Revelando, imortalizando histórias e talentos
29.11.08

Geraldo Padrão: seu nome é competência

 
Padrão participou do cancelamento de um jogo do Atlético Mineiro, em Buenos Aires - Argentina devido fortes chuvas.

Geraldo Padrão iniciou sua carreira exatamente em 1953, com Fernando Alves, na equipe de esporte da Rádio Cultura de Sete Lagoas - MG. Mas ele considera-se profissional somente depois de seu primeiro registro na carteira de trabalho, em 19 de maio de 1955, pelo Pe. D'Amato no Jornal Alvorada. Portanto, são 53 anos de muitas reportagens, e também para quem gosta de jornalismo de qualidade -, pois um dos pilares da comunicação mineira, Geraldo Padrão comemora seus 53 anos de ótimos serviços prestados à cidade e ao Estado de Minas Gerais através da Rede Padrão de Comunicação, que inclui o Jornal do Centro de Minas, a 92,1 Musirama FM, Rádio Cultura 1.420 - AM, e Cultura 106,9 FM. Seu currículo na Imprensa é bem extenso: A Voz de Sete Lagoas, Jornal da UDN, Cultura e Liberdade, A Notícia e no Jornal do Centro de Minas, e também nas emissoras de sua propriedade. Recentemente, Diretor regional da AMIRT - Associação Mineira de Rádio e Televisão, com sede em Sete Lagoas.

Ele também atuou em várias vertentes jornalísticas: esporte onde buscou sempre perfeição e seriedade, e tem várias passagens marcantes no jornalismo social. Sua emissora participou da cobertura completa quando da visita de Nossa Senhora Aparecida em Matozinhos – MG, realizou S.O.S. em prol da comunidade que fora atingida pelas enchentes do Rio das Velhas, MG. Outro fato importante da Rede Padrão foi a cobertura total do acontecimento político de posse e cassação dos mandatos de quatro vereadores da Câmara Municipal de Sete Lagoas. Todos esses acontecimentos com participação isenta de suas empresas de comunicação, mostram a necessidade de uma imprensa livre e responsável, cujo exemplo deveria ser seguido, principalmente, nas consideradas "grandes empresas" de comunicação brasileira. " Somente a Imprensa livre e séria é capaz de reconhecer talentos", diz Geraldo Padrão.

Literatura e política

Mineiro nascido em Fortuna em de 1936, filho de Francisco Campolina Padrão e Maria Magdalena Alves Padrão, homenageada com centro cultural que leva seu nome. Também foi governador do Lions Internacional, 74 e 75. Exerceu cargos na política como Secretário da UDN, presidente do Arena e do PDS, vereador de Sete Lagoas nos anos 1962 a 70 e vice-prefeito entre 70 a 72. É detentor de 257 títulos e várias honrarias por serviços prestados às comunidades. Também é sócio número um do Clube de Letras de Sete Lagoas, e sócio benemérito da Academia Cordisburguense de Letras e autor do livro Babosal e mais de 1526 crônicas. . Em 2008 lançou seu segundo livro de poesias Reminicências ... com prefácio do jornalista Francisco Martins e foto de capa de Maurício Cardim. {Formas&Meios }
 
EDITORIAS:
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Nascido em Fortaleza - CE em 1922 -pintor, desenhista, gravador. Inicia-se na pintura como autodidata.

Em 1941, em Fortaleza, participa, ao lado de Mário Baratta (1914-1983), entre outros, da criação do Centro Cultural de Belas Artes - CCBA, que dá origem, em 1943, à Sociedade Cearense de Belas Artes - SCAP. Em 1945, transfere-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, realiza sua primeira exposição individual, no Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB/RJ. Contemplado pelo governo francês com bolsa de estudos, permanece em Paris de 1946 a 1950. Freqüenta a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes] e a Académie de La Grande Chaumière, mas, em busca de uma arte não acadêmica, deixa essas instituições. Entre 1947 e 1948 participa de dois importantes eventos: o Salon d'Automne e o Salon d'Art Libre. Em Saint-Germain-des-Près toma parte em reuniões de artistas como Camille Bryen (1907) e Bernard Quentin. Com Bryen e Wols (1913-1951), de quem se torna amigo, forma o Grupo Banbryols (ban de Bandeira; bry de Bryen; e ols de Wols), que dura de 1949 a 1951. De volta ao Brasil, em 1951, instala-se no ateliê do amigo escultor José Pedrosa (1915-2002), onde também trabalha o pintor Milton Dacosta (1915-1988) e apresenta-se na 1ª Bienal Internacional de São Paulo. Em 1952, cria um mural para o Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB/SP, em São Paulo. Retorna a Paris em 1954 em razão do Prêmio Fiat, obtido na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, mas não deixa de expor no Brasil. Permanece na Europa até 1959, passando pela Inglaterra e Bélgica, onde, em 1958, realiza um painel para o Palais des Beaux-Arts. Ao retornar ao Brasil tem uma atividade artística intensa, participa de importantes exposições, em paralelo a mostras em Paris, Munique, Verona, Londres e Nova York. Em 1961, edita um álbum de poemas e litogravuras de sua autoria, e, no mesmo ano, João Siqueira realiza um curta-metragem sobre a obra do pintor. Volta a Paris em 1965.


