Revelando, imortalizando histórias e talentos
26.9.08

Teatro em São Paulo: Casa da Ópera

 
Em meados do século XVII, a população da Cidade de São Paulo era pouco mais de 4.000, e pasmem, isso incluía negros e escravos, que sempre ficavam à margem da contagem de habitantes.
 
Foi nesse período que já se falava em teatro entre nós, cogitando a instalação de um na cidade, mas especialmente, a Casa da Ópera, que funcionaria em um prédio na rua São Bento, no largo de mesmo nome, atual Praça Antônio Prado, centro. O prédio foi alugado de João Dias, por 640 réis por mês. A Câmara Municipal implicou com o teatrinho, mas a briga mais ferrenha foi a beatice exacerbada de alguns. Mesmo assim, o empreendimento perduraria. Um dia o teatrinho teria de desaparecer. Porém, a semente caiu em terreno fértil, e sete anos depois do fechamento se voltaria a falar de um novo teatrinho que funcionava no Palácio do Governo, no Pátio do Colégio. Na ocasião, era governador da capitania o agitadíssimo d. Luis Antônio de Sousa Botelho e Mourão [conhecido por Morgado de Mateus], que aqui chegou com carta branca, para agir como bem entendesse e não vacilou na instalação provisória da Ópera no porão do Palácio. A Casa da Fundição, que se localizava em um prédio na Praça da Sé, mais ou menos onde está a Caixa Federal, adaptou-se uma nova sala para espetáculos, que recebeu também o título de Casa da Ópera. A casa comportava 350 pessoas, construção simples, tinha três portas no rés do chão e três janelas no primeiro andar. No interior, um saguão com duas escadas; uma levava ao camarim governamental e outra aos camarotes, um total de 28 divididos em três ordens. A platéia era mobiliada com bancos simples em madeira. O que falar da iluminação; era a mais precária possível: velas de cera e candieiros alimentados por azeite doce e mechas de algodão trançadas. Os empresários até que se esforçavam para apresentar espetáculos atraentes. Mas as peças principais eram sempre as mesmas: ‘D. José II ‘,e o ‘Convidado de Pedra’ apresentados nas noites de gala.

Curiosidades

Certa vez compareceu na Casa Ópera, um Sacerdote católico, e causou espanto. Mas, não havia nada demais. Talvez a peça com teor muito forte não fosse condizente com sua autoridade. Piadas de mal gosto foram proferidas até que um estudante de nome Caetano de Andrade Pinto, começou a puxar uma paródia burlesca de ladainha, que se fez necessário a presença policial na Casa da Ópera. O eterno delegado paulistano, Conselheiro Furtado, que presidia o espetáculo resolveu suspende-lo, sob protestos da estudantada. Um pouco depois, eis que surgiu do camarote o presidente da Província, Fernandes Torres, que mandou chamar novamente o Conselheiro Furtado, segundo dizem para desautorizar sua atitude anterior, o encerramento do espetáculo. A confusão que ainda não tinha sido debelada com a suspensão da peça e a não devolução do dinheiro dos ingressos, voltaria a se instalar. Dessa vez os estudantes, a maioria do curso de Direito, se posicionaram favoravelmente ao Conselheiro Furtado, delegado de Polícia. Fernandes Torres tentou convencê-los dizendo: foi em atenção ao corpo acadêmico que ordenei o recomeço. Os estudantes responderam em coro: não queremos, não queremos, suspendam-se novamente o espetáculo. O acadêmico João Gabriel Monteiro Navarro emitiu uma frase que fez a platéia gelar tal como uma bomba atômica: "Foi a pedido de Cristina" ! Cristina era uma prostituta, com quem segundo se propalava à boca miúda, o presidente mantinha estreita relação de amizade. O desfecho foi a suspensão do espetáculo definitivamente.

