regente. Logo depois, João Carlos Martins falará sobre sua vivência da determinação e da superação diante dos inesperados problemas físicos nas mãos, que o impediram de continuar a ser um dos maiores intérpretes de Bach. Ele vai destacar os resultados conseguidos, abordará temas como resiliência, superação, foco em resultado, trabalho em equipe e fará uma comparação entre o funcionamento de uma orquestra e o de uma instituição. O projeto Música no Museu tem pelo terceiro ano consecutivo o patrocínio da Aços Villares e é uma realização do MCB, organização social de cultura integrante da rede de museus da Secretaria de Estado da Cultura. Os espetáculos musicais acontecem aos domingos, às 11h.

Serviço
Entrada: gratuita Nº de lugares: 230, por ordem de chegada Site: http://www.mcb.sp.gov/.
Local: Museu da Casa Brasileira – Av. Faria Lima, 2705 – Tel. 11 3032-3727 – Jardim Paulistano São Paulo

Informações para a imprensa:
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana email: menezescom@uol.com.br
3815-1243/0381 9983-5946menezescom@uol.com.br

 

MÚSICA NO MUSEU

 

 

Aços Villares e MCB convidam para a apresentação do projeto Música no Museu 2008, com a presença dos curadores João Carlos Martins, Antonio Nóbrega e Carlinhos Antunes

A Aços Villares e o Museu da Casa Brasileira apresentam no próximo dia 21 de fevereiro, às 10h30, o projeto Música no Museu 2008, que neste ano terá como curadores o maestro e pianista João Carlos Martins, e os músicos Antonio Nóbrega e Carlinhos Antunes. A primeira temporada acontece de março a maio e terá a curadoria de João Carlos Martins; a segunda abrange o período de junho a agosto com Antonio Nóbrega à frente da curadoria; e a terceira, de setembro a dezembro, ficará a cargo de Carlinhos Antunes. Pelo terceiro ano consecutivo, a Aços Villares patrocina o projeto Música no Museu da Casa Brasileira. A cada ano são 40 apresentações, todas gratuitas, que atraem em torno de 15 mil pessoas sempre aos domingos, às 11h, um programa que já se consolidou como uma agradável alternativa de lazer ao reunir música de qualidade num cenário encantador: o terraço do MCB, defronte a seu surpreendente jardim de 6.600 metros quadrados. O MCB é uma organização social de cultura, integrante da rede de museus vinculados à Secretaria de Estado da Cultura. “Com o patrocínio da Aços Villares, o programa Música no Museu conquistou importante vitória que permitiu o desenvolvimento de uma linha curatorial na programação dos espetáculos, com planejamento e antecedência, além de cachê a todos os músicos convidados pelo projeto”, diz Miriam Lerner, diretora Geral do MCB. “A programação de 2008 prima pela excelência dos curadores e pela sua diversidade, cada um deles com uma trajetória de muito sucesso e trilhando caminhos próprios. A Aços Villares dá um presente para São Paulo”.  A seguir, o conceito de cada um dos curadores para sua temporada de espetáculos:

João Carlos Martins
– Por que a música venceu?

“A nossa Série mostra para o público a evolução dos diversos estilos, desde a Renascença até o Modernismo. Isto não quer dizer que seguimos uma ordem cronológica, pois a diversidade é saudável, não só para o intérprete, mas também para o ouvinte. Por outro lado, nos sentimos honrados em mostrar a contribuição do Brasil no universo da música e a influência do Barroco quando ainda éramos Colônia. O público vai poder avaliar ao mesmo tempo como os sopros podem conviver sem as cordas e vice-versa. Os músicos desta Série fazem parte de um ideal que tem a música como o maior segmento de inclusão social, de união entre os povos e de amor a uma bandeira que enaltece a vitória da música em qualquer circunstância.”

