Revelando, imortalizando histórias e talentos
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Existem 37 bilhões de páginas em todo o mundo.E segundo o Techmorati.com, o único no mundo especializado em ranquear sites, você está acessando o de Rank: 600 mil, ou seja um dos mais vistos.> formas & meios fazendo seu trabalho aparecer e crescer: Arte, Cultura, Notícias  e Atualidades> agendamento de exposições: BRASIL>SANTO ANDRÉ, Após denúncias publicadas pela imprensa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu que estava inaugurando nesta sexta-feira, parcialmente, uma universidade federal no ABC paulista.> Apóie os projetos culturais da FormasMeios: Um Olhar Sobre o Brasil, de Maurício Cardim.> Livro sobre o escultor alemão Franz Heise e outro sobre o Cine Metro, o mais charmoso da acapital paulista.> 'Esse negócio de calo polar nada mais é do que água. Somos formados por 72% de água,a água está em nós. Querem que a água volte para o lugar certo então matem todo mundo', Deputado Federal Clodovil Hernandez. > INTERNACIONAL: A Geórgia decidiu "romper relações diplomáticas" com a Rússia, anunciou nesta sexta-feira o vice-ministro georgiano das Relações Exteriores, Grigol Vashadze.> CULTURA: Exposição de Maurício Cardim sobre igreja brasileiras é prorrogada até final de agosto, no espaço cultural Maria Magdalena Alves Padrão, Sete Lagoas - MG, visitação gratuita.> Exposição Maquetes japonesas estarão em exposição no Horto Florestal, no antigo Palácio do Governo de São Paulo, até 30 de setembro. Grátis.>O fotógrafo Carlos Stroppa estréia exposição Desertos dia 11 de agosto,no Tribunal de Justiça de São Paulo, na Praça da Sé, S/N.

 

link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:52  comentar

JEAN BAPTISTE DEBRET: UM ARTISTA À SERVIÇO DA CORTE PORTUGUESA NO BRASIL

A primeira metade do século XIX nos permite relembrar, e com muita satisfação, da presença de grandes artistas franceses no Brasil. Tal circunstância deveu-se à intenção da própria Coroa portuguesa em trazer cultura para o país, na ocasião, recém ocupado pela nobreza há apenas 08 anos. Destacaremos, dentre os habilidosos "artistas-viajantes": Jean Baptiste Debret, que segundo a autora Valéria Lima, fora o mais requisitado e competente, naquilo que pretendia revelar por meio da arte. O que pretendemos mostrar neste humilde artigo é o interesse, por parte dos expectadores, quanto à "realidade" inserida nas obras de Debret quando da sua "missão artística" aqui no Brasil. O artista francês foi "convocado" pelo Príncipe Regente de Portugal, D. João VI - em 1816 a retratar todos os momentos ilustres da monarquia. A autora nos revela que Debret, em sua interessante obra: "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil", permite demonstrar importantes traços de sua própria identidade e personalidade, distanciando-se um pouco daquela idéia de apresentar "imagens fiéis" da escravidão negra no Brasil, e também sobre os "exóticos" momentos da monarquia lusa, instalada no Rio de Janeiro a partir de 1808. Debret sem dúvida, foi mais do que um pintor oficial da nobreza, também atuou com muita competência na fundação da Academia Imperial de Belas-Artes do Rio de Janeiro, contribuindo como professor, cumprindo desta forma, outro desejo do Príncipe D. João VI. Valéria nos lembra bem que neste período o Brasil encontrava-se em processo de formação de sua própria história, inclusive como nação "independente".


 

Jean Baptiste Debret, nasceu no ano de 1768, em Paris, França. Recebeu grande influência artística de seu primo Jacques-Louis David, um virtuoso pintor portador de um profundo rigor clássico. Debret sempre freqüentou ateliês na França, seu pai era funcionário público e possuía verdadeiro interesse em história natural, elaborando pesquisas sobre o assunto. Referida influência também contribuiu bastante para trajetória artística de Debret, sendo utilizada inclusive no Brasil. A formação cultural de Debret se desenvolveu em meio a conturbados momentos políticos da França revolucionária. O artista passou a fazer parte do grupo de pintores responsáveis pelas imagens de atos históricos e heróicos de Napoleão Bonaparte. As academias francesas de arte até este momento, preocupavam-se com o resgate da historia antiga, trazendo, desta forma, a intenção de elevar a moralidade social da época. Com a "intervenção" de Bonaparte, o cenário é alterado, pois os pintores agora teriam de se preocupar em revelar, com praticamente nenhuma liberdade, assuntos pertinentes à história contemporânea, da qual o próprio Imperador era protagonista.

