Andy Warhol e pop art no Gran Palis
A mostra é repleta de celebridades, retratos era sua marca registrada. A exposição "Warhol's Wide World", aberta no dia 18, traz cerca de 140 retratos de atores, atrizes e personalidades diversas do "jet set" mundial feitas pelo por Andy entre os anos 1960 e sua morte, em 1987. Tendo como base fotos existentes ou criadas com uma câmera Polaroid todas feitas sob medida para ele, os retratos criados por Andy Warhol [1928-77]com cores estridentes, imortalizou-se e imortalizou pessoas como Marilyn Monroe, Jacqueline Kennedy ou Saint Laurent e Mick Jagger [desatque], que viraram ícones no moderno culto às celebridades tanto quanto sua cria, Warhol. Seu trabalho mais comentado, latas de sopa Campbell's, estão entre seus trabalhos mais conhecidos. A restrospectiva está cotada como uma das maiores desse ano em Paris.
O grande espaço do Grand Palais, criado para a Exposição Mundial de 1900, está forrada de retratos de alguns dos rostos mais famosos desse e do século passado. A exposição também inclui vários retratos encomendados - ao custo de até US$ 25 mil cada. A série de retratos com Saint Laurent, 1974, não pode ser exposta por causa de pendencia judicial. A polêmica só apimentou a exposição, e atrairá multidões. A mostra fica no Grand Palais até 13 de julho.albane@claudinecolin.com [Bureau de imprensa]Tél. : 01 42 72 60 01 Mostra revela fotos inéditas de invasão dos Beatles e Stones nos EUA

Em setembro de 1964, o furacão Dora obrigou os Beatles a trocarem o plano de férias em um iate por mini-férias em Key West, na Flórida.Uma série de 50 fotos inéditas - que permaneceram guardadas em uma bolsa por mais de quatro décadas - mostram o lado mais íntimo e irreverente de duas das maiores bandas de rock na história, os Beatles e os Rolling Stones. As fotos foram tiradas pelo americano Bob Bonis, o tour manager que acompanhou as bandas em suas primeiras turnês pelos Estados Unidos, entre 1964 e 1966.
Foram essas turnês - e aparições no rádio e na TV - que acabaram consolidando o sucesso estrondoso das duas bandas no país e no mundo. Bonis era um fotógrafo amador e a maioria das fotos registram integrantes das bandas relaxando em hotéis ou nos camarins de locais shows.
Ele morreu em 1991 e nunca exibiu essas fotos. Elas foram encontradas em um sótão, pelo seu filho, que resolveu divulgá-las. Elas serão apresentadas em uma exposição na Not Fade Away Gallery, em Nova York, chamada "The British Are Coming: The Beatles and The Rolling Stones 1964 - 66" ("Os Britânicos estão chegando: Os Beatles e os Rolling Stones 1964 - 1966").
FONTE: http://www.bbcbrasil.com.br/
Andy Warhol e pop art no Gran Palis
A mostra é repleta de celebridades, retratos era sua marca registrada. A exposição "Warhol's Wide World", aberta no dia 18, traz cerca de 140 retratos de atores, atrizes e personalidades diversas do "jet set" mundial feitas pelo por Andy entre os anos 1960 e sua morte, em 1987. Tendo como base fotos existentes ou criadas com uma câmera Polaroid todas feitas sob medida para ele, os retratos criados por Andy Warhol [1928-77]com cores estridentes, imortalizou-se e imortalizou pessoas como Marilyn Monroe, Jacqueline Kennedy ou Saint Laurent e Mick Jagger [desatque], que viraram ícones no moderno culto às celebridades tanto quanto sua cria, Warhol. Seu trabalho mais comentado, latas de sopa Campbell's, estão entre seus trabalhos mais conhecidos. A restrospectiva está cotada como uma das maiores desse ano em Paris.
O grande espaço do Grand Palais, criado para a Exposição Mundial de 1900, está forrada de retratos de alguns dos rostos mais famosos desse e do século passado. A exposição também inclui vários retratos encomendados - ao custo de até US$ 25 mil cada. A série de retratos com Saint Laurent, 1974, não pode ser exposta por causa de pendencia judicial. A polêmica só apimentou a exposição, e atrairá multidões. A mostra fica no Grand Palais até 13 de julho.albane@claudinecolin.com [Bureau de imprensa]Tél. : 01 42 72 60 01 Mostra revela fotos inéditas de invasão dos Beatles e Stones nos EUA

Em setembro de 1964, o furacão Dora obrigou os Beatles a trocarem o plano de férias em um iate por mini-férias em Key West, na Flórida.Uma série de 50 fotos inéditas - que permaneceram guardadas em uma bolsa por mais de quatro décadas - mostram o lado mais íntimo e irreverente de duas das maiores bandas de rock na história, os Beatles e os Rolling Stones. As fotos foram tiradas pelo americano Bob Bonis, o tour manager que acompanhou as bandas em suas primeiras turnês pelos Estados Unidos, entre 1964 e 1966.
