Revelando, imortalizando histórias e talentos
29.5.09
Em 12 de outubro de 1822, no Campo de Santana, Rio de Janeiro, Dom Pedro foi aclamado Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil, mas não fez o juramento da futura constitutição.
 

Em 2 de setembro de 1822, as novas ordens vindas de Lisboa chegaram ao Rio de Janeiro. D. Pedro estava em São Paulo, com o objetivo de resolver disputas pelo controle da Junta provincial paulista. A princesa D. Leopoldina e o ministério de José Bonifácio, tomando conhecimento das últimas notícias vindas de Portugal, resolveram enviar as ordens das Cortes, juntamente com cartas da princesa, dos ministros e de sir Chamberlain, representante inglês no Rio de Janeiro.
 
 
O correio alcançou D. Pedro, no dia sete de setembro de 1822, às margens do riacho do Ipiranga. Ao receber os decretos e a correspondência, proclamou a Independência, retirando de seu chapéu as fitas com as cores vermelha e azul das Cortes portuguesas. Formalizava-se a separação entre Brasil e Portugal. Na visão da historiografia romântica do século XIX o dia sete de setembro foi escolhido para marcar o momento de nossa emancipação política, apesar da Independência ter se concretizado, na realidade, em agosto, com os manifestos de Gonçalves Ledo e José Bonifácio, e com o decreto de D. Pedro declarando inimigas as tropas portuguesas que aqui desembarcassem.
 
A concepção da historiografia romântico - oficial pode ser observada no quadro do pintor Pedro Américo, que retrata o sete de setembro sob uma visão heróica. Nele, D. Pedro, no alto da colina do Ipiranga, envergando uniforme de gala e montando em um belo cavalo, acompanhado de seus dragões erguia a espada e gritava solene: "independência ou morte". A cena, que passou para a História como a imagem oficial e marco simbólico da nossa Independência, não reflete o que ocorreu de fato.A derrota de Portugal.
 
No Rio de Janeiro e nas províncias próximas, a Independência foi saudada com entusiasmo. Absolutistas, aristocratas e democratas, que incentivaram o rompimento com as Cortes, acreditavam poder, a partir desse momento, realizar seus projetos políticos. Para os absolutistas, o sete de setembro significava a derrota das forças constitucionalistas em Portugal, que limitavam o absolutismo do rei. Para os democratas, o ato do Ipiranga representava o início de mudanças mais profundas, permitindo a possibilidade de implantação no Brasil de um governo constitucional, em que "a vontade do maior número deve ser a lei de todos". Para os aristocratas, a Independência era a garantia das vantagens conquistadas desde a instalação da Corte no Rio de Janeiro. Apesar da intensa agitação que ocorria no Rio, as populações rurais do interior mantinham-se indiferentes e mal - informadas sobre os acontecimentos. Segundo relatos do naturalista Saint-Hilaire, em suas viagens pelo vale do Paraíba paulista "as revoluções que operam em Portugal e no Rio de Janeiro não tiveram a menor influência sobre os habitantes desta zona paulista. Ou seja, a mudança de governo não fez mal nem bem.
EDITORIAS:
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Apesar das incursões jazzísticas com Tom Jobim e Jaques Prèvert, ele mantém sua característica de cão vira-latas.
 
Iggy Pop faz disco jazzistico sem descaracterizar o punk, estilo com o qual se fez conhecer. Aos 62 anos, o ex-Stooges e Iguanas deu as diretrizes do punk rock ao mundo. O envolvimento com as drogas o fez parar no fundo do poço, sendo resgatado por David Bowie, em 1977 com o disco The Idiot. Em 2003 voltou com o antigo grupo Stoges, com um dos melhores disco Skull Ring.