Artistas: Escravos e prostitutas

Não existia regulamentação e muito menos atores profissionais. Os 'atores' eram catados nas ruas entre gente simples e geralmente analfabetas. Caixeiros de lojas ou vendedor, barbeiros etc. Na sua maioria eram 'mulatos'. Para os papéis femininos recrutavam as prostitutas, pois naquela época nenhuma mulher séria se prestava a tal lide. ‘Apesar de tudo, a platéia ria muito com seus dramalhões de capa e espada e dramas lacrimosos, diz Nuto Santana em artigo’. O paulistano ansiava por um teatro melhor e maior do que a Casa da Ópera, que tinha acomodações acanhadas e modestas. As dificuldades na Casa da Ópera ficaram evidenciadas quando da montagem de um texto inédito de Paulo Eiró, um drama em três atos, "Sangue Limpo" , em 2 de dezembro de 1861, fazendo parte das comemorações pelo 36* aniversário de S. M. Imperial, D. Pedro II. O teatrinho do Pátio do Colégio estava com os dias contados, e no final de 1870 foi irremediavelmente condenado. O português Antônio dos Santos Chumbinho foi contratado pela Repartição das Obras Públicas para derrubar o velho edifício. Deu prazo de 40 dias para tal mas não conseguiu devido festejos de Bom Jesus de Pirapora, pois os trabalhadores participavam dos festejos, e, deixaram o serviço para depois dos mesmos; o que atrasou bastante sua derrubada. Por fim, em 7 de setembro 1881, estava tudo no chão, e na localidade foi lançada a pedra fundamental da Tesouraria da Fazenda fora lançada.

O Teatro São José

Nesse período, já funcionava o teatro São José, na Praça João Mendes [antes Largo do Teatro e Largo Municipal]. O são José foi inaugurado em 4 de setembro de 1864, com a peça "A Túnica de Nessus", autoria de Sizenando Nabuco, irmão de Joaquim Nabuco. Em seu palco desfilaram nomes importante como por exemplo Eugênia Câmara e Furtado Coelho. Na trajetória do TSJ, algumas peças foram importantes: "A Dalila", o "Moço Pobre" [Feuillet], "A Moça Rica", ‘O Pedro Sem Mais Nada’, cujo papel principal coube à Eugênia Câmara. Em uma noite desastrosa, em 15 de fevereiro de 1898, enquanto São Paulo dormia um incêndio destruía o TSJ, que funcionou durante 34 anos. O Teatro São José seria reerguido onde hoje encontra-se o Shopping Light [viaduto do chá – centro ] cujo nome é devido ter abrigado a sede da empresa de eletricidade. A partir daí, a história do teatro paulistano é notória.
 
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Documentário sobre o poeta Waly Salomão estréia na sexta-feira, dia 14, de novembro, respaldado como o melhor documentário de 2008.

 

A espontaneidade do poeta e letrista da contracultura autor de livros por exemplo " Me Segura que Vou dar um Troço", é revelada diante da câmera atravessando rumo à fronteira norte do Brasil e no exterior. A idéia do filme nasceu de um diálogo entre Salomão e Nader durante um passeio pela orla do Leblon, RJ, no começo dos anos 90. Waly Salomão manisfestou ao amigo seu fascínio pela abertura das câmeras digitais, pois achava que seu surgimento diminuiriam a distancia na feitura de um filme. A partir dai segue-se uma seqüência de 15 anos de trabalho e mais de 300 horas de imagens com Waly Salomão pelo Brasil, Venezuela e Síria até a conclusão do filme. Nader começou a montar o filme em 2006 cheio de dúvidas e sem saber por onde começar, até que teve acesso a um ensaio do compositor Antônio Cícero que falava sobre Salomão, que encarava a vida como um teatro.

Então, Carlos Nader encarou os fatos e as performances de Waly ora com dedo em riste, prática que Nader chama de "performances de Lucidez". O retrato do poeta ora estridente ora delicado, teve seu momento ápice de produção poética registrados. A dicção poética de Waly é original, inventada por ele mesmo, o que dificulta os críticos de rotular com intenção de avaliar, pois ele não é tropicalista, concretista, não é também não é marginal. Muitos poemas foram lidos durante as filmagens, e entre os utilizados está o melhor livro de Waly " Algaravias", publicado em 1996, pela Editora 34. O filme cumpre seu principal desafio que é desvendar Waly, o poéta através de seu jogo de máscaras e sua lábia pois falava pelos cotovelos. Waly Salomão nasceu em 1943 e faleceu no Rio de Janeiro em 2003.

