Revelando, imortalizando histórias e talentos
20.6.08

 

Dorival Caymmi morre aos 94 anos

Casa de Beijing transforma Memorial em território chinês
 

Durante as Olimpíadas de Pequim, o Memorial da América Latina vira território chinês e abre suas portas para aprender um pouco mais sobre a cultura do país mais populoso do planeta. Até 24 de agosto, a Praça Cívica do conjunto arquitetônico de Niemeyer passa a ser o endereço da Casa de Beijing. Trata-se de um mega-complexo que irá funcionar todos os finais de semana, 24h, para acompanhar todos os lances dos Jogos Olímpicos, além de proporcionar aprendizado e muita diversão. A programação inclui atividades físicas como Tai-Chi-Chuan, Artes e Lutas Marciais, Fóruns sobre Esporte Olímpico e relacionamento comercial Brasil-China, exibições de filmes, medicina tradicional chinesa e muito mais. Os ambientes foram projetados para garantir o conforto e a interação dos visitantes, para que todos entrem e se sintam em casa. Conheça um pouco mais:
Espaço Beijing Ao Vivo
Com 24 horas de funcionamento, a Casa de Beijing terá ambientes como o Espaço Beijing Ao Vivo, com pufes, sofás, tapetes fofos e quatro telões, para que os torcedores acompanhem as transmissões dos principais jogos e competições, com som de qualidade e imagem em grande dimensão.
Sports Bar

No Sports Bar serão servidos petiscos e bebidas aos que quiserem acompanhar as disputas olímpicas em TVs de LCD em cada mesa. Cada grupo de até 6 pessoas poderá escolher a competição do seu desejo, podendo contar com inúmeros canais de transmissão dos jogos em Beijing.
Praça de Alimentação
Na Praça de Alimentação, gastronomia chinesa, sanduíches e salgados em geral garantirão o bem-estar e a alimentação para os visitantes da Casa.
Espaço Cultura Chinesa
O Espaço Cultura Chinesa oferecerá ateliês e oficinas de culinária chinesa, artes plásticas, música, moda, dança, astrologia, religião, teatro, filosofia e aulas de mandarim.
Espaço Corpo
O Espaço Corpo será voltado para os ensinamentos e demonstrações da elevada e milenar cultura chinesa através das Artes e Lutas Marciais, práticas em grupo como Tai-Chi-Chuan, Liang Gong entre outras. Grandes mestres ministrarão práticas e vivências.
Esportes Chineses
O Espaço Esportes Chineses terá Tênis de Mesa (Ping Pong) para visitantes e profissionais federados da modalidade. Competições estão previstas e grandes demonstrações, além de clínicas e lazer para todos os visitantes.
Sala de Imprensa & Área Vip
Recepções de autoridades e delegações, coquetéis e um buffet 24 horas. Esta será a Área VIP no Salão de Atos. Além das recepções, teremos um local reservado para imprensa, com toda a tecnologia disponível para mídias eletrônicas.
Espaço Zen
Uma das grandes atrações da Casa de Beijing será o Espaço ZEN. Nos quiosques montados no espelho d'água, os visitantes terão atendimento personalizado, feito por profissionais altamente capacitados em técnicas da milenar medicina oriental, como acupuntura, Tui Na, Moxabustão, fitoterapia chinesa, GuaSha, Baduanjin, Chi Kung, Dantian, Teoria dos Cinco Elementos, entre muitas outras. Além dos atendimentos, estão previstas clínicas, workshops e palestras sobre o tema.
Telecentro Olímpico
Como ferramenta de democratização do acesso livre à internet e às ferramentas digitais, um Telecentro Olímpico será instalado para que todos os visitante possam usufruir dos serviços digitais em tempo real.