O disco

O disco mais recente, Preliminaires, surge um Iggy Pop bem mais triste, melancólico na voz e espírito. Canções que remetem a Leonard Cohen como "I Want to Go to the Beach", com uma bela levada de Pop ao piano. "Insensatez" de Vinícius de Maraes e Tom Jobim, estranhamente gravado por Iggy Pop, uma versão feita por Norman Gimble; e a versão de "Les Feuilles", cançaõ de Jacques Prèvert. Apesar das incursões jazzisticas, ele não deixou para trás seus temas preferidos: o sexo {I Wanna be your Dog", e mais atualmente à morte tema presente na faixa "Preliminaires". A parte rock desse disco está presente em Nice to be Dead,She's Alive e She's a Business.

A vida de um outsider não chega ao fim facilmente e ele tem
consciência disso, encarna seu velho personagem de cachorro vira-latas como poucos, fazendo da vida o que bem entende. E manda muito bem em " King of the Dogs", em um tom vocal bem estilo de Tom Waits; "A Machine for Love" , ele lê trechos de um livro onde um cãozinho de nome Fox morre. {Capa da artista plástica iraniana Marjane Satrapi}.

Artista: Iggy Pop
Disco: Preliminaires
Gravadora: EMI
Valor: R$ 30,00
 
Avaliação: *****PLUS {Execelente
 

Cantor suicida brasileiro ganha CD

 

Luaka Bop lança CD de musico brasileiro que se suicidou em 2006

 


 

 

O selo novaiorquino pertence ao ex-Talking Heads, David Byrne, acaba de lançar disco póstumo do compositor e cantor gaúcho Yonlu, que se suicidou aos 16 anos de idade. O CD, uma coletânea, intitulado "A Society in which no tear is shed is inconceavably mediocre" {Uma Sociedade na qual nenhuma lágrima é derramada é inconcebivelmente medíocre},é composta de demos gravadas em seu quarto, usando um computador e alguns instrumentos, onde tocava parte deles.

No total, 60 canções - foram encontradas pelo pai de Yonlu {nome verdadeiro era Vinícius Gageiro Marques} depois do suicídio do filho. Yonlu sofria de depressão e estava sob internação domiciliar há dois meses quando se matou, e deixou o suicídio explicado em uma carta destinada aos pais.

As composições chegaram as mãos de Yale Evelev, da Luaka Bop, já conhecido por suas coletâneas de música brasileira cujo catálogo tem álbuns de Tom Zé, David Byrne, Suzana Baca e Nouvelle Vague.

 

 
  

 

Menezes Comunicação informa: Rogério Botter Maio e o Quarteto Cerne fazem apresentação no Museu da Casa Brasileira


Rogério Botter Maio, compositor e contrabaixista, e o Quarteto Cerne Instrumental fazem apresentação no domingo, 31 de maio, 11h, no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. Com uma formação de perfil camerístico, o quarteto é integrado por Mário Gaiotto (percussão), Teresa Cristina Rodrigues (violoncelo), Alexandre Ribeiro (clarinete) e Vinicius Gomes (violão/viola). Além do apelo brasileiríssimo das composições do espetáculo, todas de autoria de Botter, o diferencial é a grande variação de timbre que resulta da mistura tão inusitada de instrumentos que geralmente não convivem dentro do mesmo estilo musical. Esta é uma apresentação de pré-lançamento do CD "Tudo por um Ocaso" gravado em Barcelona. No repertório novos arranjos, composições e releituras de peças dos três CDs anteriores de Rogério Botter Maio – Crescendo (1996), Aprendiz (2000) e Prazer da Espera (2006).


Repertório: Crescendo; Ainda é Cedo; Primeiro Choro; Baião Means; Tudo por um ocaso; Valsa Curitibana; Belluno; The Other One; Quiprocó; Uma Mulher; Cerne; 1984; Muito Prazer; Quebra-cabeças.

O projeto Música no Museu está consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.


