Revelando, imortalizando histórias e talentos
24.10.08

‘Cidades Mineiras’ Sob Olhar de Maurício Cardim na Galeria de Arte da Rodoviária, Belo Horizonte.

 Câmera em punho e um olhar viajante Maurício Cardim já percorreu quase todo o país a procura de boas imagens. Esta mostra " Cidades Mineiras " apresenta 40 fotos coloridas formato 30x40, é uma espécie de o melhor do melhor do trabalho que ele vem realizando sobre as cidade do estado mineiro. Em dezembro de 2005 lançou a mostra "Cidades Mineiras Sob o Olhar de Maurício Cardim", na Casa de Cultura de Sete Lagoas e posteriormente no Espaço Cultural "Maria Magdalena Alves Padrão". Sobre o estado mineiro, até o momento já fotografou 120 Municípios, o que faz dessa mostra em Belo Horizonte um ótimo entretenimento cultural tanto para os mineiros quanto para todos que por lá passarem.

Antes de se profissional já fotografava e muito. Iniciou a carreira na capital paulista em 1983 fotografando personalidades do meio artístico da televisão, rádio, teatro e cinema. Há mais de dez anos ele vem fotografando profissionalmente o país - e algumas cidades da América do Sul. Com o projeto cultural "Um Olhar Sobre o Brasil", sua carreira obteve maior notoriedade, haja vista a grandiosidade do trabalho, e foi a partir desse trabalho que sua história profissional com Minas Gerais teve início.

O fotógrafo tem centenas de imagens de várias partes do país usadas em cartões-postais e 100 exposições individuais e algumas em parceria com o fotógrafo Alan Wehner, quando lançou a mostra "Cidades Mineiras Sob Olhar de Maurício Cardim", na Casa de Cultura de Sete Lagoas e posteriormente no Espaço Cultural "Maria Magdalena Alves Padrão", na Rádio Cultura de Sete Lagoas, trabalho esse bem reconhecido pelo público em geral e toda mídia. Nos últimos dez anos ele está empenhado em retratar as cidades mineiras sendo que, Sete Lagoas é fotografada por ele há quase cinco anos consecutivamente. "Sou apaixonado confesso por Minas Gerais e acabei fixando residência no Estado mineiro, e fiz uma parceria profissional com a Rede Padrão de Comunicação, Rádios e Jornal’, do jornalista e advogado e escritor Geraldo Padrão", disse Cardim.

Após viver 33 anos na capital paulista em novembro de 2006, Cardim deu início a uma nova empreitada na vida fotográfica, e investiu nas cidades mineiras e entre os locais históricos vale citar também as cidades que compõem a Estrada Real. ‘O propósito é fotografar as cidades do entorno daquele complexo, que vem chamando a atenção do Brasil e do mundo e, será concretizado de uma maneira bem absorvente’ relata Maurício Cardim. Apesar da qualidade do trabalho e perfil profissional, ele ainda busca apoio para concretizar novas exposições e a confecção de mais cartões-postais. É uma boa dica para quem tiver interesse em apoiar trabalho de cunho histórico e cultural. [Formas&Meios ]

 

Serviço:

Galeria de Arte da Rodoviária
Praça Rio Branco, 100
Centro – Belo Horizonte
De 29/10 à 12/11
visitação gratuita.

 

Clipping de Imprensa: 

 

Publicado na versão impressa de Jornal da Manhã - São Paulo/SP em 31/10/2008 www.jornaldamanhaonline.com.br

 

Nas versões impressa e digital de 'O Estado de Minas' 31/10: http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=44&id_noticia=10815/noticia_interna.shtml

 

 

Versão digital Globo Minas:

http://globominas.globo.com/GloboMinas/Entretenimento/0,,MUL842773-9147,00.html

 

Agência FM Notícias do Mundo:

http://agenciafm.blogspot.com/2008/10/mostra-fotogrfica-de-maurcio-cardim-em.html

 

TV ALTEROSA: POR Louraidan Larsen - Repórter Site da TV Alterosa

http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=44&id_noticia=10815/noticia_interna.shtml

 

 

Portal UAI : http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2008/10/30/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=85770/em_noticia_interna.shtml

 

 

 PORTAL DE SETE LAGOAS > http://www.setelagoas.com.br/index.php?view=article&id=665%3Aexposicao-na-rodoviaria-de-bh-&option=com_content&Itemid=46

 

 

Prorrogada mostra Machado de Assis

 
A exposição comemorativa aos 100 anos da morte de Machado de Assis instalada no Museu da Língua Portuguesa é prorrogada, e fica em cartaz até o dia 1 de março de 2009.
 

