Revelando, imortalizando histórias e talentos
12.11.08

Integrante do regional de Benedito Lacerda e criador do conjunto Russo and the Samba Kings com grande sucesso.


Antônio Carlos Martins, mais conhecido como Russo do Pandeiro, paulistano nascido em 1913. Instrumentista e compositor brasileiro, muito cedo mudou-se com a família para o Rio de Janeiro. Integrou o regional de Benedito Lacerda desde o início dos anos 1930. Em 1940 passou a acompanhar a cantora francesa Josephine Baker, no Cassino da Urca - RJ, tendo viajado com ela para Paris, onde se apresentou no melhores cassinos de Paris e no cabaré Bagatele.

Voltou ao Brasil e obteve destaque como compositor carnavalesco. A partir de meados de 1940, participou de vários filmes em Hollywood ao lado de Carmem Miranda, Bing Crosby e outros. Obteve sucesso nos Estados Unidos com o conjunto Russo and the Samba Kings, tendo viajado vários estados. Em 1950, retorna novamente ao Brasil e encerrou sua carreira musical. Russo do Pandeiro morreu no Rio de Janeiro, não se tem data especifica. [Na foto: Nelson Gonçalves, Maysa e Russo do Pandeiros , EUA]
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Peça traz a Amazônia de Chico Mendes a Londres

Cenografia de Gringo Cardia usa materiais reciclados num palco em forma de arena.

LONDRES - 06 DE DEZEMBRO - A Amazônia, com suas lendas e mitos, sua música, seu povo e seu líder - na figura do ambientalista Chico Mendes, morto há 20 anos - são atração no Natal da capital britânica. O espetáculo Amazônia, uma peça musical que reúne atores britânicos e brasileiros, com roteiro dos ingleses Paul Heritage e Colin Teevan, cenografia do gaúcho Gringo Cardia e coreografias do brasileiro Jean Abreu, estreou nesta semana no tradicional teatro Young Vic, no West End londrino.
"Há 25 anos, quando fazíamos manifestações, sempre gritávamos os nomes de Nelson Mandela e Chico Mendes. O Chico era um herói para nós, na minha vida estudantil na Inglaterra", disse o roteirista Paul Heritage à BBC Brasil. Um militante que busca usar arte e cultura como agentes de transformação, Heritage trabalha há três anos com jovens da favela do Vidigal, no Rio de Janeiro, no projeto musical AfroReggae, que ele já trouxe para Londres.
"Estamos trazendo as lendas amazônicas, celebrando a cultura popular brasileira e repetindo os ensinamentos de Chico Mendes", disse Heritage. "Chico Mendes tem tudo a ver com a nossa vida hoje. Ele mostrou que a ação individual faz uma diferença. Isso é uma boa lembrança, 20 anos após a morte dele"."Mas a grande mensagem dessa peça, acima de tudo, está no jeito como ela foi feita, na forma como a cultura popular brasileira incita a uma participação, leva as pessoas a trabalharem juntas para criar alguma coisa".

E o caldeirão cultural de Paul Heritage não é para puristas. Desprezando regionalismos, a lenda do boto cor-de-rosa se mistura a rituais folclóricos como a dança do bumba-meu-boi e as quadrilhas das festas juninas, tudo ao som de música composta pelos brasileiros radicados em Londres Adriano Adewale, Felipe Karam, Anselmo Netto e Gui Tavares."Os ingleses também têm direito de fazer sua antropofagia", disse o cenógrafo Gringo Cardia à BBC Brasil.

