Revelando, imortalizando histórias e talentos
14.5.09

CONTINUAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO

 

17 SEXTA 17h


 

Palácio Boa Vista


 

MÚSICA DE CÂMARA


 

Piazzola


 

História do tango


 

MAURICE RAVEL


 

Duo


 

Debussy


 

Danças sacras e profanas


 

Marcel Dautremer


 

Recitativo e improviso


 

C. Saint - Saëns


 

Sonata 1º e 2º  mov.


 

FRANCIS POULENC


 

Trio


 

17 Sexta 21h


 

Auditório Claudio Santoro


 

NELSON FREIRE piano
 

SCHUMANN


 

Papillons op.2


 

BRAHMS


 

Sonata op.2 em fá sustenido menor


 

                    I I


 

CHOPIN


 

2 Noturnos - em sol maior op.37 n°2


 

                 - em dó menor op.48 n°1


 

                 - Scherzo n°4 em mí maior op.54


 

DEBUSSY


 

4 Prelúdios (1°livro)


 

n°4 \\\"Les sons et les parfums tournent dans l\\\'air du soir\\\"


 

n°5 \\\"Les Collines d\\\'Anacapri\\\"


 

n°8 \\\" La fille aux cheveux de lin\\\"


 

n°12 \\\"Ministrels\\\"


 H. VILLA-LOBOS


 

Prelúdio da Bachiana n°4


 

A Lenda do Caboclo


  

18 SÁBADO 12h30


 

Praça do Capivari


 

GRUPO DE METAIS DO FESTIVAL


 

Programa a ser definido


 

18 SÁBADO 16h


 

Praça do Capivari


 

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SANTOS


 

Luiz Gustavo Petri regente


 Fauré


 

Pelléas et Melisande


 Heitor Villa Lobos


 

Bachianas 2 e 7 (com harpa)


 

18 SÁBADO 17h


 

Palácio Boa Vista


 

MÚSICA DE CÂMARA


 

HENRI DUTTILLEUX


 

Sonatina


 

Sarabande et cortège


 

Ainsi la nuit


 

Sonata


 

18 SÁBADO 21h


 

Auditório Claudio Santoro


 

MÚSICA DE CÂMARA SOLISTAS DO CONSERVATÓRIO DE PARIS


 

Programa a ser definido


 

19 DOMINGO 12h30


 

Praça do Capivari


 

ORQUESTRA GRUPO PÃO DE AÇÚCAR


 

Regência: Maestro Daniel Misiuk


 

Direção Artística: Prof. Renata Jaffé


 

Solistas: Regina Helena Mesquita mezzo soprano


 

Marcelo Vanucci, tenor


 

Karin Uzun piano


 

Henry Alavez piano
 

Pout Pourri de Músicas Francesas - Arranjo Hugo Ksenhuk
 

GEORGES BIZET
 

A História da Ópera Carmen

 

C. SAINT-SAËNS


 

Carnaval dos Animais 

 

19 DOMINGO 15h30


 

Igreja Santa Terezinha


 

MÚSICA DE CÂMARA


 

Classe de Composição e Regência + GRUPO CONTEMPORÂNEO DE CÂMARA DO FESTIVAL


 

19 DOMINGO 16h


 

Praça do Capivari


 

ORQUESTRA SINFÔNICA DE SANTO ANDRÉ


 

Carlos Moreno regente


 

solista  Clélia Iruzun piano


 

Marlos Nobre


 

Abertura Festiva


 

Robert Schumann


 

Concerto Para Piano em lá menor
 

Georges Bizet


 

Suite Carmen n°1 e 2


 

20 SEGUNDA 21h


 

Auditório Claudio Santoro


 

MÚSICA DE CÂMARA


 

a ser definido


 

 21 TERÇA 15h30


 

Igreja São Benedito


 

MÚSICA DE CÂMARA


 

J. Ibert


 

Deux Interludes


 

S. Ferraz


 

Pássaro preto sol e menina


 