Quadro de Medalhas
Um gigantesco vídeo wall mostrará a evolução do quadro de medalhas. A mão, representativa do Memorial da América Latina, foi incorporada à estrutura e criará um belíssimo cenário para o acompanhamento das medalhas de cada país.
Fórum Brasil-China
Com auditório e local privilegiado, o Espaço Fórum Brasil-China terá muito destaque na programação da Casa de Beijing. Haverá debates, palestras e workshops sobre diversos temas como o Esporte Olímpico e o Esporte de Alto Rendimento, doping, organização de mega eventos, Cultura de Paz e o Esporte como promovedor desta cultura, além de encontros para tratar do relacionamento comercial entre Brasil e China.
Para mais informações acesse o site da Casa de Beijing:
http://www.casadebeijing.com/
Do Memorial da América Latina. (M.S.) [Fonte: Sala de Imprensa]
 
 
 
 
 


Nascido Mário Fáccio Gonçalves, ou simplesmente Zacarias, veio ao mundo em 18 de janeiro de 1933, e emprestou seu talento para a televisão brasileira em Os Trapalhões, capitaneado por Renato Aragão. Nascido em Sete Lagoas, Minas Gerais, ele foi um divulgador de sua cidade e, sempre que tinha espaço elogiava sua terra natal. Uma lacuna tanto quanto a deixada pelo morte do humorista, começa a ser corrigida em Sete Lagoas. O Casarão, conceituado espaço de Cultural da cidade mineira deu o pontapé inicial para corrigir esta falha e inaugurou um anfiteatro com o nome do humorista. Dando continuidade, o artista plástico Luciano Diniz está trabalhando em uma escultura de Zacarias que mede 1x1,5 e poderá ser instalada no pátio interno do Casarão, ao lado do anfiteatro.
Perfil
Mauro Fáccio Gonçalves despontou para o mundo artístico como ator na radio-ator, na Rádio Cultura de Sete Lagoas, na década de 1950, no Programa Barbosal, apresentado por Wilson Tannure, e depois na Inconfidência Mineira, em Belo Horizonte. Ao mudar-se para o Rio de Janeiro, e 1953, trabalho na Rádio Nacional, e em 1974 na TV Tupy, onde conheceu Renato Aragão seguido de um convite para ingressar em Os Trapalhões. Com que se os apresentou em todo o País, alem de participar de 20 filmes e discos do quateto.

 
O cantor e compositor baiano, Dorival Caymmi, morreu na madrugada deste sábado,16, por falência múltipla de órgãos e suficiência renal.

O cantor morreu no Rio de Janeiro, e seu corpo está sendo velado na Câmara de Vereadores da cidade. Seus filhos, Nana e Danilo Caymmi, Gilberto Braga e Glória Perez e dezenas de fãs estão prestando as últimas homenagens ao cantor.
 
 

 
Caymmi nasceu em 30 de abril de 1914, em Salvador, é um dos maiores nomes da música brasileira.O artista lutava contra um câncer renal desde 1999 e estava internado em sua casa desde dezembro de 2007. Foram muitas as canções escritas por ele de sucesso, entre elas "Oração de Mãe Menininha", que foi gravada por Maria Bethânia e Gal Costa, como "O Que é Que a Bahia Tem?", "Saudade da Bahia", e "Você Já Foi à Bahia?". Ao ele todo, gravou mais de 20 discos.

 

Com seus temas praieiros e sambas-canção são quase um patrimônio da cultura nacional. Caymmi e inovou como cantor, compositor, músico. Suas letras e música são uma completa tradução da Bahia, e do povo brasileiro. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, decretou luto oficial de três dias no Estado. Já o prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, disse, em nota, que lamenta a morte de Dorival Caymmi e que vai homenagear o músico com o nome de uma rua no Leblon, bairro da zona sul da cidade. Ele foi responsável pelo sucesso de Carmen Miranda
 
Segundo informou a família, ele morreu tranqüilamente, ou seja, baianamente, como ele dizia", afirmou seu filho Danilo à Rádio Nacional.[Francisco martins / AgênciaFM]
 
 

Seu tipo ingênuo cativava os adultos, e principalmente às crianças. Sua interpretação autêntica desse personagem matuto, tipicamente brasileiro da região mineira, foi a figura mais emblemática de Os Trapalhões, e quando morreu aos 57 anos no Rio de Janeiro, e traslado para Sete Lagoas, 40 mil pessoas renderam-lhe homenagem, e contou com a presença dos integrantes do grupo Didi, Dedé e Mussum. [Barbosal foi homenageado pelo Jornalista e empresário mineiro, Geraldo Padrão. O livro Barbosal é, sem demérito aos demais escritores da região, um dos melhores já escrito. Todo sete-lagoano deveria lê-lo]. [Foto:banco.agenciaoglobo.com.
 