Outros livros:
Gigolô de Bibelôs
" Lábia "

Estréia:
14 de novembro, no Rio de Janeiro /São Paulo
Classficação: livre
Avaliação: ****


 
Bond " "Quantum of Solace"

Daniel Craig é o sexto ator a se arriscar na pele do agente Britânico 007, depois de alcançar a maior

bilheteria da série em Cassino Rayale, sua primeira atuação na série. 'Um certo consolo' estréia sexta-feira, dia 7.
 

BRASIL, 06/11 - O 22* filme da série dá sequencia as mudanças iniciadas em Cassino Royale. No papel de James Bond, Daniel Craig bate, quebra e arrebenta. É o Bond mais violento da história. Quantum of Solace, ele briga contra o brutal vilão Green interpretado por Mathieu Amalric. Briga tanto que não sobrou tempo para a famosa frase " Bond, meu nome é Bond". Quantum é o nome da organização criminosa que o 007 terá de combater. A organização mantém uma fachada de defensores ecológicos, mas Mr. Green está interessado em controlar reservas de água e se beneficiar financeiramente.
Provavelmente, Quantum of Solace, significa algo como 'Um certo consolo' , tem tudo a ver com o filme. Pode-se afirmar que pela primeira vez a série tem uma seqüência, pois está bem realçada a perda sofrida pelo agente 007 em Cassino Royale, a morte da bond girl Eva Green {Vesper}. A busca pelos assassinos de Vesper é a história de Quantum of Solace.

A bond girl dessa epopéia de Ian Flemming, é a bela top ucraniana Olga Kurylenko, que juntamente com Craig enfrentam o desafio de superar a bilheteria de Cassino Royale. M é dirigente do serviço secreto inglês, interpretado por Judi Dench. Logo no começo M é traída por um integrante de sua equipe e isso levanta dúvidas se poderá ou não confiar até mesmo em 007. Afinal ele está tão obcecado pela vingança, e um bom agente precisa manter a cabeça fria. A atriz Judi Dench se identificou com o papel que lhe cai como uma luva, aliado ao talento, ela está em um de seus melhores momentos. Enfim, Quantum of Solace trata do tema quebra de confiança.

Já o vilão, Mathieu Amalric, que se sai melhor do que o esperado, recebe o castigo que merece. O diretor Marc Foster teve a brilhante idéia de pesquisar na internet o local para isolar Mr. Green. Localizou El Paranal, o local mais seco no deserto do Atacama, é lá onde ele larga o vilão perdido no meio do deserto. É uma cena forte, mas é o filme e o interprete, Daniel Craig, que mais se aproximam do autor. Os outros Bond’s {Sean Connery, George Lazenby, Roger Moore, Timothy Dalton e Pierce Brosnan}.

“Quantum of Solace”
Reino Unido /EUA – 2008]
Minutos: 106 - Cotação: ****
 
 
 CINEMA EM MEIO ÀS BELEZAS NATURAIS DE CANOA QUEBRADA
A vila praieira vai receber em novembro o IV Curta Canoa, com as melhoresproduções cinematográficas feitas no Brasil e no exterior, além de debates,palestras, oficinas e atividades culturais. Em novembro, durante o período de lua cheia, Canoa Quebrada vai setransformar em cenário de cinema. De 11 a 15 de novembro, a paradisíaca praia de Aracati, município localizado a 164 km de Fortaleza, vai recebermais de 50 produções audiovisuais locais, nacionais e internacionais, comgêneros de ficção, animação e documentário, além de uma série de oficinas,debates e palestras. É o Festival Latino-Americano de Curta Metragem de Canoa Quebrada (CE) – o Curta Canoa 2008 – que em sua quarta edição vaimostrar, a partir da técnica, da criatividade e da linguagem, a força da identidade do cinema latino-americano.
 

EM CENA
No primeiro dia do Festival, às 18h, um cortejo cultural, que envolverá todaa comunidade e os visitantes que estiverem na cidade durante o evento, vaipassar pela Rua Dragão do Mar, a Broadway, principal ponto de encontro deCanoa Quebrada. Logo em seguida, às 18h30, acontece a Cerimônia de Abertura.Na ocasião, haverá uma retrospectiva das edições anteriores do Curta Canoa.As exibições de todos os filmes da programação são gratuitas e acontecem noPólo de Lazer de Canoa Quebrada, assim como as homenagens que serãoprestadas durante o evento.