 

Antonio e a Vanguarda 
Em 1945, o artista, com Inimá de Paula (1918-1999), Raimundo Feitosa e Aldemir Martins, se muda para o Rio de Janeiro, encorajado por Jean-Pierre Chabloz (1910-1984), que articulava uma exposição destes artistas cearenses na Galeria Askanasy. Seu trabalho é bem recebido e Bandeira ganha uma bolsa da Embaixada Francesa para estudar em Paris, seguindo para lá em abril de 1946. Estuda pintura, desenho e gravura na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes] e na Académie de La Grande Chaumière. O contato com as obras das vanguardas históricas aproxima seu trabalho do cubismo e do fauvismo. Em telas como Mulher Sentada Lendo (1948) e Cara (ca.1948) as formas geometrizadas mostram influência de Pablo Picasso (1881-1973), mas esses planos recortados têm cores fortes e contrastantes, ao modo fauve. No entanto, sua obra já toma outras direções. A convivência do artista, desde o fim dos anos 1940, com o alemão Wols (1913-1951) e Camille Bryan colabora para a guinada de seu trabalho para uma pintura mais gestual, abstrata e aberta a sugestões ligadas ao automatismo surrealista. Apesar de preservar a figura, aqui ela aparece de maneira sugerida, marcada pela interação de elementos livres como manchas e marcas de pincel. Em 1948, Bandeira participa da mostra La Rose des Vents, na Galérie des Deux Ilés, que marca sua adesão ao abstracionismo informal. Seus trabalhos em guache e nanquim adquirem progressivamente esta feição. As linhas parecem perder a continuidade, não contornam figuras e, soltas por todo o trabalho, sugerem formas de objetos. Na pintura essa mudança aparece a partir de 1949, em trabalhos como Paysage Lointain, em que o artista incorpora as manchas, riscos e as formas coloridas sem submetê-los a um desenho prévio.

Volta ao Brasil

Bandeira volta ao Brasil em 1951. Monta ateliê no Rio de Janeiro com José Pedrosa (1915-2002) e Milton Dacosta (1915-1988), e, em abril, apresenta sua primeira grande exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP. O artista Waldemar Cordeiro (1925-1973) escreve sobre as suas pinturas abstratas e as compara à produção concreta que ganhava vulto no país. Em Fortaleza, em 1952, Bandeira inicia uma nova fase de sua pintura. Radicaliza a abstração informal e passa a incorporar os gotejamentos e respingos da tinta. Busca uma tela em que o primeiro e o segundo plano se mostrem indistintos, não como um emaranhado de cores caótico, mas num jogo livre de linhas harmonizado por formas coloridas. Em trabalhos de 1954, como Luares Sobre a Cidade Negra e Árvores, Bandeira se vale de formas geométricas para buscar um equilíbrio do entrecruzar de linhas e pinceladas livres.
Ao receber prêmio na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, o artista volta a Paris. Nesta nova estada no exterior, expõe em Londres, Nova York e realiza um painel para o Palais des Beaux-Arts de Bruxelas, em 1958. Bandeira permanece na França até 1959, quando retorna para uma temporada bem sucedida de exposições no Brasil, entre elas a grande individual no Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM/BA em 1960 e a 5ª e a 6ª Bienal Internacional de São Paulo. Seus quadros são cada vez mais gestuais, no entanto não se pode dizer que eles se tornem abstratos em sentido estrito.