A mostra está abrigada desde o dia 15 de julho no primeiro piso do equipamento e registrou até o momento mais de 120 mil visitantes, e com a prorrogação o museu espera superar 300 mil visitas. "Imaginávamos que faria sucesso, mas foi uma grata surpresa ver que a exposição é a mais visitada em São Paulo em uma época de tamanha efervescência cultural na cidade’, comenta Antônio Carlos Sartini, superintendente do Museu. Na entrada, o visitante se depara com o Capítulo C – Um homem célebre.
 
O espaço é ambientado como uma sala do século XIX, onde estão ícones do estilo erudito em que Machado de Assis viveu e de suas paixões, por exemplo a música clássica que é representada por um piano e na sonorização do ambiente. A mostra relembra aquele que é o maior escritor do País, Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908), no ano em que se completa o centenário de sua morte. Além de homenagear tenta aproximá-lo dos leitores. Outra proposta dos curadores é fazer com que o centenário aproxime os mais variados públicos desse autor, que tantas vezes levou a fama de clássico inalcançável ou de bibliografia escolar obrigatória.
Tecnologia
Conforme o visitante caminha, diferentes ambientes se sucedem, entre os quais Capítulo MDCCCLXXXIX – Medalhões, apresentados em dimensão que o nome do escritor tomou, inclusive com a nota de mil cruzados que trazia sua face; Capítulo I – O folhetinista, em que projeções multimídia remetem o Rio de Janeiro de Machado de Assis ao Rio de Janeiro atual; Capítulo XIV – Olhos de ressaca, onde imagens em uma penteadeira mostram olhos de mulheres do século XIX, em referência à personagem Capitu; e Capítulo XXX – Irreal Gabinete de Leitura, em que leitores famosos como a atriz Malu Mader e o dramaturgo José Celso Martinez, e também anônimos recitam obras distintas de Machado de Assis em cinco telas diferentes. Por fim, no Capítulo MCMVIII – O delyrio, o espectador acompanha, por um corredor, a cronologia invertida do escritor, de sua morte ao nascimento, em montagem que relaciona os anos de vida Machado de Assis com a literatura e a história do Brasil à época. A mostra é um convite a voltar no tempo em que o escritor e seus célebres personagens viveram e é também um estímulo para que as novas gerações tomem contato com a obra do genial romancista. [[Reportagem de Francisco Martins /Agênciafm publicada na versão impressa de Revista Contemporânea, novembro de 2008. Mais conteúdo sobre a revista: www.jornalnovastecnicas.com.br       [ Foto divulgação]
 

 


Serviço
Praça da Luz, s/nº, Centro - São Paulo
Fone: (11) 3326-0775
De terça a domingo das 10 às 18h00
Ingresso: R$ 4,00 – somente em dinheiro
Sábados visitação gratuita.
 

Exposição de Frans Krajcberg - obra-denúncia

 
Frans Krajcberg e suas esculturas de árvores chegam a OCA, é a primeira grande mostra dele em São Paulo com sua obra-denúncia; e denuncia que querem lhe matar.
 