Andy Warhol e pop art no Gran Palis
Foram essas turnês - e aparições no rádio e na TV - que acabaram consolidando o sucesso estrondoso das duas bandas no país e no mundo. Bonis era um fotógrafo amador e a maioria das fotos registram integrantes das bandas relaxando em hotéis ou nos camarins de locais shows.Ele morreu em 1991 e nunca exibiu essas fotos. Elas foram encontradas em um sótão, pelo seu filho, que resolveu divulgá-las. Elas serão apresentadas em uma exposição na Not Fade Away Gallery, em Nova York, chamada "The British Are Coming: The Beatles and The Rolling Stones 1964 - 66" ("Os Britânicos estão chegando: Os Beatles e os Rolling Stones 1964 - 1966").
PARIS – FRANÇA - O Museu do Louvre apresenta desde a desta quinta-feira,19, a exposição O Funeral da Mona Lisa, do artista contemporâneo franco-chinês Yan Pei-Ming, e principal obra traz imagem de Mona Lisa com tinta escorrendo pelo rosto. Uma tela monumental em cinza e branca, composta por cinco telas com cerca de 3m de altura, cada, e um total de 17m de comprimento, apresenta a famosa imagem da Mona Lisa com uma tinta escorrendo pelo seu rosto e corpo, como se estivesse chorando e também ferida na testa. Ao lado da tela de Mona Lisa, que se encontra no centro da obra, crânios humanos espalhados. Já nas extremidades, o retrato do pai de Yan Pei-Ming, falecido recentemente, e do próprio artista que finge estar morto. Segundo o pintor "Todos os pintores expostos no Louvre estão mortos e por isso fiz meu auto-retrato fingindo que estou morto. É uma alusão à vida e à morte", diz o artista. A exposição faz parte da iniciativa do Museu do Louvre, adotada há alguns anos, de expor obras de artistas contemporâneos.
O Artista diz que se inspirou na popularidade da obra de Da Vinci. Também conta que os crânios humanos que integram as paisagens da obra foram feitos a partir de imagens de crânios reais escaneados. Ainda segundo o artista, foi a popularidade do quadro de Leonardo Da Vinci na China que o inspirou. "Na China, a Mona Lisa é a unica imagem da pintura antiga que é conhecida e por isso a conheço perfeitamente", disse Pei-Ming, que vive na França desde 1980. O artista é famoso por seus imensos retratos de Buda e Mao Tse-Tung, e mais recentemente, do presidente norte-americano Barack Obama e do republicano John McCain, rival de Obama durante a campanha eleitoral nos Estados Unidos. MAIS http://www.louvre.fr/llv/commun/home.jsp
"O Funeral da Mona Lisa"
A mostra fica em cartaz até 19 de maio
Francis Bacon - retrospectiva
Uma ampla retrospectiva sobre a obra de Francis Bacon está em cartaz no Museu do Prado, em Madrid - Espanha, em comemoração aos 100 anos do artista.
A mostra é quase uma ode ao isolamento, ao grito ou deformação. São 78 obras do pintor Irlandês e sua arte visceral fascinando os europeus. Mistura entre animais e humanos, bocas abertas e temas de guerras são figuras do cotidiano artístico de Bacon. O artista conseguiu a total deformação da figura e assim trazer às telas o horror em escala micro e macro. As 78 obras entre pinturas, documentos, desenhos e fotografias provocam filas para ver a mostra sediada no moderno anexo do Museu do Brado. A exposição não seria novidade para Bacon que teve sua consagração em vida, e completaria 100 anos em 2009. Ele mais ansiava pelo esquecimento, mas a cada dia suas obras geram um tipo de fascínio e ainda permanece incólume o artista.
Sob curadoria de Cris Stephens e Matthew Gale, a abertura da exposição começa com "Três Estudos Para Figuras ao pé de Uma Cruxificação", é um tríptico de 1944. No fundo laranja da tela figuras grotescas e deformadas como se os humanos tivessem bocas de animais. A retrospectiva também apresenta a obra rara "Estudos para Retrato de Van Gogh", de 1957. Em suas pinturas, quase sempre de grande formato, retratos e autorretratos em tríptico estão nessa que é mais completa mostra sobre Bacon. Cada uma das suas obras existem passagens intrigantes como por exemplo uma feita a partir das versões de telas do Papa Inocêncio X [1650], de Velázquez, onde mostra um olhar carrancudo do papa. Já o retrato de Isabel Rawsthorne mostra-a com pés de humano e de animal, figura distorcida em mais uma obra intrigante do irlandês.