Morre em Paris

Sua pintura segue com procedimentos da abstração gestual. No entanto, com base nesses procedimentos, o artista procura figuras que surgem entre estes traços e pinceladas. Diferente da pintura realista, o primeiro objetivo não é figurar. O artista encontra as figuras, na relação livre entre os elementos de seu trabalho, que de maneira aberta sugerem imagens de flores ou paisagens. Ainda no Brasil, em 1962, Bandeira começa a incorporar materiais pouco usuais em suas telas, distribuindo miçangas na superfície pintada. Mais tarde, de volta a Paris, o artista usa barbantes e isopor. Aparentemente, sua produção, por volta de 1966, diminui. Mas o artista segue pintando até dias próximos de sua morte, em 6 de outubro de 1967, em Paris.

CRONOLOGIA

Pintor, desenhista, gravador
1941 - Fortaleza CE - Colabora para a fundação do Centro Cultural de Belas Artes - CCBA

1945/1946 - Rio de Janeiro RJ - Vive nessa cidade
1946/1950 - Paris (França) - Viaja com bolsa de estudo
1949/1951 - Paris (França) - Funda com dois amigos o grupo Banbryols
1951 - Paris ( França) - Ilustra com uma gravura o livro de poemas Étrangère de Ribeiro Couto

1952 - São Paulo SP - Compõe um mural para a sede da Seção Paulista do IAB/SP
1954 - Ilustra os poemas de A Cidade - Suite de Amor e Secreta Esperança de Homero Homem

1954/1959 - Europa - Em 1954, com o Prêmio Fiat da 2ª Bienal Internacional de São Paulo
1955 - Faz a capa para o livro Borboleta Amarela de Rubem Braga

1958 - Bruxelas (Bélgica) - Realiza painel encomendado pelo Instituto Brasileiro do Café para o Palácio das Belas Artes na Exposição Universal e Internacional de Bruxelas

1959/1964 - Brasil - De volta ao Rio de Janeiro, faz viagens à Bahia e ao Ceará
1961 - Rio de Janeiro RJ - Lança um álbum com cinco litografias, texto e poema de sua autoria, editado pela galeria Bonino

1961 - João Siqueira filma o curta-metragem sobre a trajetória do artista
1962/1964 - Luiz Augusto Mendes filma o curta-metragem sobre o artista e sua obra

1964 - Ilustra o poema Canção para o mais triste maio de Manuel Bandeira
1996 - Rio de Janeiro RJ - É publicado o livro Antonio Bandeira, um raro, de autoria de Vera Novis

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1945 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no IAB/RJ - bolsa de estudo do governo francês
1950 - Paris (França) - Individual, na Galerie du XX Siècle
1951 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na ABI
1951 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP

1953 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
1954 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na ABI

1954 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
1955 - Londres (Inglaterra) - Individual, na Galeria Obelisk
1955 - São Paulo SP - Antonio Bandeira: guaches, no MAM/SP
1956 - Paris (França) - Individual, na Galerie Edouard Loeb
1957 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Gallery Seventy-Five
1960 - Salvador BA - Individual, no MAM/BA

1961 - Fortaleza CE - Individual, no Museu de Arte da UFCE
1961 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Gead
1961 - São Paulo SP - Antonio Bandeira: guaches, na Galeria São Luís
1962 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1963 - Fortaleza CE - Individual, no Museu de Arte da UFCE
1963 - Salvador BA - Individual, na Galeria Querino
1964 - São Paulo SP - Pintura de Antonio Bandeira: óleos e guaches, na Galeria Atrium

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1942 - Fortaleza CE - 1º Salão de Abril - medalha de ouro
1943 - São Paulo SP - 9º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia

1945 - Rio de Janeiro RJ - Grupo Cearense, na Galeria Askanasy
1947 - Paris (França) - Salão de Outono, no Grand Palais
1948 - Paris (França) - Salão de Arte Livre
1949 - Paris (França) - Grupo Banbryols, na Galerie des Deux-Iles
1951 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon
1951 - Rio de Janeiro RJ - 57º Salão Nacional de Belas Artes - Divisão Moderna, no MNBA - medalha de bronze
1952 - Paris (França) - 38º Salão de Maio
1952 - Paris (França) - Salon Réalités Nouvelles