O trabalho de Krajcberg é mais um grito de revolta contra as barbáries cometidas pelo homem contra à natureza do que uma obra de arte. O artista foi um dos primeiros a bradar sobre a destruição do planeta e o eco chega à São Paulo em sua exposição. Krajcberg é escultor e tornou-se nas últimas décadas em uma espécie de embaixador das causas ambientais. Sua expressão artística tem um foco certo, é um forte grito contra a irracionalidade dos humanos. Seja com suas esculturas feitas a partir de pungentes registros fotográficos de queimadas ou em árvores incineradas da Amazônia, que agora podem ser vistas na mega exposição do artista na OCA, como parte dos 60 anos do Museu de Arte Moderna. A intenção de Kracjberg é despertar nas pessoas que a exploração econômica desenfreada leva não somente à destruição ecológica mas política e social. "Nunca houve um século tão bárbaro como o XX. Se continuar assim o XXI vai alcançar à bárbarie mais violenta", disse Krajcberg. O artista sempre teve pequena representatividade em São Paulo, e essa é sua primeira exposição de repercussão. Quando viveu na capital paulistana passou por momentos desagradáveis profissionalmente. A prefeitura teria lhe convidado para realizar um projeto na antiga serraria do Parque do Ibirapuera e depois fora vetado, esse seria um dos dissabores.

Volta por cima
Depois disso ele foi convidado pela prefeitura de Curitiba, PR, onde fez o Espaço Cultural Frans Krajcberg, no Jardim Botânico, com 100 obras doadas por ele. Quanto ao próprio museu, na Bahia, foi interrompido por causa de furtos em sua residência que o deixou em difícil situação econômica. O incansável artista de 87 anos, estudou na Alemanha com Willie Baumeister, ganhou prêmio da Bienal de São Paulo, onde chegou em 1947, e montou a primeira Bienal juntamente com Aldemir Martins. Ganhou em 1957, o premio de pintura da Bienal de São Paulo, trabalhou com Osiarte, Volpi, Mário Zanini e outros. Porém, foi em Minas Gerais, a partir de pigmentos minerais que se iniciou na esculturas, isso para fugir das tintas que estavam intoxicando-o. Krajcberg que viu sua família ser dizimada pelos nazista na Segunda Guerra Mundial, e até hoje não esquece quando combatia ao lado do exército russo, sempre está desenvolvendo projetos de crescimento humano, entre eles os realizados para a prefeitura de Paris, um tipo de museu e espaço para debates. Também desenvolveu projetos para outras partes do mundo como Canadá e Holanda.

Querem me matar

Mas ele se vê envolto aos problemas de Nova Viçosa, sul da Bahia, onde se instalou em 1971, e a última reserva da Mata Atlântica existente lá pertence ao escultor. Segundo ele, no ano passado sofreu quatro tentativas de incêndios. Também se queixa que está sendo ameaçado de morte juntamente com sua empregada e um amigo, e que já tentaram envenená-los, além de ter tido seus pertences roubados entre eles o colar de sua mãe uma peça de estimação que ele carregava desde 1939 quando ela foi morta pelos nazistas; a medalha que ganhou das mãos de Stalin como herói de guerra. Mas apesar de tudo, ele encontra forças para viajar pelo mundo dando sua colaboração para que não destruam o planeta. Essa colaboração ele faz através de seu trabalho, onde percebe-se uma não preocupação em fazer uma obra de arte, mas sim de enviar um SOS aos habitantes deste planeta. Desgostoso com o descaso e amedrontado pela ameaças o artista pensa em deixar o Brasil haja vista que países como o Canadá, Holanda e Estados Unidos querem homenageá-lo com museus. Ele morava na casa de Marc Chagall, quando um amigo proprietário de uma agência de viagens perguntou se ele queria conhecer o Brasil. "Eu queria fugir da Europa, do homem, aceitei", disse o artista. Agora, planeja fazer o caminho inverso e muito magoado. [Reportagem de Francisco Martins /Agênciafm publicada na versão impressa de Revista Contemporânea, novembro de 2008. Mais conteúdo sobre a revista: www.jornalnovastecnicas.com.br[Foto divulgação]

Serviço
Frans Krajcberg - OCA
Av Pedro Álvares Cabral, s/n
portão 3 - Pq do Ibirapuera
{11} 5083-0519
de terça a domingo
Grátis - Até 14 /12
 

MAM: 500 obras e cem artistas

 
O Museu de Arte Moderna em comemoração aos seus 60 anos abre mostra com mais de 500 obras e cem artistas. A exposição coletiva tem como intenção esmiuçar o moderno e o contemporâneo na arte nacional.
 
