Revelando, imortalizando histórias e talentos
21.6.08

09/07/2008 Paranapiacaba – Londres tupiniquim

 
Visit the English village at the mountain on Santo André, Brazil state of São Paulo. Good to vocation and adventure.

Localizada na serra do mar tem como principais atrativos a natureza, o tradicional nevoeiro semelhante ao fog de Londres e o Festival de Inverno em julho.

Construída entre 1862 e 1867 por investidores ingleses e tinha como um de seus maiores acionistas o Barão de Mauá. A vila foi inaugurada com nome de Alto da Serra em primeiro de janeiro de 1867, e em 1874, passando a ser chamada de Estaçã ser chamada estaçom nome de Alto da Serra, em primeiro de janeiro de 1867, e em 1874 passando a o Paranapiacaba. Sob responsabilidade da São Paulo Railway {SPR}, primeiramente serviu como transporte de passageiros de Santos a São Paulo e Jundiaí.
 
Foi via de escoamento da produção de café da província paulista para o Porto de Santos, até a década de 30, quando a Sorocabana abriu a Mairinque-Santos. Também transportou passageiros do interior para o porto. Ou seja, atravessava a cidade de São Paulo de norte a sul. Em 1946, com o final da concessão governamental, passou a pertencer à União sob o nome de Estrada de Ferro Santos-Jundiaí {EFSJ}. Em 1900, uma segunda estação, bem maior e diferente do que a original foi construída. A estação primitiva ainda pode ter o seu local identificado junto a sub-estação elétrica. No ano de 1907, a vila teve o nome trocado para Paranapiacaba. Suas casas construídas em viga de ripa e de forma a indicar a classe social do morador. Por exemplo a casa do engenheiro-chefe era construída em local mais alto e com paredes duplas, enquanto que a do empregado comum ficava na parte mais baixa da vila e tinha paredes simples.

Atrativos naturais e culturais

Em janeiro de 1981, mais um incêndio destruiria o prédio da estação e uma mais simples passou a funcionar em local próximo. O relógio símbolo de Paranapiacaba, fabricado pela Johnny Walker Benson, de Londres, sofreu também um princípio de incêndio mas foi salvo e colocado sobre uma outra plataforma ao lado do novo edifício. O fim do tráfego de passageiros entre Jundiaí e Paranapiacaba {lugar de onde se avista o mar} findou em 1997. Paranapiacaba era atendida até novembro de 2001 pelos trens metropolitanos {CPTM}, disponibilizados em diferentes horários. A partir daí, os trens seguiriam somente nos fins-de-semana. Em 2002, a vila passou a pertencer ao município de Santo André que comprou apenas a localidade, mas não a vila ferroviária. Alçada à estação turística nos anos 2000, atualmente existem várias opções de transportes para se chegar até lá e desfrutar do clima, das cachoeiras, trilhas e paisagens naturais. A localidade pode ser dividia em duas partes: os atrativos naturais como o mirante e o Parque das águas, e os pontos culturais como por exemplo o Castelinho, o Relógio, Antigo Mercado, o Clube Lira, Cemitério e o Pau da Missa, onde bilhetes eram pendurados. Nos três últimos finais de semana de julho acontece o já tradicional Festival de Inverno sempre com boa programação. [
http://www.paranapiacabaecotur.com/24_destaque.htm
[Francisco Martins] All photos by mister Maurício Cardim]

De carro pela Via Anchieta: Partindo da capital paulista, siga pela Via Anchieta - SP150 - entrando no Riacho Grande logo após o fim da represa Billings. Mantenha-se sempre à esquerda e passe por baixo da Anchieta. Siga em frente e entre à esquerda na Rodovia Índio Tibiriçá - SP31. Siga até o KM 44 e entre à esquerda para Paranapiacaba. Aproximadamente 45 km a partir do início da Via Anchieta.

De ônibus: Siga de trem ou ônibus até o Terminal Prefeito Saladino, em Santo André. De lá sai ônibus com intervalos aproximadamente de 40 minutos, direto para Paranapiacaba. {11} 4828-4566.

De trem: O trem chega até a estação Rio Grande da Serra. Para dar continuidade ao percurso há um ônibus na Estação Rio Grande da Serra, com intervalo médio de 1 hora. A linha é 424 /Paranapiacaba/Rio Grande da Serra: 0800-055-0121.
 

Arte no Subterrâneo portenho

 
Francisco Martins / fotos: Marcelo: Contreras /Agência FM

Com quase cem anos o metrô argentino é um roteiro indispensável pelo seu vasto acervo cultural disponibilizado ao povo em grandes painéis nas estações do Subte.

A arte levada ao povo nas estações de metrô da capital portenha, Buenos Aires, de forma plural e nas mais variadas escolas e técnicas encantam não somente aos que gostam de arte, mas também aqueles que se interessam em preservar a história. Pinturas do início da civilização argentina, seus ícones como Carlos Gardel e outros músicos que fizeram a história e a tradição do tango no país estão imortalizados nas paredes das estações Plaza de Mayo, Plaza Miserere e Rio de Janeiro, por exemplo. Nunca no mundo tantos artistas se aglomeram nas entradas de metrôs uma espécie de vitrine para seus espetáculos circenses, teatral e musical que são bem equacionados pelas praças próximas aos cafés e teatros. A arte é sentida no ar, nos imponentes prédios e nos parques públicos de Buenos Aires. Quem for a cidade e quiser admirar artes fora dos ótimos museus portenhos; um passeio pelas estações de Metrô funciona como um guia das manifestações culturais do país.
 
