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1.10.08

Assessoria de Imprensa DÉGAGÉ informa > “A Aventura Cultural da Mestiçagem” é tema da 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará, que prestará homenagem ao humorista Chico Anísio.
 


Duas comunidades lingüísticas, a portuguesa e a espanhola, estão no foco da 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará, que de 12 a 21 de novembroacontece em Fortaleza, ocupando uma área superior a 3 mil m² do Centro deConvenções e este ano levando também parte de suas atividades para espaçosda vizinha Universidade de Fortaleza – UNIFOR. Com visitação e programaçãogratuita, a previsão é que a Bienal do Ceará receba, nos dez dias de feira eatividades, cerca de 750 mil visitantes. A ação é promovida pelo Governo doEstado do Ceará, em parceria com Sindilivros e patrocínio da Petrobrás. A Bienal deste ano tem como tema “A aventura cultural da mestiçagem”, comuma intensa programação englobando 30 países situados em quatro continentes:África, América, Ásia e Europa. A ousadia de tal abrangência desloca o focohabitual das programações literárias de outros eventos similares,concentrando-se aqui em evocar a multiplicidade de culturas e a condiçãomestiça de suas raízes.

 
Motivada pelo tema central, a programação da 8ª Bienal Internacional doLivro do Ceará está comprometida com a integração das diversas culturasenvolvidas, reconhecendo seus hábitos, costumes e literatura, com ademocratização e a mobilização do acesso universal ao livro, à leitura e àprodução literária. Serão realizadas atividades baseadas na promoção egeração de conhecimentos, sem fronteiras culturais e sociais, reunindo umpúblico diversificado e evitando isolamentos de quaisquer naturezas. As sessões literárias incluem palestras, mesas de debate, encontrosespeciais, lançamentos de livros e sessões de leituras de poemas maisabrangentes, com espaços para comentários por parte dos autores e troca deidéias com o público. Esta agenda foi configurada a partir do tema central.Os debates contemplarão assuntos como produção e circulação de revistas esuplementos literários, casas de cultura, política cultural dos centros deestudos brasileiros na América Hispânica, movimentos contraculturais,circuito editorial universitário, encontros internacionais de escritores,dentre outros. Já as palestras tratarão de aspectos ligados aos fundamentosda mestiçagem, jornalismo cultural e obras literárias, considerandoparticularidades regionais e continentais dos países envolvidos.
 
 
Haverá ainda uma integração entre inúmeros segmentos da criação artística,produção cultural e mídia, envolvendo uma série de salas permanentes onde,no decorrer dos dez dias, será permitido um convívio valioso entre público,escritores, artistas e produtores culturais. Ao todo haverá um conjunto de 9salas, assim distribuídas: Arena Jovem, Arte Postal & Poesia Visual, Artes eOfícios, Cordel, Gravuras, Música, Rádio, Revistas e Vídeos. Cada sala teráuma curadoria própria, orientada no sentido de implantar um sistema deinteração entre salas.

 
Ilha dos Continentes
A área de expositores da 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará,considerando a abrangência de seu tema central, contará com um expressivonúmero de expositores também dos países envolvidos, influenciando assim emuma maior integração entre as literaturas de línguas portuguesa e espanhola.Um diferencial deste ano é a criação de um espaço intitulado “Ilha dosContinentes”, cuja área de 234 m² destina-se a receber editorasestrangeiras. Em âmbito nacional, haverá, ainda, a presença de instituiçõescomo o Museu da Língua Portuguesa, o Instituto Moreira Sales e a BibliotecaNacional.

 
Pavilhão Especial – Cuba e Venezuela
Embora a 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará não recorra à figuratradicional do país convidado, haverá um Pavilhão Especial dedicado a Cuba eVenezuela, em reconhecimento à criação, respectivamente, da Fundación Casade las Américas e da Fundación Editorial El Perro y La Rana, projetoseditoriais de importância fundamental para a produção, reflexão e difusão dacultura na América Latina. Cumpre também destacar a criação, há 40 anos, daMonte Ávila Editores, e, há 35 anos, da Fundación Biblioteca Ayacucho.