MOSTRA COMPETITIVA
Este ano, a Mostra Competitiva vai primar pela diversidade. As produções vão levar ao público histórias variadas, como futebol, a luta de um réptil embusca de seu alimento, o conflito e a alegria de dois catadores de lixo, ashistórias e os dilemas que envolvem um músico cego e uma garota de programa,a história de vida dos profetas da chuva do Ceará, entre outros temas.No total, a Mostra Competitiva vai contar com 23 vídeos e 17 filmes, produzidos por profissionais dos estados do Ceará, Espírito Santo, RioGrande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina,Bahia, Pernambuco, Paraná e Distrito Federal. As produções serão exibidas de11 e 14 de novembro, sempre às 19h, com exceção do primeiro dia, que começaàs 19h30, logo após a cerimônia de abertura. Os vencedores da Mostra serãoconhecidos no sábado, durante o encerramento do Festival. A escolha dasmelhores produções será feita por Luiz Carlos Lacerda, Amílcar Claro,Manfredo Caldas, Tibico Brasil e Mallu Moraes, todos eles envolvidos deforma direta com a produção cinematográfica, tanto no Brasil quanto no exterior.

SELECIONADOS
Os filmes selecionados para a Mostra Competitiva do IV Curta Canoa são: AMaldita (RJ), Bem Vigiado (RS), Dossiê Rê Bordosa (SP), Ecos da Terra (SP),Ele (ES), Ellen e Davi (RJ), Em Busca de Curitiba Perdida (PR), Enciclopédiado Inusitado e do Irracional (DF), Engano (RJ), Entre Cores e Navalhas (DF),O Guarani (BA), Os Filmes que Não Fiz (MG), Profetas da Chuva e da Esperança(SC), Relicário (SP), Sete Minutos (RJ), Subsolo (RS) e Tira os Óculos eRecolhe o Homem (RJ).

Já os vídeos que vão participar da Mostra são: Calango (DF), Canoa de Um PauRoxo (ES), Corpo Frio (CE), Depois do Ovo, A Guerra (PE), Dim (CE), DOC 8(RS), Eles Não Vão a Daslu (SP), Entre Loas e Batuques (CE), Hiato (RJ),Loucos de Futebol (CE), Lúmen (MG), Mãos de Vento e Olhos de Dentro (RJ),Maria Flor (DF), Penseira ou Simplesmente Marlinda (CE), Solitário Anônimo(DF), Moradores 304 (MG), O Luiz de Fortaleza (CE), O Pescador de Sonhos(SC), Pornographico (BA), Possante Velho de Guerra (CE), Reisado Miudim(CE), Rezas, Curas e Mitos (PE) e Rua das Tulipas (DF).

FILMES REGIONAIS E INTERNACIONAIS
Paralelo à Mostra Competitiva, O Curta Canoa também vai promover a Mostra Latino-Americana, com a exibição de quatro películas. Na terça (11), o filmeexibido será o argentino “Hombre Hana”, de Martin Escriche e RoxanaRuzzante. Quarta-Feira (12), o público que estiver presente em CanoaQuebrada vai poder assistir o venezuelano “Historias del Viento”, de JaviérBeltrán Ramos. Na quinta-feira (13), será a vez do “Lección Relâmpago”,filme mexicano dirigido por Alejandro Lubezki. Na sexta-feira (14), teremosa película “Vodoo Bayou”, também do México, de Javier Gutiérrez. E, noúltimo dia de Festival, serão exibidos os longas “Aseo General”, da chilenaPaulina Costa Maluk, e “Marea”, filme mexicano dirigido por Hatuey Viveros.