Teresa Cristina Rodrigues - Obteve Licenciatura em Música pela USP. Estudou violoncelo com Zigmunt Kubala, especializou-se em violoncelo barroco no Conservatório Real de Haia (Holanda) com Jaap Ter Linden, e fez mestrado em Música na Lousiana State University (EUA) com Dennis Parker. É doutoranda na Unicamp sob a orientação de Edmundo Hora. Dedica-se à música de câmara e principalmente à execução do repertório dos séculos XVIII e XXI. Foi integrante do grupo Triplo Contínuo com o qual gravou CD dedicado a obras de compositores italianos do século XVIII. Atualmente integra o Ensemble Nota Buonna, especializado no repertório do período clássico e o grupo Sonâncias com o qual gravou o CD ResSonancias, com obras de compositores brasileiros do século XXI. É professora de violoncelo no curso de música das Faculdades Alcântara Machado (FAAM-FMU) e violoncelista da Orquestra Sinfônica da USP.

Vinícius Gomes – Durante dois anos na Orquestra Tom Jobim, tocou com Joyce, Helio Delmiro, Carlos Lyra, Francis Hime, Theo de Barros, Eduardo Gudin, Vânia Bastos, Renato Braz, Roberto Sion, Roberto Menescal e Miles Osland, entre outros. Também realizou participações com a Jazz Sinfônica de Diadema e a Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Foi colunista da revista Violão Pró, uma das publicações mais respeitadas no país em seu segmento. Foi premiado no primeiro festival de música popular da ULM como instrumentista e arranjador, além de ter participado da 6ª Mostra Brasil Instrumental de Tatuí, com o grupo Bambu.

Rogério Botter Maio - Começou sua carreira no início dos anos 80. De 1987 a 1991 viveu na Europa, onde estudou jazz e música erudita na Hochschule für Musik, em Graz (Áustria). Residente em Roma, em 1990, além de vários projetos, atuou como músico em "O Poderoso Chefão III". Após estada de um ano em Paris, mudou-se para Boston em 1991, com uma bolsa de estudos para Berklee College of Music.De 1992 a 1997 viveu em Nova York onde tocou com Paquito d'Rivera, Lionel Hampton, Cláudio Roditi, Manfredo Fest e Leny Andrade. Desde 1995 se apresenta regularmente na Europa com seu próprio grupo ou com artistas europeus. Gravou com Gerry Mulligan & Jane Duboc, Dom Salvador (Trio Transition), Manfredo Fest, Naná Vasconcelos, Jovino Santos Neto, Nelson Ayres. Desde seu retorno ao Brasil em 1999, atuou com Danilo Caymmi, Duo Fel, Orquestra Popular de Câmara, Jane Duboc, Soundscape Big Band, Jovino Santos Neto, Ná Ozzetti, e com Dom Salvador no Chivas Jazz (2003).

Alexandre Ribeiro - Iniciou seus estudos musicais aos 12 anos. Aos 18 anos ingressou na Unesp, no curso de bacharelado em clarinete. Como instrumentista de música popular brasileira se apresentou ao lado de músicos como o violonista Luizinho 7 cordas, o grupo Isaias e Seus Chorões, Paulo Moura, Yamandu Costa, as cantoras Mariene de Castro, Dona Inah, Consuelo de Paula, Teresa Cristina, Dona Ivone Lara, Lecy Brandão, os cantores Eduardo Gudin, Elton Medeiros, Tom Zé, Jair Rodrigues, Luciana Melo, Aldir Blanc e outros. Participou de gravações ao lado dos músicos Aleh Ferreira, Alessandro Penezzi, Zé Barbeiro e Banda Mantiqueira. É integrante do núcleo musical do monólogo Soppa de Letra. Fundador, músico e arranjador da Gafieira Etc. e Tal., atualmente participa dos grupos Ó do Borogodó, Toninho Ferragutti e grupo, Trio Chorando a Tempo, Quarteto Bico de Lacre, Zé Barbeiro e regional e Danilo Brito e grupo. Recebeu em 2008 o prêmio de Melhor Instrumentista no Festival de Guarulhos.

