Revelando, imortalizando histórias e talentos
9.8.08

Museu Nacional do Azulejo - Portugal

 
O museu possui um importante acervo de peças cerâmicas sendo sua maioria composta por peças portuguesas dos séculos XIX e XX, com os períodos mais importantes da indústria e de autor. A arte religiosa constituiu uma das mais interessantes evidências da transculturação nas artes decorativas portuguesas.

 

Através dos painéis em azulejos, peças de cerâmica tridimensional e desenhos, há mais de 5 séculos de cultura e uma longa parte de sua história e a longevidade do azulejo é uma constante na mentalidade da arte portuguesa. Ao lado do fado, o azulejo é uma das maiores expressões da cultura artística portuguesa, sinal profundo e identidade que interliga sentimentos e modo de vida. Embora tenha sido utilizado em vários países, foi em Portugal que o azulejo assumiu importância se constituindo como um elemento diferenciador da cultura nacional e da criação artística universal.

A coleção do Museu Nacional do Azulejo, na sua riqueza e diversidade, permite se acompanhar a evolução da arte no país e é apresentada cronologicamente ao público visitante. Usado desde o século XVI, é entendido não somente como arte decorativa, mas como suporte de renovação e do registro de imagens em estreita consonância com a arquitetura. Sua utilização estendeu-se ao Brasil, onde permanecem aplicados alguns dos mais importantes exemplares da azulejaria portuguesa. O acervo do museu é um dos mais singulares por reunir uma das expressões de referencias e pelo prédio onde está instalado, o Convento da Madre Deus, obra maior da arquitetura religiosa e das artes decorativas.

Desde a primeira grande encomenda do Rei D. Manuel I, até a atualidade o azulejo pode ser visto como fonte documental e deverão servir como fonte de estudos da evolução das estruturas sociais, econômicas e culturais. Por exemplo o grande painel de Lisboa, uma peça de referência do museu, é um documento do maior interesse haja vista que representa uma Lisboa anterior ao terremoto de 1775. Nele, os rios e seus barcos, bairros e colinas, praças, palácios, conventos e igrejas além de toda atividade de uma urbe Européia. Já no começo do século XVIII, a produção tendeu para os tons azul e branco anunciando um novo ciclo desta arte. Dessa safra, o museu exibe painéis que permite ilustrar o momento de transição em que a pintura em azul começa a dominar as composições, trazendo consigo desenhos com contornos em manganês. Em 2008, peças do acervo do museu foram cedidos para duas exposições, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo, fazendo parte das comemorações dos 200 anos da Família Real Portuguesa no Brasil. [Fotos divulgação]
 
 
 
Museu Nacional do Azulejo
Rua da Madre de Deus, nº 4. 1900 - 312
LisboaTelefone:(351) 21 8100340Fax:(351) 21 8100369
 
 

 

MUSEU DO CEARÁ

Fortaleza - CE {Agência FM} O Museu do Ceará foi a primeira instituição museológica oficial do Estado aberta ao público em janeiro de 1933, no período que estava anexado nas dependências do Arquivo Público.

O Museu do Ceará atual tem suas coleções originadas no acervo do primeiro museu do Ceará que pertencia ao médico Joaquim Antônio Alves. No ano de 1873 ele organizou uma coleção de objetos e fragmentos da natureza, a coleção campos o Museu Provincial funcionou entre 1875 até 1885 como uma das dependência do Gabinete Cearense de Leitura. A partir de 1894 Francisco Dias da Rocha formou uma coleção para o Museu Rocha que funcionou até 1950. A instituição oferece uma reflexão crítica sobre a História do estado por meio de programas integrados de pesquisas museológicas, exposições, cursos, publicações e práticas pedagógicas. Instalado no Palacete Senador Alencar, em estilo neoclássico, onde funcionou primeira a Assembléia Provincial do Ceará, na época do Brasil Império. Ali também foi entoado pela primeira vez o Hino do estado composto por Thomaz Pompeu Ferreira Lopes com regência do maestro Zacharias Gondim, no dia 31 de julho de 1903.


Acervo
 

Possui um dos mais importantes e maiores acervos do Estado, composto por mais de sete mil peças nos aspectos culturais, econômicos e sociais. Este acervo é resultado de compras e doações de particulares e públicas e inclui moedas, quadros, medalhas, artefatos indígenas, móveis, peças arqueológicas, bandeiras e armas. Há também peças de “arte popular” e uma coleção de cordéis publicados entre 1940 e 2000 com 950 exemplares. O Bode Io-iô, um animal boêmio da década de 1920 [1914 - 1931] e virou uma importante personagem na capital cearense, foi doado ao museu e tornou-se uma de suas raras peças. Em 2007 o museu ganhou o Prêmio Monumenta colocando-o entre os roteiros culturais do país. O museu completou 75 anos em janeiro de 2008 com lançamento do livro "Museu do Ceará - 75 anos", realizado pela Associação dos Amigos do Museu do Ceará. O livro remonta a cronologia de fatos, textos e fotografias, compiladas pelos historiadores João Paulo Vieira Neto, Alexandre Oliveira Gomes e Ana Amélia Rodrigues de Oliveira e com organização de Antônio Luís Macêdo Silva Filho e Régis Lopes.

