Revelando, imortalizando histórias e talentos
14.11.08

 
A TV Paulista, foi a antecessora da Globo nos anos 60. Com o surgimento da TV Globo carioca, o grupo de Roberto Marinho precisava de uma emissora em São Paulo para formar a sonhada rede. Acabou comprando-a. Suas transmissões foram iniciadas em 14 de março de 1952, e os primeiros programas foram telenovelas, como Helena, com Paulo Goulart e "Casa de Pensão"; um telejornal diário, apresentado por Mário Mansur; o Circo do Arrelia e programas de entrevistas e músicas.

Os estúdios eram minúsculos, no Edifício Liége, na Rua da Consolação, e os equipamentos obsoletos. Mesmo assim, a emissora brigou de igual para igual com Tupi e Record, as únicas da época. Em 1954, o deputado Ortiz Monteiro, proprietário, vendeu a emissora para o empresário Victor Costa, dono da Rádio Nacional de São Paulo (atual Rádio Globo 1100 AM) e Rádio Excelsior AM (atual Rádio CBN), que contratou gente experiente da TV Tupi para compor o elenco e parte técnica. No ano seguinte, mudou para um novo endereço, na Rua das Palmeiras.

Com a nova fase, bons programas. Manoel da Nóbrega trouxe sua Praça da Alegria do rádio para a TV. Com personagens vistos até hoje na A Praça é Nossa, o programa fez sucesso. A partir daí, várias glórias. São Paulo, não te agüento, Cadeira de Barbeiro, Mappin Movietone, Hit Parade, entre outros, sem contar o Bate Papo com Silveira Sampaio, no estilo talk-show, um dos confessos inspiradores de Jô Soares. Sessão Zás-traz, com desenhos infantis, Clube do Lar e PRK-30 foram outras atrações de destaque. Em1961, um jovem locutor comprou um horário noturno. Era Sílvio Santos, com seu Vamos Brincar de Forca?.

Segundo Arlindo Silva, em "A Fantástica História de Silvio Santos" (Editora do Brasil, 2002, página 56), "Silvio ficou poucos meses com seu programa noturno na TV Paulista. Como a audiência era boa, ele foi estimulado por Paulo de Gramont e Walter Forster, respectivamente diretor de produção e diretor artístico da emissora, a apresentar um novo programa, mais movimentado, com mais shows, nas tardes de domingo. Acontecia, naquela época, algo difícil de acreditar: a TV Paulista ficava fechada aos domingos. Só abria às 15h30 para transmitir futebol". Daí em diante, todo mundo já sabe o que aconteceu: Silvio Santos comprou o horário do meio-dia às duas da tarde e iniciava, assim, seu reinado aos domingos.

Junto com a morte de Victor Costa, em 22 de dezembro de 1959, veio também a decadência. Em seguida, programas famosos começaram a sair do ar, junto com seus apresentadores. Em 1965, com a situação insustentável, os acionistas decidiram pela venda da emissora à família Marinho, que queria formar sua rede. Assim, surgia a TV Globo de São Paulo. A TV Paulista ficou como uma espécie de afiliada a TV Globo do Rio de Janeiro até 1969, quando os estúdios da Rua das Palmeiras sofreram um incêndio. A partir desse fato, foi lançada a Rede Globo de Televisão, unificando todas as emissoras. Mais informações, na página da Rede Globo. Aliás, a Sessão Zás-traz, programa infantil e a Sessão Coruja, que exibia filmes no início da noite, foram alguns dos programas que migraram para a nova emissora. A Sessão Coruja está no ar até hoje pela Globo, como Corujão, nas madrugadas. Para completar, uma curiosidade: o nome "TV Paulista", atualmente, pertence a Augusto Liberato. Sim, ele mesmo: Gugu tem essa marca, e quer usá-la para montar uma rede de televisão, o maior sonho de sua vida.
[ Francisco Martins com equipe F&M]

 

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MARC CHAGALL

Chagall criou seu próprio mundo colorido de mitos e mágica, cheio de estranhas criaturas e eventos miraculosos. Ainda assim, sua arte foi essencialmente baseada em memórias e experiências reais.

