Revelando, imortalizando histórias e talentos
7.5.09

Show de música que contará a história do surgimento do Blues acontecerá após workshop de gaita.
 

A Estação Cultural realizará no dia 21 de maio o evento "Resgatando a História do Blues", que se dividirá em duas etapas: workshop introdutório à gaita, às 17h00 e show musical, às 19h30. Workshop de gaita Cada participante ganhará uma gaita e aprenderá os fundamentos que permitem a construção das primeiras músicas, assim como a possibilidade de encontrar novos conhecimentos, ampliar seus estudos e se tornar um músico.A gaita, um instrumento muito presente na música hoje, teve início no blues e no bluegrass e permite que um iniciante já tenha sucesso com os primeiros temas em poucas horas de estudo. Isso faz com que um workshop introdutório à gaita seja bastante produtivo.

Apresentação Musical

Logo após, às 19h30, com entrada gratuita à comunidade, haverá a apresentação musical da banda de Paulo Gazela, com um roteiro que contará a história do surgimento do Blues e fará um paralelo com a conquista da igualdade social pelos negros e excluídos no começo do século XX, através de uma encenação. Para este segundo evento não é necessário fazer a inscrição antecipadamente.

Durante o show, a banda executará um repertório de músicas compostas de 1910 a 1950, como Hard Times Killing Floor, Nehemiah Curtis "Skip" James (1902-1969); Good Morning Blues, Huddie William Ledbetter "Leadbelly", (1888-1949); You'll be mine, composição de William James "Willie" Dixon (1915-1992), versão de Chester Arthur Burnett [destaque]"Howlin' Wolf" (1910-1976); My John the Conquer Root, composição de William James "Willie" Dixon (1915-1992), versão de McKinley Morganfield "Muddy Waters" (1913-1983) e Too Late, composição de William James "Willie" Dixon (1915-1992), versão de Marion "Little Walter" Jacobs.
 
{Fonte: Carlos Guimarães - www.negociosantigos.com.br
 

Serviços:

"Resgatando a História do Blues" - dia 21 de maio de 2009
 
Workshop introdutório à gaita - 17h00
Apresentação musical da banda de Paulo Gazela - 19h30

Local: Estação Cultural
 
Av. Tiradentes nº 02 - Centro - Santa Bárbara d'Oeste - interior paulista > telefone 3455-4833
 

Som Metal faz concerto no MCB

 
Grupo instrumental Som Metal faz concerto no MCB

Quem pensa que os instrumentos de metal são apenas para acompanhar violinos, violoncelos e violas em orquestra sinfônica, terá uma grande surpresa no concerto do grupo Som Metal, a ser realizado no domingo, 17 de maio, às 11h, no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura.
O grupo se apresentará com cinco integrantes, formado por trompetes, trombones, trompa e tuba, e executará um repertório que começa com música renascentista, passa pela barroca e clássica, e chega ao moderno. Integrantes: Otavio Nestares e Pedro Francisco dos Santos (trompetes); Tiago Azevedo de Araújo (trombone); Marcos Gomes Tudeia (tuba); e Daniel Herreras (trompa).
Programa:
Renaissance Dances (Tylman Sussato); Canzona Nº 2 (G. Gabrieli); Fuga in G Menor (J. S. Bach); Canon (Johann Pachelbel); Exerpts from Beethoven's 9th (Arr. Arthur Franckepohl); Eine Kleine Nachtmusik, pequena serenata noturna (W. A. Mozart); Simple Gift (Aaron Copland); Pop Suite (Arthur Franckenpohl); Quintet (Michael Kamen); West Side Story (Leonard Bernstein); Maria, Tonight, Somewhere; Blues For Brass (Antonio C. Neves); La Cumparsita (M. Rodrigues); Theme from New York, New York.
O projeto Música no Museu está consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.
Ainda raros no Brasil, os grupos com uma formação composta apenas por metais são muito comuns na Europa e nos Estados Unidos. Criado em março de 2006, o Som Metal surgiu da vontade de jovens músicos profissionais de promover a cultura e diversificar o cenário musical no Brasil usando uma formação orquestral tão pouco divulgada no país. Originalmente o grupo conta com 12 músicos, todos jovens músicos de importantes grupos profissionais como Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra de Sopros de Tatuí e Orquestra Sinfônica de Santo André, o Som Metal executa um vasto e fascinante repertório para instrumentos de metais.
O grupo Som Metal já se apresentou em concertos no Teatro São Pedro, Auditório do MASP, na Semana dos Instrumentos de Sopro em Cubatão e no Festival de Inverno de Campos de Jordão, onde se apresentou no master class do renomado grupo alemão “German Brass”. O grupo já recebeu elogios de músicos e maestros de todo o país e do mundo.