Magia e Transformação

Para os cenários e adereços, Cardia optou por materiais reciclados, lixo, lona, madeira, plástico e papel. O palco em forma de arena é dominado por uma árvore gigantesca que sai do centro do tablado. Ao lado da árvore, quatro lagos de água escura.
Espetáculo conta com atores britânicos e brasileiros"A água escura representa o mistério e a magia do rio Negro", disse Cardia (que atualmente faz a direção de arte do novo espetáculo da companhia canadense Cirque du Soleil). Para ele, a peça Amazônia ganhou um significado especial por ser apresentada no Natal. "É legal trazer para um espetáculo de Natal, que é para a família, a questão da floresta. Juntar a magia da floresta, da natureza, com a consciência", disse Cardia.
"Para que a criança saiba que tem gente querendo destruir a floresta, para que ela saiba que tem heróis na floresta, pessoas que deram a vida para que a floresta possa viver. Através da magia, trazemos a consciência". Entre os vários projetos de Gringo Cardia está a escola Spetaculu, fundada por ele, onde crianças do subúrbio do Rio estudam cenografia. Nesta parceria com os britânicos, Cardia também dá ênfase ao aspecto social. "A Inglaterra tem muito interesse em conhecer a floresta e trazer a questão da Amazônia para o centro da discussão".

"Quando se trata de projetos sociais, de revitalização da auto-estima, o Brasil é um exemplo para o mundo. Somos um país onde há muita coisa errada e muito sofrimento, mas também há muita resistência, e a Inglaterra vira um espaço onde podemos mostrar essas coisas e discutir isso tudo. A transformação começa disso, não?", sugere Cardia. Paul Heritage, cuja parceria artística com Gringo Cardia já dura dez anos, não tem dúvida de que projetos como esse podem ajudar a transformar não apenas a Amazônia, mas o mundo. Apontando para as filas de crianças chegando ao teatro para assistir ao espetáculo, ele disse: "Você está ouvindo o barulho das crianças entrando no teatro? O que precisamos para resolver os problemas do mundo, não só da Amazônia, é esse riso, esse prazer de estar vivo, compaixão e amor. As crianças estão muito estimuladas pela questão do meio ambiente. Elas já sabem o que é preciso fazer para salvar o mundo". }fonte>
www.bbcbrasil.com
O espetáculo Amazônia fica em cartaz em Londres até o dia
 

"SEXO VERBAL" volta com texto de Hilda Hilst, informa Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Depois da primeira temporada em dezembro de 2008, o espetáculo Sexo Verbal reestréia dia 09 de janeiro de 2009, às 21h, no Casarão do Belvedere, em São Paulo, trazendo novos convidados para a festa: a escritora Hilda Hilst e o garoto Ed, personagem livremente inspirado no texto “Caderno Negro”, da autora.
 
 
A peça ainda tem textos de Caio Fernando Abreu, Paula Taitelbaum, Tati Bernardi, Rodrigo Levino, Marcelino Freire, João Silvério Trevisan e direção de Aurea Karpor. Nova ConvidadaNa proposta do projeto SEXO VERBAL, Hilda Hilst é estudo obrigatório. Durante o processo de pesquisa, o texto “Caderno Negro” presente no livro “O Caderno Rosa de Lori Lamby” foi trabalhado. Este texto é considerado por muitos pesquisadores como uma narrativa verdadeiramente pornográfica, por ter tantos detalhes na descrição voyer de atos sexuais, em uma linguagem adulta. Inspirado no narrador presente em “Caderno Negro”, o Núcleo Cênico ProjetoBaZar criou o personagem Ed, garoto inexperiente e homofóbico que passa por um momento de disfunção sexual com uma mulher mais velha. Foi a forma direta e irônica que o grupo encontrou de questionar a cultura fálica, em que o homem tem de ter potência sexual ilimitada e órgãos descomunais. “...privilegiar os órgãos em detrimento dos corpos, e os corpos em detrimento dos seres.”

Eliane Robert Moraes em “O Que é Pornografia” O Espetáculo Sexo Verbal é um espetáculo que se passa num casarão, é uma festa feita para o amor, para o sexo libertário. Uma ex-prostituta é a anfitriã. Atores e público são os convidados. SEXO VERBAL volta-se para o universo da sexualidade humana, em que muito se fala, muito se faz, muito se vende, pouco se escancara. Mesmo em nichos propriamente sexualizados como sex-shops ou casas de show, tudo é muito escondido, reservado, como numa salinha no canto da locadora de filmes do bairro.. Esse é o ambiente do espetáculo SEXO VERBAL, do Núcleo Cênico ProjetoBaZar, que anteriormente encenou o espetáculo IRA (2006), uma adaptação do livro Xadrez, Truco e Outras Guerras, de José Roberto Torero.
 