Um homem quase inteiramente absorvido por seu trabalho e sua vida familiar, assim era Marc, destinado a confrontar-se com as mais variadas culturas, a atravessar guerras e revoluções e a passar por fugas e exílio. Conseqüentemente, em qualquer relato sobre Chagall, a arte e a autobiografia estão intimamente interligadas, ainda que de forma indireta. Chagall nasceu em 7 de julho de 1887 em uma família pobre em Pestkovatik, uma vila na província ocidental da Rússia czarista, que é agora a independente Bielo-Rússia. Poucos anos depois, mudaram-se para uma cidade próxima, Vitebsk, que se tornou um dos principais marcos nos quadros de seu filho. O mais velho dos nove filhos, Moshe Shagal - nome mais tarde transformado para o francês como Marc Chagall - cresceu na atmosfera fechada de uma comunidade judia da Europa Oriental que ainda era sujeita a perseguições e a ferozes explosões de violência oficial e não-oficial. Inevitavelmente, o fato de Chagall ser judeu tornou-se uma das principais ameaças à sua vida e sua arte. Ele teve que superar a oposição da família à sua escolha de carreira, porque violava a injunção bíblica conta a pintura de imagens; e, a fim de estudar na capital, São Petersburgo, ele teve de contornar as regulamentações czaristas que confinavam os judeus aos limites do gueto. Apesar de seu ar de desinteresse, Chagall conseguiu ambos. Após vários anos em São Petersburgo (1906-1910), Chagall começou a ganhar reputação quando um patrocinador generoso, Max Vinaver, forneceu-lhe os recursos para que se estabelecesse em Paris, na época a indiscutível capital da arte do mundo ocidental. Com Picasso, Braque e outros artistas hoje lendários em primeiro plano (o Cubismo e suas ramificações estavam revolucionando as artes visuais), Chagall explorou técnicas modernistas nunca abandonasse a tônica pessoal que já havia forjado.


 

Amor eterno

Auto-retrato - 1914 Paris tornou-se a "Segunda Vitebsk" de Chagall, e ele quase pretendeu se estabelecer lá permanentemente. Mas em 1914, quando estava em visita à Rússia, estourou a Primeira Guerra Mundial, e ele não pôde voltar. Em 1915, casou-se com Bella Rosenfeld, sua noiva desde 1909, celebrando seu amor em uma série notável de obras que continuou a pintar mesmo após a morte dela, trinta anos depois. Nessa época, conseguiu sobreviver à guerra trabalhando no Departamento de Economia de Guerra e chegou mesmo a ressurgir, após a Revolução de Outubro de 1917, como Comissário de Arte em Vitebsk. O comissariado de Chagall encerrou-se em pouco tempo, em conseqüência de desentendimentos com seus colegas artistas, após o quê ele trabalhou como projetista de teatro em Moscou e lecionou por um período em colônias fundadas para órfãos de guerra. Finalmente, em 1922, como a atmosfera na União Soviética se tornasse progressivamente menos amistosa para sua arte apolítica, Chagall, Bella e sua filha Ida emigraram. Sua rápida visita havia durado oito anos. Em 1923, Chagall recebeu do famoso comerciante francês Ambroise Vollard a encomenda de ilustrar uma clássica novela russa, Almas Mortasm de Gogol. Os Chagalls se estabeleceram na França, e Marc ganhou uma nova reputação como ilustrador em guache e gravuras enquanto continuava sua carreira como pintor. Os anos que se seguiram foram felizes e prósperos, cheios de trabalho e viagens, mas os anos 1930 foram cada vez mais obscurecidos pela ascensão do facismo, refletido em obras sombrias como Crucificação Branca.
Artista e Judeu
Em 1937, naturalizou-se francês - um privilégio logo revogado quando estourou a Segunda Guerra Mundial e a França, derrotada pela blitzkrieg (tropa de choque alemã) nazista, foi dividida entre autoridades nazistas e colaboracionistas. Chagall demorou para perceber o perigo de sua posição como judeu e como um artista condenado pelos nazistas como "degenerado". Foi mesmo preso em abril de 1941, mas libertado graças à intervenção norte-americana, e apressadamente partiu para o exílio uma segunda vez. Passou os anos da guerra nos Estados Unidos, atormentado não apenas pelas notícias da guerra, mas também pela súbita morte de Bella, em 1944. Poucos anos depois iniciou um relacionamento com uma inglesa, Virginia Haggard, que durou até 1952. Enquanto isso, voltou à França em 1948, estabelecendo-se definitivamente no sul. Embora tenha viajado muito, os dias de fuga e exílio de Chagall haviam acabado, e seu casamento em 1952 com Valentine Brodsky trouxe-lhe a estabilidade de que precisava. O resto da longa vida de Chagall foi devotado a uma criatividade superabundante. Prolífico quase até o fim, morreu com 97 anos, em 29 de março de 1985. [ Francisco Martins / Fausto Visconde ]

