| JEAN BAPTISTE DEBRET: UM ARTISTA À SERVIÇO DA CORTE PORTUGUESA NO BRASIL |
A primeira metade do século XIX nos permite relembrar, e com muita satisfação, da presença de grandes artistas franceses no Brasil. Tal circunstância deveu-se à intenção da própria Coroa portuguesa em trazer cultura para o país, na ocasião, recém ocupado pela nobreza há apenas 08 anos. Destacaremos, dentre os habilidosos "artistas-viajantes": Jean Baptiste Debret, que segundo a autora Valéria Lima, fora o mais requisitado e competente, naquilo que pretendia revelar por meio da arte. O que pretendemos mostrar neste humilde artigo é o interesse, por parte dos expectadores, quanto à "realidade" inserida nas obras de Debret quando da sua "missão artística" aqui no Brasil. O artista francês foi "convocado" pelo Príncipe Regente de Portugal, D. João VI - em 1816 a retratar todos os momentos ilustres da monarquia. A autora nos revela que Debret, em sua interessante obra: "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil", permite demonstrar importantes traços de sua própria identidade e personalidade, distanciando-se um pouco daquela idéia de apresentar "imagens fiéis" da escravidão negra no Brasil, e também sobre os "exóticos" momentos da monarquia lusa, instalada no Rio de Janeiro a partir de 1808. Debret sem dúvida, foi mais do que um pintor oficial da nobreza, também atuou com muita competência na fundação da Academia Imperial de Belas-Artes do Rio de Janeiro, contribuindo como professor, cumprindo desta forma, outro desejo do Príncipe D. João VI. Valéria nos lembra bem que neste período o Brasil encontrava-se em processo de formação de sua própria história, inclusive como nação "independente". |
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Nascido Willard Christopher Smith Jr., em 25 de setembro 1968, na Filadelfia - Will Smith é o segundo dos quatro filhos do casal Caroline e Willard Smith, donos de uma companhia de refrigeração. Ele nasceu e cresceu na Filadelfia. Seu primeiro apelido foi Prince, dado por uma professora, devido a habilidade que ele tinha de se livrar dos problemas. Tempos depois, foi acrescentada a palavra Fresh antes do apelido. Segundo Smith, na época, esse termo equivalia ao "cool" (algo como "príncipe maneiro") usado hoje. Durante uma festa, ele conheceu o DF Jeff Townes. Will se lembra que na ocasião contou uma piada e Jeff foi o único a rir. Isso ajudou a criar uma empatia entre ambos, depois reforçada pela parceria na música. Esta parceria foi decisiva na vida de Smith. Sem ela, ele nunca teria expandido seus horizontes e tentado a sorte no cinema. Em 1989 eles ganharam um Grammy com a música "Parents Just Don't Understand".
No mesmo ano ele conheceu Benny Medina, que queria fazer uma série para TV onde um jovem que fora criado na Filadelfia e mudava-se para Bel-Air ( bairro de classe alta próximo Beverly Hills). Ou seja, Will Smith precisava, praticamente, interpretar a si próprio. Nascia assim "Um Maluco no Pedaço", que ficou no ar por seis temporadas, e fêz sucesso aqui no Brasil no SBT. Até as tomadas de "Um Maluco no Pedaço" Will jamais havia tomado qualquer aula de interpretação. " Quando vejo minha performance acho-as horríveis ", diz Smith.
A PRIMEIRA CHANCHE NO CINEMA
O primeiro papel no cinema foi uma verdadeira prova de fogo. Em " Separações", de 1993, ele viveu um jovem gay que se envolve com um casal de brancos ricos, fingindo ser amigo do filho deles. Já em Bad Boys (1995) e Independence Day (1996), veio o sucesso, ele virou um astro. Dois anos mais tarde firmou -se como o " rei do verão ", em referência à época do ano em que os grandes campeões de bilheteria costumam estrear, devido ao estrondoso sucesso de MIB - Homens de Preto. A adaptação para os cinemas da vida do campeão de boxe Muhammed Ali, intitulada apenas de "Ali ", lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator. A primeira recebida por um artista proveniente do rap. "Eu, Robô ", mais um sucesso de bilheteria e durante vários meses o filme mais alugado. No rap ele também foi premiado com dois grammy, sendo um solo com o tema de MIB, em 2002. * Confira entrevista exclusiva com o ator para a AgênciaFM, em julho de 2005
F&M - Quando você notou que tinha o dom de fazer as pessoas rirem?
F&M - Você pensa em dirigir um filme algum dia?
WILL - Talvez eu encarne Clint Eastwood [ risos ] e torne-me um cineasta numa fase mais madura. Por enquando nem pensar.
F&M - "Ali" foi seu papel mais importante?
WILL - Sem dúvida. "Ali " foi a personagem que todos apostavam que eu não daria conta, que iria me dar mal. Eu recusei o roteiro várias vezes por achar que não estava preparado.
[FORMAS&MEIOS - reportagem resgatada - republicar só com autorização]Thanks Mr. Smith for total dedication with us.
Editora brasileira lança biografia sobre ícone pop francês. Com lançamentos que vão do jazz ao rock a editora Barracuda vem fazendo um barulho enorme no mercado bibliográfico musical.