Schubert


 

Quinteto \\\"a Truta\\\" op.114 D.667


 

Farrenc


 

Quinteto op.30 em lá menor   1º mov


 

C. Franck


 

Quinteto em fá menor
 

Ney Vasconcelos


 

Suite Veridiana 1º e 3º movimento
 

21 TERÇA 21h


 

Auditório Claudio Santoro


 

MÚSICA DE CÂMARA


 

a ser definido 


 

22 QUARTA 15h30


 

Igreja Nossa Senhora da Saúde


 

MÚSICA DE CÂMARA


 

a ser definido



 

22 QUARTA 21h


 

Auditório Claudio Santoro


 

ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL


 

Rodrigo de Carvalho regente


 

Fábio Zanon violão


 

 


 

MILHAUD


 

Un Boeuf sur le toit


 

 VILLA-LOBOS


 

Concerto para Violão


 

MAURICE RAVEL


 

Une barque sur l\\\'océan


 

DEBUSSY


 

La Merr


 

23 QUINTA 21h


 

Auditório Claudio Santoro


 

CRISTINA ORTIZ piano


  

DEBUSSY


 

Suite Bergamasque, Deux Arabesques, Estampes, L\\\'Isle joyeuse


 

VILLA-LOBOS


 

A Prole do Bebê nº 1; Alma Brasileira; Valsa da Dor; Festa no Sertão


 

24 SEXTA 17h


 

Palácio Boa Vista


 

MÚSICA DE CÂMARA


 

Quinteto Villa-Lobos


 

Antonio Carlos Carrasqueira flauta


 

Luís Carlos Justi oboé


 

Paulo Sérgio Santos clarinete


 

Philip Doyle trompa


 

Aloysio Fagerlande fagote


 

OSCAR LORENZO FERNANDEZ


 

Suíte para quinteto de sopros; Pastoral (Crepúsculo no Sertão); Fuga (Saci-Pererê); Canção da Madrugada; Scherzo (Alegria da Manhã)


 

MOZART CAMARGO GUARNIERI


 

Choro nº 3


 

ERNST MAHLE


 

Quinteto  


 

Heitor Villa-Lobos


 

Quinteto em Forma de Choros; Choros nº 2, para Flauta e Clarineta; Bachianas Brasileiras nº 5 - Ária (arr. Paulo Sérgio Santos) e Martelo (arr. Nelson Ayres); O Trenzinho do Caipira, Bachianas Brasileiras nº 2 (arr. Jessé Sadoc)


 

 24 SEXTA 21h


 

Auditório Claudio Santoro


 

ORQUESTRA ACADÊMICA


 

Roberto Minczuk regente


 

Michel Dalberto piano


 

MAURICE RAVEL


 

La valse
 

SAINT SAËNS


 

Sinfonia nº 3 \\\"Órgão\\\"


 

MAURICE RAVEL


 

Concerto em sol para Piano


 

25 SÁBADO 12h30


 

Praça do Capivari


 

ORQUESTRA ACADÊMICA


 

Roberto Minczuk regente


 

MAURICE RAVEL


 

La valse


 

SAINT SAËNS


 

Sinfonia nº 3 \\\"Órgão\\\"


 


25 SÁBADO 16h


 

Praça do Capivari


 

ORQUESTRA DE METAIS LYRA TATUÍ


 

Adalto Soares regente


 

*Todas as musicas foram adaptadas para Orquestra de Metais e Percussão por Adalto Soares


 

ALFRED REED
 

Sinfonia para Metais 3º movimento - Con Moto
 

PAUL DUKAS


 

Fanfare

 

Pour preceder \\\"La Peri\\\"


 

Jay Chattaway


 

Spanish fever  


 

Henry Mancini


 

Mancini Magic


 

Heitor Villa Lobos


 

Lenda do Caboclo


 

Declamação do poema \\\"Os Sapos\\\" Manuel Bandeira


 

Beatriz Bandiera


 