 

EDITORIAS:
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GIOVANNI BERTONE - DA CARROÇA À CARROCERIA

"Os Estúdios Bertone foi responsável por modelos deslumbrantes"

 
Um dos mais famosos do mundo, Giovanni Bertone iniciou sua carreira construindo carroças em Turim - Itália. Somente depois da II Guerra Mundial começou a numerar seus projetos. Além de possuir um estilo pessoal, um carrozziere deve apresentar idéias que aliem bom gosto e funcionalidade. Isso o italiano Bertone sabia fazer como ninguém. Depois de 1945, data em que passaou a assinar e numerar seus projetos, ele projetou mais de seissentos modelos de carroçaria automobilística, até os modelos recentes. Bertone teve em suas mãos os mais diversos chassis americanos, italianos, franceses, ingleses e alemães, transformando-os em verdadeiros automóveis fora de série. Nascido na cidade de Mondovi, onde trabalhou desde cedo numa oficina, consertando carros agrícolas e carroças. Aos 23 anos, foi para Turim onde permaneceu por seis anos nas oficinas ferroviárias Diatto. A partir daí começou a trabalhar por conta própria construindo carroças. Seu primeiro contato com o automobilismo ocorreu em 1921, quando lhe ofereceram um chassi Spa 9 000 Sport para encarroçar. Outras se seguiram; o número de encomendas cresceu tanto que precisou abandonar as carroças. Sua parceria com a Spa e a Lancia durou muito tempo. Porém, seu nome continuava desconhecido no mundo automotivo; no modelo, aparecia apenas a assinatura da fábrica.
 
 
O galpão onde se alojava sua oficina começa a ficar pequeno. Bertone mudara-se para uma área de 1 600 metros quadrados, ao lado da fábrica da Lancia. Ao término da II Guerra Mundial, a oficina de Bertone executava serviços para terceiros, mas, em 1934 o carroziere [carroceiro] associou-se a seu filho Giuseppe, de 20 anos, e juntos passaram a produzir seus próprios chassis. Com instalações mais amplas, iniciaram a construção de carrocerias exclusivas, fornecidas diretamente a particulares. Nesse mesmo ano, enfrentou pela primeira vez em sua carreira o julgamento do público, ao apresentar, no Salão do Automóvel de Milão, a Superaerodinâmica 900, um modelo três janelas laterais sobre chassi Fiat Ardita, seis cilindros, três lugares dianteiros juntos [como na Airflow da Chrysler], bancos tubulares, pára-brisas angulados que continuava no teto, rodas de estepe sob o capô do motor- que abrigava também os faróis.
 