 
O homenageado – Chico Anysio
Nesta edição a Bienal do Ceará presta homenagem especial a Chico Anysio.Humorista, ator, compositor, artista plástico, entre tantas outrasatribuições, Chico Anysio é essencialmente um escritor, vivendo no universoda literatura, seja como dramaturgo ou roteirista. É autor de uma série delivros e o mais recente, Três casos de polícia, será lançado na BienalInternacional do Ceará.
O Curador da Bienal
A 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará tem como curador o escritor,editor e produtor cultural Floriano Martins. Estudioso de literaturas delínguas portuguesa e espanhola é diretor da Agulha – Revista de Cultura(publicação de circulação virtual que este ano recebeu o Prêmio AntônioBento da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte), tem estado àfrente na organização de livros de autores portugueses para a Coleção PonteVelha, da Escrituras Editora. Ainda assinam institucionalmente o evento, oscoordenadores da Secult Karine David e Jorge Pieiro, e o assessor OsielGomes. Vale destacar a cooperação substancial de entidades como Câmara Brasileirado Livro, Associação Nacional de Livrarias, Academia Cearense de Letras,Câmara Cearense do Livro, Escola de Música da Universidade do Estado do Ceará, SENAC/CE, SESC/CE, Universidade de Fortaleza (UNIFOR), dentre outras.

 
SERVIÇO
8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará – de 12 a 21 de novembro, das 9hàs 22h no Centro de Convenções do Ceará (Av Washington Soares, 1141). Acessoe Programação: GRÁTIS. Para os shows, que acontecerão diariamente às 19horas no Auditório Principal do Centro de Convenções (1.000 lugares), oacesso será mediante a troca de um livro. Informações: (85)3267.2283.
25/09/2008

Assessoria de Imprensa
DÉGAGÉ: Jornalistas Responsáveis: Sônia Lage e Eugênia Nogueira
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EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 14:42  comentar

Foi mestre e pintor atuante em quase todos os movimentos. Era uma das maiores inteligências das artes plásticas brasileira.

 

Nascido em 11 de junho de 1904, passou sua infância e adolescência em Portugal, para onde seguiu com sua família, em 1910. Pintor, professor de artes tendo formado pintores como Clóvis Graciano, Anita Malfatti, Mara Leontina, Fiaminghi, Ianelli entre outros. Foi um dos maiores abstracionista do Brasil, e em Portugal ele trabalhou no serviço cultural da embaixada brasileira, de 1957 a 1967. No período em que esteve ligado ao serviço cultural brasileiro em Lisboa, ele participou ativamente da vida artística e cultural portuguesa, tendo convivido com alguns dos grandes nomes de pintores lusitanos. Costa tem várias obras no Museu de Arte Contemporânea de Lisboa, e no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto. Seu sonho seria realizar uma bienal luso-brasileira itinerante, mas não conseguiria realizar.

 

Mas nos anos 1930 ele viveu em Paris onde teve um ateliê que chegou a emprestá-lo a Cândido Portinari. Foi nesse período que conviveu com grandes nomes pictóricos como Foujita, De Chirico, Rego Monteiro e Pascin. Porém, no Brasil sua primeira exposição individual se daria em 1932, no Rio de Janeiro. No ano de 1933 fixou residência em São Paulo, tendo organizado o primeiro Salão Paulista de Artes, projeto itinerante que percorreu capitais do Nordeste brasileiro. Retorna ao Brasil então participa da nona Bienal de São Paulo, 1967. Nessa época suas obras foram adquiridas pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Por sua participação ganhou também a Grande Medalha de Ouro, prêmio Meneta Valbert.

Aos poucos, Costa, abandonaria a pintura figurativa e evoluiria ao estilo concreto e experimentação geométricas. Antes de morrer, ele voltaria a beber na fonte do mais puro abstracionismo, e sem dúvida, encontrando sua maior expressão na série ' Estático Semovente' , e a tela de número 20 pertence ao Chase Manhattan Bank, de Nova Iorque. O artista viveu seus últimos três anos de vida em Curitiba, ao lado de sua esposa Zozo, Zoraide Vasconcelos, onde recebera título de cidadão honorário. O pintor veio falecer aos 78 anos de idade, em 9 de agosto de 1982. Seu verdadeiro e último trabalho pictórico foi um retrato de Ricardo Krieger. Devido críticas e elogios tecidos ao quadro, o pintor o destruiu literalmente. [Francisco Martins]

