Revelando, imortalizando histórias e talentos
18.9.08

Igrejas sob o olhar de Mauricio Cardim segue até 12/10 

 
Mauricio Cardim fotográfa profissionalmente há 25 anos interruptos. Já percorreu os quatro cantos do país sempre em busca de imagens "cartão-postal" e inusitadas.
 

Não é atoa que esse fotógrafo viajante já expôs suas obras nos mais importantes espaços culturais de São Paulo (onde começou sua carreira ), Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Montreal, Canadá. Dessas fantásticas viagens fotográficas foram milhares de imagens transformadas em cartões-postais, publicações em jornais, livros, revistas, calendários e páginas na internet.

 

Cardim no momento está expondo parte de seus trabalhos com relação a templos sagrados (igrejas, capelas, santuários).Pela primeira vêz o fotógrafo está expondo esse tema que tanto gosta e que é motivo constante a ser fotografado sempre que ínicia um trabalho novo em cada cidade que passa. A mostra "Igrejas sob o olhar de Mauricio Cartdim" está em cartaz há mais de dois mêses e vai continuar. Foi intercalada novas fotos e cartões-postais.
O visitante terá oportunidade de ver mais de 50 imagens dos mais diversos templos de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Pernambuco e Distrito Federal. A exposição está sediada no Espaço Cultural Maria Magdalena Alves Padrão (prédio da Rádio Musirama FM), rua Niquel, 457, bairro Morro do Claro, Sete Lagoas-Mg. [Fonte: Maurício Cardim]

Todos os dias dás 8h às 21h.
 
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Hugo Carvana tem um currículo bem superior aos de alguns colegas, são mais de 80 filmes, como ator, diretor e produtor.

 
Seu gênero favorito é a comédia e desde a década de 1970. Ele protagonizou um dos melhores filmes do estilo malandro carioca, "Vai Trabalhar Vagabundo", de 1974. Em seguida filmes como Bar Esperança , e 1982, e Apolônio Brasil - Campeão da Alegria, de 2003.
 

 O humor pra lá de escrachado, Hugo Carvana imprime em seus filmes todos os traços característicos da cultura carioca. Criando boêmios e malandros, todos bem regados a doses de uísque. Sua mais recente recente comédia, Casa da Mãe Joana, ele apresenta uma trama do cotidiano de quatro amigos, que não querem saber de trabalho, e vivem de pequenos golpes para manter seu apartamento. No elenco, José Wilker, que interpreta Juca, um hippie, PR, Paulo Betti, um sedutor de velhinhas, Montanha [Antonio Pedro Borges], o jornalista curtido no mais puro uísque, e Vavá, Pedro Cardoso, um rapaz que foi criado pelo trio desde muito pequeno. Todos tem uma história triste para contar, mas, Montanha volta a escrever colunas sentimentais para um jornal usando o pseudônimo de Dolores Sol, que apesar de fictícia, a personagem passa a assombrar o jornalista como um fantasma sem pudor, interpretado por Juliana Paes. Juca, busca emprego como acompanhante de um idoso, o Comendador, Agildo Ribeiro. Em fim, ele percebe que se trata de um senhor gay, que gosta de se vestir de mulher e paquerar rapazes no calçadão de Ipanema.
 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 20:40  comentar

O escritor panamenho naturalizado mexicano Carlos Fuentes completa 80 anos no dia 11, comemorados com personalidades artísticas e políticas, e coincide com o lançamento de mais um livro. O escritor apareceu em uma época chamada de boom latino-americano, meados dos anos 60. A cerimônia oficial acontecerá dia 17, no México.


GUADALAJARA – MÉXICO – 10/11 [Agência FM] - Fuentes iniciou-se muito cedo nas letras, aos 7 anos produziu e distribuía uma revista no edifício onde morava, em Washington. A partir daí não mais parou. Escreveu peças teatrais, romances e para cinema. O escritor utiliza-se da literatura como uma ferramenta de mudanças e agora colhe os bons frutos, durante 14 dias o México será 'invadido' por representações referentes à sua obra com exibição de filmes, educação e política e palestras sobre literatura, um total de 70 personalidades; de Felipe Calderón [presidente do México] a Nadine Gordimer - sul-africana ganhadora do Nobel de Literatura -, o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso e Nélida Pinõn.