 
 
 

 

 

 

O próximo convidado do projeto O Autor na Praça é o jornalista Nirlando Beirão autografando Original, Histórias de um Bar Comum.

Com prefácio de Washington Olivetto, fotos de Romulo Fialdini e projeto gráfico de Victor Burton, o livro apresenta histórias destes espaços boêmio-culturais do Brasil e do mundo, além de causos curiosos de seus personagens freqüentadores, como Ernest Hemingway, James Joyce, Noel Rosa, Oscar Wilde, Sartre, Vinicius de Moraes e outros. O autor não deixa de citar alguns pontos históricos da boemia paulistana como o Bar do Léo e o Elídio, que inspiraram o Original. O cartunista Júnior Lopes participa do evento realizando caricaturas. Saiba Mais. “O jornalista-estilista Nirlando Beirão, meu parceiro na autoria de Corinthians – é Preto no Branco, acaba de publicar um delicioso livro contando histórias dos mais emblemáticos bares do Brasil e do mundo. Chama-se Original – Histórias de um Bar Comum. Nirlando me pediu que escrevesse a abertura e o encerramento, os quais apelidei de “aperitivo” e “saideira”, respectivamente. Leiam Aqui e fiquem com água na boca. Tanto pelos bares quanto pelo livro”. (Washington Olivetto).
 

 

Informações:

 

Edson Lima: 3746 6938 / 9586 5577 – oautornapraca@oautornapraca.com.br Realização: Edson Lima & Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto Apoio: Bar Original, Max Design, Jornal da Praça, Pablo Orazi Webdesigner; Cantinho Português; Ponto de Fuga Cultura, Cinema e afins e Restaurante Consulado Mineiro Sobre o livro - “Bar e lar têm como que uma complementaridade ambígua, às vezes contraditória – além, é claro, de servirem, desde Noel Rosa, ciganos das madrugadas, de rima fácil para o samba popular. Sem bar, aliás, não existiria Noel, nem Ismael Silva, nem Wilson Batista, nem Pixinguinha, nem Cartola, nem Nelson Cavaquinho, nenhum dos bambas da Lapa, da Vila e de Oswaldo Cruz; não existiria a poesia de Vinicius de Moraes, nem a inspiração de Tom Jobim; não existiria a Bossa Nova, nem a melhor MPB. O livro “Original – Histórias de um bar comum”, escrito pelo jornalista Nirlando Beirão. Editado pela DBA traz prefácio de Washington Olivetto e fotos de Romulo Fialdini. Beirão, que rodou o mundo recolhendo curiosidades dos bares mais famosos da história, faz um sincero elogio à boemia e usa como pano de fundo o “mais comum dos bares” de São Paulo: o Original.Com uma linguagem apetitosa - como não podia deixar de ser para se tratar desse tema - o jornalista oferece ao leitor uma viagem por alguns dos mais célebres bares do mundo, fazendo referências a episódios ligados a personalidades boêmias, como Sartre, Hemingway, Oscar Wilde, James Joyce e os brasileiríssimos já citados Vinicius de Moraes e Noel Rosa. Falando sobre esses e outros personagens e sobre todos os freqüentadores assíduos dos botecos mundiais, Beirão ressalta ainda: “Bar, botequim, boteco, pub, café, tasca, birosca, petisqueira, bodega, taberna, cervejaria, cabaré, saloon – não importa o título, o lugar, a categoria nem a hierarquia, é o espírito democrático que sempre preside as libações, na generosa presunção de que, até prova em contrário, todo mundo ali é bom sujeito”. Antes disso, porém, o aperitivo são os botecos nacionais.

 

O jornalista faz um roteiro sagrado dos bares paulistanos e cariocas mais clássicos, defendendo, é claro, entre chopes e petiscos, a boemia tradicional de São Paulo. Bom, mas essa discussão fica para uma mesa de bar... O livro também cita os botequins que abriram caminho à boemia da capital paulista e serviram de inspiração ao Original, seja em festivais ou no batismo de pratos e petiscos da casa. O Bar do Léo e o Elídio, por exemplo, surgem como templos e são louvados em cada palavra cuidadosamente escolhida pelo jornalista. Receitinhas reveladas e os 10 Mandamentos do chope também recheiam a publicação.