Antonio Nóbrega - Renovando a Tradição
“Ao longo de sua trajetória o Brasil foi criando, no campo da música, gêneros e formas que vieram a se tornar fundadores da nossa música. Alguns dentre eles são bastante conhecidos: o samba, o choro, o baião, o frevo, etc; e, embora nascidos, em sua maioria, ligados a uma música cantada, vieram também sedimentar uma música instrumental. Essa música vem se renovando e ampliando-se continuamente. Embora, nessa renovação, haja a predominância de certos paradigmas jazzísticos (o modelo de improvisação, a maneira de frasear, o tipo de articulação, etc) há outros procedimentos e tipos de aprofundamento musical que vêm impulsionando e renovando essas formas e gêneros musicais. A minha escolha do elenco de músicos (bandolinistas, acordeonistas, saxofonistas, percussionistas) e conjuntos a se apresentarem recairá principalmente sobre aqueles que têm desenvolvido, sim, uma música em todos os sentidos aberta para o mundo, mas principalmente aberta para si mesma”.

Carlinhos Antunes – Diverso e Criativo

“Aqui em São Paulo se concentram músicos de várias partes do Brasil e do mundo, com uma qualidade e criação artísticas impressionantes, o que nos dá a certeza da qualidade e aumenta nossa responsabilidade para tentar contemplar a todos. Por isso, minha prioridade será dar espaço aos criadores, os novos e os que não param de produzir, apesar das dificuldades e dos poucos recursos que às vezes dispõem. Trazer à cena aqueles criadores musicais que estão atentos à música em sua plenitude e não às regras do mercado, levando em consideração excelência e qualidade, sem rótulos de nenhum tipo.”

Primeira temporada – 13 espetáculos com curadoria de João Carlos Martins
O pianista e maestro João Carlos Martins diz que na curadoria de seus 13 espetáculos há um projeto temático, que explora a relação do barroco com os tempos modernos. Ele explica que prefere escolher muitas vezes os mesmos músicos para manter uma unidade e uma ligação entre um concerto e outro, a ser percebida pelo público.

Março
2/3 – Orquestra de Câmara Engenho Barroco
9/3 – Trio d´Amore
16/3 - Sonia Goussinsky, Stella Almeida e Ana Maria Chamorro no recital Canções de Amor
23/3 – Tri Dum
30/3 – Paulo Gazzaneo e Quarteto de Cordas Aureus

Abril

6/4 - Kaleidos: quinteto de sopros vai a Opera
13/4 - Quarteto de sopros: música erudita
20/4 - Kaleidos: quinteto de sopro na música de dança
27/4 - São Paulo Arte Trio: de Beethoven a Piazzolla

Maio
4/5 - Orquestra de Câmara Engenho Barroco: o solista no barroco
11/5 - Quarteto de Cordas Aureus: música brasileira
18/5 Quinteto Sol Nascente: música tradicional japonesa
25/5 Trio Paulista de Trombones: do barroco ao popular

Serviço
Data: 21 de fevereiro, às 10h30, no MCB Av. Brig. Faria Lima, 2705
Estacionamento gratuito no local
Música no Museu
Sempre aos domingos, 11h, gratuito
Duração: 60 min
Capacidade: 230 lugares
Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço -
Av. Brig. Faria Lima, 2705 Tel. 3032-3727
Jardim Paulistano Site: http://www.mcb.sp.gov.br/
Estacionamento: R$ 10,00
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Domingo gratuito
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas monitoradas: 3032-2564

Informações para a imprensa:

Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana email: menezescom@uol.com.br
[11] 3815-1243/0381 9983-5946menezescom@uol.com.br
EDITORIAS:
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Florinda Bolkan - Uma grande estrela

 

Do nordeste para o Rio de Janeiro e do Rio para o mundo. Esta é a história da brasileira do ceará a mais bem sucedida nas artes cênicas, que fora convencida por Luchino Visconti a ser atriz.

