Revelando, imortalizando histórias e talentos
28.5.09
Acadêmico nato, além de empatia em suas obras ele é dono de soberba técnica. Entre suas influências o renascentismo alemão.  Integrou o grupo Atmã ao lado de Ivani Valenta e Graciela Wakizaka e outros.
 

Entre 1968 e 1970 cursou desenho em técnica grafite e carvão, na Associação Paulista de Belas Artes. De 1973 a 1975 estudou publicidade na Escola Panamericana de Artes: lápis, nankin, gauche e ecoline. Em 2003 participou de exposição coletiva óleo sobre tela no Shopping Jabaquara. 2003 e 2004, ele integrou duas mostras no Shopping Light - centro de São Paulo, tendo boa repercussão no meio das artes plásticas.
 

Em 2004, fez exposição individual óleo sobre tela no Hospital das Clínicas - São Paulo. Humberto já viajou por várias partes da Europa, onde teve a oportunidade de conhecer os principais museus do mundo como o do Vaticano, adqüirindo subsídio cultural para melhor expressar e apurar sua refinada técnica. Visando aproximar sua arte ao povo, o artista pode ser encontrado todos os domingos na feira da liberdade, região central de São Paulo. A visita ao seu stand é a chance de visualizar belas obras como estas: Jesus Cristo e Pietá VIII.
 
Atualmente o artista plástico desenvolve outras funções: de Diretor-geral da Revista Contemporânea http://www.revistacontemporanea.com.br/ , e Vice-presidente da ABAC: http://www.abacdobrasil.org/ {11/3337-2952}. Mantém um site com o perfil dos principais pintores do mundo: http://mestresdapintura.blogspot.com/ .

 

Morre o mestre colorista, Ianelli

Ele era um pintor contemporâneo e sútil; dialogava com novos experimentos e superou os limites do ambiente paulistano.

O artista plástico paulistano morreu aos 86 anos na terça-feira,26/05/09, na capital paulista, por falência múltiplas dos órgãos no Hospital Albert Einstein, zona sul da cidade. O corpo velado na Pinacoteca do Estado e o enterro no será cemitério Gethsêmani, Morumbi.


Arcângelo Ianelli nasceu em 18/07 de 1922, na capital paulistana, e foi um dos mais importantes pintores do Brasil, era filho de italianos. O oriundi teve uma brilhante trajetória, como figura central no início dos anos 1950 com suas abstrações e figuração chegando ao geometrismo nos anos 90. Soube como poucos usar a côr, a luminosidade chegando ao requinte maravilhoso, apesar de ter sido um pintor exclusivamente de ateliê.

Ianelli deu início sua formação pictórica tendo como professores Lathar Charoux, Maria Leontina e Hermelindo Fiaminghi entre outros. Foi um dos fundadores do grupo Guanabaras,1952, ao lado de Wega Nery e Tikashi Fukushima e outros. No grupo, ele retratou paisagens paulistanas com destaque às cores.

No ano de 1964 ganhou passagem para Paris como prêmio do Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 12* Salão. No Museu de Arte Moderna de São Paulo, venceu o prêmio denominado "Panorama de Arte Atual Brasileira, além de ter participado de seis edições da Bienal de São Paulo, sendo que na 12* , de 1973, ganhou Sala Especial. Realizou sua primeira exposição individual no exterior somente em 1962, em Lima, Peru. No ano de 1967 montou ateliê em Paris para depois se instalar definitivamente em São Paulo, capital.
 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:47  comentar

A assimilação histórica e cultural que a cidade recebeu de todos os povos que por aqui passaram, resultou na criação de um artesanato variado e único.

O tradicional bordado religioso se manteve com um reduzido grupo de artesãos trabalhando para as Confrarias e Irmandades Católicas da região. São fabricados com fios de ouro e prata, sedas e confeccionados de modo totalmente manual, este tipo de artesanato ainda é consumido por pessoas de alto poder aquisitivo. É tópico obrigatório, as celebrações sevilhanas exigem uma conservação extrema de todos seus componentes, o que pode-se observar especial responsabilidade e atenção dos artistas em seu trabalho. Com a invasão Árabe, não poderia deixar de existir a atividade da cerâmica e Azulejaria, que também leva a marca da tradição de Triana.