A arte está à espera do povo

A intenção de levar arte ao público data de muito tempo e não foi invenção dos argentinos. Mas, sem se importar com um retorno imediato; mesmo que o público usuário do Metrô momentaneamente não esteja disponível a observá-la ela resiste as intempéries e fica a espera do momento certo. Esse é um dos modos mais eficazes de levar arte e cultura à população, e parece que os governantes argentinos encontraram nos modos europeus como incentivar o senso artístico em local de passagem onde o tempo é fator determinante. As estações pré-centenárias recebem este tipo de manifestação artística praticamente desde sua inauguração, em 1 de dezembro de 1913, o que faz do Metrô argentino o mais antigo da América do Sul. A arte está lá e lá permanecerá pois mais cedo ou mais tarde as manifestações artísticas ali impressas chamarão atenção dos usuários do subte. O importante é que a arte esteja no caminho do povo e quando o povo quiser observá-la estarão lá. A arte nos trilhos argentinos formam uma das maiores galerias do mundo, ficando atrás somente da galeria de Estocolmo, na Suécia. Muitos entram e não notam que seus antepassados e os princípios da civilização argentina que encontra-se ali retratada.

Pontos a serem visitados

Passando pela rua Lavalle logo se tem acesso a avenida 9 de Julio, onde encontra-se o Obelisco, soberano observando a cidade em seus 67m de altura. Entremos na rua San Martin até a Plaza de Mayo, um pouco antes encontra-se um imponente edifício em estilo colonial, praticamente o único de Buenos Aires. A construção chamada de ‘El Cabildo’, onde está o museu que possui artefatos históricos. Logo à direita está a Catedral onde estão os restos mortais do general San Martin, herói argentino. Dá-se a volta na Plaza de Mayo e chega-se a Bolívar com Alsina, e encontra-se a Igreja San Ignácio e pode-se refletir dentro da igreja mais antiga de Buenos Aires, que data de 1675. É hora de conhecer um dos mais antigos cafés da argentina, o Cabildo de Buenos Aires. Localizado na esquina da rua Peru com Hipólito Irogoyen, o café oferece happy hour e uma sofisticada decoração no andar superior. Ali perto encontra-se também o Café Tortoni, na Avenida de Mayo, declarado "Lugar Histórico Nacional" pelo decreto lei nº 437/97. O café foi inaugurado há mais de 150 anos e pessoas importantes, artistas e escritores deram vazão ao glamour de sua elegante decoração art nouveau. Tem fila logo na porta de entrada e longa lista de espera.
 

Estrada Real – primeira estrada oficial

 
Com sua diversidade climática, geográfica e étnica a Estrada Real foi sendo construída ao longo do tempo como um dos roteiros mais plural do País.
 
 
JULHO - [Agência FM] Através dos facões afiados dos Bandeirantes, a Estrada Real foi aberta há mais de trezentos anos ligando o litoral ao interior mineiro. A estrada cortava a tão temida Serra da Mantiqueira e levou bravos homens de outras épocas a descobrirem um espinhaço de uma das maiores reservas de ouro e de diamantes. Notícias das riquezas destas terras fez com que a Coroa Portuguesa decretasse como legal apenas uma das muitas vias disponíveis, instituindo assim crime de lesa-majestade para aqueles que adentrasse ou deixasse as "minas gerais" sem passar por um dos seus registros, controle. Durante este tempo, três grandes caminhos foram controlados e se tornaram as primeiras estradas oficiais do Brasil, ligando Paraty, Rio de Janeiro e o Arraial do Tejuco, Diamantina - MG, à região de Vila Rica [Ouro Preto]. A estrada foi lugar de tropeiros, boiadeiros, imigrantes, escravos e garimpeiros. Utilizando trilha dos índios Guaianás, alguns Bandeirantes saindo da região de São Paulo cortaram matas e serras para facilitar a locomoção e o transporte entre a região e o local da mineração. [Acima, Ouro Preto -MG e à direita, Paraty - RJ - Fotos por Maurício Cardim]

 
Mais tarde, este caminho entre Paraty e Ouro Preto passaria a ser chamado de Caminho Velho, com uma outra pequena alça que estendia-se a Sabará e a Caeté. O Caminho do Sabarabuçu, extensão do Caminho Velho tinha como referência o Rio das Velhas e a Serra da Piedade. Anos mais tarde, com a expulsão de piratas e ladrões do Porto do Rio de Janeiro e da Ilha Grande, o governo português incentivou a abertura de uma segunda via em direção à terra das montanhas. Um explorador, Garcia Rodrigues, planejou e executou a construção de Caminho Novo, do Rio de Janeiro a Ouro Preto, mais rápido e preparado para receber maior fluxo populacional que migravam para as cidades mineradoras. Há um terceiro caminho, o dos diamantes, ligando Ouro Preto a Diamantina, privilegiado pela beleza cenográfica da Serra do Espinhaço, cuja via se destacou a partir de 1729, com a descoberta das "pedras brilhantes". São 177 municípios no seu entorno cujas características culturais como: artesanato regional, religiosas e econômicas e gastronômicas, isso faz da Estrada Real um dos destinos turísticos mais atraentes. [agenciafm@gmail.com ]  EDITORIAS: turismo
 
Informações:
{31} 3241-7166 – ou 0800 30 9002
estradareal@estradareal.org.br
 
# Reportagem publicada na versão impressa de www.revistacontemporanea.com.br , nº 8 de junho de 2008. 
 

 

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EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 17:39  ver comentários (1) comentar

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