Revelando, imortalizando histórias e talentos
16.7.08
 2008/08/12 Exposição Pierre Verger e o Mar
 
 
 
A Fundação Pierre Verger com a Casa da Photographia, abre na próxima quinta-feira, 14 de agosto, 19h, a exposição "Pierre Verger e o Mar". Com curadoria de Diógenes Moura, a mostra acontece na Fundação Pierre Verger Galeria e fica aberta ao público até dia 30 de novembro.

A mostra é um recorte da exposição "O Brasil de Pierre Verger" e tem como temas: o mar, os seus homens, as suas velas, o seu tempo, o seu mistério. Para Diógenes, " Verger viu o mar porque procurava um porto para si mesmo. O mar que ele viu, e atravessou fez surgir com sua devoção, uma história de união entre homens e coisas, dor e beleza, tempo e mistério." A exposição participa do projeto Agosto da Fotografia, evento que tem buscado incentivar a produção e evidenciar a fotografia na Bahia e no Brasil.

SERVIÇO:
EXPOSIÇÃO PIERRE VERGER E O MAR
ONDE? Fundação Pierre Verger Galeria
Rua da Misericórdia, 9 - Lj 1 - Praça da Sé - Bahia
ABERTURA: 14 de Agosto - 19 h
VISITAÇÃO: 15 de Agosto a 30 de Novembro
HORÁRIOS: Segunda a Sábado - 08h às 20h// Domingos e feriados 08h às 15h
INFORMAÇÕES: 71 3321 2341
ENTRADA FRANCA
 
 

Exposição fotográfica “Desertos”


 

Palácio da Justiça abriga mostra de Carlos Stroppa e a iniciativa poderá transformar o Salão dos Paços Perdidos em um dos mais belos espaços culturais da cidade.

 
 
 O Desembargador e fotógrafo Carlos Stroppa apresenta ‘Desertos’ exposição com 36 painéis fotográficos horizontais medindo entre 0,8 m2 de altura por 1 m2 de largura, com imagens do deserto do Atacama, no norte do Chile. O deserto é considerado o mais alto do planeta, e da Antártica, e localiza-se no Pólo Sul. A realização da mostra coincide com a aposentadoria voluntária do desembargador, que ocorreu no dia 13 de agosto, e a partir de setembro, Carlos Ramos Stroppa irá atuar junto à Corte de Arbitragem do Mercado Comum Europeu, em Bruxelas, na Bélgica.

O Dr. Stroppa sempre conciliou a magistratura e a fotografia, exercendo-as de modo honesto. Atuante na fotografia há vários anos, colaborou para conceituados jornais brasileiros como por exemplo Jornal Diário de São Paulo, Última Hora, Revista Manchete entre outros. Com fotografias feitas no Deserto do Atacama e na Antártica, em breve editará o livro tema da exposição ‘Os Desertos’. Paulista de Marília, ele fotografa pessoas, animais e natureza. Nos últimos anos tem se dedicado em fotografar a Antártica, na América do Sul e na Europa está desenvolvendo o projeto “Grande Sertão Veredas, Personagens e Ambientação”. Mais informações: www.carlostroppa.fot.br ou (11) 3105-9513 e (11) 3106-1476. [Francisco Martins]

 

Desertos’

Salão dos Passos Perdidos, 2º andar

Palácio da Justiça, Praça da Sé, s/nº, centro – São Paulo.

Até 11 de outubro - entrada franca

Horário: das 11h00 às 18h00

 
 
MENEZES COMUNICAÇÃO informa> Mostra “A Casa Xinguana” acontece na terceira edição projeto Casas do Brasil do MCB Abertura: 26 de julho, das 11h às 13h
Visitação:  até 14 de setembro.
 


 

A exposição “A Casa Xinguana”, que abre dia 26 de julho no Museu da Casa Brasileira, da Secretaria de Estado da Cultura, é composta de 46 painéis fotográficos em preto e branco com o tema da habitação tradicional dos povos indígenas do Parque Nacional do Xingu: sua arquitetura, uso cotidiano, função social e dimensão simbólica. Esta mostra, terceira edição do projeto Casas do Brasil do MCB, é patrocinada pela Kostal Eletromecânica, subsidiária de grupo alemão LK - Leopold Kostal. Realizadas pelo fotógrafo e antropólogo Milton Guran, que também é curador da mostra, as fotos foram feitas nos meses de julho e agosto de 1978. Elas mostram aspectos tradicionais da cultura xinguana começando a dialogar mais estreitamente com a cultura nacional. O texto que acompanha “A Casa Xinguana” é de Carlos Fausto, antropólogo do Museu Nacional (UFRJ), especialista nas culturas indígenas da Amazônia e trabalhando, no momento, entre os Kuikuro do Alto Xingu. Haverá uma representação virtual em animação eletrônica das etapas construtivas da casa xinguana, além de uma maquete física que facilitará a compreensão dos aspectos técnicos desta solução arquitetônica.
 


