Revelando, imortalizando histórias e talentos
27.8.08

Festival Nordestino de Teatro comemora 15 anos

 
GUARAMIRANGA: Festival Nordestino de Teatro comemora 15 anos
 

Em 1993 Guaramiranga dava o primeiro passo na história das artes cênicas noNordeste. Nascia o Festival Nordestino de Teatro, que de 12 a 20 de setembrode 2008 chega aos 15 anos com uma edição comemorativa. Em 2007 o FNT mudou oformato da mostra que recebe os grupos dos estados vizinhos, deixando de sercompetitiva e direcionando o foco de maneira mais intensa para a formação ea discussão em torno da produção cênica. Este ano, o Festival marca a 15ªedição trazendo grupos de repertório, enriquecendo os debates com questõesmais aprofundadas em torno do trabalho continuado de companhias nordestinas. Ao longo dos nove dias, o público terá a oportunidade de conhecer doistrabalhos de cada grupo convidado e poderá analisar e discutir as linhastraçadas por cada companhia, suas escolas, suas pesquisas e a vanguardapresente em suas montagens. Quatro companhias teatrais vão participar daMostra Nordeste, totalizando oito espetáculos. São eles: CLOWNS DE SHAKESPEARE, do Rio Grande do Norte, com “Fábulas”e “Muito Barulho por Quase Nada”; A Bagaceira, do Ceará, com “Meire Love”e “Tá Namorando! Tá Namorando!”, CÊNICAS CIA. DE REPERTÓRIO, de Pernambuco,com “Que Muito Amou” e “Um Gesto por Outro”, e DIMENTI, da Bahia, com “ANovela do Murro” e “Batata!”, espetáculo que marca os dez anos do grupo,comemorados em 2008.

Além da Mostra Nordeste, o 15º FNT contará ainda com outras mostras ondeserão apresentadas peças do Ceará, do próprio município e de gruposconvidados de outras regiões, como os mineiros GALPÃO, com “PequenosMilagres”, espetáculo que comemora a trajetória de 25 anos da companhia, comum trabalho dirigido por Paulo de Moraes, e GRUPO ESPANCA! que estará nanoite de abertura com “Por Elise”, primeiro trabalho da companhia criada em2004, vencedor dos prêmios APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte deSão Paulo (Melhor Texto 2005), Prêmio Shell edição SP (Melhor Texto 2005) e Prêmio SESC SATED MG (Melhor Espetáculo e Texto 2005). Com isso, o Festivalde Guaramiranga mantém a diversidade em sua programação, oferecendo um ricopanorama do que se faz atualmente nas artes cênicas não só no âmbito doNordeste, como também na visão local e nacional.

O 15º FNT contará com atividades durante todo o dia. A exemplo das ediçõesanteriores, as manhãs serão dedicadas aos debates sobre os espetáculosencenados na noite anterior. À tarde, a formação ganha espaço com asoficinas, encontros, lançamentos e outras atividades, deixando para a noiteas apresentações teatrais. Shows musicais também vão compor a programação do 15º FNT. Diariamente, naPraça do Teatro Municipal Rachel de Queiroz, haverá apresentações dereisado, coco e dramas na Mostra de Cultura Popular Tradicional do FNT,shows de tambores, bandas, orquestra, grupo de violões. Mantendo atradição, nos dois sábados de Festival, um cortejo vai passar pelas ruas deGuaramiranga no final da tarde. O Festival Nordestino de Teatro é uma realização da Associação dos Amigos daArte de Guaramiranga. Patrocínio: Oi. Apoio Cultural: Oi Futuro, Banco doNordeste, Governo Federal, Coelce e Governo do Estado do Ceará. Parceiros:Sesc, Fecomércio, O Povo, Sebrae e SENAC Guaramiranga.
 
Apoio Institucional:Prefeitura de Guaramiranga e Teatro José de Alencar. Supervisão de Produção:Via de Comunicação e Cultura.

Serviço
15º Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga (FNT) – De 12 a 20 de setembro de 2008 em Guaramiranga, CE. Informações sobre o Festival:0**85.3262.7230 (antes do FNT) e 0**85.3321.1405 (durante o FNT).Informações sobre Guaramiranga: 0**85.3321.1205 (Secretaria de Turismo).http://www.agua.art.br/.