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
1930 - Lisboa (Portugal) - Primeira individual, na Galeria Bobone
1932 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Palace Hotel
1935 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Palace Hotel
1944 - São Paulo SP - Individual, no Ateliê de Clóvis Graciano
1947 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Itapetininga
1956 - Lisboa (Portugal) - Individual, no Secretariado Nacional de Informação
1959 - Coimbra (Portugal) - Waldemar da Costa, na Associação Acadêmica
1961 - Madri (Portugal) - Individual, na Sala Abril
1961 - Lisboa (Portugal) - Retrospectiva 30 Anos de Pintura de Waldemar da Costa promovida pela embaixada brasileira
1961 - Porto (Portugal) - Retrospectiva 30 Anos de Pintura de Waldemar da Costa promovida pela embaixada brasileira
1961 - Coimbra (Portugal) - Retrospectiva 30 Anos de Pintura de Waldemar da Costa promovida pela embaixada brasileira
1963 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1964 - Lisboa (Portugal) - Waldemar da Costa, na Galeria de Arte da Livraria Divulgação
1966 - Aveiro (Portugal) - Despedida de Portugal, na Galeria Borges
1966 - Coimbra (Portugal) - Despedida de Portugal, na Sala Primeiro de Janeiro
1966 - Lisboa (Portugal) - Despedida de Portugal, na Galeria Diário de Notícias
1967 - São Paulo SP - Retrospectiva, na Galeria Astréia
1969 - São Paulo SP - Retrospectiva, na Galeria Astréia
1969 - Santos SP - Waldemar da Costa: pinturas, na Galeria de Arte Centro Cultural Brasil-Estados Unidos
1972 - São Paulo SP - Retrospectiva, no MAM/SP
1973 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Cosme Velho
1973 - Brasília DF - Individual, na Galeria Múltipla
1978 - Belém PA - Individual 50 Anos de Pintura, no cinqüentenário do Teatro da Paz
1981 - Curitiba PR - Individual, no MAC/PR
COLETIVAS
1927 - Lisboa (Portugal) - Primeira exposição ao lado de José Tarrago
1930 - Paris (França) - 41ª Exposição da Sociedade de Artistas Independentes
1930 - Lisboa (Portugal) - 1º Salão dos Independentes
1931 - Paris (França) - 42ª Exposição da Sociedade de Artistas Independentes
1931 - Lisboa (Portugal) - 2º Salão dos Independentes
1931 - Rio de Janeiro RJ - 38ª Exposição Geral de Belas Artes - Salão Revolucionário, organizado por Lúcio Costa
1931 - Rio de Janeiro RJ - Salão Revolucionário, na Escola de Belas Artes
1935 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Arte Social, no Clube de Cultura Moderna
1936 - São Paulo SP - Joaquim Figueira e Waldemar da Costa, no Palácio das Arcadas
1937 - São Paulo SP - 1º Salão de Maio, no Esplanada Hotel de São Paulo
1937 - Belém PA - 1º Salão Paulista de Pintura
1937 - Fortaleza CE - 1º Salão Paulista de Pintura
1937 - Rio de Janeiro RJ - Mostra da Família Artística Paulista
1937 - São Paulo SP - 1º Salão da Família Artística Paulista, no Esplanada Hotel de São Paulo
1939 - São Paulo SP - 2º Salão da Família Artística Paulista, no Automóvel Clube
1939 - São Paulo SP - 5º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1941 - Rio de Janeiro RJ - Divisão de Arte Moderna do Salão Nacional de Belas Artes - medalha de bronze
1941 - São Paulo SP - 1º Salão de Arte da Feira Nacional de Indústrias, no Parque da Água Branca
1942 - São Paulo SP - 7º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1944 - Belo Horizonte MG - Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana
1944 - Rio de Janeiro RJ - Divisão de Arte Moderna do Salão Nacional de Belas Artes - medalha de prata.
1944 - São Paulo SP - Exposição de Pintura Moderna Brasileira-Norte-Americana, na Galeria Prestes Maia
1944 - São Paulo SP - 8º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1944 - São Paulo SP - 9º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1944 - Rio de Janeiro RJ - 50º Salão Nacional de Belas Artes, no Mnba
1946 - São Paulo SP - 10º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1947 - São Paulo SP - 11º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1948 - São Paulo SP - 12º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Domus
1951 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon
1951 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Arte Moderna
1952 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ
1952 - Rio de Janeiro RJ - Artistas Brasileiros, no MAM/RJ
1952 - São Paulo SP - 2º Salão Paulista de Arte Moderna
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