 
SEXO VERBAL
estuda o discurso sexual, apoiando-se num saber narrativo que pressupõe palavras, imagens, rituais, fantasias, culto de todas as formas de expressão corporal. Durante o processo de criação do espetáculo, o escritor Marcus Aurelius Pimenta realizou um encontro com o Núcleo Cênico ProjetoBaZar para orientar os estudos e sugerir leituras. Os desejos e frustrações pairam acima de todos os personagens do espetáculo: o pseudo modernismo de uma mulher romântica, a falsa moral e a religião esbarrando nos desejos de um bissexual, o conservadorismo de um homossexual, a inexperiência de um garoto perante uma mulher mais velha, num velho freguês a prostituta procura seu pai. Os desejos e segredos dos personagens são divididos em conversa direta com o público espalhado pela casa, ou ao pé do ouvido de um ou outro espectador, ou em um pensamento que escapa da mente do personagem, ou aos gritos, como num quadro de Munch.
 

FICHA TÉCNICA
 
Dramaturgia e Direção: Aurea Karpor Elenco: Alexandre Acquiste, Aurélio Prates, Aurea Karpor, Hélio Tavares, Mariana Galeno, Silvana da Costa Alves Iluminação: Alexandre Pestana Trilha Sonora: Régis Frias Operação de Luz: Sally Rezende Operação de som: Wilton Rozante. Produção: ProjetoBaZar Figurino: Alexandre Acquiste Orientação de Literatura: Marcus Aurélius Pimenta Direção Geral do Projeto: Aurea Karpor e Rodolfo Lima.
 
 
SERVIÇO“SEXO VERBAL”
 
De 9 a 24 de Janeiro de 2008Sextas e Sábados, às 21 horasLocal - Casarão do Belvedere -
Rua Pedroso, 267 - Bela Vista (próximo ao metrô São Joaquim)Informações - (11) 3266-5272Ingressos - 20 reais (10 reais meia entrada)Lotação - 50 lugares Duração - 60 minutos

Recomendação - 18 anosVeja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=mcbiseUiRFI
Ser feliz pra sempre deve ser um saco! Rodrigo Levino
 
 
Informações para imprensa:
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425
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Peter Paul Rubens

Em Mântua, ele assumiu a posição de pintor da corte de Vincenzo Gonzaga, Duque de Mantua.

Já foi chamado de o maior expoente do Barroco Setentrional, uma extensão da arte barroca da Itália do século XVII que influenciou, com modificações, muito da arte da Europa católica (e não deixou de influenciar países protestantes, tais como a Inglaterra e os Países Baixos) até mesmo no século XVIII. A arte barroca, no seu melhor, foi um casamento das artes da arquitetura, da pintura e da escultura com a intenção de convidar o espectador a emocionalmente tomar parte daquilo que ela estava retratando. O estilo envolvia uma rica e muitas vezes surpreendente e emotiva mistura de cor, luz e movimento. Era um estilo de obra no qual Rubens brilhava e para o qual sua personalidade afetuosa, emocional e amigável, sua erudita formação européia e sua religião católica eram idealmente talhadas. Rubens nasceu em Siegen, na Vestefália, de pais de origem flamenga, em 29 de junho de 1577. A família Rubens encontrava-se na Vestefália porque Jan Rubens, pai de Peter, fora forçado a fugir da Antuérpia católica, dominada pela Espanha, sob suspeita de ser um calvinista. A família só retornou à Antuérpia após a morte de Jan Rubens, em 1587.


 