 
Carlos Fuentes é autor de vasta obra todas comprometidas com a história e seu tempo. Como diplomata ele viajou grande parte do mundo e aproveitou a vivência em terras estrangeiras para avaliar o país que adotou como seu, o México. A partir da ótica do escritor, os conceitos são redimensionados e oferece uma América Latina mais nítida e justa. O escritor comemora seus 80 anos na terça-feira,11, e mantém sua visão lúcida e crítica da sociedade e da política, tendo a América Latina como seu foco principal. Como escritor pode-se compará-lo a uma grande ave que sobrevoa por tadas as paragens com grande êxito. E isso faz dele um espírito crítico e jovem.

O escritor que buscou detalhes em obras como Dom Quixote [Cervantes 23 de abril de 1616], A Comédia Humana [Honoré de Balzac] como estruturar um romance e seus contrastes e variedades que definem como gênero literário, ainda mantém a mesma verve e ímpeto de quando começou aos 18 anos. E tudo indica que a idade não abala sua criatividade literária, haja vista o mais recente livro - La Voluntad y la Fortuna, um romance de 600 páginas, indica que o escritor continuará produtivo por muito tempo. Entre suas obras mais conhecidas "Lá Région Más Transparente" que completou 50 anos do lançamento em 2008; Happy Famillies [não lançado no Brasil], A Morte de Artemio Cruz; Este é Meu Credo; O Espelho Enterrado e Carlos Fuentes: Em 1968, relato pessoal dos acontecimentos de Paris, Praga e no México; Arcádia Todas las Noches [livro que virou filme por Guillermo Cabrera] e Mea Cuba. Aliás, uma curiosidade é que parodiando Alfred Hitchcock, Fuentes mantém a mesma mania de fazer pequenas aparições nos filmes que são adaptados de suas obras.

Novo Livro: La Voluntad y la Fortuna

Nada melhor para comemorar os 80 anos do que um novo livro. E La Voluntad y la Fortuna coincide com os festejos pois encontra-se nas livrarias da Espanha e de outros países. No Brasil ainda não está definida uma data de lançamento. O livro oferece um retrato das forças que atuam na atual sociedade. O México é sua principal fonte que é descrito ao meio de sua vielas, escritórios e colégios. E assim, ele narra a história de dois jovens amigos Josué Nadal e Jericó, uma figura estranha. Todo o mistério tem início quando a cabeça de Josué aparece decapitada em uma praia do pacífico. Mesmo fora de seu corpo, assume a narrativa, e conta como os dois amigos se conheceram; revela os pactos firmados entre eles. [
AGENCIAFM@GMAIL.COM ]
 
 
 
Feira do Livro de Frankfurt, o maior evento do gênero no planeta, abre com bate-boca nacionalista entre escritores armênios e turcos,convidados para a feira.


Esta edição vem tendo discussões acaloradas há duas semanas antes da abertura e tem como pano de fundo a Turquia, convidada do evento. O primeiro buchixo aconteceu quando 20 escritores turcos anunciaram o boicote ao evento. O motivo do boicote seriam os outros convidados para o evento, que teriam ofendido a ‘nação turca’ em seus livros por exemplo Orham Pamuk, Prêmio Nobel de Literatura de 2006. A raiva dos turcos tem como causa uma entrevista de 2005 cedida por Pamuk a uma revista Suíça ” Um milhão de armênios e 30 mil curdos foram assassinados em nossas terras e ninguém se atreve falar sobre o assunto ” disse Pamuk, se referindo ao assassinato em massa de armênios durante o Império Otomano. Outro nome que cheira polêmica é o da escritora Elif Shafak, que desagrada aos nacionalista ficar lado a lado com ela no mesmo evento. O livro de título ” A Bastarda de Istambul” também trata do massacre, quando ela narra a história de uma família turca e outra Armênia.

Próximos convidados

Para a feira de 2009 o país convidado é a China, e já vem encontrando obstáculos. O governo chinês já estuda medidas e perguntas que não poderão ser respondida como por exemplo liberdade de imprensa e sobre o Tibet.