O AMBIENTE QUE ANTECEDEU A VINDA DE DEBRET PARA O BRASIL

É interessante notarmos que o cenário que antecedeu a vinda do pintor francês a terras brasileiras estava um tanto quanto conturbado. Não podemos esquecer que Napoleão praticamente expulsou a Coroa portuguesa, que na ocasião, fugira para o Brasil. Em 1808 D. João e mais 15 mil pessoas que acompanhavam a Corte, desembarcaram no Rio de Janeiro. Neste mesmo período, os portugueses estavam de relações políticas e sociais, completamente cortadas com os franceses. Diante desta dimensão, talvez seja oportuno perguntarmos, qual seria o objetivo, por parte dos portugueses, em trazer artistas franceses para prestar serviços à monarquia no Brasil. Podemos, no entanto, destacar alguns fatores correspondentes à questão: Segundo a autora, o próprio Debret, como mencionamos anteriormente, fez parte dos pintores "oficiais" designado a retratar momentos gloriosos de Napoleão Bonaparte. Por outro lado, não podemos deixar de mencionar a cultura italiana que, por muitos séculos, formou grandes artistas como Michelangelo, Leonardo Davinci, dentre tantos outros. A Itália dominou, de forma soberana, o cenário artístico até meados do século XVII. A partir do final deste mesmo século e inicio do XVIII a França passou a revelar grandes talentos do mundo da arte, isto graças ao sensível avanço dos ensinos acadêmicos, reunindo desta forma, condições para competir e até superar a qualidade artística italiana. O próprio Debret estudou arte num ateliê na famosa Itália. Outro fator contribuinte que apóia a decisão dos lusos em trazer artistas franceses está ligado à atuação dos "agentes" portugueses. O agente português, Conde de Baça esteve em Paris momentos antes dos artistas franceses embarcarem para o Brasil. Com a eliminação definitiva de Napoleão em 1815 a diplomacia entre Portugal e França voltou a apresentar cordialidade entre os países. Valéria Lima menciona que o Brasil desta época, encontrava-se em plena formação e precisava de cultura, precisava de pessoas com capacidade de ensinar arte. Este também foi um dos principais motivos da convocação dos artistas ao Brasil. A dimensão de Debret não era diferente, pos fora convocado para atuar junto à Corte portuguesa e que também acabou desempenhando importante papel na Academia Imperial de Belas-Artes do Rio de Janeiro, como professor.

DEBRET: O ARTISTA OFICIAL DA CORTE, DA ACADEMIA

Valeria Lima menciona ainda um importante acontecimento quando da chegada de Debret ao Brasil, em 1816. Visto que tal feito coincidiu com a morte da então Rainha de Portugal, D. Maria I. O pintor francês estava incumbido, a partir de então, de retratar o funeral da Rainha e, evidentemente, a aclamação do novo monarca da Corte, inclusive o referido funeral. Paralelamente aos trabalhos de pintor e cenógrafo da monarquia, Debret exercia funções como membro fundador e pintor de história da Academia Imperial, conseguindo reunir condições no sentido de "produzir" novos artistas para o país. "Queria oferecer aos estrangeiros um panorama que extrapolasse a visão de um país exótico e interessante apenas do ponto de vista da história natural. Acreditava que o Brasil merecia estar entre as nações mais civilizadas da época e que a elaboração de uma obra histórica a seu respeito seria uma contribuição valiosa para que esta justiça se cumprisse." Com o grande projeto Viagem pitoresca e histórica ao Brasil, Debret revela sua profunda relação pessoal e emocional, adquirida em sua permanência no Brasil por 15 anos. Em 1831 o pintor solicitou licença ao Conselho da Regência para retornar à França, alegando problemas de saúde. Dois motivos o levaram a tomar tal atitude: primeiro para juntar-se a sua família e segundo, tão importante para o artista quanto o primeiro, era organizar o primeiro volume de sua obra Viagem pitoresca e histórica ao Brasil. A Corte portuguesa aceitou tal solicitação, no entanto, condicionou-a a um retorno do artista para o "novo mundo", fato que não ocorreu, Debret deixou o Brasil em 1831 para nunca mais voltar. Mas, de acordo com a autora, o artista francês jamais deixou se desvencilhar das terras brasileiras, estando profundamente envolvido por meio de sua obra, até o fim de seus dias ocorrido em 1848.