Serviço:
Museu do Ceará: Rua São Paulo, 51- centro
musce@secult.ce.gov.br / [85] 3101-2610

 

EDITORIAS:
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Jairo Severiano: história da música popular brasileira

 
O poeta Domingos Caldas Barbosa foi o primeiro nome a entrar para história da música brasileira, no final do século XVIII. Além de apresentar informações inéditas, o livro também oferece aos leitores conhecimentos essenciais para melhor entendimento da MPB: da polca aos DJ’S.
 

Uma história da música popular brasileira: Das origens à modernidade, de Jairo Severiano e publicado pela Editora 34, é tudo o que faltava na literatura musical do País. Jairo Severiano, um dos maiores conhecedores da música brasileira, reuniu mais de 200 anos de história da MPB em um só volume e, para isso, precisou estruturá-lo em quatro etapas: formação {1770 a 1928}, consolidação - 1929 - 1945 -, transição {1946 a 1957} e modernização, de 1958 aos dias atuais. Todos os gêneros como Lundu e a Modinha, o tango brasileiro e movimentos musicais foram históricamente contextualizados, assim como compositores, intérpretes e músicos. Uma verdadeira constelação desfilam pelas páginas desse livro. Nomes como por exemplo Caldas Barbosa [1740 - 1800], a maestrina Chiquinha Gonzaga {Francisca Edwirges Neves Gonzaga - 1847 - 1935}, Sinhô [1888-1930]e Ernesto Nazareth [186 -1934].

Expoentes / modernos

Expoentes da Época de Ouro da música brasileira como Pixinguinha, Noel Rosa - 1910-1937, Francisco Alves [1898-1952], Ratinho - Severino Rangel -PB, 1896-1972, Orlando Silva, Ary Barroso - 1903-1964, Carmen Miranda [1909-1955] , Luiz Gonzaga e Mário Reis [1907-1981] entre outros, e até a chegada da Bossa Nova [que completa 50 anos em 2008] e seus protagonistas João Gilberto, Tom Jobim, e a modernização da MPB: Chico Buarque de Holanda,Gil, Maria Bethânia, Milton Nascimento e Elis Regina. Os tropicalistas, a Jovem Guarda, o rock e suas personagens dos anos 80, a sertaneja, Zeca Pagodinho e, chegando até ao funk carioca. Contando com o índice onomástico, são 499 páginas com todas as fases da história da música brasileira, transformadas pelo autor em um volume único e ímpar. O que chama muito atenção também, é a linguagem simples e concisa utilizada por Severiano, estilo pouco usual nesse gênero, ratificando sua capacidade de fugir do convencionalismo. “Texto objetivo e narrativa saborosa mesmo para quem deseja ter apenas um panorama genérico sobre o tema” [ZHM]

Segundo o autor, o livro começou a ser concebido em agosto de 1999 quando Jairo Severiano ministrava curso sobre 'A MPB em Quatro Tempos', no Centro Musical Antônio Adolfo, no Rio de Janeiro. É a história da música popular brasileira passada a limpo definitivamente. Apenas citando alguns dos nomes de importância ímpar como por exemplo Gregório de Matos, o padre Lourenço Ribeiro, Antônio José da Silva e Caldas Barbosa { 1740 - 1800} Henrique Alves de Mesquita [1830 - 1906] o criador do tango barsileiro, Anacleto de Medeiros [1866-1907] Patápio Silva - 1880 - 1907, entre outros. Para melhor ilustrar o conteúdo e importância desse lançamento da Editora 34, utilizaremos as palavras de Zuza Homem de Mello que se encontra na última capa do livro - enciclopédia " O mais completo de quantos já tenham sido publicados sobre o assunto'. [Livro cortesia da Assessoria de Imprensa da Editora 34]. 
 
Sobre o autor

Jairo Severiano é historiador e produtor musical, autor dos livros Discografia Brasileira em 78 rpm, com Miguel A. Azevedo, Grácio Barbalho e Alcindo Santos [1982], Getúlio Vargas e a Música Popular [1983], Yes, nós temos Braguinha [1987], e A Canção do Tempo: 85 anos de músicas brasileiras [dois volumes] e escrita em parceria com Zuza Homem de Mello – em 1997-1998. No anos 1980 produziu vários álbuns fonográficos, entre os quais O Ciclo Vargas [para Fundação Roberto Marinho], Native Brazilan Music [para o Museu Villa-Lobos], Nosso Sinhô do Samba [Funarte], e também os LP’s duplos com Dorival Caymmi e Tom Jobim, reeditados em CDs. Foi o coordenador dos projetos ‘Memória Musical Carioca’, [Arquivo Cidade do Rio de Janeiro], com Paulo Tapajós, e ‘Mozart de Araújo’ [para o Centro Cultural Banco do Brasil]. Jairo Severiano nasceu em Fortaleza, Ceará, em 1927, e mora no Rio de Janeiro desde 1950. [Publicado na versão impressa de : O Jornal do Centro de Minas -MG, e Jornal da Manhã - São Paulo/SP, em setembro de 2008]
 
CORTESIA:
Editora 34
Rua - Hungria, 592, Jardim Europa - São Paulo - SP
[11] 3816-6777 - telefax
http://www.editora34.com.br/

R$ 64,00
vendas@editora34.com.br
ISBN - 978.85.7326-396-1

 

 

Menezes Comunicação INFORMA: MCB lança catálogo da mostra “A Casa Xinguana”, dia 19 de agosto.