Negrito
Serviço

Música no Museu – “Rogério Botter Maio e o Quarteto Cerne”
Domingo, 31 de maio, às 11h Entrada franca
Duração: 60 min
Capacidade: 230 lugares

Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705
Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano Site:
http://www.mcb.org.br/

Estacionamento: R$ 10,00
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados
Acesso para pessoas com deficiência.
Visitas monitoradas: 3032-2564

Informações para a imprensa: Menezes Comunicação
Tels. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato:Letânia Menezes/Silvana Santana
menezescom@uol.com.br

Luisa Riekes

Menezes Comunicação
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EDITORIAS:
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Minis - Biografias de mulheres que lutaram por uma vida melhor. Aqui figuram como nomes de ruas de São Paulo, por sígno, veja.
 

Janeiro: Avenida Anália Franco, Tatuapé- escritora, professora e jornalista, nasceu em Resende, Rio de Janeiro, em primeiro de fevereiro de 1856. Colaborou em jornais literários e na imprensa feminista. Em 1901, criou a Associação Feminina Beneficiente e Instrutiva de São Paulo. Lutou contra a miséria e para erradicar o analfabetismo, tendo sido pioneira na criação de creches no Brasil, para filhos e filhas de mães que trabalhavam fora, 1901. Em 1906, comprou uma fazenda na Móoca onde fundou uma colônia para mulheres. Dessa iniciativa surgiram uma orquestra e a casa de solidariedade. Morreu em 20 de janeiro de 1919.

Fevereiro: Rua Anita Malfati - na Casa Verde, uma das mais importante artistas plásticas brasileiras, nasceu dia 2 de dezembro de 1889, na cidade de São Paulo. Iniciou seus estudos artísticos com a mãe e continuou-os na Academia Real de Berlim, na Alemanha , e no Art Students League e na Independent Schoolof Arts, em Nova Iorque. Em 1917 realizou exposição de pintura moderna - onde Anita fora atacada por Monteiro Lobato, porém, defendida por Oswald de Andrade, Menotti Del Pichia e outros. Foi participante histórica da semana de arte moderna de fevereiro de 22. Morreu em São Paulo , em 6 de dezembro de 1963.


Março:Rua Patrícia Galvão, a pagu - em Itaquera . Jornalista, escritora e ativista política, nasceu em São João da Boa Vista, SP, em 1910. Começou como jornalista aos 15 anos, colaborando com o Jornal do Brás. Aos 18 anos participava do movimento modernista e em seguida do movimento antropofágico, ao lado de Oswald de Andrade, que depois tornou-se seu companheiro. Militante política no Partido Comunista Brasileiro, de onde fora expulsa, fundou junto com seu marido o jornal "O Homem do Povo "que , por proibição política durou só dois anos. Escreveu o romance "Parque Industrial " onde criticava a sociedade paulistana e dava novas visões para mulheres. Faleceu em dezembro de 1962.

Abril: Rua Bartira , Perdizes- Índia Tupiniquim , viveu no século XVI. Era filha do cacique Tibiriçá, da região de São Vicente. Foi batizada como Isabel Dias. Em 1515, casou-se com João Ramalho, fundador de Santo André , e tiveram muitos filhos. Bartira é denominada por vários estudiosos como a" mãe do povo brasileiro ".

 

Maio - Trabalhadoras: Ernestina Lesina, Maria Lopes, Teresa Carini[foto] e Teresa Fabri, todas nomes de rua em Cidade Tiradentes - zona leste . Ernestina Lesina, anarquista e dedicada à defesa das mulheres operárias do começo do século. Foi uma das fundadoras do jornal operário Anima Vita. Foi brilhante oradora, e defendia a emancipação da mulher. - Maria Lopes, teve grande importância nas lutas dos trabalhadores. Assinou, em 1906, junto a outras ativistas anarquistas, como Teresa Carini e Teresa Fabri um manifesto às Trabalhadoras de São Paulo, publicado no jornal anarquista A Terra Livre onde denunciava e convocava as costureiras a denunciarem as degradantes condições de vida: jornadas longas e baixos salários.
 