Sobre o Autor -

 

Nirlando Beirão é colunista das Revistas Carta Capital e Os Brasileiros. Foi correspondente da Carta em São Francisco (EUA) e da IstoÉ em Nova York. Trabalhou nos jornais Última Hora e O Estado de S.Paulo, além das revistas Veja, Agora, Playboy e Wish Report. Na passagem pela política, foi assessor de imprensa do ex-governador do Estado de São Paulo, Mário Covas, e escreveu a biografia de Sérgio Mota. Em co-autoria com o publicitário Washington Olivetto escreveu o livro Corinthians é Preto no Branco.[Fonte: O Autor na Praça]

 

Serviço:
O Autor na Praça recebe Nirlando Beirão com o livro Original, Histórias de um Bar comum. Espaço Plínio Marcos – Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto – Pinheiros Dia 12 de julho de 2008, sábado, a partir das 14h.

 

EDITORA

“Original, Histórias de um Bar comum” –
DBA Editora – 137 págs. – R$ 65,00.

   

Adeus dona Ruth, a primeira-dama

 

 
SÃO PAULO, 24 de junho, 2008 - Dona Ruth Cardoso,77, morreu de mau súbito em sua casa, no bairro Higienópolis, na cidade de São Paulo.
 


Em nota assinada pelos médicos Arthur Ribeiro, Walter Lima e Edson Stefanini, informou que a ex-primeira-dama "faleceu subitamente [terça,24] às 20h40 em sua residência". De acordo com a nota, dona Ruth foi submetida na segunda [23] a um cateterismo cardíaco que "revelou doença coronariana de extensão similar à doença já revelada em dois cateterismos anteriores, feitos em 2004 e 2006". Segundo assessoria do Instituto Fernando Henrique Cardoso, na quinta-feira (26) às 10h o corpo deve seguir para o Cemitério da Consolação, região central de  São Paulo, onde ocorrerá o enterro.


Visitação

Velório ficará aberto ao público até as 21h na Sala São Paulo.Mulher de Fernando Henrique Cardoso morreu em casa nesta terça. No meio da tarde desta quarta-feira ,25, o salão da Sala São Paulo, onde está sendo velado o corpo da ex-primeira dama Ruth Cardoso, na região central da capital paulista, ficou bastante movimentado. Entre os visitantes, políticos, autoridades, artistas e intelectuais, além de integrantes da família. Mais de 40 coroas de flores foram enviadas ao velório. Entre os remetentes das flores estão a Embaixada do Chile, as montadoras Scania, Fiat e GM, senadores, a Central Única dos Trabalhadores [CUT], o Banco Real, a Fundação Armando Álvares Penteado [Faap]e a Universidade de São Paulo [USP].


A atriz Maitê Proença, o humorista Tom Cavalcante, o deputado federal Paulo Maluf e o senador Aloísio Mercadante estavam entre os que foram prestar as últimas homenagens à Ruth Cardoso durante a tarde. Cláudio Lembo, ex-governador de São Paulo, o senador Marco Maciel, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, e a ex-presidente do Supremo Ellen Gracie


STF faz homenagem
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) fizeram um minuto de silêncio, nesta quarta-feira (25), pela morte da ex-primeira-dama Ruth Cardoso, que morreu na noite de terça (24). A homenagem foi feita no início da sessão plenária. Ministros, funcionários do Supremo e pessoas presentes à sessão ficaram de pé no plenário. O presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, a ex-presidente da corte, Ellen Gracie, viajaram para São Paulo para acompanhar o velório da ex-primeira-dama.


Nota

Na noite de terça-feira, Gilmar Mendes divulgou nota lamentando a morte da mulher do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "A vida plenamente atuante e produtiva de D. Ruth Cardoso relega a segundo plano o título de primeira-dama. O Brasil presta homenagem, sim, à antropóloga, mestra, ativista social, cidadã de primeira hora, que nunca desistiu da luta pelo bem-estar dos brasileiros, principalmente dos mais necessitados", diz o texto da nota.


