Revelando, imortalizando histórias e talentos
3.4.09

Quatro pintores homenageiam Wesley Duke Lee um dos responsáveis pela atualização da arte contemporânea no Brasil.

Discípulos de Wesley Duke Lee apresentam mostra no Centro Universitário Maria Antônia recriam clima do ateliê local de encontro e aprendizado entre nos anos 1963 a 1968. Carlos Fajardo, Luiz Bavarelli, José Resende e Frederico Nasser, estiveram lado a lado com o mestre da pop art no Brasil, Duke Lee, 77. Os quatro pintores revivem o ambiente do ateliê onde estudaram e as influências do mestre em suas pinturas. Assim como Duke Lee, os quatro artistas participantes da mostra se tornaram relevantes na cena pictórica brasileira. Juntamente com Fajardo, Nelson Leirner, Geraldo de Barros e José Resende, fundou o grupo Rex, com características anárquicas, que tinha como ponto de partida o retorno da figuração e a vertente brasileira na pop art.
Assim como seu mestre, os quatro artistas envolvidos na mostra tem como ponto de partida para suas obras o desenho com noção expandida, estilo difundido por Lee, e algo visível no trabalho lúdico de Frederico Nasser e nas paisagens de Baravelli. Destaque para a presença da polêmica obra "Ligas", de Wesley Duke Lee, que fora recusado pela Bienal de São Paulo de 1961, e apresentada no João Sebastião Bar, na rua Major Sertório - centro da cidade, consta da exposição. Outra tela importantes do artista “A Zona”, 1967, reina imponente também. O pintor Wesley Duke Lee está com 77 anos, e luta contra o mal de Alzheimer.
 

Duke Lee, Baravelli, Fajardo, Nasser e Resende
Centro Universitário Maria Antônia
Rua Maria Antônia 294 - consolação
Ter. à sex., das 12h00 às 21h00
Sáb. e dom. das 10h00 às 18h00
[55/11] 3255-7182
De 02/04 à 31/05 - grátis
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 18:16  comentar

Ela foi líder de organizações criminosas como Colina, Polop, pegou em armas e é acusada de ter cometido até assalto à casa de um governador, assalto ao Banespa entre outros. Hoje, atua como principal personagem do presidente Lula e poderá ser a presidenta do País, a sua presidenta. Seria essa a meta dos criminosos do País, a busca pela presidência do País ?

 

Dilma Vana Rousseff Linhares nasceu em Belo Horizonte, MG, em 14 de dezembro de 1947, formou-se- em economista e política brasileira. Seu cargo vem mais pela filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT) do que mesmo por competência. Dilma foi a primeira mulher a ser nomeada ministra-chefe da Casa Civil, e vem exercendo o cargo desde 21 de junho de 2005. Desde meados de dezembro de 2008, o atual presidente, Lula, vem destacando-a em palanques como a pessoa mais cotada a ser o candidato apoiado pelo governo para as eleições à Presidência da República, em 2010.

Biografia

Filha do advogado e empreendedor búlgaro que se naturalizou brasileiro Pedro Rousseff { búlgaro: Петър Русев, Pétar Russév)[1][2] e de uma dona-de-casa Dilma Coimbra da Silva. Quando tinha 15 anos, ela trocou o tradicional Colégio Sion, onde as alunas falavam francês com professoras, pelo Colégio Estadual, com educação mista onde se geravam contestações. Segundo ela, foi nesta escola que ficou que aprendeu a ‘arte da subversão’ e pode perceber que o mundo não um conto "debutante". Graduada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e mestrado em Ciências Econômicas na área de Teoria Econômica pela Universidade Estadual de Campinas e mais doutorado em Ciências Sociais na área de Teoria Monetária e Financeira, também pela Unicamp.

Juventude

Na década de 60, durante o regime militar, Dilma Rousseff entrou na luta armada, escondida sob os codinomes: Estela, Luísa e Vanda, atuou em todos os movimentos subversivos imagináveis, com passagens criminosas em organizações clandestinas, guerrilheira e terroristas de esquerda ultra radical. Entre as facções criminosas: Política Operária (POLOP), Vanguarda Popular Revolucionária e o Comando de Libertação Nacional (COLINA)[6]. Tudo documentado em sua ‘capivara’ sua ficha criminal na Polícia paulista, nos arquivos do DOI-CODI. Os documentos estão à disposição de quem quiser conhecer o passado de muitos dos governantes, dão conta que Dilma participou, na época, do roubo de um cofre pertencente ao ex-governador de São Paulo Ademar de Barros {em 18 de junho de 1969}, no Rio de Janeiro, de onde foram roubados 2,6 milhões de dólares.
A ministra guerrilheira usa a tática de negar até à morte mesmo que à luz de documentos. De acordo com ela, "essa história foi difundida, mas na época eu não participei nem planejei o assalto ao cofre do Ademar", se defende Dilma. Nos 1970 e 1973 esteve presa nos órgãos públicos de repressão à luta armada e ao terrorismo, quando alega ter sido torturada. Em dezembro de 2006, a Comissão Especial de Reparação da Secretaria de Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro deu parecer favorável ao pedido de indenização por parte de Dilma e outras dezoito pessoas presas em dependências de órgãos policiais do governo estadual paulista na década de 70.
Carreira política