Florinda Soares Bulcão nasceu sob o signo de Aquário, em Uruburetama, no Estado do Ceará, Nordeste do Brasil. Seu pai José Pedro Bulcão, um viúvo e deputado estadual cearense, criara- lhe com conforto. Sua mãe, uma moça de sangue índio, Maria Hosana teve três filhos: Alina, José Maria e Florinda, a mais nova. Ainda pequena seu pai viria a falecer. Ele era um homem forte, culto e inteligênte que norteariam a sua vida. Quando tinha 14 anos, mudara-se com a família para o Rio de Janeiro, onde Florinda começou a trabalhar como secretária. Jamais abandonou os estudos e aos 18 anos obteve o diploma em línguas; inglês e francês, que falava tão bem tanto quanto o português. Depois de vários tipos de trabalho conquistou uma boa posição como "Executive Hostess" pela Varig Airlines. Nessa ocasião ficou noiva de um ilustre senhor Polacco, porém, o casamento não fazia parte dos seus sonhos, queria algo diferente, aventura. Florinda tinha crescido com um senso de liberdade inato, e uma grande curiosidade e desejo de conhecer o mundo. Em 1963, partiu para visitar Londres e Paris na companhia de amigos, seu coração já estava na Europa, quando de uma viagem anterior aqueles países. Era uma meta particular, onde de fato ficou morando por dois anos. Em diversas ocasiões recebeu propostas para trabalhar como modelo mas, devido ao seu caráter , tímido introvertido, não se achava apta para este trabalho. Ainda em Paris, freqüentou um curso de Francês na "Sorbone" e um de História da Arte no "Museu do Louvre". Por não encontrar uma forma estável, decidiu voltar ao Brasil.

A sorte estava do seu lado
No ano de 1967, foi convidada por amigos italianos a um encontro, deste encontro ela conheceu o famoso diretor italiano Luchino Visconti que a convenceu a vencer sua timidez e tornar-se atriz. Visconti conseguiu persuadi-la a realizar um belíssimo teste de fotogenia que durou três dias, e a partir daí conseguiu, de imediato, uma participação no seu primeiro filme. Logo seria escolhida para participar em um filme com Jean-Louis Trintignant e Robert Hossein em Paris, "Voleur de crimes". Logo foi oferecido um papel no filme "Candy in Rome" ao lado de Richard Burton e Marlon Brando, seguido ainda de um outro de Visconti "La caduta degli Dei", com Helmut Berger, Ingrid Thulin e Dirk Bogarde. Nos meses seguintes, Florinda Bulcão, que adotaria Bulkan, trabalhou em diversos filmes que lhe renderiam fama ao ponto de tornar-se o mais extraordinário talento na Europa. Em 1968 - "Metti una sera a cena", com Jean Louis Trintignant, Annie Girardot e Tony Musante, obtém o seu primeiro prêmio "Donatello" , O Oscar italiano, assim conseguindo o status de uma estrela. Em 1969 - "Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto" conquista um prêmio no Festival de Cannes. No ano de 1970, "Anonimo Veneziano" foi o filme mais visto daquele ano, o que fez aumentar sua fama, o sucesso. No ano seguinte conquista o segundo prêmio "Donatello" e todos os outros prêmios ofertados pelos críticos italianos. Tudo a tornaria a nº 1 na Itália, como
atriz de papéis dramáticos e românticos.
Entre os anos de 1970 e 1975 Florinda Bolkan atuou em mais de 20 filmes, com alguns dos mais importantes diretores e atores do mundo por exemplo: Nos Estados Unidos "The last valley" de James Clavell, com Michael Caine e Omar Shariff. Na França: "Le mouton enragè" de Michel Deville, com Jean Louis Trintignant, Rommy Schneider e Jane Birkin. Inglaterra: "Royal Flash" de Richard Lester com Malcolm Mc Dowell, Alan Bates, Oliver Reed. Na Etiópia: "Assassinato em Sarayevo" de Velko Bulajich com Christopher Plummer. Na Itália: "Um uomo da rispettare" [de Michele Lupo] com Kirk Douglas e Giuliano Gemma. "Flavia" de Gianfranco Mingozzi, com Maria Casares. "Cari genitori" de Enrico Maria Salerno com Maria Schneider e Catherine Spaak. Conquista nos Estados Unidos o prêmio de Melhor Atriz , recebido da "Los Angeles Film Critics" . Os estúdios de Hollywood começariam a chamá-la, para lançá-la nos seus filmes. Mas Bolkan parecia não estar disposta a acotovelar-se com as estrelas de Hollywood; não era a jogada dela.