O BRASIL "PINTADO" POR DEBRET

Por meio de sua obra Viagem ..., Debret procurou demonstrar, com minuciosos detalhes e cuidados, a "formação" do Brasil, especialmente no sentido cultural do povo e nação. Os 3 volumes foram publicados em 1834, 1835 e 1839. De acordo com a autora, Debret enfatiza os principais destaques de sua obra: " Ao longo de suas páginas, Debret enfatiza o que considera os diferentes momentos da marcha da civilização no Brasil: os indígenas e suas relações com o homem branco, as atividades econômicas e a presença marcante da mão de obra escrava e, por fim, as instituições políticas e religiosas." Debret procurou resgatar particularidades do país e do povo. Utilizou o termo "pitoresco" com a ideologia de precisão, habilidade, talento, e qualidade artística em representar e "preservar" o passado daquele povo. Segundo a autora, para Debret, esta obra favoreceria no sentido de demonstrar para Europa um Brasil que merecia ocupar o mesmo lugar dos grandes e civilizados países. Debret preocupou-se muito com os textos que acompanhavam suas imagens, demonstrando certa fidelidade ao sentido literário. Tal postura não era comum em outros "artistas - viajantes". Muitos pintores não se preocupavam demasiadamente com o sentido dos textos comparando-os com as ilustrações contidas em seus trabalhos. Esse desejo, por parte do pintor em resgatar costumes e acontecimentos do passado brasileiro evidencia a importância de sua estada ao Brasil durante esses 15 anos. Muitos acreditam em não haver nenhum tipo de contribuição por parte do artista para história do Brasil. [ Francisco Martins ]

 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:49  comentar

SÓ A F&M CONSEGUE EXCLUSIVA COM WILL SMITH, por Francisco Martins

 
Ele se define como um entertainer ' Minha missão nessa vida é apenas fazer as pessoas rirem", diz.
 

Nascido Willard Christopher Smith Jr., em 25 de setembro 1968, na Filadelfia - Will Smith é o segundo dos quatro filhos do casal Caroline e Willard Smith, donos de uma companhia de refrigeração. Ele nasceu e cresceu na Filadelfia. Seu primeiro apelido foi Prince, dado por uma professora, devido a habilidade que ele tinha de se livrar dos problemas. Tempos depois, foi acrescentada a palavra Fresh antes do apelido. Segundo Smith, na época, esse termo equivalia ao "cool" (algo como "príncipe maneiro") usado hoje. Durante uma festa, ele conheceu o DF Jeff Townes. Will se lembra que na ocasião contou uma piada e Jeff foi o único a rir. Isso ajudou a criar uma empatia entre ambos, depois reforçada pela parceria na música. Esta parceria foi decisiva na vida de Smith. Sem ela, ele nunca teria expandido seus horizontes e tentado a sorte no cinema. Em 1989 eles ganharam um Grammy com a música "Parents Just Don't Understand".

 

No mesmo ano ele conheceu Benny Medina, que queria fazer uma série para TV onde um jovem que fora criado na Filadelfia e mudava-se para Bel-Air ( bairro de classe alta próximo Beverly Hills). Ou seja, Will Smith precisava, praticamente, interpretar a si próprio. Nascia assim "Um Maluco no Pedaço", que ficou no ar por seis temporadas, e fêz sucesso aqui no Brasil no SBT. Até as tomadas de "Um Maluco no Pedaço" Will jamais havia tomado qualquer aula de interpretação. " Quando vejo minha performance acho-as horríveis ", diz Smith.


 

A PRIMEIRA CHANCHE NO CINEMA


 

O primeiro papel no cinema foi uma verdadeira prova de fogo. Em " Separações", de 1993, ele viveu um jovem gay que se envolve com um casal de brancos ricos, fingindo ser amigo do filho deles. Já em Bad Boys (1995) e Independence Day (1996), veio o sucesso, ele virou um astro. Dois anos mais tarde firmou -se como o " rei do verão ", em referência à época do ano em que os grandes campeões de bilheteria costumam estrear, devido ao estrondoso sucesso de MIB - Homens de Preto. A adaptação para os cinemas da vida do campeão de boxe Muhammed Ali, intitulada apenas de "Ali ", lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator. A primeira recebida por um artista proveniente do rap. "Eu, Robô ", mais um sucesso de bilheteria e durante vários meses o filme mais alugado. No rap ele também foi premiado com dois grammy, sendo um solo com o tema de MIB, em 2002. * Confira entrevista exclusiva com o ator para a AgênciaFM, em julho de 2005


 

F&M - Quando você notou que tinha o dom de fazer as pessoas rirem?

 

WILL - Aos 4 ou 5 anos de idade. Sempre preferia estar feliz do que zangado. Isso sempre fêz parte da minha vida.
 
F&M - O que lhe dá mais satisfação, cantar rap ou atuar?
WILL - A música é um todo. 100% das coisas que sinto. O cinema, tenho de compor um personagem para ajudar um diretor chegar no resultado pretendido.
 
F&M - Você já precisou de um sujeito do tipo de seu personagem em "Hitch" para conquistar garotas?
 