Arte na adolescência

O pintor começou a estudar arte na adolescência, tornando-se aluno de vários artistas flamengos, inclusive o erudito e sábio pintor Otto van Veen. Provavelmente foi van Veen quem aconselhou Rubens a ir para a Itália estudar pintura. O jovem, já então um artista promissor, foi para Veneza em 1600, onde ainda era dominante o legado de Ticiano. De Veneza, Rubens foi para Mântua assumir a posição de pintor da corte de Vincenzo Gonzaga, Duque de Mântua. O trabalho na casa do duque deu ao artista a oportunidade de viajar pela Itália, estudando pintura em Roma, Milão e Gênova. Em 1603, o duque o enviou como embaixador à Espanha, levando presentes, inclusive pinturas, a Filipe III. Em Madri, Rubens defrontou-se com a obra de Ticiano e Rafael na coleção real, tendo-lhe sido atribuídas grandes encomendas para a coleção real e para o Duque de Lerma, primeiro-ministro do rei. Foi, portanto, um jovem bastante viajado e artisticamente experimentado que retornou apressadamente à Antuérpia, em 1608, para ver a mão à morte. Na ocasião, Rubens chegou muito tarde para despedir-se da mãe e já planejava retornar à Itália quando lhe foi oferecido o cargo de pintor da corte junto aos governantes espanhóis do Países Baixos, o Arquiduque Alberto e a Arquiduquesa Isabel, filha de Filipe II da Espanha. Filipe II nomeara Alberto e Isabel governadores dos Países Baixos com a expectativa de que estes pudessem ter um filho que viria a se tornar o único soberano do país. Na realidade, nenhum filho foi gerado, e quando Alberto morreu, Isabel tornou-se a única regente dos Países Baixos sob o domínio espanhol e uma pessoa de grande importância na vida de Rubens, como mecenas e amiga.

Cristo e Pedro

O pintor passaria o resto da vida na Antuérpia. Em 1609, estabeleceu-se uma trégua entre Holanda e Espanha, assegurando uma temporária suspensão da guerra nas antigas possessões espanholas no norte da França. Naquele ano, Rubens aceitou a posição de pintor da corte, casou-se, construiu uma esplêndida casa na Antuérpia e estabeleceu-se na vida como um rico e bem-sucedido artista. Sua esposa era Isabel Brant, filha de um culto e afortunado cidadão da Antuérpia, e Rubens viveria com ela dezessete felizes anos de casamento. Encargo de Cristo a Pedro c.1614 Seguiu-se o que tem sido chamado de a mais frutífera e ativa carreira na história da arte. Rubens possuía um grande ateliê no qual empregava muitos artistas promissores, e ele mesmo mantinha o costume da época de trabalhar em numerosos projetos com a colaboração de outros artistas estabelecidos. Dentre os seus principais assistentes no ateliê estavam Antônio van Dyck, Jacob Jordaens e Frans Snyders. Produziu quandros mitológicos e religiosos, retratos e paisagens de grande força e beleza e em quantidade sem paralelo, sendo a sua magnífica pintura de nus femininos de difícil comparação.

Maria de Médice

Sua obra teve uma dimensão européia, com encomendas de vários dirigentes, incluindo Filipe III e Filipe IV da Espanha, a rainha-mãe Maria de Médici da França e Carlos I da Inglaterra, que ajudaram a divulgar amplamente a sua fama. Também participou cada vez mais da diplomacia de sua época, tendo sido aproveitado pela Arquiduquesa Isabel em várias missões delicadas na Espanha, na França e na Inglaterra, onde foi agraciado cavaleiro por Carlos I, em 1630. A morte da esposa Isabel, em 1626, foi um rude golpe para Rubens, para quem a vivência de felicidade doméstica era essencial ao seu bem-estar. Um longo período em Madri, em 1628-9, em missão diplomática que lhe permitiu bastante tempo para pintar, recuperou seu otimismo - e um segundo casamento, em 1630, com uma bela moça muitos anos mais jovem, trouxe à tona um segundo desabrochar do gênio artístico de Rubens. A última década de sua vida, passada em parte no campo, na nova propriedade de Steen, cercado pela crescente família que teve com Hélène Fourment, foi um período de belas paisagens, pinturas da vida camponesa cheias de calor e felicidade e uma constante torrente de desenhos de intimidade e vida, esboços a óleo e pinturas da esposa e dos filhos. Nos últimos anos, Rubens tornou-se cada vez mais doente e também abalado pela gota, o que lhe tornava difícil pintar, de forma que teve praticamente de abandonar as obras de grande porte em favor das pinturas em cavalete. Peter Paul Rubens faleceu em 30 de maio de 1640 e foi sepultado na Igreja de São João, na Antuérpia.
[ AgênciaFM ]