FONTE: Assessoria de Imprensa: DÉGAGÉ
Jornalistas Responsáveis: Sônia Lage e Eugênia Nogueira(85)3252.5401 / (85)9989.5876 / (85)9989.3913
 
 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 22:48  comentar

 

Caso fosse possível analisar a verdadeira identidade das pessoas através de uma lupa, certamente seríamos surpreendidos...
 

Quem nunca teve vontade de "virar uma mosquinha" e bisbilhotar a privacidade alheia?
Entre quatro paredes, a sós, todos se revelam...
Até mesmo aqueles que se julgam um primor da "normalidade". "Ser ou não ser", já não é mais a questão. Difícil é conter o riso diante das banalidades do cotidiano que, às vezes, passam desapercebidas aos olhos dos mais desavisados. Mas, na ótica dos personagens desta comédia, tudo pode acontecer... E quem tiver telhado de vidro que não se meta a atirar a primeira pedra, porque "se mexer com você, não mexeu comigo". Deus que te defenda!  Texto e Direção: Gustavo Gomes


Comédia em cartaz na
Casa da Cultura de Sete Lagoas - Minas Gerais
Dias 6, 7 - 13, 14 - 27, 28 de setembro de 2008, às 20:00 h.
Ingressos a R$5,00 (meia para todos)
 
Mais informações:
www.3emcena.blogspot.com
 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 22:46  comentar

 
SÃO PAULO - 10/09 - Élon Brasil e as nossas raízes encantadas
 

Este livro de Élon Brasil é um belo registro das histórias e experiências de Élon Brasil, que faz um incrível depoimento sobre sua vida: o artista tem essa capacidade incomum de transformar imagens simples, recortes da realidade dos povos – índios, negros, europeus medievais – numa sublime constatação da cultura, do espaço mítico de cada personagem retratado. Aqui, você saberá sobre a origem de seu nome e outras fantásticas histórias que compõem sua vida.

Autor: Élon Brasil
Especificações: Capa dura com sobrecapa
23 x 25 208 páginas
Projeto Gráfico: Antonio Kehl
Patrocínio: Banco Volkswagen
Preço: R$ 96,00
ISBN 9788578160265
Editora: Terceiro Nome
 
 
 
CLAUDIA CANTO, A JORNALISTA QUE FOI EMPREGADA DOMÉSTICA EM PORTUGAL


A jornalista e escritora Claudia Canto, mulher distinta, correta, inteligente e agradavel, com seu carisma e sorriso maroto, esta lançando como cidadã operária do mundo suas bases cultuais nos cambaleantes e arcaicos colégios da periferia de SÀO PAULO.Como paradoxo, a sua estrutura intelectual, se formou através dos seus mais de 200 títulos de livros, angariados com suor de 2 salários minimos brasileiros, que foram sempre o seu patamar financeiros. Ela acaba de lançar o livro "MORTE ÁS VASSOURAS", pela Editora Edicon, seu livro debate as injustiças sociais. Li e gostei e quero indicar para aqueles que sào adeptos de uma boa leitura e contra a hiprocrisia da elite.


Leia este livro e você jamais será o mesmo!A autora, escreve sua autobiografia e narra de uma forma direta, ou somos hiprocritas ou todos egoístas, vale a pena conferir.Diário de uma Jornalista, que se tornou Empregada Doméstica em PortugalQuando decidiu ir a fundo com esta experiência, muitos cacos já haviam rolado...Pão, café e um pouquinho de cultura, era o seu cardápio diário no Brasil.Ou ficava na janela, assistindo o espetáculo do real... ou ia para a Europa ganhar milhões de Euros e cultura!Optou pelo segundo naufrágio e, para seu conhecimento tardio, outros milhares de brasileiros e africanos também tiveram a mesma idéia.Aventurando-se como prostituta e naufragando como empregada doméstica, esta jornalista trouxe na bagagem uma raridade: um diário, contendo a análise crítica de uma realidade vivida por muitos emigrantes, mas registrada por poucos.