Lauro Paiva / Clelio Ribeiro


 

Capoeira na Pituba


 

William J. Schinstine


 

Bossa Nova
 

TOM Jobim / Newton Mendonça


 

Desafinado


 

Voz Danielly Sampaio


 

Violão Raphael Sampaio
 

Gilberto Gaglliardi


 

Estou por baixo


 

Solo trombone baixo Luana Maele


 

Zequinha de Abreu


 

Tico tico no fuba


 

25 SÁBADO 17h


 

Palácio Boa Vista


 

FÁBIO ZANON violão
 

Gilberto Mendes                              


 

Quasi uma Passacaglia


 

Heitor Villa-Lobos                                    


 

Prelúdio no.1


 

Estudo no.8


 

Estudo no.10


 

Choros no.1


 

 

Francisco Mignone                                   


 

Quatro Estudos


 

Cinco Peças Francesas:


 

Albert Roussell                               


 

Segovia, op.29


 

Gustave Samazeuilh


 

Sérénade


 

Pierre-Octave Ferroud


 

Spiritual


 

Francis Poulenc


 

Sarabande


 

Jacques Ibert


 

Française


 

Seis Peças Latino-Americanas:


 

Gilberto Mendes


 

Prelúdio


 

Euardo Fabini


 

Triste no.1 (transc. Eduardo Fernández)


 

Maria Luísa Anido


 

Aire Norteño


 

Rafael Miguel López      


 

Así Yo Te Soñé (arr. Alírio Diaz)


 

Gentil Montaña


 

Porro (da 2ª Suite Colombiana)


 

Ariel Ramírez       


 

Balada para Martín Fierro


 

Paulo Bellinati

 

Emboscada   
 

25 SÁBADO 21h


 

Auditório Claudio Santoro


 

LE POÈME HARMONIQUE


 

Vincent Dumestre


 

Claire Lefilliâtre soprano


 

Bruno Le Levreur contra tenor


 

Serge Goubioud tenor


 

Benoît Arnould barítono


 

Luca Guimaraes, viola de gamba


 

Frédéric Michel, órgão e cravo


 

Vincent Dumestre, teorba
 

MICHEL RICHARD DE LALANDE

 

Tenebrae


 

26 Domingo 17h


 

Sala São Paulo


 

ORQUESTRA ACADÊMICA


 

Roberto Minczuk regente


 

Michel Dalberto piano


 

MAURICE RAVEL


 

La valse


 

SAINT SAËNS


 

Sinfonia nº 3 \\\"Órgão\\\"
 

MAURICE RAVEL


 

Concerto em sol para Piano

 

 

 

 

 

EDITORIAS: atualidades
 
 
 
A ARTE DA BIOGRAFIA NO CINEMA
 
 
"A literatura e o cinema sempre andaram de mãos-dadas, e os melhores filmes, geralmente, são baseados em biografias".
 
Três dos cinco concorrentes ao Oscar de melhor filme estreou sexta-feira, 4, no Brasil: "Ray", "Em Busca da Terra do Nunca" e "Sideways - Entre Umas e Outras". Dois deles são biografias cinematográficas: o primeiro conta a história do cantor e compositor americano Ray Charles; o segundo, a do escritor escocês J.M. Barrie, autor da peça "Peter Pan". Como a imprensa já destacou, este parece ser o ano das cinebiografias no Oscar. Além desses dois filmes, há ainda "O Aviador", sobre o magnata americano Howard Hughes, favorito ao Oscar de melhor filme que estréia semana que vem."Ray" e "Terra do Nunca" são interessantes justamente porque exemplificam dois tipos opostos de tratamento biográfico no cinema. "Ray" é uma biografia horizontal: o filme tenta dar conta da figura de Ray Charles retratando vários períodos de sua vida, da infância até a velhice, com destaque para seu auge criativo. "Olga" seria o similar nacional. "Terra do Nunca", ao contrário, é uma biografia vertical: concentra-se em um período específico da vida de J.M. Barrie - a criação de "Peter Pan", inspirada no encontro com uma viúva e seus filhos órfãos -, com a esperança de que ele seja suficiente para iluminar todo o personagem. No cinema brasileiro, o mesmo foi feito em "Madame Satã". "Ray" nunca ousa competir em criatividade com seu retratado.
 