 

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"Sua voz é uma das maiores dádivas de Deus ".
Nascido no Sul de Minas Gerais, Machado- Evaldo Cunha é abençoado com uma das mais belas vozes do rádio brasieliro. Sua carreira teve início na sua cidade natal, mas, o desenvolvimento profissional chegou primeiro pelas ondas da Rádio Difusora de Poços de Caldas - MG. Foi lá onde ele provou a saborosa conquista de uma audiência maciça ao apresentar os programas Difusora, A Dona da Praça e Caixa Postal RD. No ano de 1988, quando da cobertura do carnaval poçoscaldense, sob direção de Lázaro Walter Alvisi - o lolo -, juntamente com o conceituado radialista Celso Saraiva, e o estreiante Fram Martin formavam a santíssima trindade do rádio mineiro, sem exageros. Seu alto grau de profissionalismo e talento indicava que Poços de Caldas ficara pequena demais. Eis que, logo surgiu um convite do Sistema Globo de Rádio - MT, e com o espírito aventureiro típicamente da profissão juntou suas coisas e rumou à Cuiabá. Por lá, ficou aproximadamente dois anos, onde repetiu o mesmo sucessso feito em Poços de Caldas. Sua primeira aparição para o rádio no Estado de São Paulo, deu-se na emissora de Piracicaba e depois Santa Barbara do Oeste. Sempre muito constante com seus relacionamentos e, no trabalho não deveria ser diferente, ele se manteve por um bom tempo na cidade de Piracicaba. Sempre com ouvintes cativos, Cunha precisava crescer ainda mais em sua profissão. Em uma de nossas conversas noturnas ele disse: Acho que agora tenho a chance de atuar em uma emissora da Grande São Paulo, em Jundiaí. A emissora é a 105 FM tem uma boa penetração na capital, disse, Evaldo. Assinou contrato com a 105 FM, de segunda a sexta-feira a partir de 1h da madrugada onde se mantém com audiência acima da média, ajudando a fazer da rádio uma das mais ouvidas de São Paulo. Como pode-se ver, pelas músicas preferidas do radialista e jornalista ele sempre foi e sempre será um apaixonado, um romantico sem conserto. Quanto às suas amizades, ele é sincero, correto e um bom garfo, digamos assim. [risos ].

 

Nome Completo:
Evaldo Benedito da Cunha

Pseudonimo:
Evaldo Cunha

Aniversário:
03 de junho

Local de Nascimento:
Machado - MG

Signo: Gêmeos
Time do Coração: São Paulo
Comida favorita:
Filé a Parmegianna

Um Livro:
Estação Carandirú (Drauziuo Varela)

Um sonho:
Igualdade social p/ todos

O que mais gosta de fazer:
Jogar bola, ir ao cinema, viajar, conversar com os amigos, ver televisão...

Três musicas que mais gosta:
Cecéu Muniz - Sem perceber
Sensação - Queria tanto te ver
Zeca Pagodinho - Deixa a vida me levar

O que menos gosta no mundo:
Guerra, Hipocrisia, Falsidade, falta de amor entre as pessoas.
Uma mensagem para os ouvintes e internautas:
Não se esqueçam que Deus é a razão de tudo. "Ser feliz é tudo que se pode ser"
Seja feliz e faça aqueles que estão próximos felizes também.

 

Atores brasileiros: celebridades só no Brasil

 
Brasil concorre ao Oscar da TV e volta de mãos vazias. Como consolo ganha um abraço dos premiados 'hermanos argentinos'.
 

Aparentemente o País esteve bem representado na premiação do Emmy, o Oscar da TV. Havia um clima de já ganhou entre os 36 brasileiros presentes na 36* edição do Prêmio Emmy Internacional realizado na segunda-feira,24. Entre os favoritos Irene Ravache, que contabiliza 44 anos de carreira televisiva e concorria pela telenovela Eterna Magia; Pedro Cardoso [foto] que há 8 anos interpreta o Agostinho em A Grande Família, Rede Globo, e também pela categoria telenovela, Paraíso Tropical, perdendo para Jordânia que apresentou uma produção de apenas 30 capítulos sobre a vida de um palestino durante a invasão dos israelenses em 2002.
Os premiados iam sendo anunciados, e nada para as celebridades brasileiras. Enquanto isso, o argentino Cláudio Villarruel, vencia o prêmio por minisséries argentinas, e gentilmente dedicou aos brasileiros e peruanos. Os artistas brasileiros atribuíram o fracasso à língua; o orçamento das produções européias e em última instância o júri formado por alemães, norte-americanos e ingleses, que teriam preguiça de ler legendas e acabam votando nos ingleses.