Entre uma negativa e outra, os antigos terroristas brasileiros se dão bem, estão sempre bem amparados pelo corporativismo de companheiros de vidas tão irregulares quanto. Achou no PTB sua alma gêmea, e participou da reestruturação do partido, vinculada ao grupo de Leonel Brizola. Foi secretária de Minas e Energia durante o governo Alceu Collares no estado do Rio Grande do Sul, entre 1991 e 1995. Em 1998, o petista Olívio Dutra ganhou as eleições para o governo gaúcho com o apoio do PDT no segundo turno, e Dilma retornou à Secretaria de Minas e Energia. No final de 1999, o PDT deixou o governo de Olívio Dutra e exigiu de seus filiados a entrega dos cargos. Dilma saiu do PDT e filiou-se ao PT continuando no governo a exemplo do que também fizeram Emília Fernandes, Milton Zuanazzi e Sereno Chaise.Dilma Rousseff integra o Governo Lula desde o seu início, em 1° de janeiro de 2003, como ministra de Minas e Energia. Trocou de cargo, passando a chefiar a Casa Civil em 21 de junho de 2005, no lugar de José Dirceu, que deixou o ministério por estar envolvido em acusações de corrupção no caso Mensalão. Uma substituição estratégica de Lula pois a vida de Dirceu e Dilma são semelhantes do início ao fim.

Uma vez guerrilheira, sempre guerrilheira

Dilma Rousseff foi acusada de criar um dossiê criminoso onde tinha como principal meta atingir o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e familiares. Em entrevista coletiva em 4 de abril, ela reconheceu a feitura do banco de dados, mas como guerrilheira jamais assumes seus atos criminosos, então, descartou a conotação política do mesmo. Em 7 de abril, a Polícia Federal (PF) decidiu investigar o caso. Dilma tentou sair como vítima, prática dos terroristas e disparou “ Eu fui barbaramente torturada, senador. Qualquer pessoa que ousar falar a verdade para os torturadores, entrega os seus iguais. Eu me orgulho muito de ter mentido na tortura, senador. Se lhe orgulha por que recebe dinheiro da população como pagamento ! Em troca de favores, acharam um bode pelo vazamento, que segundo a Polícia Federal teria sido foi o funcionário da Casa Civil José Aparecido Nunes.

Caso Varig

Em junho de 2008, a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil [Anac] Denise Abreu confirmou em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", que a Casa Civil favoreceu sim a venda da VarigLog e da Varig ao fundo norte-americano Matlin Patterson e aos três sócios brasileiros.
Abreu foi pressionada por Dilma a desmentir o que disse na entrevista, como cedeu, teve de deixar o cargo em agosto de 2007. Entre as acusações feitas durante a CPI do Apagão Aéreo, relatou que a ministra Dilma Rousseff e a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, a pressionaram a tomar decisões favoráveis à venda da VarigLog e da Varig, obrigando-a não que Erenice exigisse os documentos necessários. Mais uma vez a velha guerrilheira Dilma negou as acusações.

Vida particular

O seu primeiro marido foi o jornalista mineiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares, que levou Dilma, com vinte anos de idade, para a militância política.No fim da década de 1970, pediu o divorcio, e mudou-se para o Rio Grande do Sul, Porto Alegre, encantada pelo próximo marido o ex-guerrilheiro e ex-deputado gaúcho Carlos Franklin Paixão de Araújo, com quem teve uma única filha, Paula. O guerrilheiro marido de Dilma, preso em São Paulo, foi transferido para seu estado natal para completar a pena. Para vê-lo, Dilma travestiu-se de cordeirinha e passou a dar aulas para presidiários, e assim podia ver Araújo. Atualmente estão divorciados.
Apoiada pelo pulha, tanto quanto ela, o agora, ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi eleita ao cargo máximo do País, que assumirá neste sábado 01/01/2011. Tudo isso  fazendo valer a velha máxima: o crime compensa. Lanço um desafio: suje seu nome com R$ 100,00 e tente achar  emprego. Ou então furte uma lata de óleo ou um pacote de fraldas para sentir o que vai acontecer.
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 18:15  comentar

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