Já em 2010 o país homenageado será a Argentina, e não escapou de polêmica antecipada, quando foram citados os nomes de Carlos Gardel, Evita Peron, Diego Maradona e Che Guevara, como representativos da ccultura argentina. A organizadora do comitê Magdalena Faillace, foi solenemente vaiada pela comunidade literária presente, por deixar de fora nomes consagrados como Borges e Cortazar. Segundo informou Magdalena, eles serão convidados especiais em 2009.
 
Números

Para esta 60ª edição o país homenageado é a Turquia. Um total de 7 mil expositores representarão 100 países. 2.700 eventos acontecerão paralelamente à feira. Um assunto pertinente, o livro digital, também estará em pauta e, 200 escritores vão discorrer sobre ela. {Francisco Martins }[Foto
www.g1.globo.com
 
 
Morre Norman Whitfield

 20/09/ 2008Norman Whitfield, compositor da gravadora Motown e produtor musical, e autor de músicas como I Heard It Through the Grapevine e War, morreu em Los Angeles, Estados Unidos.
 

Segundo o jornal Los Angeles Times o compositor estava internado no Centro Médico Cedars-Sinai, de Los Angeles, e teria morrido devido a complicações causadas pelo diabetes. Ele teria 67 anos. "Norman Whitfield foi um dos compositores e produtores musicais mais prolíficos de nosso tempo", disse o também veterano da Motown Smokey Robinson ao jornal Los Angeles Times. "Ele viverá para sempre através de sua música." Whitfield trabalhou na Motown nos anos 60 e 70, misturando rock com a soul music. Além do sucesso I Heard It Through the Grapevine, imortalizado na voz de Marvin Gaye, Whitfield também é o autor de Ain't Too Proud to Beg, Cloud Nine, Just My Imagination e Papa Was a Rolling Stone, com o qual ganhou o Grammy em 1972, junto com Barret Strong.

Parceria frutíferas
 
 
Além de Papa Was a Rolling Stone, muitos outros sucessos de Whitfield foram escritos em parceria com Strong para vários grupos da gravadora, como o Temptations. Whitfield foi o produtor do grupo entre 1966 e 1974. O compositor também escreveu e produziu músicas para Gladys Knights & The Pips.

Em 1976 Whitfield ganhou outro Grammy pela música Car Wash, que ficou em primeiro lugar nas paradas na voz de Rose Royce, lançada já pelo próprio selo do compositor. Outra música do compositor que alcançou o primeiro lugar nas paradas foi War, na voz de Edwin Starr, que também foi produzida por Whitfield. O clássico I Heard It Through the Grapevine, que também foi produzido por Whitfield, recentemente ficou em 65º lugar entre as 100 músicas de maior sucesso dos últimos 50 anos, uma lista da revista Bilboard.
 

Festa de 55 Anos da TV Record, em Portugal
 
A sede da TV Record Internacional, Portugal, organizou ontem dia 17 de Setembro, um evento em Lisboa, para celebrar os 55 anos de vida do mais antigo canal brasileiro.
 

O cenário da festa foi o Restaurante japonês Suntory, localizado no centro da cidade. Sushi e champanhe, fizeram a delícia dos cerca de 200 convidados presentes, entre eles, os apresentadores dos programas locais (foto em anexo), jornalistas, empresários e figuras públicas brasileiras e portuguesas de várias áreas. O diretor de televisão brasileiro Atílio Riccó, José Castelo Branco, Betty Grafstein, Cinha Jardim, Moreno, Ana Malhoa, Mónica, Rubim, Quimbé, Emanuel, Nélson Rosado (Anjos), Marinela Mirpuri, Ana Calheiros, Madjer, Carlos Ribeiro, Carlos Castro, foram alguns dos que não deixaram de parabenizar a emissora e as suas novas apostas : João Kleber e Ediberto Lima.