Os trabalhadores que fabricam a típica cerâmica sevilhana, especializados em tonalidades azuis, amarelas, laranjas e marrons, podem ser reconhecidos à distância, pois os tons de seus uniformes os tornam também únicos nas ruas por onde passam. Em Salúca la Mayor se desenvolveu um trabalho de recuperação de desenhos hispano-árabes, com inscrustações metálicas, e inspirações renascentistas. Donde se sobressaem os tons azul e amarelo.
 

Carruagens e acessórios

 

Um outro trabalho artesanal e muito siginificativo da cidade são suas carruagens. Elas são construídas por artesãos exclusivamente dedicados que trabalham no centro de Sevilha que também produzem complementos de montaria e acessórios para os cavalos. Além de toda essa riqueza eles também tem outras " artesanías ", como a fabricação manual das vestimentas das mulheres andaluzes, que vai muito além de simplesmente vestir as dançarinas flamencas ou para acompanhá-las no dia-a-dia. Os chales utilizados pelas sevilhanos também são muito requisitados por viajantes do mundo todo. Em cada peça da artesania andaluz há influência direta do artesanato árabe que deu origem ao produto na península ibérica,

 

 

Portugal e Espanha. Por volta de 711 Dc, chegaria à Península o povo que a conquistou, os muçulmanos. Aqui eles fundaram templos e influênciaram tanto nas artes quanto na religião, sendo Cordóba, Granada e Andalucía ou Andaluzia, uma das 17 Comunidades Autônomas que se divide o país; oito províncias sendo sua capital Sevilha com 7.314,644 habitantes. *** [ Francisco Martins ]

 

Cerâmica Marajoara

Peças acromáticas ou pigmentada por caulim urucum e até - tapa-sexo feitas em barro eram confeccionados pelos Marajó



O legado marajoara é inspiração para artesãos do Brasil e América Latina. Mais do que uma forma de artesanato, a cerâmica marajoara é uma das melhores heranças dos índios que habitaram a região. Seus desenhos diversos, a utilização da semente do urucum para dar o tom avermelhado das peças, cuja técnica é pesquisada por artesãos tanto do Brasil quanto do exterior. Durante escavações na ilha foram encontrados resquícios de peças que datam de 890 a. Cristo e as mais recentes do século XVIII. A maior parte do acervo marajoara se encontra no Museu de Marajó, localizado na Cachoeira de Ariri, Pará,70 quilômetros distante de Salvaterra {91-3741-1202}. O museu é uma fonte de pesquisa tanto para estudantes quanto para artesãos em busca de um trabalho original igualmente as peças expostas.

Durabilidade

Visando aumentar a resistência do barro os Marajós agregavam outras substâncias minerais ou vegetais: cinzas de cascas de árvores e de ossos, pó de pedra e concha e o cauixi-uma esponja silicosa - que recobre a raiz de árvores permanentemente submersas. As peças eram acromáticas, sem uso de cor na decoração somente a tonalidade do barro queimado, e cromáticas. A coloração era obtida com o uso de engobes, barro em estado líquido e pigmentos de origem vegetal como urucum para o tom vermelho, para o branco o caulim, e para o preto o jenipapo, além da fuligem e do carvão. As peças eram queimadas em forno de buraco ou em fogueira a céu aberto. Então, receberia uma espécie de verniz obtido do breu do jutaí, uma espécie de resina que propicia um acabamento lustroso.

Museu do Marajó
Avenida do Museu, 1983
{0xx91 /3758-1102}

 
EDITORIAS:
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Nos tempos pioneiros do comércio do Brasil, surgiu uma figura importante, quase que um herói, o Caixeiro - Viajante. Figura importante, afamada nos sertões brasileiros levando notícias e fazendo negócios.
 
Muitas das notícias que ocorriam nas regiões sul, sudeste e centro oeste, cartas e etc... chegavam aos pontos mais distantes do País através destes aventureiros. Era tão grande a capacidade de locomoção destas " figuras "que foram apelidados de "Cometa ", porque assim como os astros apareciam de tempos em tempos, na cidade.Os tempos passaram, mas a profissão ficou e desenvolveu-se. O progresso por muitos anos foi levado no lombo de um burro ou jerico, levando bem-estar e conforto aos lares brasileiros com suas quinquilharias. Atualmente, são milhares de viajantes cruzando o Brasil em todas as direções, ora em motos ora carros, mas estima-se que ainda existam aproximadamente cinco mil Caixeiros - Viajantes em atividade no País. A profissão e o apelido "Cometa" ficou tão popular que, o Banco de Crédito Real, de Minas Gerais, criou o cheque cometa.