 
OS PROJETOS ASSINADOS
 
 
Depois de muitos conflitos com a atividade, resolveu arriscar tudo: aumentou a área da fábrica para 8 000 metros quadrados e contratou 150 operários. As mudanças reativaram os negócios da empresa que, voltou a fabricar para terceiros. Construindo para a Fiat as 1 100 Derby nas versões spider e cupê. Fabricadas em série, essas carrocerias foram as primeiras a apresentar o logotipo Bertone. Com a mesma assinatura produziram-se simultaneamente modelos exclusivos, em poucas amostras, como a Fiat 1 400, as primeiras Lancia Aurélia, os Borgward e algumas Ferrari. Porém, foi em 7 de setembro de 1952, na corrida do lago Elkhart, Wisconsin - E.U.A. que o carroziere teve um passo importante para a afirmação do nome: a S.H.Arnolt de Chicago apresentou duas carrocerias Bertone sobre chassi MG modelo TD, uma berlineta e um cupê conversível. A partir deste dia, ele entrou logo no campo da exportação. Novos modelos seus apareciam regularmente nos salões. Em 1952, em Paris, expôs uma Lancia Aurélia e um cupê Abarth de linha aerodinâmica, com três enormes faróis. No ano seguinte, em Turim, apresentou a quinta versão da BAT " Berlineta Aerodinâmica Técnica", sobre chassi 1 900 Alfa Romeo Sprint, com faróis retráteis, vidros inclinados e grandes barbatanas traseiras. Na mesma época lançou a spider Siata V8 modelo 208 S, semelhante às Ferrari. Aos modelos exportados para os Estados Unidos acressentaram-se os MG 2 litros Arnolt-Bristol tipo 404, com carroceria soldada ao chassi.

A GIULIETA SPRINTN
 
 
O Salão de Turim de 1954, Bertone apresentou a Storm Z -250 sobre chassi Dodge modificado, que deixava entrever uma tendência à linha americana, e a BAT 7 sobre chassi Alfa Romeo 1 900 Sprint. Mas o carro que fez sucesso, no entanto, foi a esguia berlineta e a Giulieta exposta no estande da Alfa Romeo. A Giulieta Sprint foi a primeira de uma longa série, que se caracterizava pela agilidade. Estilo moderno, esportivo e aerodinâmica peculiar. Desse modelo, que recebeu o número 37 - Bertone numerou seus projetos partindo do zero, desde que reiniciou suas atividades em 1945, construíram-se mais de 40 mil exemplares, durante treze anos. Concomitantemente à Giulieta Sprint, surgiram o cupê Arnolt-Bristol - 1955, e o cupê Abarth 215 A, que encerrou a série produzida para a SH. Em 1960, somente na indústria Bertone construiram-se 31 mil unidades entre modelos spider Fiat 850, Fiat Dino, Simca 1 200 S cupê, Alfa Romeo Montreal e Lamborghini.  Essa produção tornou necessária nova mudança, dessa vez para a cidade de Grugliasco, próximo a Turim, em 1961.
 