1952 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1952 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ
1952 - Veneza (Itália) - 26ª Bienal de Veneza
1953 - Paris (França) - Salon Réalités Nouvelles

1953 - Petrópolis RJ - 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata, no Hotel Quitandinha
1953 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão de Naturezas Mortas, no Theatro Municipal
1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados - Prêmio Fiat
1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco, no Palácio da Cultura
1954 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1954 - Veneza (Itália) - 27ª Bienal de Veneza

1955 - Paris (França) - A Arte na França e no Mundo, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris
1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações

1956 - Paris (França) - Salon Réalités Nouvelles
1957 - Paris (França) - 50 Ans de Peinture Abstraite, na Galerie Greuze
1959 - Leverkusen (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1959 - Munique (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, na Kunsthaus
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1959 - Viena (Áustria) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1960 - Hamburgo (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Lisboa (Portugal) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1960 - Madri (Espanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Paris (França) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1960 - São Paulo SP - Coleção Leirner, na Galeria de Arte das Folha
1960 - Utrecht (Holanda) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1961 - Aschaffenburg (Alemanha) - Exposição Internacional de Aschaffenburg
1961 - Rio de Janeiro RJ - 1º O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana

1962 - São Paulo SP - Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP

1963 - Campinas SP - Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes
1963 - Crato CE - Civilização Nordeste, no Museu da Universidade do Ceará
1963 - Rio de Janeiro RJ - 1º Resumo de Arte JB, no Jornal do Brasil
1964 - Rio de Janeiro RJ - O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana
1964 - Veneza (Itália) - 32ª Bienal de Veneza

1965 - Bonn (Alemanha) - Arte Brasileira Atual
1965 - Bruxelas (Bélgica) - Artistes Latino-Américains, no Palais de Beaux-Arts

1965 - Londres (Inglaterra) - Brazilian Art Today, na Royal Academy of Arts
1965 - Madri (Espanha) - L'Oeil de Boeuf
1965 - New Orleans (Estados Unidos) - Artistas do Brasil
1966 - Bruxelas (Bélgica) - Arte Brasileira Contemporânea, no Palais de Beaux-Arts
1966 - Paris (França) - Artistes Brésiliens de Paris, na Galerie Debret
1966 - Rio de Janeiro RJ - Auto-Retratos, na Galeria Ibeu Copacabana

EXPOSIÇÕES PÓSTUMAS

1968 - Fortaleza CE - Individual, no Museu de Arte da UFCE
1968 - Paris (França) - Salon Comparaisons

1969 - Rio de Janeiro RJ - Antonio Bandeira: retrospectiva, no MAM/RJ
1970 - São Paulo SP - Pinacoteca do Estado de São Paulo 1970
1971 - Paris (França) - Bandeira à Paris, na Galerie Debret
1972 - São Paulo SP - A Semana de 22: antecedentes e conseqüências, no Masp

1976 - São Paulo SP - O Desenho Jovem dos Anos 40, na Pinacoteca do Estado
1977 - Rio de Janeiro RJ - Antonio Bandeira Caminho da Abstração.:
1977 - São Paulo SP - Mostra de Arte, no Grupo Financeiro BBI
1978 - São Paulo SP - As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall

1980 - São Paulo SP - Mestres do Abstracionismo Lírico no Brasil, na Galeria Eugenie Villien
1981 - Rio de Janeiro RJ - Universo do Carnaval: imagens e reflexões, na Acervo Galeria de Arte

1982 - Lisboa (Portugal) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna:
1982 - Londres (Inglaterra) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna:
1982 - Rio de Janeiro RJ - Universo do Futebol, no MAM/RJ
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1983 - Rio de Janeiro RJ - Auto-Retratos Brasileiros, na Galeria de Arte Banerj

1984 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata-Hotel Quitandinha 1953
1984 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand:
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras
1985 - Paris (França) - Mostra, na Galeria Broomhead
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 - Rio de Janeiro RJ - Seis Décadas de Arte Moderna: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1986 - Rio de Janeiro RJ - Coleção de Trinta Guaches de Antonio Bandeira: fase Paris, na Ralph Camargo Consultoria de Arte
1986 - Rio de Janeiro RJ - JK e os Anos 50: uma visão da cultura e do cotidiano, na Galeria Investiarte
1986 - São Paulo SP - Antonio Bandeira e Bernard Quentin, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1987 - São Paulo SP - O Ofício da Arte: pintura, no Sesc
1988 - São Paulo SP - A Mão Afro-Brasileira, no MAM/SP
1988 - São Paulo SP - MAC 25 anos: destaques da coleção inicial, no MAC/USP
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP
1989 - Fortaleza CE - Arte Brasileira dos Séculos XIX e XX nas Coleções Cearenses: pinturas e desenhos, no Espaço Cultural da Unifor