 

ônibus próprio

Mais de oito décadas passadas, era precisso atravessar o Rio Pinheiro em uma balsa para chegar ao bairro do Butantã. Somente em 1928 foi construída a Ponte Cidade Jardim, ligando as duas margens do rio e, proporcionando a chegada de transporte público à região. Com o intuito de facilitar a locomoção de seus funcionários, o Instituto Butantan fabricou um ônibus especial que fazia o trajeto até o bairro de Pinheiros.
 
Ao fundo pode-se ver o Pavilhão Lemos Monteiro, que foi inaugurado em 1919, antes fora a residencia do cientista Vital Brasil. Atualmente, o imóvel abriga o Centro de Pesquisas e Formação em Imunologia Otto Guilherme Bier.

 

EDITORIAS:
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David Nasser foi um letrista, jornalista e escritor brasileiro, nascido em Jaú interior paulista, em 1/1/1917 e faleceu no Rio de Janeiro RJ em 10/12/1980. Passou a infância em São Lourenço - MG, trabalhando como charreteiro e entregador de pão para pagar os estudos.

 

 

Quando tinha 13 anos mudou-se para o Rio de Janeiro, passando a viver de sua 'féria' como vendedor ambulante. Pouco depois começou a trabalhar em jornais. Aos 18 anos fez a primeira letra para um samba: Chorei quando o dia clareou, em parceria com Nelson Teixeira, gravado em 1939 por Arací de Almeida. Nasser, foi plantonista do jornal O Globo, do Rio de Janeiro, entre 1935 e 1943, frequentava muito a noite carioca, especialmente o Café Nice, ponto de encontro de compositores. Nessa época conhece Alcir Pires Vermelho, com quem mais tarde faria várias música.

 

Em 1939, Carmen Miranda lançou pela Odeon o partido-alto Candeeiro (com Kid Pepe). No ano seguinte fez sucesso com Canta, Brasil! (com Alcir Pires Vermelho), gravado por Francisco Alves. A batucada Nega do cabelo duro (com Rubens Soares), considerada um dos clássicos da música popular brasileira, foi gravada em discos Columbia pelos Anjos do Inferno, para a Carnaval de 1942. Durante toda a década de 1940 e parte de 1950, Nasser se destacou praticamente a cada ano com uma música de meio de ano ou de Carnaval: seus destaques em 1942 foram a marcha Alô, alô, América (com Haroldo Lobo) e o bolero Esmagando rosas (com Alcir Pires Vermelho), ambos gravados na Odeon por Francisco Alves. Em 1943 compôs várias músicas com Custódio Mesquita, entre as quais 'A valsa de Maria'; no mesmo ano o conjunto Quatro Ases e Um Curinga lançou a marcha Alô, Tio Sam (com Haroldo Lobo). Dois anos depois compôs com Roberto Martins o fox 'Tudo em Vão'.

Em 1948 Francisco Alves gravou na Odeon sua marcha Rasguei meu pierrô. No ano seguinte Nelson Gonçalves gravou pela RCA-Victor Serpentina (com Haroldo Lobo) e Dircinha Batista lançou pela Odeon A Coroa do rei, que foi uma das músicas mais cantadas no Carnaval de 1950. No ano 1952 Francisco Alves lançou Confete (com Jota Júnior), marcha que teve inúmeras regravações. Em fins da década de 1940 e durante a de 50 tornou-se, ao lado de Jean Manzon, um dos mais bem sucedidos repórteres e articulistas políticos na revista O Cruzeiro.
 
Continuava amarcar presença como compositor:  Normalista (parceria com Benedito Lacerda), 'Hoje quem paga sou eu' e Carlos Gardel (ambos com Herivelto Martins), todos gravados por Nelson Gonçalves.
 
 
 
Foram seus principais parceiros Alcir Pires Vermelho, Custódio Mesquita, Francisco Alves, Roberto Martins, Nelson Gonçalves, Herivelto Martins, Armando Cavalcanti, Klécius Cal- das e Rubens Soares, entre outros. Publicou vários livros entre os quais, no campo da música: A vida trepidante de Carmen Miranda, Rio de Janeiro, 1966; Chico Viola, Rio de Janeiro, 1966; e Parceiro da Glória, Rio de Janeiro, 1983. [francisco martins]
EDITORIAS:
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