Serviço

Música no Museu – “Som Metal no Museu da Casa Brasileira”
Domingo, 17 de maio, às 11h Entrada franca
Duração: 60 min
Capacidade: 230 lugares
Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705
Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano www.mcb.org.br
Estacionamento: R$ 10,00
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00
Gratuito domingos e feriados
Acesso para pessoas com deficiência.
Visitas monitoradas: 3032-2564

Informações para a imprensa:

Menezes Comunicação - Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato:Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br

Luisa Riekes
Menezes Comunicação
Av. Pedroso de Moraes, 631 cj 93
05419-000 - São Paulo - SP
tels. 11 3815-0381 / 1243
luisa.menezescom@uol.com.br
 

Quatro a Zero faz show no MCB com choro reinventado para o CD Porta Aberta Com obras de compositores do interior paulista, recriadas de forma inventiva para o CD Porta Aberta: Memórias do Choro Paulista, o grupo Quatro a Zero faz uma apresentação no domingo, 10/5, às 11h, no projeto Música no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura.


 

 
Integrado por Daniel Muller (piano acústico e elétrico), Danilo Penteado (baixo elétrico e cavaco), Eduardo Lobo (guitarra elétrica) e Lucas da Rosa (bateria e percussão), o Quatro a Zero faz música instrumental, em especial o choro, numa reverência aos grandes mestres que construíram a história deste gênero, ao lado dos arranjos sempre coletivos, bem-humorados e abertos à improvisação, que atribui originalidade ao som do grupo. Repertório: A Criminosa (Hugo Bratfisch); Cabo Pitanga (Laércio de Freitas); O Gato e o Canário (Pixinguinha); Venenoso (Nabor Pires Camargo); Bicho Mau (Nabor Pires Camargo); Matando Saudades (Nabor Pires Camargo); Buliçoso (Sérgio Belluco); Bolacha Queimada (Radamés Gnattali); Camondongas (Laércio de Freitas); Flamengo (Bomfiglio de Oliveira); Bafo De Onça (Zequinha de Abreu); Tico Tico no Fubá (Zequinha de Abreu).
 
O projeto Música no Museu está consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados. Por dois anos, o grupo dedicou-se à pesquisa dos desdobramentos históricos do choro no interior paulista, berço de grandes compositores e instrumentistas. A partir deste trabalho é que nasceu o CD Porta Aberta: Memórias do Choro Paulista, reunindo obras de compositores de Guaratinguetá, Indaiatuba, Santa Rita do Passa Quatro, Piracicaba, Campinas e Leme, num repertório que abrange obras desde o final do século XIX (Bafo de Onça, de Zequinha de Abreu) até os dias atuais (Choro da Clara, de Nailor Proveta). Lançado em 2008 pelo Selo Cooperativa com financiamento do Programa de Ação Cultural 2007, da Secretaria do Estado da Cultura, e da Prefeitura de Campinas, pelo Fundo de Investimento Cultural.