 

O Parque Nacional do Xingu, atualmente, abriga diversos povos indígenas de diferentes origens étnicas e falando idiomas das principais famílias lingüísticas da América do Sul. Nesta exposição, o foco são as aldeias Kamayurá e Kuikuro, paradigmáticas desta área cultural. Sempre tomando a casa como referência são capturadas as imagens de diversos rituais, como o Quarup, o Jogo do Jawari e um casamento, que ancoram um painel de imagens bastante abrangente, embora sucinto, sobre a vida cotidiana dentro e em torno da casa. Algumas imagens remontam há quase 30 anos, como é o caso da documentação de um casamento tradicional Kuikuro em torno do qual se constrói a exposição. Embora a cerimônia de casamento seja bastante freqüente, e continue a mesma que há 30 anos atrás, esta é a única documentação fotográfica conhecida do ritual completo. “A intenção do Projeto Casas do Brasil, implantado em 2006, é a criação de um inventário visual das diversas formas de morar no Brasil, reforçando o caráter do Museu da Casa Brasileira como centro de referência para questões relativas ao habitat e suas intersecções entre a arquitetura e o design”, afirma Giancarlo Latorraca, diretor Técnico do MCB. “Esta edição traz através do olhar de Milton Guran, a nossa casa - referência primordial, de técnica refinada e verdadeiramente integrada ao ambiente. Apresentamos aqui o relato de uma cultura não com exotismo e sim com a consciência do necessário reconhecimento e de sua fundamental contribuição na formação da diversidade brasileira.” A mostra trata de forma ampla e despojada a questão da diversidade cultural, enfatizando o fato de que cada cultura tem uma forma específica de viver e de ocupar seu próprio espaço no mundo.

 
Cada uma responde a aspectos importantes de compreensão do mundo e da organização social do seu respectivo grupo de indivíduos. No Brasil se encontram as últimas fronteiras intocadas da diversidade humana representadas por diversos grupos indígenas da região amazônica, alguns poucos ainda isolados da sociedade nacional. Esses grupos fazem parte de um conjunto de cerca de 200 diferentes povos indígenas que, em diversos graus de integração com a sociedade nacional, participam ativamente do processo de construção da identidade brasileira como nação. Na mostra, esta diversidade cultural é vista e apresentada como um patrimônio maior do povo brasileiro. Desde 1979, Milton Guran já realizou 27 exposições fotográficas sobre a temática indígena no país e no exterior. As mais recentes são Viva Yanomami, 2005, no Centre Intermondes, La Rochelle, França; Paresi, 2005, individual, no Museu do Índio, Rio de Janeiro; Todo dia é dia de índio, individual, 2003, no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPr, Paranaguá; Pataxós do Sul da Bahia, individual, 2003, Museu do Índio, Rio de Janeiro; Amazônicas, 1998, coletiva, Instituto Cultural Itaú. A Kostal Eletromecânica Ltda., com sede na Alemanha, está instalada em São Bernardo do Campo (SP) desde 1979 e na cidade de Cravinhos (SP) desde 2006. Nas duas unidades, são produzidos produtos para a indústria automotiva com grande ênfase em produtos eletromecânicos, eletrônicos e mecatrônicos.


 

Serviço:Exposição:
“A Casa Xinguana”
Abertura: 26 de julho, das 11h às 13h


 

Visitação: até 14 de setembro, de terça a domingo, das 10h às 18h
 
Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727

Jardim Paulistano São PauloIngresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00
Domingo gratuito


 

Acesso a portadores de deficiência física.Visitas monitoradas: 3032-2564 agendamentomcb@terra.com.br


 

Informações para a imprensa:


Menezes Comunicação

Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br

Av. Pedroso de Moraes, 631 cj 9305419-000 - São Paulo - SP

tels. 11 3815-1243/0381 9983-5946

menezescom@uol.com.br

 

Trópicos segundo Taunay

 
Exposição aponta relação entre arte e história quando da estada do pintor francês Antoine-Taunay no Brasil.

20/07 - Mostra com mais de 70 telas do pintor francês que aos 60 anos embarcaria em 1816 para o Brasil, e trazia consigo já uma vasta bagagem pictórica. A missão que mais tarde seria batizada de Missão Francesa, não só ajudaria a Taunay fugir de eventuais perseguições de Napoleão Bonaparte, como também uma 'excursão' pictórica de grande utilidade para as artes. 'Taunay no Brasil - Uma Leitura dos Trópicos', teve duração de seis meses de profundos resultados como pode ser visto na mostra da Pinacoteca do Estado de São Paulo. A exposição promove um encontro entre a história e a arte; salienta o papel exercido pelo artista francês, um dos mais respeitados na pintura neoclássica, haja vista a exploração dos temas mitológicos e festejos.
Durante algum tempo Taunay reclamaria da forte luz do sol e a dificuldade imposta por ela para realizar sua pintura. As belas paisagens brasileiras poderiam levá-lo a um convite como pintor da corte francesa, este era seu sonho. Ele traduziu o povo brasileiro, a escravidão através de suas telas, e delas 20 participam da mostra entre elas 'Vista do Pão de Açúcar' e 'Cascatinha da Tijuca', no Rio de Janeiro. Através de sua ótica ele pintou o Brasil como um País exótico. A exposição não é uma das melhores sobre Nicholas-Antoine Taunay, consiste apenas em colocar em cena a formação das artes nacionais, haja vista ter ficado aquém do esperado até mesmo na opinião do pintor. Antoine-Taunay nasceu em 1755 e faleceu em 1830. [Reportagem publicada na Revista Contemporânea, de agosto de 2008. Acesse mais cultura em www.jornalnovastecnicas.com.br
 