1989 - Lisboa (Portugal) - Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1990 - Rio de Janeiro RJ - Antonio Bandeira: guaches e aquarelas dos anos 50, na Bolsa de Arte

1991 - Curitiba PR - Museu Municipal de Arte: acervo, no Museu Municipal de Arte
1991 - Fortaleza CE - Scap: 50 anos, no Imperial Othon Palace Hotel
1991 - Rio de Janeiro RJ - Antonio Bandeira Guaches Inéditos: Coleção Particular.
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - Rio de Janeiro RJ - Natureza: quatro séculos de arte no Brasil, no CCBB
1992 - São Paulo SP - Primeiro Aniversário da Grifo Galeria de Arte, na Grifo Galeria de Arte
1992 - Zurique (Suíça) - Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus Zürich

1993 - São Paulo SP - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand
1993 - São Paulo SP - Obras para Ilustração do Suplemento Literário: 1956-1967, no MAM/SP

1994 - Rio de Janeiro RJ - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ
1994 - São Paulo SP - Arte Moderna Brasileira: uma seleção da Coleção Roberto Marinho, no Masp

1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP:
1997 - Porto Alegre RS - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa
1997 - Porto Alegre RS - Exposição Paralela, no Museu da Caixa Econômica Federal
1997 - São Paulo SP - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa
1997- São Paulo SP - Grandes Nomes da Pintura Brasileira, na Jo Slaviero Galeria de Arte

1998 - Curitiba PR - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa
1998 - Fortaleza CE - Individual, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
1998 - Rio de Janeiro RJ - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa
1998 - São Paulo SP - Coleção MAM Bahia: pinturas, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira:
1998 - São Paulo, SP - Coleção MAM Bahia: pinturas, no MAM/SP
1999 - Fortaleza CE - Antonio Bandeira: pinturas e desenhos, na Galeria Multiarte
1999 - Salvador BA - 60 Anos de Arte Brasileira, no Espaço Cultural da Caixa Econômica Federal
1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural
2000 - Brasília DF - Exposição Brasil Europa: encontros no século XX,
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, - Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 - Rio de Janeiro RJ - Quando o Brasil Era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, no Paço Imperial

2001 - Brasília DF - Coleções do Brasil, no CCBB
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2001 - São Paulo SP - 4 Décadas, na Nova André Galeria
2001 - São Paulo SP - Biografias Instantâneas, na Casa das Rosas

2002 - Niterói RJ - Arte Brasileira sobre Papel: séculos XIX e XX, no Solar do Jambeiro
2002 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira na Coleção Fadel:
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial

2002 - Rio de Janeiro RJ - Identidades: MAM - RJ
2002 - São Paulo SP - Espelho Selvagem: arte moderna no Brasil da primeira metade do século XX,
2002 - São Paulo SP - Modernismo: da Semana de 22 à seção de arte de Sérgio Milliet, no CCSP

2003 - Belém PA - 22º Salão Arte Pará, no Museu de Arte do Belém
2003 - Rio de Janeiro RJ - Autonomia do Desenho, no MAM/RJ
2003 - Rio de Janeiro RJ - Ordem x Liberdade, no MAM/RJ
2003 - São Paulo SP - Arteconhecimento: 70 anos USP, no MAC/USP
2004 - Rio de Janeiro RJ - O Século de um Brasileiro: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial
2004 - São Paulo SP - Abstração como Linguagem: perfil de um acervo, na Pinakotheke

2004 - São Paulo SP - Gesto e Expressão: o abstracionismo informal nas coleções JP Morgan Chase e MAM, no MAM/SP
2004 - São Paulo SP - Sala do Acervo, na Ricardo Camargo Galeria
2005 - Petrópolis RJ - Expresso Abstrato, no Museu Imperial
2005 - São Paulo SP - O Século de um Brasileiro: Coleção Roberto Marinho, no MAM/SP
[ Francisco Martins ]

 

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