WILL - Faltou um cara como esse para dar-me conselhos na adolescência. Nunca fui muito bom com as mulheres, percebi isso quando tinha perto de 20 anos. Depois vi o quando a comédia podia ser poderosa com elas. Levou tempo para perceber isso.

F&M Mas você está casado pela segunda vez?

WILL - É esse o mistério da comédia [ risos ].

F&M - Você pensa em dirigir um filme algum dia?


WILL - Talvez eu encarne Clint Eastwood [ risos ] e torne-me um cineasta numa fase mais madura. Por enquando nem pensar.


F&M - "Ali" foi seu papel mais importante?


WILL - Sem dúvida. "Ali " foi a personagem que todos apostavam que eu não daria conta, que iria me dar mal. Eu recusei o roteiro várias vezes por achar que não estava preparado.

 

[FORMAS&MEIOS - reportagem resgatada - republicar só com autorização]Thanks Mr. Smith for total dedication with us.

 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:48  comentar

O jornalista Jean Lima fala sobre livro de Serge Gainsbourg

 
Editora brasileira lança biografia sobre ícone pop francês. Com lançamentos que vão do jazz ao rock a editora Barracuda vem fazendo um barulho enorme no mercado bibliográfico musical.
 
  
Livros como “A love supreme”, “Kind of blue”, “Disparos no Front da Cultura Pop e “Confissões de uma Groupie” são exemplos de força e diferencial desta editora, que vem aos poucos invadindo as livrarias e caindo no gosto de leitores em todo Brasil.Um livro em especial chama atenção, pois reúne características, temas, vertentes da música e comportamento, trata-se de "Um punhado de Gitanes" da escritora e jornalista inglesa Sylvie Simmons ( com tradução Juliana Lemos R$ 37,00.) que nos mostra de maneira minuciosa, bem apurada e leve a trajetória de um dos maiores gênios da música francesa, Serge Gainsbourg. Filho de imigrantes judeus, tímido e com poucas oportunidades na infância, Serge teve que lutar contra suas origens e jeito de ser para firmar e manter-se como um dos maiores e mais influentes ícones da cena pop musical em todo o mundo. Influências que ao longo de décadas (seu primeiro lançamento oficial data de 1958), tem feito a cabeça de artistas e bandas como Beck, Air, Tom Waits, Stereolab, St. Etienne entre tantos outros que beberam na fonte e se dizem influenciados por sua música, que até hoje, dezessete anos após sua morte é tema de remixes, versões, interpretações e temas de filmes.

 

Fumante inveterado, perfeccionista, metódico e com um "ego infladíssimo", Serge sempre foi um "workaholic" passava noites em claro acompanhado de seus Gitanes (cigarros que o acompanharam até seus últimos dias) e muito café, produzindo pérolas que seriam interpretadas por ele próprio, ou suas "mulheres" usadas em filmes de produção própria (quatro ao total), todos de apelo sexual explicito de suas relações pessoais com autoridades , amigos influentes que muitas vezes eram temas de álbuns inteiros. Inspirações que vinham da literatura Oscar Wilde, J-K Huysmans e Baudelaire, de suas viagens a Jamaica onde gravou com Sly e Robbie um disco de uma levada totalmente Reggae e com músicos da banda de Neil Young, este totalmente Rock and Roll, situações que passava ao longo de suas andanças.

 
 
Sua obra é composta em sua maioria de canções sofisticadas, com arranjos arrojados e audaciosos, já que eram interpretadas por grandes divas da música francesa e mundial (Je T'Aime, Moi Non Plus foi gravada em dueto com Brigitte Bardot), de Fraçoise Hardy à não menos importante Vanessa Paradis. Mas nem tudo era só glamour, à medida que os sucessos de suas canções tinham maior alcance, seu comportamento ia ficando mais destrutivo, bebia e fumava cada vez mais, alegando que "só trabalhava com algo que lhe desse prazer" o que em determinado momento de sua carreira não o encontrava em outros meios e como trabalhava muito... Até que em março de 1991 aos 63 anos, sofre em casa, um ataque cardíaco fulminante levando-o a morte. (seu enterro foi um dos maiores acontecimentos da frança) Deixando um legado de mais setenta discos gravados entre singles, compilações e um tratado sobre a flatulência (época em que freqüentava quartos escuros de mansões na companhia de Salvador Dalí!), estamos diante de uma obra bem apurada e divertida de seu trabalho. Um box com 9 cds e 207 músicas chamado "De Gainsbourg à Gainsbarre", (Polygram France ) pode ser encomendado por importadoras ou sites especializados. [Jean Lima - Especial para Formas&Meios www.formasemeios.blogs.sapo.pt ]
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:47  comentar

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