Crise de identidade
A atriz cairia em uma grande crise de identidade, e decidiu-se pela experiência de viver uma "vida normal" e de fazer coisas que nunca tinha tido tempo de fazer, esquecendo as pressões que uma estrela passa, e que fora forçada durante muito tempo. Passou a viajar, construir e vender casas, plantar árvores, praticar esportes, sobretudo montar os seus adorados cavalos, mas também velejar, voar, esquiar e jogar tênis. Tudo isso já durava quatro anos e Florinda percebeu que era importante atuar de novo. Assim , em uma nova casa de campo nas proximidades de Roma, ficou contente ao constatar que ninguém a havia esquecido. Tornou a apresentar em um par das comédias italianas, também gravou o mais popular seriado de TV , já realizado na Itália. "La piovra" nº 1 e nº 2, bateu todos os recordes de audiência e a celebrizou entre a nova geração de jovens, como aconteceu 15 anos antes com "Anonimo Veneziano". Alem do mais conquistou todos os prêmios para a TV do ano de 1986.

Entre o forró e a fama
Não querendo viver apenas de sua gloriosa carreira, ela decidiu que, um verdadeiro ator tem que demonstrar o seu talento no teatro. No inverno de 1984 encenou, em italiano, com Michele Placido, na comédia "Metti una sera a cena", com o mesmo diretor que, anos antes, tinha rodado o filme. A comédia foi um sucesso incrível que tornou-se uma das mais solicitada, pelos aficionados, ópera teatral daquele ano. Florinda era a primeira atriz que, com um sotaque estrangeiro, divertia o público dos mais antigos teatros italianos! Entre 1985-86 sob a direção de Giuseppe Patroni Griffi, Florinda Bolkan interpretou Yelena Andreyevna, personagem da comédia de Cekov "Zio Vania". Provou o que já era explicitamente definitivo, ser profissionalmente, do nível dos grandes atores. Assim, ela conquistou a estima e os aplausos do público e da crítica. Em 1986-87 fez parte do elenco de Michael Hoffman, no filme "Sisters", rodado no Canadá e produzido por Robert Redford, pela MGM. Como diretora, usou o cenário paradísiaco de sua terra natal, o Ceará, e dirigiu seu primeiro filme "Eu Não Conhecia Tururu" e esteve no 28º Festival de Cinema de Gramado, em junho de 2007, acompanhando o desempenho do filme. A atriz reside em Braccano, a 50 quilômetros de Roma - Itália onde vive há quase 50 anos. Ela não pensa em morar no Brasil, mas pode-se encontrá-la de repente em sua casa em Fortaleza, na Praia de Quixabá, perto de Canoa Quebrada," É o melhor forró do mundo, e adoro dançar.", diz Florinda Bolkan que apesar da distância e anos vivendo na Europa, esta setentona não perdeu suas raízes. [FM]

Contatos com a atriz
Na Itália:
Vittorio Squillante
www.studiosquillante.com
studiosquillante@studiosquillante.com
Tel.& Fax +39 06 39.74.13.16
Tel. +39 06 39.74.12.89
Via Della Giuliana, 101- 00195 Rome - Italy
Escritório de imprensa na Itália:
Paola Comin
paolacomin@libero.it
Tel.& Fax 06 68.68.435
Mobile +39 348 33.01.526
Distribuição Internacional:
INTRAMOVIES
www.intramovies.com
mail@intramovies.com
Agente no Brasil:
QUATTRO AGENTES
www.quattroagentes.com.br
quattroagentes@quattroagentes.com.br
Escritório de imprensa no Brasil:
Romy De Vitti
Agência Fact & Factory
romydevitti@aol.com.br

 

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