André Barros concorreu pela segunda vez ao Emmy, dessa vez por Mandrake, na categoria de melhor série dramática, também saiu pela tangente e culpou o idioma. Já José Henrique, que escreveu e dirigiu Mandrake, vai mais longe " O prêmio tem algo de concorrência desleal os orçamentos variam demais". Segundo Fonseca cada capítulo da série Mandrake custou R$ 900 enquanto Life on Mars, produzido pela BBC of London, é de 800 mil pounds, cerca de R$ 3 milhões por cada episódio. No final, a única brasileira a subir ao palco foi a ultra-mega-star Malu Mader, que apresentou o prêmio de entretenimento.
 

Morre a sra. Hollywood

 
Morre aos 81 anos a jornalistas Dulce Damasceno de Brito, que dedicou sua vida ao jornalismo de Glamour. "Eu sempre fui uma fã".

SÃO PAULO -BR/ 11/11 {AgênciaFM} Por mais de quatro décadas ela foi o olhar brasileiro sobre as celebridades de Hollywood. Através de seus textos publicados em revistas especializadas que os fãs acompanhavam os passos das maiores estrelas do cinema mundial. Paulista de Casa Branca, iniciou-se no jornalismo quando tinha apenas 15 anos. Se não bastasse ser jornalista naquela época, aos 17 anos escandalizaria a tradicional família ao embarcar para o mundo do faz-de-conta, do cinema e da fama pelo qual era fascinada. Assim ela se tornaria a primeira mulher brasileira a se corresponder de Hollywood. Dulce trabalhou em uma época quando a indústria era mais fechada era discriminatória. Além do mais ela se utilizava das perspectivas do Brasil para escrever seus artigos, que nunca foram críticos, mas ofereceram subsídios o suficiente para se ter noção da grandeza e da decadência de Hollywood. Por mais deslumbrada que fosse sua visão sobre os mitos hollywoodianos, Dulce jamais deixou de ter consciência de ser uma estrangeira.
Perfil
A jornalista era colunista da revista Set - Hollywood Boulevard, sendo que nesses últimos anos por causa da doença ela precisou da ajuda do cineasta e amigo Alfredo Sternheim para quem ditava os artigos. Participou da Coleção Aplausos onde assinou o volume "Lembranças de Hollywood", e publicou pelo Círculo do Livro os dois volumes de 'Hollywood Nua e Crua'. O título de seu livro indicava o quanto a jornalista se aprofundava em suas reportagens especializadas em mitos cinematográficos. Conviveu com muitos astros e até flertou com alguns deles como por exemplo Gregory Peck e Tony Curtis; entrevistou Marlon Brando e, Jean Peters, e sem nenhuma dúvida, era Dulce quem mais sabia sobre Carmen Miranda.

Os últimos anos

Os últimos 20 anos de sua vida não foram tão generosos pois fora vitimada por Mal de Parkinson. A jornalista não tinha se quer forças para folhear um livro ou revista. Apesar da doença, ela permaneceu lúcida, encantava as pessoas ao contar os fatos por ela vividos na mítica Hollywood das décadas de 50 e 60. No domingo, dia 9, ela sentiu-se mal e logo foi levada a um hospital, mas nem chegou a ser atendida, morreu e seu corpo foi cremado na segunda-feira, 10 de novembro, em São Paulo. {Na foto> Kim Novak e Dulce em Hollywood}.
 

