Revelando, imortalizando histórias e talentos
22.5.09

‘Intrigas de Estado’ , estreia do dia 12

 

Dois dos melhores atores da atualidade Russel Crowe e Ben Affleck estão no drama político ‘Intrigas de Estado'.
 

 

 

 

Bem Affleck é o jovem Stephen Collins, tido como uma das maiores promessas do futuro político dos norte-americano, o provável candidato às próximas eleições presidenciais. De repente ele vê uma reviravolta em sua vida quando uma sua assistente é brutalmente assassinada.

 

 

 

Com a complexidade do caso, já que era mais do que uma simples secretária, o segredo vem a público, a moça era amante de Collins. Para ajudar na investigação do caso, a polícia conta com o apoio de jornalistas especializados.

 

O trabalho desenvolvido em conjunto da polícia e da imprensa colocam o repórter veterano Cal McAffrey ´Russel Crowe´ e a suanovata Della Frye 'Rachel McAdams', no 'olho' de um grande escândalo político. As investigações do jornalista logo revelam haver muito mais coisa por traz do assassinato da jovem secretária, o que envolve uma grande conspiração liderada por influentes políticos e empresários.

 

 

O longo é do conceituado diretor Kevin Macdonald, cujo trabalho mais conhecido é 'O Último Rei da Escócia' e 'One Day in September' um documentário. *****

 
 

 

Nada de blockbusters, a comédia eficiênte de Cláudio Torres é a grande estreia no país de sexta-feira, 5.

O longa "A Mulher Invisível"tem como protagonistas Selton Mello e Maria Manoella. Selton que por várias vezes se encontra falando sozinho, às vezes em cenas que nos remetem ao cinema mudo. Em sua mente, a coadjuvante da história Luana Piovani {Amanda}, que aparece quase sempre nos sonhos de Selton Mello supre sua carência amorosa. Cláudio Torres fez sua na direção de longas no ano de 2004 com a comédia de humor negro Redentor, um sátira ao Brasil do qualquer nota, e era pontuado por humor ácido e visual arrojado.

Em "A Mulher Invisível", Cláudio Torres pauta sua comédia a partir da fantasia de Pedro {Selton Mello} após levar fora de quase todas as mulheres, leva também um fora de sua mulher - Maria Luiza. A partir daí ele inventa sua amada, uma "mulher ideal", nada menos do que Luana Piovani {Amanda }, que só existe em sua imaginação.

O coadjuvante na trama Wladmir Brichta, interpreta o melhor amigo de Pedro, e começa a desconfiar que essa tal Amanda não existe e passa então a questionar sua existência. Na verdade, a verdadeira mulher invisível é Vitória, Maria Manoella, uma vizinha apaixonada por Pedro. Logo na abertura do filme, "A Woman Left Lonely", na voz inebriante de Janis Joplin, sinaliza o estado emocional de Vitória. Vale conferir.
 

'Uma Noite no Museu 2' , comédia

 
Fórmula do primeiro filme é repetida em 'Uma Noite no Museu 2', o que o faz regular.

A película estreia no Brasil sexta-feira,22, em versões dubladas, 317 cópias, e 170 legendadas. Quem viu o primeiro filme, de 2006, pode até dispensar este 'Uma Noite no Museu 2' não passa de uma cópia. O que diferencia um do outro é o fato de que agora não há se quer a tentativa de disfarçar a correria com um pano-de-fundo da relação entre pai e filho. Toda ação se passa em uma outra instituição.
 

O cenário não se retringe somente ao museu, mas o Smithsonian, o maior complexo de museus do mundo. Seguindo os moldes do primeiro filme, as figuras do museu também ganham vida e assumem a personalidade e daqueles que representam, por exemplo animais, presidentes dos EUA, faraós, macacos ou dinossauros e faraós. Larry Daley, o personagem de Ben Stiller, está na pele de um ex-guarda noturno de museu que se tornou um bem sucedido empresário, inventou e vendedor de bugigangas.
 
A ação de "Uma Noite no Museu 2" inicia quando o Museu de História Natural de Nova York, local onde Larry trabalhava, moderniza-se. Então, o ex-guarda se sente culpado por ter abandonado seus "amigos do museu" e de tê-los visitado poucas vezes. Cenas bem interessantes como Larry [Ben Stiller] trocando tapas com dois macacos é um dos bons e diferentes momentos do filme, que integrou novos personagens, o destaque é a aviadora Amelia Earhart - Amy Adams, de "Dúvida". É um filme com um poucos momentos de humor, porém, menos pastelão.
 

Documentário: Patativa do Assaré

 
O poeta se vivo estivesse teria completa 100 anos em 5 de março, o documentário recupera Patativa do Assaré.

O cineasta Rosemberg Cariry já é conhecido por filmes inspirados na cultura popular, como "Lua Cambará - Nas Escadarias do Palácio" 2002, e "Corisco & Dadá" de 1996). Dessa vez ele escolheu o poeta popular Patativa do Assaré - 1909-2002. O principal aspecto do filme é a recuperação da figura do artista cearense, Antônio Gonçalves da Silva, nascido em Assaré, uma cidadezinha no encravada no sertão,cujo pseudônimo é uma homenagem ao pássaro, assaré.
 

Patativa do Assaré não era um sujeito letrado, como ele mesmo contava, tinha apenas pouco mais de seis meses de escola, e isso não o impediu de manejar a língua portuguesa com uma certa sofisticação, e aprendeu a os segredos na leitura de livros e nos poetas da terra.
 
O poeta perdeu o pai quando tinha apenas 9 anos, apartir daí a necessidade de sobreviver falou mais alto. O primeiro reconhecimento de fora do seu meio veio numa curta viagem a Belém do Pará, no século 20. Retornou ao Ceará, saudoso das raízes que sempre o inspiraram.Nos anos 1980, leu também por sua conta Marx e Lênin e se confessa "um socialista de coração", e a desigualdade na divisão das riquezas, tudo isso nutriu a sua inspiração em composições conhecidas como "Triste Partida" - gravada por Luiz Gonzaga -, "Eu Quero", "Teia de Aranha" e "Seu Dotô não me Conhece" entre outras. O reconhecimento internacional de sua obra, especialmente na França, é lembrado nos depoimentos da brasilianista Sylvie Debs e de Jean-Pierre Rousseau, seu tradutor para o francês, que recorda o esforço para manter a fidelidade à métrica e musicalidade peculiares dos versos do brasileiro.
Filmado entre 1979 e 2006, em diversos formatos - super-8, 16 mm, 35 mm - e finalizado em 2007, o filme chega às salas de cinema quase dois anos depois de sua première, no Cine Ceará daquele ano. O que evidencia as dificuldades ainda existentes no Brasil para a circulação de obras como esta, de cunho eminentemente cultural.
 
 
 
LEIA MAIS SOBRE O POETA> EDITORIAS: centenários
 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 01:39  comentar

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