Carlinhos Antunes inicia curadoria no Museu da Casa Brasileira com o quarteto de flautas doces Quinta Essentia. Carlinhos Antunes inicia curadoria no Museu da Casa Brasileira com o quarteto de flautas doces Quinta Essentia.
O músico multiinstrumentista Carlinhos Antunes inicia sua temporada como curador do projeto Música no Museu, que acontece todos os domingos, às 11h, no Museu da Casa Brasileira, com a apresentação no domingo, 7/9, às 11h, do único quarteto de flautas doces profissional do país, o Quinta Essentia. Com apoio da Gerdau, o projeto tem 40 apresentações musicais gratuitas ao longo do ano. Carlinhos Antunes é o curador da terceira temporada do projeto, com 13 espetáculos em setembro, outubro, novembro e dezembro. A primeira temporada teve curadoria de João Carlos Martins, e a segunda, de Antonio Nóbrega. “Convidei instrumentistas, compositores e arranjadores de diversos gêneros e culturas, dedicados à criação em sua plenitude e não às regras de mercado”, diz Carlinhos Antunes. “O público também poderá conhecer alguns artistas que vivem fora de São Paulo e do país. Em novembro, presto uma homenagem à cultura afro-americana, com enfoque nos ritmos variados do Brasil e de outros países latinos.” O Quinta Essentia, integrado por Alfredo Zaine, Guilherme dos Anjos, Gustavo de Francisco e Renata Pereira, fez uma seleção de músicas reveladoras de sua versatilidade, com obras originais e arranjos que percorrem as linguagens da música instrumental da Renascença, do Barroco, e da música brasileira colonial e contemporânea.
Repertório: Sermone Blando à 4 (II), William Byrd (1543-1623); La Marca, Tarquinio Merula (1595-1665); Fantasia Cromática à 4, Diomedes Cato (1560/65–1618 c.a); Sonata V em Ré menor (1731) - Andante – Presto – Adagio - Allegro, J. B. de Boismortier (1689-1755); Variações sobre Mein junges Leben hat ein End, Jan Pieterszoon Sweelinck (1562-1621); Chaconne em Ré Menor, Henry Purcell (1659-1695); Concerto em Fá Maior, G. Philip Telemann (1681 - 1767); Immutemur Habitu, Pe. José Mauricio Nunes Garcia (1767-1830); Descascando Uva (2007), Cláudio Menandro; Sonho Novo (2007), Julio Bellodi, Um a Zero (1946), Pixinguinha (1897–1973) e Benedito Lacerda (1903-1958). Formado em 2006, o Quinta Essentia explora as possibilidades de um único instrumento, a flauta doce. Faz pesquisa de repertório e interpretação através da proposta de divulgar a flauta doce, seu repertório e novas composições elaboradas especialmente para esta formação. Ganhou o prêmio do Júri Popular no 2º Concurso Nacional Jovens Cameristas Petrobrás 2007, em Londrina. As apresentações musicais no MCB nas manhãs de domingo já se consolidaram como uma agradável alternativa de lazer ao reunir música de qualidade num cenário encantador: o terraço do Museu da Casa Brasileira, defronte a seu surpreendente jardim de 6.600 metros quadrados. São 40 apresentações, todas gratuitas, que atraem um público de mais de 15 mil pessoas sempre aos domingos, às 11h00. [Foto: Marcelo Oliveira ] Serviço
Música no Museu – “Quinta Essentia”Domingo, 7 de setembro, às 11h - Entrada franca Duração: 60 min - Capacidade: 230 lugares
Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço -
Estacionamento: R$ 10,00
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18hIngresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Domingo sempre gratuito
Visitas monitoradas: 3032-2564
Classificação indicativa: livre
FONTE: Menezes Comunicação
Av. Pedroso de Moraes, 631 cj [11] 9305419-000 - São Paulo - SP
tels. 11 3815-1243/0381
9983-5946 - menezescom@uol.com.br
Duração: 60 min - Capacidade: 230 lugares
Domingo sempre gratuito
Visitas monitoradas: 3032-2564
[11] 9305419-000 - São Paulo - SP
tels. 11 3815-1243/0381
97 ANOS
Construído pelo escritório de arquitetura de Francisco Ramos de Azevedo [1851/1928] juntament o cenógrafo Cláudio e o arquiteto Domiciano Rossi. O teatro ocupa o terreno que era de propriedade do coronel Antônio Proost Rodovalho, que recebera 694 Contos de Réis pela desapropriação. O teatro foi inaugurado com toda pompa, com a ópera Hamlet - Shakespeare, pela Companhia italiana de Tita Ruffo em 12 de setembro de 1911. A primeira apresentação se deu às 20h15 e a segunda às 22h30. Naquele dia 12 acontecia o primeiro engarrafamento no trânsito paulistano: ‘chegou à civilização em São Paulo’, anunciavam as manchetes dos jornais. Para comemorar os 97 anos da instituição, o Teatro Municipal de São Paulo apresenta uma programação especial durante todo o mês. A ópera escolhida é Colombo que será encenada com regência do maestro José Maria Florêncio a frente da Orquestra Sinfônica. Colombo é de autoria de Carlos Gomes, o patrono do teatro. A estréia dar-se no dia 12 de setembro. A ópera foi encenada pela primeira vez em 2004, e para esta montagem foram convidados os solistas Sebastião Teixeira, Marcello Vannucci e Mônica Martinez. O evento tem preços de R$ 20 até R$ 40, e acontece nos dias 12 e 18 às 20h30.
Outros estilos
A série 'Outros Sons' também está comemorando 25 anos, e fazendo parte das comemorações, a Orquestra Experimental de Repertório convidou o compositor Arrigo Barnabé, que abriu o projeto em 1983. Outros artistas, nacionais e internacionais se juntarão à orquestra: Gal Costa, Hermeto Pascoal, e entre os internacionais os portugueses do Madre Deus e o norte-americano Winton Marsalis. Barnabé fará uma nova releitura orquestral de sua obra 'Clara Crocodilo' dessa vez para comemorar os dois aniversários, da série 'Outros Tons' e os 97 anos do Teatro Municipal, dia 14 às 11 horas. Ingresso entre R$ 10 A 15,00.
Teatro Municipal
Praça Ramos de Azevedo, S/N
Centro - São Paulo
11/3397-0300 - 3397-0327