A versão cupê 2+2 da Giulieta Sprint; o Aston Martin DB4 " jet " tiveram continuação, e eram fabricados em materiais de liga leve, expostos no Salão de Genebra em 1961. Outra atração criada pelo genial projetista italiano, uma Berlineta Ferrari 250 GT com carroceria em aço inoxidável e faróis protegidos por rede metálica. As BMW 3 200 CS cupê, a ASA Mille, o protótipo ISO Rivolta Grifo e uma berlina para a indústria japonesa Toyo Kogyo. Mas um dos projetos mais interessantes dessa época é o Testudo, baseado no Chevrolet Corvair Monza, que despertou interesse geral no Salão de Genebra em 1963, por tratar-se de um carro grã-turismo, com apenas 106 cm de altura, com santantonio incorporado, faróis totalmente retráteis e lanternas inseridas no pára-choque. O teto, inteiramente de vidro abre-se para permitir o acesso ao interior do veículo, característica comum nos projetos de Bertone. Em 1964, em Paris, foi a vez de apresentar o Canguro, de perfil ainda mais afinado e vidros colocados nos moldes metálicos - sistema usado apenas na indústria aeronáutica-, numa espécie de evolução da Giulia 1 600 Tubolare. 500 PROJETOS EM 7 ANOS Bertone levara vinte anos -1945 / 1965 para chegar ao projeto número 100- incluindo a preparação de uma carroceria para um Ford Mustang, sob encomenda da revista americana Automobile Quarterly, para ser apresentado no New York Internacional Automobile Show de 1965. No entanto, em sete anos - de 1965 a 1972 ele atingiu o número 600: com a Lancia Fulvia HF Stratos exposta no Salão de Turim em 1971, com motor Dino 2 400 cc. Dos projetos realizados no período de 1965 a 1972 citam-se a Lamborghini P 400 Miura, modelo único no gênero, lançado em Genebra em 1966; o Jaguar PiraÑa, 1967; o Carabo lançado em Paris, em 1968.
 
 

Originalísmo modelo com linhas refinadas, em forma de cunha cujas portas abrem-se como asas foi montado sobre chassi Alfa Romeo 33. O Runabout de 1969, com dois lugares, motor Autobianchi 112 alojado na traseira, o Panther, seu aerofólio ligava-se hidráulicamente às rodas, de maneira a variar a incidência de acordo com as solicitações- 1968; em 1969, no Salão de Genebra apresentou o BMW Spicub, com teto metálico retrátil; a Alfa Romeo Montreal, em 1970 e a Lamborghini Countach e o Citröen Camargue, em 1972 no Salão de Turim. Recentemente, o centro de estilo Bertone, desenvolveu em conjunto o Alfa GT, carro mostrado no Salão Internacional do Automóvel de 2004, em São Paulo - Brasil. [Francisco Martins ] #Reportagem publicada na versão impressa de revista Clássicos Automotivos, da Editora Sinal Verde,- e de www.boston.com EUA.

 

GRAND TORINO: LENDA SOBRE RODAS

A indústria norte-americana sempre produziu carros com motor de grande capacidade volumétrica.
 
 

 
Os muscle car [carros musculosos] estão no imaginário dos amantes da velocidade. Uma lenda sobre quatro rodas está de volta: O Grand Torino. Imortalizado no seriado televisivo Starsky&Hutch, nas dácadas de 70 e 80, o carro estréa na telona para delírio dos aficcionados do antigomobilismo. As aventuras do detetive Dave Starsky no " tomate vermelho " nome pelo qual o modelo com faixas brancas ficara conhecido encantou muita gente, até mesmo quem não coleciona as raridades. Das mil unidades produzidas em 1976, 9 foram utilizadas nas filmagens do longa-metragem.
 
O ÍCONE
 
Em 1968, o sedã Fairlane ganhou toques sofisticados e fora rebatizado de Fairlane Torino. Com motor V8, 302 quadrijet e câmbio automático de três marchas. No ano seguinte, com potente motor "big-block" 428 de 335 cv de potência, 45 kgmf de torque foi apresentado o modelo cobra, que ia de 0.60 em 5.5 segundos. No ano de 1970 - reestilizado-, ficando maior, mais largo e baixo.  Porém, em 1971 o Torino adqüriu identidade própria e retirou o nome Fairlane e oferecia carrocerias [hardtop e fastback] e quatro portas, e também as versões Station Wagon, conversível e da pick-up Ranchero. Logo, em 1973, o carro conseguiria notoriedade internacional devido sua aparição no seriado de TV " Starsky&Hutch. O Grand Torino tem menos de dez unidades rodando no Páis. O enorme carro V8 foi produzido de 1968 à 1976. [ Francisco Martins ]

 

EDITORIAS:
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