 
Cada um dos choros escolhidos foi recriado, de forma inventiva, à moda Quatro a Zero. De sua origem, em 2001, aos dias atuais, o Quatro a Zero delineou uma rica trajetória de amadurecimento e colhe crescente repercussão. Apresentou-se, até aqui, mais de uma centena de vezes em mais de 50 cidades brasileiras, de Porto Alegre (RS) a Boa Vista (RR). Conquistou, em 2004, o 2º lugar no 7º Prêmio Visa de Música Brasileira e lançou no ano seguinte seu primeiro CD, o elogiado “Choro Elétrico”. Em 2006, o grupo passou por uma fase de imersão na música de Radamés Gnattali, que resultou num show em homenagem ao centenário de nascimento do maestro, com as participações de Toninho Ferragutti e Rafael do Santos. Participou ainda de projetos culturais importantes como o Pixinguinha, excursionando pela região norte do país, o Circuito Instrumental Universitário, apresentando-se por todo o Brasil ao lado do grande bandolinista Joel Nascimento, e mais recentemente o projeto Relendo o Choro, do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.
 
Eduardo Lobo - Iniciou seus estudos em Curitiba, onde entrou em contato com a música brasileira. Formou-se no curso de música popular da Unicamp em 2004. Participa de grupos de samba e choro, como violonista de 7 cordas; integra como guitarrista, o grupo Carretel, de música instrumental improvisada; faz parte também de um duo de guitarra e marimba, cujo foco é a pesquisa de repertório erudito e popular para esta formação. Desde 2006, dedica-se ao estudo do violão na Escola Municipal de São Paulo, sob orientação professor Henrique Pinto.

 
Danilo Penteado - Nascido em Itatiba, SP, é bacharel em Música Popular pela Unicamp. Estudou com Conrado Paulino no Clam em São Paulo e com Victor Wooten no Bass/Nature Camp em Nashville (EUA). Tocou em festivais internacionais, como o Havana Jazz Plaza em Cuba e o Nuits Atypiques, em Langon (França). Integra os grupos Compay Tumbao, Gafieira Camisa Amarela e Fina Estampa.
 
Daniel Muller- Natural de Jundiaí, interior de São Paulo, é mestre em música pela Universidade Estadual de Campinas. Integra o grupo À Deriva, voltado para a improvisação livre, que lançou seu segundo CD em 2008, e o Conversa Ribeira, trio que realiza novas leituras para canções tradicionais do interior de São Paulo, numa síntese com o jazz e a música erudita. Este grupo lançou seu primeiro CD em 2008, viajou por todo o Brasil e realizou concertos em Portugal. Ao mesmo tempo, desenvolve trabalho de pesquisa acadêmica, investigando temas relacionados à música instrumental brasileira.
 
Lucas da Rosa - Estudou música na Udesc em Florianópolis (SC). É graduado em música popular e percussão erudita pela Unicamp. Atua como percussionista em orquestras da região de Campinas e Florianópolis. Lançou o CD "Imagens" (2006) ao lado do Grupu, com quem representou o Brasil em festivais internacionais de percussão (Croácia e EUA). Lançou em 2008 seu primeiro CD com o Núcleo de Samba Cupinzeiro, e o CD "Abrideira" com o grupo Fina Estampa, que contou com a participação de Itiberê Zwarg, Jayme Vignoli e Maurício Carrilho, apresentando uma linguagem camerística e contemporânea do choro. É professor da Escola Americana de Campinas e é mestrando do curso de Música da Unicamp.
 
Serviço
 
Música no Museu – “Quatro a zero toca choro do CD Porta Aberta”
Domingo, 10 de maio, às 11h - Entrada franca
Duração: 60 min - Capacidade: 230 lugares

 
Local:
Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705 Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano Site: http://www.mcb.org.br/ Estacionamento: R$ 10,00Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00
Gratuito domingos e feriados
Acesso para pessoas com deficiência.
Visitas monitoradas: 3032-2564 Negrito
 
Informações para a imprensa:
 
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946 - Contato:Letânia Menezes/Silvana Santana Luisa RiekesMenezes
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 21:17  comentar

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