 
 

 
É uma narrativa emocionante, que envolve até o mais frio leitor.Um relato histórico e polêmico como nenhum outro..."Morte às Vassouras"Diário de uma jornalista, que se tornou empregada doméstica em Portugalde Cláudia CantoPrefácio: Ferréz, autor de "Capão Pecado" e "Manual Prático do Ódio"Apresentação: João Barcellos " escritor e consultor cultural, portuguêsEditora: Edicon, São Paulo, BrasilDiário de uma Jornalista, que se tornou Empregada Doméstica em PortugalQuando decidiu ir a fundo com esta experiência, muitos cacos já haviam rolado...Pão, café e um pouquinho de cultura, era o seu cardápio diário no Brasil.Ou ficava na janela, assistindo o espetáculo do real... ou ia para a Europa ganhar milhões de Euros e cultura!Optou pelo segundo naufrágio e, para seu conhecimento tardio, outros milhares de brasileiros e africanos também tiveram a mesma idéia.Aventurando-se como prostituta e naufragando como empregada doméstica, esta jornalista trouxe na bagagem uma raridade: um diário, contendo a análise crítica de uma realidade vivida por muitos emigrantes, mas registrada por poucos.É uma narrativa emocionante, que envolve até o mais frio leitor.Um relato histórico e polêmico como nenhum outro..."Morte às Vassouras"Diário de uma jornalista, que se tornou empregada doméstica em Portugalde Cláudia Canto
 
Prefácio: Ferréz, autor de "Capão Pecado" e "Manual Prático do Ódio"
Apresentação: João Barcellos " escritor e consultor cultural, português
Editora: Edicon, São Paulo, Brasil
Pedidos pelo telefone: 0 xx 11 7218 1574 ou pelo E-mail:claudiacantos@hotmail.com

FONTE:  Edgar Santos

www.destaquenacional.jex.com.br

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 16:01  comentar

 

 …O encontro de três mulheres unidas por um segredo… Texto de Miguel Paiva / Direção Cininha de Paula A comédia estréia no próximo dia 5 de setembro e reinaugura o Teatro Bibi Ferreira que passa por grande reforma“O Nosso Amor a Gente Inventa” é uma comédia de costumes que aborda - de forma divertida – as diversidades no amor, separação, abandono, superação e recomeço. Mostra o cotidiano de três jovens mulheres comuns: Catarina (casada com Heitor): mulher independente e bem sucedida na profissão, busca sempre crescer. É pura razão e não sabe lidar direito com sua emoção e sexualidade.
Serena (casada com Alberto): mulher que ama demais e para satisfazer ao outro, acaba se tornando submissa às suas loucuras. Andélia (casada com Carlos) – mulher sensível, de bom coração, humilde, inocente e independente do mundo. É completamente culpada.Seus maridos têm personalidades bem distintas: Heitor é advogado, não gosta de futebol e não compactua com as fantasias sexuais da esposa. Carlos é mulherengo nato e golpista bem-sucedido. Alberto é aficionado pelo Flamengo e pela Mangueira, devoto de São Jorge. Mas, apesar das diferenças, estes três homens nem imaginam o quanto têm em comum.Com a morte repentina dos maridos, as três mulheres se encontram nos velórios e descobrem um grande segredo que as une de forma definitiva.O ator Carlos Bonow, além dos maridos, também interpreta outros sete personagens.O espetáculo – que cumpriu recente temporada de sucesso no Rio de Janeiro - reinaugura o Teatro Bibi Ferreira que passa por grande reforma.
FONTE: Assessoria de Imprensa: Sonia Kessar WWW.SONIAKESSAR.COM.BR
 
Ficha Técnica
 
Texto: Miguel Paiva
Direção Geral: Cininha de Paula
Elenco: Beth Lamas, Stella Antunes, Thaís de Campos e Carlos Bonow (ator convidado)Preparação de Movimento: Marcelle Sampaio
Cenários e Adereços: José Dias
Figurinos: Osvaldo Arcas & Ricardo Raposo
Iluminação: Aurélio de Simoni
Programação Visual: Claudia Lobato
Fotografia: Guido Giacomazzi
Produção Executiva: Joaquim Vidal
Assessoria de Imprensa: Sonia Kessar
Produção de São Paulo: Maria Betania e Ruy Dealis Sobre os atores
Serviço
O Nosso Amor a Gente InventaGênero - Comédia
Estréia dia 05 de setembro / temporada até 30 de novembro de 2008
Teatro Bibi Ferreira - Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 931 Bela Vista - São Paulo-SP Fone: (11) 3105-3129 Site: http://www.teatrobibiferreira.com.br/
 
Horários:
Sextas às 21h30 / sábados às 21h / domingos às 19hIngressos: sextas e domingos 50,00 / sábados 60,00 (meia-entrada para estudantes, aposentados e pessoas acima de 60 anos)Capacidade: 312 lugares / ar condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais
Duração: 90 minutos
Classificação etária:14 anos
Venda antecipada de ingressos:
Bilheteria de terça a domingo das 14h30 às 21h30
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 16:01  comentar

Dividi o meu pastel com ele, um cãozinho muito simpático e que acabei registrando-o através de minha câmera. É o meu olhar viajante’.