Após a exibição de um breve vídeo sobre a história, a programação do canal e enxertos dos programas João Kleber Total e Ediberto Lima.com você, seguiu-se uma coletiva de imprensa onde os jornalistas puderam conversar com Aroldo Martins (Presidente da TV Record Europa, África e Ásia), João Kleber e Ediberto Lima. A partir de então, os convidados foram brindados com a atuação de Ana Carina, uma portuguesa apaixonada pela música brasileira, que apresentou sucessos de ambos os países. Os “parabéns” foram cantados diante de um bolo de quatro andares decorado com o logotipo da emissora e dos programas a estrear. A festa foi finalizada com a realização de um sorteio, onde vários produtos de marcas apoiantes do canal foram oferecidos.
 
Estréias do mês de setembro
EdibertoLima.com você – Estreia dia 27 de Setembro, às 22h30 (exibido apenas na Europa e África), João Kleber Total – Estreia dia 28 de Setembro, às 19h30 (exibido apenas na Europa e África).

Legenda fotos :
No topo: Aroldo Martins (Presidente da Record Europa), João Kleber e Ediberto Lima
 
 
Apresentadoras locais : Natacha Loureiro (Cine Record), Sílvia Conceição (Ressoar), Angélica Costa (Mangolê de Sucesso), Andressa Pedry (GRP- Gente que Repara nos Programas da Record e Quem Quer Dinheiro?), Luísa Teixeira (Ressoar) e Daniela Faria (Clube das Novelas)[foto por Fernando Martins]
 
 
Fabiana Lima Assessora de Imprensa
Rede Record de Televisão Europa S.A
Europa, Ásia, África T +351 210 34 6000 F +351 210 34 6021
Tlm +351 917 479 241
 
 
 
 
Bienal de Veneza

 

 

A reciclagem está na ordem do dia nesta Bienal. Por todo o chamado Giardini, onde estão os pavilhões das nações participantes.

   

A Bienal de Veneza é a principal do mundo, e abre as portas ao público buscando um diálogo que parece ter se perdido com o passar do tempo. Entre os dias 14 de setembro a 23 de novembro, Out There: Architecture Beyond Buildings [mais ou menos isso > Lá Fora: A Arquitetura para Além dos Edifícios, em tradução livre] tenta resgatar valores da arquitetura perdidos entre os "túmulos de cimento", em seus edifícios modernos que sufocam. Distribuída em 56 pavilhões estrangeiros, cem arquitetos convidados, entre eles, Frank O. Ghery, Zaha Hadid, An Te Liu, Herzog & Mede Meuron - e 300 profissionais do setor, trouxeram para a mostra o que viram e ouviram de seus clientes.

A intenção da exposição é ouvir quem vive no microcosmo criado pelo arquiteto e provocar maior interação entre população e o arquiteto. Segundo o diretor, o holandês Aaron Betsky, quis exibir um olhar de dentro para fora, avaliar o ponto de vista de quem vive os pontos positivos e os negativos da arquitetura na própria pele.
 
 
O Brasil colheu literalmente a proposta da Bienal. O curador do pavilhão brasileiro, o arquiteto Roberto Loeb, que saiu a campo e ouviu relatos de 86 pessoas das mais diferentes idades, classes sociais e profissões. E transformou esses depoimentos em painéis fotográficos e as paredes em grandes murais. Deu voz desde a um anônimo sem-teto que vive embaixo de um viaduto em São Paulo até uma atriz, que reclama do quarto orientado para o oeste e que se transforma num "forno" ao longo da tarde. Outro exemplo é foto de uma casa de um sem-teto, decorada com calotas de ônibus, plástico amarelo e outros materiais encontrados na rua, apresentada no principal muro do pavilhão. "É um palácio feito com restos. Com amor, com sensibilidade se pode fazer muito com pouco. Ele reciclou tapetes e moveis velhos e fez um canto que e’ um encanto", resume Roberto Loeb. Outros destaques entre os quais o famoso arquiteto, Frank O. Gehry, que entre seus projetos, criou o do Museu Guggeneheim em Bilbao, Espanha, trouxe uma maquete gigante de um hotel em construção em Moscou. Em tempo real, e diante do público, um grupo de artesãos de Veneza completa a obra, cobrindo a estrutura de madeira com argila, sob orientação do arquiteto.
 
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