 

 
A tarefa até faz sentido haja vista que o MAM surgiu com doações do MAC -USP {Museu de Arte Contemporânea} e só depois deu seqüência ao acervo contemporâneo. Os destaques da mostra são os artistas Alfredo Volpi [1896-1988] e Flávio de Carvalho [1899-1973] que servem de parâmetros para a exposição. Enquanto Carvalho mexeu com o comportamento e os críticos ao se tornar o primeiro performance, quando em 1931 desfilou em uma procissão de Corpus Christi e depois pintou uma tela que seria a raiz do concretismo brasileiro. No segundo andar encontra-se a série sua obra intitulada Trágica Minha Mãe Morrendo', de 1947. São 9 desenhos que retratam sua mãe no leito de morte.
Em contraponto, estão no mesmo andar obras experimentais de Alfredo Volpi, como Marinha, Mulata [1927], Casas e Bandeirinhas, da década de 1960, e mastros, de 1970. Obras geométricas que dialogam com o concretismo. Mira Schendel {1919-1988} é uma das artistas melhor representada na mostra e parece ter herdado de Volpi e de Flávio de Carvalho, preocupações que ficam muito evidenciadas no tocante ao abstrato e delicadeza dos traços.

Nomes importantes como Rubens Gerchman, Jorge Guinle e Wesley Duke Lee, Regina Silveira, Ana Maria Maiolino, José Leonilson, Lívio Abramo, George Grosz, Carmela Gross, e representando a fotografia Geraldo de Barros, Thomas Farkas e German Lorca.Integram a exposição na OCA, mais de cem artistas que transitaram entre a arte moderna e a contemporânea no Brasil. [[Reportagem de Francisco Martins /Agênciafm publicada na versão impressa de Revista Contemporânea, outubro de 2008. Mais conteúdo sobre a revista: www.jornalnovastecnicas.com.br       [ Foto divulgação]

Serviço
OCA - Parque do Ibirapuera
Portão 03 - [11] 5083-0519
Terça a domingo das 10h00 às 18h00
De 16/10 à 14/12
Acesso livre
 

 

Liceu de Artes e Ofícios apresenta 'Paralela 08'

 
Em sua 4ª edição a mostra sai do Parque do Ibirapuera e agora será abrigada nos galpões do Liceu de Artes e Ofícios.
 
 
27/10/ 2008 - A mostra acontece paralelamente à Bienal de São Paulo desde 2002, e teve início na Barra Funda e na Vila Olímpia, regiões oeste e sul respectivamente. A instituição firmou parceria com as galerias mais conhecidas da cidade que fornecerão obras para as mostras até 2014, segundo informação de Patrícia Marques Macedo, diretora do Liceu. Foi convidado como curador, Rogério Moura, do Centro de Arte Contemporânea Inhotim. As exposições ocuparão dois galpões interligados e abrigam obras de 61 artista das onze galerias parceiras. Entre os artistas Thiago Rocha Pitta que apresenta uma obra intrigante 'Calmaria' um lençol dependurado sob uma calha e áreas desenhadas em cristais de sal, cuja intenção é que ao longo da mostra vá ganhando umidade, e virá a representar uma chuva.

Uma bela obra do artista contemporâneo Nuno Ramos denominada 'homenagem para Goeldi' [1895-1961] no chão do galpão. Trata-se de um relevo em escala gigantesca do desenho de uma xilogravura de Oswaldo Goeldi e preencheu, com óleo, as áreas pretas que estariam vazias na gravura. Mas os temas de 'Paralela 08' se estende também para o território da nacionalidade nas obras feitas a partir do sígno da bandeira tanto pelo artista Antônio Dias quanto Alexandre Cunha, que moram no exterior. Nomes consagrados nas artes como Marina Rheingantz [OBRA], Marcos Chaves, Fábio Miguez, Pedro Mota Marcellvs L. e Nicolas Robbio entre outros representam as galerias.

Serviço
'Paralela 08'
Galpão do Liceu de Artes e Ofícios
R - João Teodoro, 565 - Bom Retiro
De sáb e dom das 10h00/18h00
{11} 7040-1743 - Grátis
Até 7/12
 

Almir Mavignier - Momentos de Luz

 
A mostra Momentos de Luz apresenta telas brancas e negras pontos extremos cromáticos.
 