 

MINAS GERAIS – 12 DE AGOSTO - Chego em casa por volta das 22h00 após um dia de tarefas realizadas. Dessa vez não foi trabalho fotográfico, e ao mesmo tempo também foi -, pois uma das tarefas estava incluso a ida ao laboratório fotográfico revelar e copiar uns filmes. Não me contento com imagens em CD’s nem em computadores. Gosto de pegar nas fotos. Não demorou 5 minutos o telefone celular tocou e logo atendi, do outro lado da linha alguém me pergunta: e aí Cardim preparado para irmos a Diamantina amanhã cedo? respondi: sim claro! meu maior compromisso é com meu trabalho. Acertamos os detalhes da viagem que ficou combinada para o dia seguinte {13} às 8 horas. Acho ótimo essas surpresas. Logo em seguida arrumei minha mochila ao som de músicas de minha preferência e fui dormir quase meia-noite. Às 6h00 da matina já estava de pé e fui fazer algumas coisas até chegar o momento da viagem. Já eram quase 9h00 e meus companheiros de trabalho chegaram, com atraso devido a imprevistos. Pedi que passássemos primeiramente na emissora de rádio (onde exerço trabalhos) para pegar meu material e fazer algumas fotos de um candidato a prefeito que seria entrevistado, pois a entrevista iria ao ar naquele momento, e posteriormente, sairia no jornal da rede Padrão de comunicação. Questão de 10 minutos já estava eu dentro do carro ao encontro de nossa viagem fotográfica.


Adoçando à vida
Em minha mochila não pode faltar balas, chocolate, doce de qualquer espécie, se falta... sinto muito. De imediato peguei 3 bombons de chocolate e ofereci para cada um dos parceiros e... pé na estrada. Partimos, de Sete Lagoas para Diamantina. Os lugares onde íamos passando estavam muito seco, inverno com jeito de verão e um sol escaldante, terra seca, porém muitos ipês amarelos dando vida e beleza aquelas paisagens ensolaradas, de céu azul e que aguçava minha vontade de fotografar. Até aí fotos só na minha imaginação que não é pequena. A viagem já durava quase 2h00 e no decorrer do caminho dezenas de ipês amarelos, roxos e brancos por toda parte, pedras que mais pareciam grandes, ou gigantes adormecidos. Não resisti e fiz meus primeiros cliques de dentro do carro mesmo. Nunca tinha visto tantos ipês amarelos, principalmente por todos os lados. Eu venho procurando um belo exemplar dessa árvore florida há mais de 10 anos, encontrei muitos. Meus colegas de trabalho sentiram vontade de almoçar, pois já passava do meio-dia. Concordamos em fazer uma parada na pequena cidade de Gouveia. Paramos e fomos fazer uma visita rápida à uma amiga da jornalista e decidimos que o almoço seria em Diamantina. Após a visita, quase na saída da cidade nos deparamos com um belo pé de ipê de um amarelo ouro que contrastava com um céu azul. Não resisti e pedi para os colegas darem uma outra parada pois teria de fotografar aquela bela árvore. Não deu outra, fotografei-o, e também fui fotografado ao lado daquele da árvore que é um símbolo brasileiro.