Nicholas-Antoine Taunay no Brasil: Uma Leitura dos Trópicos
Pinacoteca do Estado: Praça da Luz, 02 [11] 3324-1000
De terça a domingo: das 10h00 às 18h00
Valor: R$ 4,00 - grátis aos sábados
Até 7/ 9
 

IlustraBrasil!5

 
Canal Aberto Assessoria de Imprensa informa: IlustraBrasil!5 está em cartaz no Senac Santo Amaro até 16 de agosto

17/07 Organizada pela SIB — Sociedade dos Ilustradores do Brasil (http://www.sib.org.br/), a exposição IlustraBrasil! 5 reúne, este ano, 96 expositores que apresentam ao público ilustrações com diferentes idéias, técnicas e estilos. A partir do dia 15 de julho (até 16 de agosto) estará na unidade Senac Santo Amaro, depois segue para outras unidades do Senac em São Paulo, capital, e interior. A exposição Ilustra Brasil!5 tem entrada franca e informações podem ser obtidas pelo site http://www.sp.senac.br/.

PROGRAMAÇÃO DO 5º ILUSTRABRASIL!
datas da exposição em outras unidades Senac

15.7 - Senac Santo Amaro
Rua Dr. Antônio Bento, 393
11. 3737 3900
18.8 - Senac Santana
Rua Voluntários da Pátria, 3167
11. 2146 8250
30.8 - Senac Piracicaba
Rua Monsenhor Manoel Francisco Rosa, 900
19. 2105 0199
1.10 - Senac Campinas
Rua Sacramento, 490
19. 2117 0600
1.11 - Senac Taubaté
Rua Nelson Freire Campello, 202
12. 2125 6099

SERVIÇO

Exposição IlustraBrasil! 5
Quando: de 15 de julho a 16 de agosto
Senac Santo Amaro
Rua Dr. Antônio Bento, 393 - Santo Amaro
 
- São Paulo - SP
CEP: 04750-000
Telefone: (11) 3737-3900
Fax: (11) 3737-3936)
Horário da exposição:
Horário: de segunda a sexta-feira,

 
das 9 às 21 horas - e aos sábados, das 9 às 13 horas
Gratuita

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA
Canal Aberto – 11 6914 0770/ 9126 0425 – Márcia Marques
http://www.canalaberto.com.br/
 

 

‘Virtude e Aparência’

 
Mostra com artistas renascentistas no Masp traz Rafael, Tintoretto, Fragonard e Botticelli e outros.

Artistas consagrados entre os séculos XIII e XX mostra a elegância dos mestres renascentistas. A obra central da exposição é uma cópia de um original de Veronese, de 1576. São no total 38 obras e, além dos artistas já citados Perugino, El Greco e Bosch participam da exposição. O período renascentista foi o prenúncio da era moderna onde a exuberância dos laçarotes, pêlos e texturas e detalhes das roupas sobressaem-se. A evolução dos traços pode ser acompanhado mesmo no período renascentista, por exemplo o quadro 'Ressurreição de Cristo', de Rafael, 1499, que aponta uma perspectiva rígida tanto nas proporções consideradas clássicas quanto no rítmo preciso. Tintoretto, anos antes já havia rompido com a simetria, mudou o foco de luz que incidia indiretamente nas figuras.
 
Já o espanhol, El Greco, deu diretrizes ao barroco com o jogo de luz e sombra além de criar uma espécie de claridade interna para as telas. A liberdade artística viria com a inserção de janelas em suas obras e, a tela de Perugino, 'São Sebastião' datada de 1500 que mostrava todo o drama da existência seria a consolidação. As cenas domésticas de Fragonard, os cachorros felpudos como por exemplo em ' A Educação faz Tudo', de 1775, mostrava a evolução e as inovações dos renascentistas. A mostra faz parte de uma tentativa do Masp em reorganizar por temas e não por cronologia o acervo do museu conforme proposta do curador. [ Obra de Rafael Sanzio Madonna del Granduca , 1505 - 84 x 55cm - Óleo sobre madeira - Florença, Itália]

Serviço:
Virtude e Aparência
De terça a domingo das 11h00 às 18h00
Masp: Avenida Paulista, 1578
[11] 3251- 5644
R$ 15,00 - grátis às terças

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:05  comentar

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