 

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Roy Lichtenstein nasceu em 27 de outubro de 1923 na cidade de Nova Iorque, numa família de classe média, seu pai trabalhava como corretor de imóveis. Freqüenta uma escola secundária privada em Nova Iorque, onde a arte não fazia parte da grade educacional.Começa a pintar em casa e desenha por livre vontade. Em sua adolescência desperta o interesse pelo jazz e assiste a concertos no Apollo Theater, no Harlem e em vários clubes de jazz na Rua 52, o que o leva a pintar retratos de músicos, muitas vezes tocando os seus instrumentos. Observa Pablo Picasso em busca de inspiração. No verão de 1939, freqüenta aulas de arte no Art Students League (Liga dos Estudantes de Arte), dirigido por Reginald Marsh, desenha a partir de modelos ou de cenas e vistas de Nova Iorque: Coney lsland, Carnaval, Lutas de Boxe. Conclui os estudos na escola superior, em 1940, com o sério propósito de continuar a estudar para se tornar artista. Devido à ênfase regional colocada pela Art Students League, Lichtenstein não sente qualquer necessidade de permanecer em Nova Iorque e ingressa na School of Fine Arts (Escola de Belas-Artes), da Ohio State University (Universidade do Estado de Ohio) uma das poucas, instituições que dá cursos e licenciaturas em belas artes. Na Ohio State é fortemente influenciado pelo Professor Hoyt L. Sherman: "Arte trata da percepção organizada. Com ele aprendi a ver com olhos de ver". Seus Trabalhos são baseados em modelos e naturezas-mortas.

 

Em 1943 ingressa no Exército. Presta serviço a Inglaterra, França, Bélgica e Alemanha. Desenha a natureza utilizando aquarela, lápis e carvão. Após o fim da guerra muda-se da Alemanha para a França. Faz breves estudos da língua e civilização francesa na Cité Universitaire. Volta a Ohio State University para continuar os estudos de arte dirigidos por G. I. Bill e licencia-se em Junho de 1946. Freqüenta o programa de graduação e é contratado como instrutor. Seus quadros são essencialmente abstrações geométricas seguindo-se depois pinturas semi-abstratas de inspiração cubista. Em 1949 conclui a graduação na Ohio State University, onde permanece como instrutor até 1951. Em 1949, casa com Isabel Wilson, mas divorcia-se em 1965. Participa em várias exposições coletivas na Chinese Gallery, em Nova Iorque. Faz a primeira exposição individual na Carlebach Gallery, em Nova Iorque. Em seus trabalhos, faz referências a Frederic Remington e Charles W. Peale num estilo cubista. Sua obra torna-se gradualmente mais solta, mais expressionista.

No ano de 1951, muda-se para Cleveland, onde trabalha como gráfico, projetista, decorador de montras (vitrines) e desenhista em folha metálica. Faz três exposições individuais na John Heller Gallery, Nova Iorque. Nascem seus dois filhos, David Hoyt Lichtenstein e Mitchell Wilson Lichtenstein. Ele concentra-se na pintura de temas americanos, empregando de forma exploratória o expressionismo e a abstração e pinta construções em madeira. No ano 1956, faz uma litografia humorística de uma nota de dez dólares, numa forma retilínea, uma espécie de nota falsa: proto-Pop. Pinta num estilo expressionista abstrato não figurativo. Ocasionalmente faz desenhos de imagens de personagens já desenhados ( Mickey, Pato Donald e outras figuras Disney). Faz uma exposição individual em 1958 na Condon Riley Gallery, Nova Iorque. Pinturas em expressionismo abstrato. É nomeado professor assistente, em 1960, do Douglass College, Rutgers University, Nova Jersey. Muda-se para Highland Park, Nova Jersey. Conhece Robert Watts, Claes Oldenburg, Jim Dine, Robert Whitman, Lucas Samaras e George Segal. O ambiente e os acontecimentos artísticos voltam a despertar-lhe o interesse pelas imagens proto-Pop.