Perfil
Ruth Cardoso nasceu em Araraquara - SP, em 19 de setembro de 1930. Antropóloga de formação, foi professora da Universidade de São Paulo (USP). Como professora, lecionou na Universidade do Chile, Berkeley e Columbia, ambas nos Estados Unidos. Era casada havia 55 anos com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com quem teve três filhos. Ruth Cardoso publicou vários livros. Em 1995, durante o mandato do ex-presidente, fundou o programa Comunidade Solidária, de combate à pobreza e à exclusão social.[Foto> Banco de dados do Governo Federal]

 

 

 
Coreografias produzidas no Grande ABCD
 
TEATRO DE DANÇA sedia evento de coreografias produzidas no Grande ABCD
 
 

 
Dias 27, 28 e 29 de junho o Teatro de Dança sedia o ENCONTRO ABCDANÇA. No programa, espetáculos das companhias de dança de Diadema, Stacatto, Corpo da vez e o Coletivo Mão na roda. A mostra visa dar destaque aos grupos das cidades que ficam nas extremidades de São Paulo, como São Caetano do Sul e Diadema. Essa é a terceira edição da mostra coordenada por Ana Bottosso, coreógrafa da Cia. de Dança de Diadema. “Cores da Alma,” (27 de junho) do Cia Coletivo Mão na Roda, resulta de um processo investigativo, inserido numa experiência de Coletivo, envolvendo tema, dramaturgias corporais, criação cênica onde, portadores de deficiência física interagem de forma ativa na coreografia. A proposta temática instiga o intérprete criador a revisar seu repertório de signos e significados no intuito de, a partir de solos, duos, trios e etc. estabelecer diálogos reflexivos e uma concepção cênica harmoniosa e coerente.
“Silenciaram”, (28 de junho) do grupo Corpo da vez, reúne quatro coreografias que traduzem, por meio do movimento, a condição humana em tempo de solidão, desencontro e degradação.
 
 
Os trabalhos exploram ambientes ácidos e densos, assim como a movimentação e ambientações criam uma atmosfera de constante tensão, onde se encontram indivíduos em um coletivo agressivo, repartido, violento e por vezes cruel. O titulo é uma ironia, que nos remete a impossibilidade de comunicação e a quietude dos que já foram silenciados. 2 por 1 – Miríades de Fios e Poemas” (28 de junho) da Stacatto Cia. de Dança, reúne obras do repertório da companhia nos quais a dança se funde a outras linguagens artísticas. Duas coreografias fazem parte do programa: Miríades de Fios, do coreógrafo e diretor artístico da Cia., Fernando Machado, baseia-se no texto de “Teatro de Marionetes”, do dramaturgo alemão Heinrich Von Kleist.
 
 
A companhia busca através de movimentos, um centro de gravidade onde o corpo se movimenta a partir da estrutura de um boneco marionete. São utilizados poemas e textos de autores regionais do grande ABC onde o caráter da sociedade em manipular e ser manipulado é ressaltado; Poema Negro, de Sandro Borelli, é inspirado na obra do poeta modernista Augusto dos Anjos. O grupo recria o universo lírico do poeta, que tem seu nome associado a uma literatura mais visceral, densa e desconcertante. Poema negro fala do desespero do homem moderno em relação à sua existência, a eterna busca de algo que não está mais a disposição. São investigadas as dualidades existentes no corpo do indivíduo, que varia entre, flagelo e tortura, angustia e melancolia, sanidade e loucura, a que se submete, deparando-se com a descrença e a morbidez. “Crendices...Quem disse?” (29 de junho) da Cia de Dança de Diadema, se inspirou no romance A Pedra do Reino, de Ariano Suassuna. O espetáculo traz como referência os símbolos e crenças que fazem parte da cultura popular, os cantos de tribos amazônicas, os rituais dos tempos da escravidão e as rezas folclóricas. O dia-a-dia do povo brasileiro é retratado por meio de gestos da dança afro-brasileira e de referências religiosas, como o candomblé e a umbanda, fundidos com dança contemporânea. A diversidade proposta pelo trabalho pode ser conferida também na trilha sonora do espetáculo, executada ao vivo, pelo grupo Pedra Branca, de São Paulo. No final de cada apresentação haverá uma conversa de 20 minutos com os artistas. [Foto: por Arnaldo Torres]

Serviço
27 de junho – Sexta, 20h, duração 60 minutos
Cores da Alma - Coletiva MR - Dança, Pessoas, Corpos e Criação/Diadema