Outro tema preferido e não menos intrigante de Francis Bacon é o tema da cruxificação. A partir de tiras de carne pendurada nos açougues, nas distorções, vislumbra a vulnerabilidade do corpo humano; segundo o próprio Bacon. Sua incursão pictórica é não somente influenciada pela história das artes plásticas, mas também pela história da fotografia e do cinema. Uma sequência fotográfica, com base no movimento de Eadweard Muybridge e os fotogramas do filme ' Encouraçado Potemkin', 1927, documentam o amplo legado do artista. Mas, na verdade, sua arte é um resumo das influências: Velázquez, El Greco e Goya. Francis Bacon nasceu em 1909, e faleceu em 28 de abril de 1992, em Madrid. Exposição fica em cartaz até 3 de febrero – 19 de abril 2009
Francis Bacon - retrospectiva
Uma ampla retrospectiva sobre a obra de Francis Bacon está em cartaz no Museu do Prado, em Madrid - Espanha, em comemoração aos 100 anos do artista.A mostra é quase uma ode ao isolamento, ao grito ou deformação. São 78 obras do pintor Irlandês e sua arte visceral fascinando os europeus. Mistura entre animais e humanos, bocas abertas e temas de guerras são figuras do cotidiano artístico de Bacon. O artista conseguiu a total deformação da figura e assim trazer às telas o horror em escala micro e macro. As 78 obras entre pinturas, documentos, desenhos e fotografias provocam filas para ver a mostra sediada no moderno anexo do Museu do Brado. A exposição não seria novidade para Bacon que teve sua consagração em vida, e completaria 100 anos em 2009. Ele mais ansiava pelo esquecimento, mas a cada dia suas obras geram um tipo de fascínio e ainda permanece incólume o artista.
Sob curadoria de Cris Stephens e Matthew Gale, a abertura da exposição começa com "Três Estudos Para Figuras ao pé de Uma Cruxificação", é um tríptico de 1944. No fundo laranja da tela figuras grotescas e deformadas como se os humanos tivessem bocas de animais. A retrospectiva também apresenta a obra rara "Estudos para Retrato de Van Gogh", de 1957. Em suas pinturas, quase sempre de grande formato, retratos e autorretratos em tríptico estão nessa que é mais completa mostra sobre Bacon. Cada uma das suas obras existem passagens intrigantes como por exemplo uma feita a partir das versões de telas do Papa Inocêncio X [1650], de Velázquez, onde mostra um olhar carrancudo do papa. Já o retrato de Isabel Rawsthorne mostra-a com pés de humano e de animal, figura distorcida em mais uma obra intrigante do irlandês.
Outro tema preferido e não menos intrigante de Francis Bacon é o tema da cruxificação. A partir de tiras de carne pendurada nos açougues, nas distorções, vislumbra a vulnerabilidade do corpo humano; segundo o próprio Bacon. Sua incursão pictórica é não somente influenciada pela história das artes plásticas, mas também pela história da fotografia e do cinema. Uma sequência fotográfica, com base no movimento de Eadweard Muybridge e os fotogramas do filme ' Encouraçado Potemkin', 1927, documentam o amplo legado do artista. Mas, na verdade, sua arte é um resumo das influências: Velázquez, El Greco e Goya. Francis Bacon nasceu em 1909, e faleceu em 28 de abril de 1992, em Madrid.
A instalação com cruzes também traz os nomes e procedência de imigrantes que morreram ao tentar passar para o outro lado. "Minha obra é um organismo vivo que evolui como a cerca fronteiriça", afirma a fotógrafa. ""As crianças crescem ao seu lado. Chegam a vê-la como uma jaula que fecha um grande jardim proibido", diz Fernández.Maria Teresa Fernández é uma fotógrafa mexicana radicada nos Estados Unidos, e retrata vida na na fronteira entre o México e os Estados Unidos nos últimos 17 anos. A exposição encontra-se na Escola de Comunicação Annenberg da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, mostram o reencontro de familiares dos dois lados da cerca, e como os povos locais lidam com a separação física.

Entre os temas e personagens da obra da fotógrafa, estão um grupo de imigrantes prestes a cruzar a fronteira, os murais e instalações que lembram os milhares de mortos na tentativa. São famílias que compartilham o almoço de domingo pelas frestas da cerca, ou crianças que brincam de tocar o solo americano em frente à patrulha da fronteira. A mostra "Cerca de la Cerca", ou "Perto da Cerca", em tradução literal, reúne 80 fotos tiradas desde 1991, quando o obstáculo começou a ser construído. A fotógrafa se concentrou no extremo oeste da "cerca", onde ela encontra o Oceano Pacífico, separando a cidade mexicana de Tijuana do chamado "Parque de la Amistad", nos Estados Unidos.