 
 
A direção de Taylor Hackford ("O Advogado do Diabo") tem a caretice de um telefilme. Ele dá o mesmo peso à música genial de Charles, a seu vício em heroína e a suas escapadas conjugais. "Terra do Nunca" faz a opção mais arriscada de tentar se igualar a Barrie em poder de invenção.
 

O diretor Marc Forster ("A Última Ceia") concentra seu filme no confronto entre a realidade e a imaginação do escritor, deixando em segundo plano a relação dele com a viúva. Como toda biografia cinematográfica, o sucesso dos filmes depende muito dos protagonistas. E, nesse quesito também, os dois são completamente diferentes. Favorito ao Oscar de melhor ator, Jamie Foxx investe na imitação virtuosística dos muitos trejeitos de Charles, que morreu em junho passado e, portanto, continua presente na memória dos fãs. Também indicado ao prêmio, Johnny Depp incorpora Barrie de maneira mais contida, uma escolha apropriada para um escritor que viveu entre 1860 e 1937 e do qual o público sabe pouco. Mas, afinal,qual dos filmes é melhor como biografia? Não tem como errar: "Em Busca da Terra do Nunca".
Sem ser brilhante, o filme consegue não apenas retratar a personalidade de seu retratado como evocar algo de sua mente criativa, com a ajuda da sutileza de Depp. "Ray" tem o mérito de apresentar o mundo de Charles aos não-iniciados, mas sua alma só pode ser encontrada nos números musicais (aí é fácil: o filme usou gravações originais ou novas feitas pelo próprio Charles).
 
 
 
O mesmo se dá com a atuação supervalorizada de Foxx: a aparência pode ser considerada perfeita, mas a essência não está lá. Ele está melhor em "Colateral", filme pelo qual concorre ao Oscar de coadjuvante.Além disso, "Ray" cai em alguns sentimentalismos baratos, especialmente no final (não é apenas na estrutura que ele remete a "Olga"). Mesmo quando gravava country ou era acompanhado por uma orquestra de cordas, o cantor nunca fez músicas tão cafonas quanto certas passagens do filme. Isso significa que o tratamento biográfico de "Ray" é pior do que o de "Terra do Nunca"? De forma alguma.

Quer dizer apenas que o cineasta Marc Forster trabalhou melhor com os elementos que tinha em mãos do que seu colega Taylor Hackford. Não existe fórmula melhor ou pior para uma biografia cinematográfica, como aliás para nenhum tipo de filme. Há belas cinebiografias clássicas, como "Bird", de Clint Eastwood, sobre o saxofonista Charlie Parker, outro gênio da música americana. Por outro lado, o filme que inaugurou a era moderna no cinema, "Cidadão Kane", nada mais era do que a história disfarçada do magnata William Hearst. Mas lembrar desses dois filmes para falar das estreias de todas as semana é até covardia.
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Maurício Cardim:"Mães sob olhar de Maurício Cardim" em Sete Lagoas, Minas Gerais no espaço cultural Maria Magdalena Alves Padrão.

Por suas lentes já passaram pessoas famosas e outras não tão famosas, porém, todas importantes para seu olhar viajante e atencioso quando trata de captar e eternizar um momento. A ideia de homenageá-las surgiu em 2005 e de lá para cá vem mostrando parte do acervo especificamente com imagens composta de fotos coloridas e preto e branco de mães não famosas como outras famosas como Hebe Camargo, Maria Creuza, Elba Ramalho, Elza Soares, Tânia Alves, Inezita Barroso, Wanderléa, Nicole Puzzi, Carmem Silva, Joelmah (Jovem Guarda). >EDITORIAS: exposições  

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