Ficha técnica
Direção: Luis Ferron Coreógrafos: Coletivo MR Assistente Direção: Carlos Lotto - Jô Pereira Iluminação-Criação: Coletivo MR Operador de Luz: Carlos Lotto Trilha sonora – Criação: Coletivo MR Operador de Som: Jô Pereira/ Luis Ferron Cenografia: Coletivo MR Figurino: Coletivo MR Fotografia: Coletivo MR Elenco: Andréa Pestana, Angélica Lins, Elisângela Ferreira, Neta Pereira, Gisele Ribeiro, Hélio Feitosa, Ivan Bernardelli, Jaqueline Souza, Monica Augusto, Mufid Hauache, Ronaldo Rezende, Samara Del Monte, Suzana Bayona

Dia 28 de junho – Sábado, 20h, duração total do programa 78 minutos
Silenciaram (38 minutos)
Corpo Da Vez/ Diadema

Ficha Técnica
Direção: Ton Carbones Coreógrafo: Ton Carbones e Elenco Assistente de Direção: Cristina Ávila Iluminação: Grupo Operador de Luz: Danilo Firmo Cenografia: o Grupo Figurino: Orlando Dantas Fotografia: Cristina Ávila, Léo Oliveira, Nilton Viturino e Orlando Dantas Produção: Cristina Ávila e Ton Carbones Elenco: Carolini Piovani, Cristina Ávila, Maercio Maia, Orlando Dantas, Thais Lima, Ton Carbones

2 por 1 – Miríades de Fios e Poema (duração 40 minutos)
Stacatto Cia. de Dança/São Caetano do Sul
Ficha Técnica
Direção: Fernando Machado Coreógrafo: Fernando Machado (Miríades de Fios) e Sandro Borelli (Poema Negro) Produção: Silvia Martins Iluminação - Criação: Philippe Iwantschuk e Sandro Borelli Operador de Luz: Philippe Iwantschuk Trilha Sonora - Criação: Loop B e Colagem Musical Operador de som: Fernando Machado Cenografia: Fernando Machado Fotografia: Arnaldo J. G. Torres Elenco: Aline Proetti, Jéssica Moretto, Maitê Molnar, Paula Sanchez, Silvia Martins.
http://www.stacattosp.com.br/
Dia 29 de junho – Domingo, 18h, duração 60 minutos
Crendices... Quem disse?
Companhia de Dança de Diadema e grupo musical Pedra Branca
Ficha Técnica
Direção: Ana Bottosso Concepção Coreográfica: Ana Bottosso e elenco Roteiro: Ton Carbones e Ana Bottosso Maître: Ismael Guiser Danças Brasileiras e Cultura Popular: Enoque Santos Direção e produção musical: Luciano Sallun Intérprete ao vivo: Grupo Pedra Branca Músicos: Luciano Sallun - sitar, theremin, jawharp, flautas de pvc, caxixi, efeitos, beats eletrônicos; Aquiles Ghirelli - didgeridoo, pandeiro, vozes, tambor onça, efeitos; Daniel Puerto Rico - djembe, derbak, congas, pandeiro, tambor do divino, pandeirão, efeitos. Concepção de iluminação: Ari Buccioni Concepção e construção cenográfica: Adão Pinheiro Concepção de figurinos e adereços: Ana Bottosso e Virgínia Aguiar Estilista: Virgínia Aguiar Assistente de figurinos: Orlando Dantas Colares: Tininha Produção: Ton Carbones Assistente de produção: Milene Paula Projeto gráfico: Marcio Edison (MExCORP) Colaboração em crenças populares: Gerusa Correia dos Santos Elenco: Ana Bottosso, Carolini Piovani, Eloy Rodrigues, Fernando Machado, Francisco Junior, José Manoel, Juliana Lima, Léo Oliveira, Manuela Fadul, Thais Lima, Ton Carbones. Estagiários: Alexandre Nascimento, Ivan Bernadelli, Tatiana Fernandes.
http://www.ciadedancas.apbd.org.br/

TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura
APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte
Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil - Metrô República - E-mail: mailto:inf.teatrodedanca@apaa.org.br
Telefone da bilheteria: 2189 2555 / Informações: 2189 2557
Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado/Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais/Redecard e Mastercard/Estacionamento R$ 15,00 com manobrista.
Ingresso: R$ 4 e R$ 2
Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo: a partir das 14h
http://www.apaacultural.org.br/ /// Vendas online http://www.ingressorapido.com.br/

Informações para imprensa:
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 9126 0425
http://www.canalaberto.com.br/
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 19:11  comentar

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