Junho: Rua Veridiana da Silva Prado - Higienópolis. Inconformista e incentivadora do desenvolvimento cultural, artístico e político, nasceu em 1825 em São Paulo. Casou-se aos 13 anos, com um meio irmão do pai por imposição da família. Viveu em fazenda da família até 1848, quando transferiu-se para a capital. Chocou a sociedade quando resolveu separar-se e assumir a chefia da família. Viveu em Paris e, em 1884, voltando para São Paulo mudou-se para o palacete, que ficou famoso como Chácara Dona Veridiana. A Chácara tornou-se ponto de encontro de intelectuais , artistas, políticos e cientistas, sediando reuniões sociais e culturais.

Julho -Praça Pérola Byington, centro, São Paulo. Nasceu em 1879, em Santa Bárbara, SP, descendente de imigrantes norte-americanos. Em 1930, com a sanitarista Maria Antonieta de Castro, fundou a Cruzada Pro- Infância, voltada ao combate da mortalidade infantil. Lutou pela institucionalização do Dia e da Semana da criança, não pelos motivos comerciais , mas para chamar a atenção sobre os problemas da infância. Desde 1933 defendia a importância da educação sexual. Foi a primeira a defender a divulgação das causas da mortalidade do parto e pós-parto. O Hospital criado pela cruzada Pró-Infância, é hoje administrado pelo Estado e tornou-se referência no atendimento à saúde das mulheres e particularmente das que são vítimas de violência, Hopsital Perola Byington.

 

Agosto - Rua Margarida Maria Alves, Vila Matilde. Trabalhadora rural e sindicalista, nasceu em 1933, na Paraíba. Destacou-se na luta dos trabalahdores rurais do brejo paraibano por direitos trabalhistas, como carteira assinada, jornada de oito horas , férias e repouso remunerado. Era presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, região canavieira da Paraíba, tendo sido assassinada por um pistoleiro a mando de latifundiários em 12 de agosto de 1983.

Setembro :Rua Olga Benário, Brasilândia . Militante comunista alemã, nasceu em Munique, em 1908. Aos 15 anos aderiu a Juventude Comunista tornando-se ativista do movimento comunista internacional. Por várias vezes foi presa em seu país. Ao se refugiar em Moscou, conheceu o líder comunista Luís Carlos Prestes - PCB. Em 1934, veio para o Brasil com Prestes. Em 1935 o governo brasileiro deportou-na para Alemanha , sendo entregue aos Nazistas. Em 1936, na prisão teve uma filha Anita Leocádia. Olga foi assassinada em 1942 em campos de concentração.

 

Outubro: Rua Dina Sfat, Jardim Míriam. Atriz, nasceu em 28 de outubro 1938, em São Paulo. Estreou em 1961 , na peça Os fuzis da Senhora Carrar, de Bertold Brecht . Em 1966 começou atuar na televisão brasileira com a novela Ciúme, na TV Tupi. Trabalhou ainda em novelas da TV Record e Excelsior. Recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais por atuação no cinema. Pousou para a capa da Revista Isto É com cartaz em defesa da descriminalização do aborto. Teve câncer de mama e continuou trabalhar até sua morte , em março de 1989.

 

Novembro-Rua Carolina Maria de Jesus [foto]Escritora, nasceu em 1914 , na cidade de Sacramento -MG. Era descendente de escravos, trabalhava na lavoura com a mãe. Em 1947 mudou-se para São Paulo, onde trabalhou como empregada doméstica, auxiliar de enfermagem e artista de circo. Desempregada, foi morar na favela do Canindé, onde sustentava -se com o que tirava do lixo. Em 1958, foi descoberta pelo jornalista Audálio Dantas, do jornal Folha da Noite, que publicou trechos de seu diário no jornal. O livro " Quarto de despejo " vendeu 90 mil exemplares e foi traduzido em 29 idiomas. Morreu em 13 de fevereiro de 1977, em São Paulo, deixando 15 livros escritos.

Dezembro : Rua Sônia Maria Lopes Moraes Angel Jones - Chácara das Corujas, zona sul. Nasceu em novembro de 1946 , no interior do Rio Grande do Sul, lutou contra a ditadura militar no país quando estudante universitária e professora. Foi presa em 1969, depois solta passou a viver na clandestinidade e exilou-se na França. Voltou ao Brasil , para participar da luta de resistência à ditadura, depois que seu companheiro Stuart Angel Jones, foi preso, torturado e assassinado.
 