Havia oito anos que o artista carioca não realizava uma mostra em São Paulo, e como uma celebração de sua ausência, o artista Almir Mavignier apresenta telas brancas e negras super enxutas que chegam a surpreender. Este é um trabalho menos conhecido do artista plástico brasileiro radicado em Hamburgo, é uma produção que deriva de pesquisas com formas, cor e luz. Isso lhe garante não só o título de precursor, mas lhe mantém como um dos grandes da arte concreta e cinética. Sua técnica apurada pode ser constatada em obras de 89 [Tetrágono] e Divisão Diagonal [1975]. Vale ressaltar que Mavignier foi um grande naturalista tendo abandonado a figuração. Suas primeiras telas, denominadas formas, datam dos anos 1949 e 1950 apenas existem em registros fotográficos.

Almir mora na Alemanha há quase 60 anos mas não se esqueceu do Brasil. Entretanto, pouco se esforçou para se manter presente no mercado nacional. Também tão pouco formou vínculo com galerias seja brasileira ou alemã. As mostras acontecem de forma espontânea como essa na Dan Galeria, onde Flávio Cohn teve de ir até Hamburgo para convencê-lo. O artista de 83 anos mostra obras com intervenções geométricas muito precisas e vibrantes, sendo que a série teve início nos anos 70 e 80. E ele explica que esse trabalho foi fruto não de uma atitude estética mas reação física para apaziguar a tendência cromática. É como se em algum momento ele pretendesse fugir das cores e dos contrastes fortes. Aliás, os primeiros questionamentos em relação a luz e cor, surgiram quando ele trabalhava com os internos do ateliê no Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro, Rio de Janeiro, ao lado da dra. Nise da Silveira, assim participava do primeiro grupo de arte concreta do Brasil, antes mesmo do Grupo Frente. Juntamente com nomes importantes como Abraham Palatinik, Mário Pedrosa e Ivan Serpa discutiam assuntos ligados à Gestalt. Em destaque obra Concavo&Convexo. [AFM]

Dan Galeria
Rua Estados Unidos, 1.638
De 2* a 6* das 10h00 às 19h00
Sábados até 19h00
[11] 3083-4600
De 7 a 22/11
 
 

"Salões de Maio"

 
Exposição homenageia ícones da arte moderna brasileira movimento encampado por Quirino da Silva.
 

SP 13/10/2008 - Uma mostra intitulada 'Os Salões de Maio' apresenta uma série de objetos e documentos das três edições dos eventos da Arte Moderna que se firmava a partir de 1930. Desse período foram realizados três eventos em 1937, 1938 e 1939. Os Salões de Maio foi uma idéia coletiva de Flávio de Carvalho, Quirino da Silva e Geraldo Ferraz, e é considerado como um marco no modernismo brasileiro.
Durante as três edições, obras de artistas como Tarsila do Amaral, Victor Brecheret, Lasar Segall, quando este apresentou pela primeira vez no Brasil trabalhos de arte abstrata. Os artista participantes dos salões tiveram forte impacto nas artes do País pois reuniam representantes de pólos culturais de estados como Recife, Rio de Janeiro e de São Paulo, além de vários segmentos da intelectualidade da época.
Publicações e fichas de inscrições e livros de presença que atualmente compõem o Arquivo Quirino da Silva, são alguns dos documentos em exposição, visto que o arquivo de Silva tem mais de sete mil itens. Cartas trocadas entre Murilo Mendes e Menotti del Picchia além de manuscritos de Assis Chateaubriand, e obras assinadas por Anita Malfatti, Alfredo Volpi, pertencente a Coleção de Arte da Cidade de São Paulo também faz parte da mostra. [Matéria publicada na Revista Contemporânea, edição impressa do mês de outubro de 2008 - mais conteúdo www.jornalnovastecnicas.com.br ]
 

Serviço

CCSP - Sala Tarsila do Amaral
Rua Vergueiro, 1000 - Liberdade
Horários: de terça à sexta-feira das 10 às 20h00
Sáb, dom e feriados - das 10h00 às 18h00
Até 16/11 - Grátis
11/3397-0000
 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:19  comentar

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