Durante o Festival, também vai acontecer uma Mostra Especial, com aapresentação de três relevantes produções nacionais, sendo que duas delastêm o Ceará como cenário principal. Na quarta-feira, será exibido ofilme “Houve uma vez dois verões”, primeiro longa-metragem no diretor gaúchoJorge Furtado, famoso pelos curtas “Ilha das Flores” e “O Sanduíche”. Nasexta-feira, será exibido aos espectadores do Curta Canoa o filme “O Grão”,do cearense Petrus Cariry. Para finalizar, será exibido o “Bella Donna”, deFábio Barreto, que tem no elenco atores como Eduardo Moscovis, NatashaHenstridge e Florinda Bolkan. Além disso, na quinta-feira, a partir da meia-noite, curtas do Grupo Intervenções Humanas serão exibidos em telõesmontados nas dunas e falésias de Canoa Quebrada. Nesse mesmo dia, o público vai poder participar de um luau na praia. Já a Mostra Jaguaribana dará espaço aos cineastas da região mostrar seus trabalhos ao grande público. Ao todo, serão três curtas. A cineasta GilvâniaQuacquarela vai apresentar dois: “Quer Navegar?” (11) e “Natal de Sabina”(14). O terceiro filme, que estará em cartaz no dia 12, é o “Amor deCigano”, de Arnaldo Lima.

HOMENAGEADOS
Desde o início do Curta Canoa, personalidades e instituições que contribuíram para a formação cultural e social do Estado são indicadas parareceberem uma homenagem. Este ano não poderia ser diferente. A IV edição doFestival manteve o padrão dos anos anteriores ao selecionar seus homenageados. Todos eles com uma forte ligação com a arte. Para esta ediçãodo evento temos: o Instituto de Carruagem de Arte e Cultura, o jornal OPovo, Edina Fuji, Argeu da Rocha Freire e Emiliano Queiroz.

PERFIL
Fundado em 2003, em Aracati, o Instituto Carruagem de Arte e Cultura tem amissão de produzir, difundir e incentivar as artes na região e no estado,especialmente o teatro. Em cinco anos, o grupo já se tornou referência decultura contemporânea na Cidade, com participação em eventos, festivais e movimentos relacionados às artes cênicas no Ceará e no Nordeste. Atualmente,o Carruagem de Arte e Cultura faz parte da Federação Cearense de Teatro(FESTA) e da Conexão Nordeste de Teatro (CONTE). Há 80 anos, o jornal O Povo se destaca por focar os valores representativosdo cearense, do nordestino e dos brasileiros. O conceito do Grupo deComunicação O Povo tem como base a integração entre os diferentes meios de comunicação (jornal, rádio, TV e portal) com a comunidade para qual seposiciona, reportando com credibilidade e consistência sobre a realidadesócio-econômica e cultural do meio em que vivemos.

O desenvolvimento da indústria audiovisual do Brasil está intimamente ligado ao nome de Edina Fuji. Ela já fez parte do Congresso Brasileiro de Cinema(CBC) em 2004, representando o setor de infra-estrutura e no ano seguinteassumiu a tesouraria do Congresso Brasileiro de Cinema. Em seu mandato noCSC, defendeu a implementação do Programa de Apoio ao Desenvolvimento daInfra-Estrutura do Cinema e Audiovisual (Pró-Infra). Fundou a União Nacionalda Infra-Estrutura Cinematográfica (UNINFRA). Atuou como consultora do BNDESna formulação do Programa de Apoio à Cadeia Produtiva do Audiovisual(PROCULT). Atualmente à frente da Quanta, criou o prêmio de mesmo nome, paraincentivar e estimular a produção regional, bem como abrindo portas parajovens talentos por meio do apoio cultural. Argeu da Costa é uma pessoa bastante querida e conhecida em Aracati. Além detrabalhar como bugueiro, ele desenvolve, junto à comunidade, projetossociais ligados ao esporte, em especial o futebol. O trabalho desenvolvidopor ele, que já foi, inclusive, reconhecido pelo Conselho Comunitário deAracati, é totalmente gratuito, conquistando, assim, a gratidão dos jovens alunos e a confiança de seus pais.