Diamantina –MG, a chegada
Chegamos em Diamantina por volta das 14h00 e fomos direto para o hotel cujas reservas já tínhamos feito. Descemos nossas bagagens e após instalados fomos almoçar no centro da cidade. Iniciei minha jornada fotográfica; como sempre fotografando uma igreja. Enquanto isso meus colegas se informavam sobre um restaurante para almoçarmos. Em poucos minutos estávamos em um tipicamente... sírio, isso mesmo, sírio! Uma "geladinha" para matar a sede acumulada e acompanhada de uns antepastos sírios cairia muito bem, lógico! Depois de um almoço caprichado que foi seguido e por uma sobremesa deliciosa que a jornalista sugeriu: um crepe com calda de águas de rosas, acabei provando e aprovando. Saímos do restaurante bem satisfeitos e fomos ao trabalho. Melhor, o trabalho deles começaria alí, eu já estava trabalhado há muito tempo. Seguimos em direção aos órgão de cultura e turismo, e sem perda de tempo, estava eu clicando tudo que achava interessante pelo caminho, "assunto" é o que não faltava.

Por volta dás 18h00 paramos para um lanche em uma tradicional pastelaria com seus pastéis ‘gigantes’. Pedimos um para cada – e demorou cerca de 40 minutos {já esta impaciente}, quase desistindo ... e olha que eu não estava com fome. Finalmente chegaram os pastéis. Enquanto comia um cãozinho de rua me olhava, então, dividi o meu pastel com ele. Era um cãozinho muito simpático e que acabei registrando-o através de minha câmera. É o meu olhar viajante. Saímos para dar umas voltas pela cidade, e fizemos reserva em um outro hotel pois facilitaria nossas vidas. Porém, teríamos de retornar ao hotel onde que tínhamos reservas anteriormente onde passaríamos a noite. No dia seguinte após um delicioso self-sevice cafe, fomos para o ‘novo’ hotel e dar seqüência aos nossos trabalhos., e para isso precisamos contratar os serviços de uma guia turística, grande pessoa e profissional.

Ganhando tempo.
Dentre os trabalhos realizados e a realizar-se conhecemos Dona Ambrosina, uma senhora de 90 anos que é uma lenda viva de Diamantina. Ela concordou que nos concederia uma entrevista para o dia seguinte, às 8h00 da manhã, "8 horas de 8 horas mesmo", conforme ela frisou. Às 8 horas em ponto chegamos na casa dela e fomos muito bem recebidos, e a prosa / entrevista foi ótima. Dona Ambrosina contou-nos muitas histórias emocionantes e com muito bom humor e vitalidade regadas de muitas risadas e lição de vida para todos nós e até um sorteio de um CD com músicas folclóricas e religiosas que Dona Ambrosina acabou de gravar. O jornalista foi o felizardo.

De Dona Ambrosina para a Vila Biribirí
Após quase meia-hora de viagem por estrada de terra batida chegamos ao lugar. Do alto avistava-se aquela vila lá embaixo. Pedi para parar o carro pois iria a pé e fotografando pelo caminho (uns 10 minutos), a vista parcial, o lugar , a natureza... muitos motivos para a realização de boas fotos. Ao chegar lá embaixo deparei-me com a bela arquitetura da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, casas e a antiga fábrica de tecidos cujos o lado e frente tinha águas cristalinas, parecia um filme, e eu o ator principal (modesto eu, hein?). Tirei meu tênis e andei de pé no chão, coisa que gosto muito de fazer quando fotografo natureza.

A partida: saímos de lá gratificados
Retornamos a Diamantina para fotografar os lugares que faltavam dentre eles, a Casa de Juscelino Kubitscheck e o Passadiço. Fomos almoçar uma boa comida tipicamente mineira e dar umas voltas pela cidade pois se aproximava a hora de retornarmos para nossa cidade, Sete Lagoas, nosso trabalho estava concluído. Despedimo-nos de nossa guia e pegamos a estrada as 15 horas. Fizemos ótima viagem e chegamos em Sete Lagoas às 18h30. Graças a Deus outra viagem pelo Brasil e mais 3 cidades fotografadas para meu currículo profissional. [Relatos das viagens de Maurício Cardim, fotógrafo-expositor há 25 anos com 100 exposições no Brasil e no exterior. Saiba mais sobre o trabalho de Cardim em http://www.mauriciocardim.com.br           ou  www.fotografo.coresdobrasil.com
 

FOTO FEITA POR FRANCISCO MARTINS DE: MAURÍCIO CARDIM NO VALE DO ANHANGABAÚ, CENTRO DE SÃO PAULO.  

link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 16:00  ver comentários (2) comentar

 
 
Viajar para mim é preciso, é uma das inspirações principais para o andamento dos meus registros fotográficos e ... faz bem para o meu ego.
 