Militante da ALN [ Ação Libertadora Nacional] , foi assassinada em 1973, aos 27 anos, em São Paulo. Os militares informaram que foi morta em combate. Na verdade , fora capturada e torturada barbaramente até a morte pelos órgãos da repressão. Sônia foi enterrada como indigente no cemitério de Perus. Sobre essa história foi realizado o vídeo Sônia morta e viva, de Sérgio Weismann. formasemeios@ig.com.br
 
EDITORIAS:
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Festival de verão no hemisfério Norte promete boas atrações para este ano: Oasis, Frans Ferdinand, a paulista Gui Boratto; óperas "Aida" , Beethoven entre outras.

Com atrações que vão do pop, concertos de música erudita e eletrônica. Glastonbury sedia o principal do festival europeu, e na Inglaterra os ingressos já estão egotados. Não desista, outras chances para curitir o festival de verão do hemisfério Norte, um dos melhores do continente. Veja alguns eventos selecionados por formas&meios.

MÚSICA ERUDITA

Música erudita: Aspendos, Turquia - tem na programação balé, ópera famosas como Aída [Giuseppe Verdi ] Carmen, de Bizet se apresentarão em um anfiteatro eregido 155 d. C. , pelo imperador Marco Aurélio. Aspendos fica há 40 km de Antália, uma das principais cidades na parte asiática da turquia. -
http://www.aspendosfestival.org/


Festival Puccini - Itália - o evento é todo dedicado ao compositor Giaccomo Puccini, com apresentações na cidade de Torre del Lago, região da Toscana, perto de Lucca, região onde nasceu Puccini. Estão programadas as principais óperas do compositor: La Bohème e Tosca. Valor do ingresso: 33 Euros.
http://www.puccinifestival.it/

França - na Aix-En-Province tem fama de ser o local mais frequentado, acontece até 31/07. As atrações estarão se apresentando no Grand Théatre Province. Na programação a obra do alemão Richard Wagner "Götterämmerung" e "Orphée aux enfers" de Jacques Offenbach.
http://www.festival-aix-com/


Alemanha - The Beethoven Fest se apresentarão orquestras, grupos e solistas de câmara disseminando a músca de Beethoven, em Bonn, cidade natal do compositor. O festival acontecerá de 3/09 à 3/09. http://www.beethovenfest.de/



ROCK & POP

Sónar - Espanha - sem dúvida este é o mais badalado festival europeu e acontecerá entre os dias 18 e 20/06, com ingressos a partir de 4 Euros, no Cosmo Caixa. Celebridades do pop e rock como Grace Jones, Orbital, Animal Collective.
http://www.sonar.es/



Dinamarca - em Roskilde os ingressos continuam bem concorridos. Nos cem hectares disponibilizados para os shows que acontecerão nos dias 2 e 5/7. No palco, as bandas Coldplay, Oasis [britânicos] e os norte-americanos Faith no More, e um grande número de DJ's da escandinavia.
http://www.roskilde-festival.dk/

Exit Festival - na Sérvia terá duração de 4 dias entre 9 e 12 de julho. A visão fica ainda melhor pois acontece no alto de um monte, às margens do rio Danúbio. Entre as atrações o Moby, Lily Allen, Artic Monkeys e a paulista Gui Boratto entre outras.
http://www.exitfest.org/

Japão - Summer sonic, no Japão durará três dias, 7,8 e 9/08. O festival se divide em dois pólos, Tóquio e Osaka, cujos shows acontecerão somente até a meia-noite. Keane, Lady Gaga e Placebo estarão por lá.
http://www.summersonic.com/



Benicàssim - Espanha - o festival é um pouco mais indie talvez por ser uma cidade portuária o repertório seja também mais exclusivo. Os excelentes do Franz Ferdinand, The Killers e Oasis e Kings of Leon. Serão 4 dias de bom som, de 16 a 19 de julho.
http://www.fiberfib.com/
EDITORIAS:
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