De Aracati para os palcos e telas de cinema e TV. Essa é a trajetória deEmiliano Queiroz, ator que iniciou sua carreira ainda adolescente no Teatro Experimental de Arte em Fortaleza e no Ceará Rádio Clube. Emiliano Queirozfaz parte do elenco fixo da Rede Globo há mais de 40 anos. Entre seustrabalhos mais importantes estão Irmãos Coragem, O Bem Amado, Alma Gêmea eHoje é Dia de Maria. No Teatro, atuou em Depois da Queda, Navalha na Carne,Dois Perdidos Numa Noite Suja, entre outras produções. No cinema, esteve noelenco de mais de 40 filmes, como por exemplo Madame Satã, Casa de Areia, O Amigo Invisível e Feliz Natal. Ele já foi agraciado com o Kikito no Festivalde Gramado, Troféu Mambine, Prêmio Ibeu, Troféu Eusélio de Oliveira etc.

OUTRAS ATIVIDADES
O Curta Canoa vai promover oficinas, que vão acontecer durante todo o Festival. Neste ano, estão previstas três. No dia 12, das 8h às 11h, noInstituto Canoa Criança, acontece a oficina de Caderno de Amarração,facilitada por Antônio Vieira. Nos dias 12, na Escola Zé Melancia, e 13, naRecicriança, das 14h às 17h, a Cia. Me Dê Alegria vai ministrar oficina deContação de Histórias. Já de 13 a 15, os interessados vão poder estudarsobre a Introdução ao Audiovisual. A oficina, facilitada por Eduardo daSilva Pereira, será realizada no Sebrae Aracati, das 14h às 17h. O Festival também vai abrir espaço aos curtas-metragens realizados pelos alunos docurso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Católica do Ceará. É a Mostrado Minuto, que vai acontecer no último dia do festival (15). O Curta Canoa ainda vai realizar uma série de outras atividades, como palestras, debatescom os realizadores dos filmes exibidos durante o Festival, caminhadas ecológicas, ações voltadas para as crianças e apresentações culturais.

QUEM FAZ O CURTA CANOA
Com patrocínio do Banco do Nordeste e Fazauto, o Curta Canoa conta com aparticipação da própria comunidade. Entidades e instituições sem fins lucrativos, como as ONGs Recicriança e Canoa Criança, a Associação dos Moradores, Associação Comunitária e Associação dos Bugueiros, trabalham emparceria com a produção do Curta Canoa, incentivando, dessa forma, odesenvolvimento artístico-cultural e social de Aracati. O IV Curta Canoa é uma realização da empresa J.A.Lima Produções e Associaçãodos Empreendedores de Canoa Quebrada (ASDECQ). Apoio Institucional doMinistério da Cultura por meio do Fundo Nacional da Cultura - Lei Roaunet ePrefeitura Municipal de Aracati. Apoio Cultural da Faculdade Marista.
www.baixaki.ig.com.br
 
Assessoria de Imprensa: DÉGAGÉ
Jornalistas Responsáveis: Sônia Lage e Eugênia Nogueira
 
Informações para a IMPRENSA
Eugênia Nogueira e Bebel Medal(85)3252.5401 /
(85)9989.3913 / (85) 9921.3827
 

"Última Parada 174"

 

 
 
 


Outubro 20, 2008 - O seqüestro ocorrido na linha 174 foi o primeiro BBB do País. O Brasil acompanhou o trágico desfecho protagonizado pela polícia militar carioca. O filme traz o novato Michel Gomes convincente na pele de Sandro. O filme estréia dia 24 de outubro.

O Brasil praticamente parou para assistir os últimos dias de vida de Sandro Nascimento, 22, um sobrevivente do 'massacre da Candelária', Rio de Janeiro. No dia 12 de junho de 200 Sandro seqüestrou um ônibus no Jardim Botânico e ameaçou os passageiros de morte. Ele não matou ninguém, mas foi morto por asfixia por policiais dentro do camburão. A polícia militar carioca comentou um outro grave erro, ao atirar em Sandro Nascimento a queima roupa, 1,36m de distância, acertou e matou a professora Geisa refém . A história já rendeu documentário premiado por José Padilha, e a história agora retorna à telona pela ótica do cineasta Bruno Barreto. Barreto foi um pouco mais além daquele dia de cão. Se aprofundou na investigação e quis saber como a vida de Sandro Nascimento desembarcou naquele coletivo, em junho de 2000, em plena área urbana carioca que teve transmissão via televisão.