MCB lança catálogo da mostra “A Casa Xinguana”, terceira edição do projeto Casas do Brasil, e faz debate

O Museu da Casa Brasileira, da Secretaria de Estado da Cultura, lança o catálogo da mostra “A Casa Xinguana” no próximo dia 19 de agosto, às 19h, quando será realizada uma mesa-redonda sobre a casa xinguana, seu contexto cultural e social. O evento terá a participação de Milton Guran, curador da mostra, Carlos Fausto, antropólogo (Museu Nacional-UFRJ) dedicado ao estudo dos Kuikuro, Mutua Mehinaku Kuikuro, professor e presidente da Associação Indígena Kuikuro do Alto Xingu, e Carlos Lemos, professor titular de pós-graduação no departamento de História da Arquitetura e Estética da FAU-USP.

As 46 fotos em preto e branco da exposição, feitas em 1978 por Milton Guran, revelam aspectos tradicionais da cultura xinguana começando a dialogar mais estreitamente com a cultura nacional. Há também uma representação virtual em animação eletrônica das etapas construtivas da casa xinguana, além de uma maquete para facilitar a compreensão dos aspectos técnicos desta solução arquitetônica. A mostra, terceira edição do projeto Casas do Brasil do MCB, é patrocinada pela Kostal Eletromecânica, subsidiária do grupo alemão LK - Leopold Kostal.

Carlos Alberto Cerqueira Lemos
é formado em arquitetura pela FAU/Mackenzie. É professor titular de pós-graduação no departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da FAU-USP. Desenvolveu atividades ligadas ao projeto de edifícios e de urbanizações, às artes plásticas, e sobretudo à docência e à pesquisa histórica. Dirigiu nos anos 50 o escritório paulistano do arquiteto Oscar Niemeyer, participou do projeto do Parque Ibirapuera. É autor de diversos livros como “Cozinhas etc.” (Editora Perspectiva, 1976); “O que é arquitetura” (Brasiliense, 1950); “A Casa Paulista” (Edusp, 1999).
 

Milton Guran é fotógrafo e antropólogo, doutor em Antropologia (EHESS, França) e mestre em Comunicação Social (UnB). Foi fotógrafo do Museu do Índio (RJ), e atualmente é pesquisador associado do Laboratório de História Oral e Imagem da UFF. É autor de “Agudás – os brasileiros do Benim” (Ed. Nova Fronteira, 2000) e de “Linguagem fotográfica e informação” (Ed. Gama Filho, 2002). Ganhou o Prêmio VITAE (1990), o X Prêmio Marc Ferrez da Funarte (1998) e o Prêmio Pierre Verger, da Associação Brasileira de Antropologia (Prêmio Especial do Júri - 2002). Coordenador-geral do FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro.

 

Carlos Fausto é professor associado do Museu Nacional da UFRJ. Graduou-se em Ciências Sociais na USP e obteve seu mestrado e doutorado em Antropologia na UFRJ. Fundador da revista “Mana: Estudos de Antropologia Social”, é autor dos livros “Inimigos Fiéis: história, guerra e xamanismo na Amazônia” (EDUSP, 2001) e “Os índios antes do Brasil” (Editora Jorge Zahar, 2000), e organizador
(juntamente com M. Heckenberger) de “Time and Memory in Indigenous Amazonia” (2007).
Foi professor visitante na Universidade de Chicago e na EHESS (França). É pesquisador do CNPq e da Faperj. e assessor da Associação Indígena Kuikuro do Alto Xingu.

 

Mutua Mehinaku Kuikuro é professor e presidente da Associação Indígena Kuikuro do Alto Xingu. Formou-se na primeira turma do Terceiro Grau Indígena da Universidade Estadual do Mato Grosso (2001-2006), com concentração em lingüística. Foi agraciado pelo Programa Internacional de Bolsas de Pós-Graduação da Fundação Ford - Instituto Carlos Chagas, devendo iniciar o mestrado em antropologia no Museu Nacional, UFRJ, em 2009. É membro do projeto Documenta Kuikuro (DKK), coordenado por Bruna Franchetto e Carlos Fausto.

Serviço:
Lançamento do catálogo “A Casa Xinguana” e debate: 19 de agosto, às 19h, com Carlos Lemos, Milton Guran, Carlos Fausto e Mutua Mehinaku Kuikuro. Entrada gratuita.
Visitação da exposição: até 14 de setembro

Site: http://www.mcb.sp.gov.br/
Local: Museu da Casa Brasileira -
Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727
Jardim Paulistano São Paulo

Informações para a imprensa:
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br

 

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