 
O prazo de validade de uma viagem para outra é curto, curtíssimo. O prazer de fotografar é o contrário, longo e sempre renovado. Sem dúvida, a viagem é um elemento valioso no decorrer de minha caminhada fotográfica.


Após 4 dias da mais recente viagem que fiz a Santana de Pirapama-MG, novamente fui convocado a fazer outra viagem, dessa vez para Ouro Branco, Itatiaia e Congonhas, cidades mineiras, quais também já tinha fotografado. Pensei: bem que poderia ser outras cidades que não conheço... mas tudo bem, sem problemas. Concordei com os detalhes e acertos, a viagem seria para o dia 24/7/08. Conforme combinado, às 7h00 da matina estava eu de prontidão aguardando o casal (jornalistas) que seriam meus novos companheiros de viagem/trabalho e que me conduziriam a Ouro Branco e adjacências. Chegamos em Ouro Branco às 9h00 e fomos direto para prefeitura procurar a jovem senhora graça, como o nome diz, é uma graça de pessoa e ela seria a guia que nos conduziria a diversos lugares. Após fazer algumas fotos de vários pontos da cidade fomos ao encontro de uma personalidade local, Dona Jandira, na pequena Itatiaia. Chegamos lá por volta das 14h00, e para minha surpresa não imaginava que seríamos tão bem recebidos com tanta simpatia por aquela senhora cantora, uma alagoana esbanjando alegria e jovialidade aos 69 anos e habitando há mais de 20 anos nas terras mineiras.

Dona Jandira

Conhecer Dona Jandira, fotografá-la, bater um bom papo foi muito gratificante. Já a conhecia através de matérias suas nos jornais e televisão. Dona Jandira foi generosa com a entrevista concebida aos meus amigos profissionais. Cantou e mostrou seu CD que está em final de produção. Ela atendeu aos meus pedidos musicais e de tanto entusiasmo arrisquei-me a cantarolar com ela. O CD será lançado em Belo Horizonte, e prontamente nos convidou para o lançamento. Saímos em grupo (sem Dona Jandira) pela cidadezinha e fiz dezenas de fotos que preencheu minha alma. Realizei um bom trabalho com excelentes cliques de Dona Jandira e daquele lugar iluminado pela mãe natureza. Partimos com destino a Casa de Tiradentes, local de grande importância na cultura e história de Minas Gerais e do nosso país.

Encontro com Nierson

A noite caia, e precisávamos retornar para Ouro Branco. Fomos para o hotel onde pernoitaríamos. Jantamos e fomos assistir um grande espetáculo de música, dança e arte circense em praça pública, show esse que fazia parte do evento Festival de Inverno. Estávamos bem assessorados pelo pessoal da prefeitura; escritores da região e pela sorridente Graça e o grande humorista Edísio Rufino Torres que ‘incorpora’ o personagem Nierson da Caratinga (isso mesmo!). Após o término do show fomos a uma pizzaria de propriedade de Edisio que não deixou nada a desejar em matéria de atendimento e das deliciosas pizzas, as quais saboreamos acompanhadas de cervejas. Na hora lembrei-me da também querida São Paulo, bairro Bixiga. Saímos de lá mais de meia-noite direto para os aposentos.

Bom clique; boa comida

O dia amanheceu radiante, e como de costume o meu entusiasmo para fotografar, sempre a flor da pele. Saímos em busca de um hotel fazenda de procedimento histórico. Chegando lá deparei-me com um belo lago onde refletia um bonito casarão nas suas águas límpidas e "azuis". Lá fiz dezenas de fotos e também fui fotografado pela Graça que revelou-se uma boa fotógrafa (também com um "modelo " desse aqui... risos). Não me contive e fiz fotos de todos os cantos e lados, ângulos. Também, um lugar daqueles com todo o esplendor da natureza... não era para menos. Saímos de lá com destino ao cento de Ouro Branco para "pegarmos" um almoço bem mineiro e nada maneiro. Após o almoço fizemos novos contatos profissionais na prefeitura e quando menos esperávamos surge Dona Jandira que veio cuidar dos acertos com relação ao lançamento do seu disco.