Na vida real

Sandro Nascimento não conheceu os pais. Entretanto, uma mulher que teve um filho chamado Alessadro, e todo dia quando saia para trabalhar deixava o menino com uma vizinha. Certo dia ao voltar ela não mais encontrou a criança e a vizinha, sumiram. Ela viveu sempre em busca desse filho mas não o encontrou. Quando soube do 'massacre da Candelária', onde morreram 19 menores de rua - sendo Sandro Nascimento o único sobrevivente, então, ela o assumiu como seu filho. Sandro passou a cometer pequenos delitos até que foi preso. Naquele fim de tarde, todo mundo perdeu; o povo, o seqüestrador e a vítima. Só a polícia ganhou. Mataram dois e ficaram impunes. Somente essa mãe postiça de Sandro Nascimento compareceu ao enterro.
 
 
 
 
Quinta-feira, Outubro 09, 2008

Ary Fontoura interpreta uma matriarca em 'A Guerra dos Rocha' estréia de sexta-feira,10.

Este é mais um dos produtos da Globo Filmes, e está estampado o estilo de produção para a televisão. O filme tem diração de Jorge Fernando, e chega ao cinema nesta e o elenco é formado por atores que estão no ar em novelas da emissora. 'A Guerra dos Rochas" apresenta momentos de humor escraxado, tudo com intenção de arrancar algum sorriso do espectador. Repleto de personagens e dramas Dona Dina, Ary Fontoura, é uma viúva, sem um lar e mãe de três filhos. Ninguém quer cuidar de Dina. Lúcio Mauro Filho, é o músico Marcelo, e tem um recém-nascido que é praticamente sustentado pela mulher Taís Araújo'. Marcelo Antony, é Marcello, um advogado viviado em remédios [ hipocondríaco [ casado com Giulia Gam, ela só pensa em produzir a festa de debutante da filha. Digo Vilela, [Marcos], é um político que não foge à regra, é corrupto, e tenta se reelegera qualquer custo. "A Guerra dos Rocha" mais parece um jogo de empurra entre dois irmãos que não pretendem cuidar da própria mãe, pois só traz problemas.

Enquanto todos discutem o que fazer com dona Dina, ela sai para se divertir. Como quem procura sempre acha, até que os parentes são informados pelo IML que ela foi atropelada e que alguém tem de ir reconhecer o corpo. Eles a reconhecem por causa da roupa, mas enquanto preparam o velório, ela está na casa de sua única amiga Nonô, Nicette Bruno, reclamando dos filhos é claro. É uma comédia de erros, com roteiro de Maria Carmem Barbosa, com base na peça "Esperando La Carroza", de Jacobo Langsner. Quanto ao diretor, ele se mantém com a histeria de praxe que apresenta em suas novelas, um pouco piorada no filme. [Foto>
www.oglobo.globo.com 

 
‘Promessas de um Cara-de-Pau’ , estréia sexta-feira 26.

 

"Promessas de um Cara-de-Pau" fala diretamente aos norte-americanos é como se fosse uma mensagem subjetiva, pois este ano de tem presidenciais.


Kevin Costner estrela filme de Frank Capra falecido há quase 20 "Promessas de um Cara-de-Pau", que traz também Dennis e Madeline Carroll como protagonistas. Bud Johnson, intepretado por Costner, é um sujeito calmo e ambição na vida.

Já a sua filha, Molly, vivida por Madeline Carroll, tem um coração cheio de idealismo, algo típico dos jovens. Ela leva tudo muito a sério, onde votar é um dever 'cívico'. Mas está sempre desapontada com seu pai, um beberrão, porém, mesmo assim no dia das eleições ela o para ele não se esquecer de votar. Pedido feito, mas ele se esquece de comparecer às urnas. Quando ela percebe que seu pai não conseguirá chegar a tempo, exerce o voto por ele. Por mais inacreditável que seja, a eleiçã está empatada, e o desempate dependerá do voto de Bud, que poderá fazê-lo dentro de 10 dias. Mas, seu pai continua a dcepcioná-la com suas atitudes acomodadas. Neste papel, Kevin Costner fica bem aquem do tipo sedutor que representou em muitas películas, como por exemplo em "O Guarda-Costas" e "JFK". Ele se mostra mais largado, relaxado. "
 
EDITORIAS:
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