Em 1961, começa as primeiras pinturas Pop: imagens e técnicas inspiradas na aparência de impressão comercial. Lentamente passa a desenhar de lápis para a pintura a óleo diretamente sobre a tela. Começa a usar as imagens da publicidade que sugerem consumismo e trabalhos domésticos. No Outono do mesmo ano, coloca várias pinturas novas na Leo Castelli Gallery, em Nova Iorque. Algumas semanas mais tarde, vê na mesma galeria trabalhos de Andy Warhol usando também imagens da banda desenhada.Em 1962, faz uma exposição individual na Leo Castelli Gallery. Tomou parte em "The New Paintings of Common Objects" (Novas Pinturas de Objetos Comuns), no Pasadena Art Museum, a primeira exposição num museu centrada na arte Pop. Esteve também presente em os "New Realists" (Novos Realistas) exposição que teve lugar na Sidney Janis Gallery, Nova Iorque.

Em 1963 participa na "Six Painteirs and the Object" (Seis pintores e o objeto) no Solomou R. Guggenheim Mascam, Nova Iorque. Exposições individuais na Leo Castelli Gallery; na Ileana Sonnabend Gallery, Paris, na Ferus Gallery, Los Angeles e na II Punto Galeria, em Turim. É concedida a Lichtenstein, a licença de um ano na Universidade de Rutgers. Muda-se de Nova Jersey para Nova Iorque. Demite-se da Universidade de Rutgers para se dedicar exclusivamente à pintura. Faz numerosas exposições, entre as quais uma retrospectiva (1961-67) na Pasadena Art Museum. A exposição retrospectiva viaja por Minneapolis, Amestrerdão, Londres, Berna e Hanover. Casa-se com Dorothy Herzka. Faz pinturas e esculturas em cerâmica de cabeças de moças, inspiradas na banda desenhada da adolescência. Paisagens. Pinta monumentos ou clichés de arquitetura. Em 1966 faz pinturas modernas usando imagens dos anos trinta. Em 1969, passa duas semanas nos estúdios da Universal Films, em Los Angeles, como artista-residente, para fazer um filme sobre o mar para a exposição "Art and Technology" (Arte e Tecnologia) no Los Angeles County Museum of Art. Trabalha em Nova Iorque com Joel Freedman da Cinnamon Productions, fazendo experiências com filmes. Faz nova exposição retrospectiva dos trabalhos (1961-1969) no Solomon E. Guggenheim Museum, a qual viaja depois para Kansas City, Seattle, Columbus e Chicago. Expõe a "New York Painting and Sculpture: 1945-l970" (Pintura e escultura de Nova Iorque: 1945-1970) no Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque. Em 1970, muda-se para Southampton, Long Island. Pinta quatro grandes murais com pinceladas para a Faculdade de Medicina da Universidade de Dusseldórfia. Foi eleito para a Academia Americana de Arte e Ciência. Dois dos seus filmes sobre o mar são exibidos na "Expo'70" de Osaka, Japão.

Numerosas exposições individuais em galerias (Espelhos, Entablamentos e Tromp l'oeil) e outras obras de arte (Surrealismo, Futurismo, Expressionismo, Estúdios do Artista). Em 1979 executa para a escultura pública do National Eudowment for the Arts: "Mermaid", uma escultura de dez pés de altura feita em aço e betão para o Theater of the Perfoming Arts, Miami Beach, Florida. Em 1981 faz outra exposição retrospectiva, desta vez das obras da década de 1970, organizada pelo Saint Louis Museum, que viaja pelos Estados Unidos, Europa e Japão. Expõe o Mural with Blue Brushstroke (Mural com Pincelada Azul) em 1986 no edifício da Equitable Life Assurance Society, em Nova Iorque. Em 1987 exibe uma retrospectiva de desenhos no Museum of Modern Art, Nova Iorque. (Também exposta em Francoforte, em 1988. Em 1990 participou do "High and Low: Modern Art and Popular Culture", no Museum of Modern Art, em Nova Iorque. "One-man show" nas galerias Ernst Beyeler, em Basileia, Daniel Templon, em Paris, e Hans Strelow, em Düsseldorf. Em 1993 faz grande exposição de retrospectiva no Solomon R. Guggenheim Museum, em Nova Iorque, tendo sido depois exibida em Los Angeles, Montreal, Munique, Hamburgo, Bruxelas e Columbus, em Ohio (terminando em 1996). Roy Lichtenstien morreu a 29 de Setembro de 1997, em Nova Iorque. [ Francisco Martins ]

 

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