O ambiente de trabalho estava bem agitado e cheio de mistério... era o aniversário de uma funcionária (ficamos sabendo em segredo), e o pessoal estava programando uma festa surpresa para a aniversariante e fomos convidados a participar. Nem precisa dizer que foi ótimo. Dona Jandira cantou acompanhada de um músico e seu violão e um som de parabéns prá você, claro! um bolo regado a refrigerantes completava a festa com direito a doces e salgados, também. Não ficamos até o final pois teríamos que retornar a nosso destino de origem e que não deu tempo de irmos a Congonhas, ficaria para outra ocasião. Deixamos Ouro Branco bem no final da tarde acompanhados por um belíssimo pôr-do-sol, Deus e nosso Senhor. Retornamos ao nosso ponto de partida, Sete Lagoas, às 19h30; fizemos uma boa viagem com bons resultados e boas lembranças. Agora... aguardar a próxima viagem, e que seja bem próximo.
 
{Relatos de viagens e aventuras do fotografo viajante Maurício Cardim pelas terras mineiras}
 
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 16:00  comentar

Dia 19 as 11 horas mais ou menos, após uma reunião profissional, bateu-me aquela vontade de viajar, não importava se fosse uma viagem longa ou curta, estava anciso mesmo para "botar o "pé no caminho".

SETE LAGOAS-MG, 21/07 - Pensei em ir a Santana de Pirapama-Mg. (distante uns 80 Km de Sete Lagoas), fui até o ponto de ônibus e chegando lá fui informado que o ônibus havia partido há uns 10 minutos, troquei idéias e informaçoes com um rapaz que falou-me que sairia outro às 15 horas ou no dia seguinte as 7:30 da manhã. Perguntei de outra cidade/distrito próximo que eu pudesse ir e voltar a noitinha, ai ele falou-me de Campo de Santana (gostei do nome, aliás, tem nome de lugares que prá mim já VIAJO). Andei rápido e dai há pouco estava eu dentro do ônibus e em menos de uma hora no pequeno lugarejo.

Desci na praça principal e vi a modesta Igeja de Nossa Senhora de Santana, não perdi tempo e fiz algumas fotos e começei a andar e descobrir "assuntos" para serem eternizados por meu olhar viajante e minha câmera insepáravel. A noitinha retornei a meu destino de origem e com o propósito de ir a Santana de Pirapama no dia seguinte. Domingo acordei cedo e disposto, saí de casa com a idéia firme de pegar o ônibus as 7:30 da matina, dito e feito... às 7:30 estava eu indo com destino a Santana de Pirapama e às 9 horas em ponto chegava eu no meu destino. Fotografei logo uma igreja e em seguida estava eu na Igreja Matriz assistindo a Missa das 9 horas e em seguida os batizados realizados com muita alegria e louvores .

Foram 3 horas de caminhadas pela cidade, dezenas de fotos realizadas. Meio-dia e pouco estava eu tomando uma "geladinha" e logo em seguida uma pinguinha de roça "para abrir o apetite". Almoçei feito um principe e logo em seguida com destino a um lugarejo chamado Onça, o destaque do lugar, uma linda árvore florida (barriguda, nome popular) que procuro há mais de 10 anos.Fotografei-a de todos os ângulos e sai de lá feliz. "Peguei" o asfalto afora e fui caminhando em frente retratando tudo qua achava interessante, e como teve "assunto" , (casas, casebres, janelas, igrejas, estradas, pessoas andando de bicicletas, flores, folhas, insetos enfim, dezenas de fotos prduzidas).

Parei por volta das 16 horas, quase 3 horas de caminhadas com um sol escaldante e a emoção a flor da pele e inspiração que me fez até..."compor" uma canção "Fotógrafo Viajante". Por volta das 17 horas avistei o ônibus que me levaria até meu destino, dei o sinal de parar e ai voltei prá casa feliz e muito realizado. Hoje vi as fotos e ficaram ótimas Outra viagem realizada e gratidão ao Pai do Céu por mais uma realização pessoal e profissional. Taí, um simples relato de viagem. Tudo verdadeiro. Poderia até ser mais longo, porém foi um resumo. [Relatos PELO FOTÓGRAFO-VIAJANTE - MAURÍCIO CARDIM> www.mauriciocardim.com.br
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:59  comentar

Agosto 2008
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
12
14
15
16

17
18
19
21
23

24
25
26
28

31


SITES INDICADOS
Buscar
 
blogs SAPO
subscrever feeds