Revelando, imortalizando histórias e talentos
30.5.09

A primeira exposição em São Paulo

 
A primeira exposição de São Paulo, foi denominada de Exposição Provincial e ocorreu em um dos lugares mais impróprios.

Sob responsabilidade da Associação Comercial e Agrícola de São Paulo, acontecia a primeira exposição no Estado, em 25 de janeiro de 1885, e marcava o inicio das atividades da Associação Comercial recém fundada cuja diretoria faziam parte as mais representativas figuras do Comércio e da indústria, como conselheiro Antonio prado, Eduardo Prates e Manuel L. de Oliveira.


A organização da 'mostra'ficou por conta de Duarte Rodrigues J. Ferreira dos Santos, Francisco de Oliveira silva e Coronel Antonio Proost Rodovalho [foto], cabendo este último a presidência." Os comentários, notícias veiculadas pelos jornais davam como um extraordinário evento na vida de uma pacata cidade. A desorganização era tanta que, um jornal notificou: Uma exposição americana, feita a murros e empurrões.


A disposição dos objetos era tosca, mal ordenada. Fotografias, tijolos, desenhos, malas, tudo em agrupamento casual que revelava a falta de experiência e tempo para a produção do evento. "Desde a escada que conduz ao vestíbulo há diversas plantas ao adorno, como abóboras colossais (sic), há diversas plantas da chácara japonesa dispostas em degraus. As vitrinas com ferragens, de Fabian Elichalt, e outra com as ferragens de Augusto Adriano, de Mogi Mirim; graxas de uma fábrica de Piracicaba, de José da Silva, peneiras de arame de fabricantes de limeira-SP. uma caixa pesando 250 quilos continha dentro uma coroa de bronze da fábrica Faber & Filhos que, depois da exposição seria remetida ao monumento de Garibaldi, na Itália. Também fazia parte da mostra as tradicionais malas em madeira e zinco da fábrica dos Silva Capela.

O discurso de abertura coube ao conselheiro Antonio Prado, cujo notável discurso foi peça para estudiosos das coisas do passado encontram elementos da maior importância na história social política e econômica que ocorreriam depois. Preocupações como, a luta pela república, a substituição do trabalho escravo pelo trabalho livre, "melhor do que produzir muito, seria produzir menos e ganhar mais". Em seu discurso Antonio Prado disse: "não nos envergonhariam pela sua qualidade nas mais importantes exposições dos povos cultos", referindo-se aos produtos agrícolas da exposição.A exposição, além dos exóticos objetos citados, na maioria do espaço continha sacos de café que somavam 300. No referido dia 25, não foi possível apresentar tudo que dispunha.

 

Assim, só no dia 1° de fevereiro pode oferecer ao público um outro importante aspectos das atividades industriais. Uma área de 160 metros, a Fábrica de Ferro Ipanema, aberta aos visitantes, haja vista que a biblioteca da Faculdade de Direito retornara a sua verdadeira vocação: cemitério Bibliográfico. Segundo jornais da época, no primeiro dia (inauguração), chogou-se a um número muito acima das espectativas, hum mil visitantes.[ Francisco Martins]

 
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A cantora é uma das figuras citadas em “Festa de Arromba”, uma composição do ‘tremendão’ Erasmo Carlos.
 
 

Sua história no rock brasileiro é uma quase uma aparição, e deu-se entre as fases do rock and roll, representado por Celly Campelo e o período da Jovem Guarda, tendo Wanderléa, como sua representante maior. Todos esses fatores deram enorme contribuição no ofuscamento na carreira de Meire Pavão. A cantora nasceuTaubaté, interior paulista, filha do maestro Teothônio Pavão, ela começou a carreira quando adolescente no Conjunto Alvorada. Chamou atenção, a ganhou de programas exclusivos em TV’s. No seu repertório, Meire deixa um bom legado como a faixa ‘Lição de twist’, que consta em uma coletânea denominada Censurar Ninguém se Atreve.

Seu primeiro contrato foi na gravadora Chantecler, quando tinha 17 anos, isso em 1964, onde de cara emplacou um hit ‘O que eu faço do meu latim?’, uma versão feita pelo pai dela de uma canção italiana. O sucesso o fez lançar o Long Play “A Rainha da Juventude” incluindo todas as faixas de sucessos como “Downtown” ‘Bem bom’, sendo a primeira uma versão feita para a música de Petula Clark. Um ano mais tarde, já na gravadora RCA Victor, lançou o segundo disco cujo título era “Meire”, e nele estava o maior êxito fonográfico de sua trajetória “Família Buscapé” {Albert e Teothônio Pavão}. Também nesse disco, algumas versões que ganharam destaques pela originalidade “Chame um táxi” - uma versão de “Taxman, dos Beatles”. No ano de 1969 ainda conseguiu fazer relativo sucesso com “Monteiro Lobato”.

A cantora ainda não chegou à era digital. O CD está prestes a sair de linha, e os dois discos ainda estão inéditos. Ouvir Meire Pavão é quase uma obrigação para quem tem pretende conhecer os fundamentais da história do rock brazuca. Com seu tom quase lírico de cantar rock; versões de cunho particular, era bem além dos padrões da época. Tinha um estilo que transitava entre Mary Hopkins, Sandie Shaw por exemplo. Ou seja, ela era muito além das celebridads da Jovem Guarda.

Na TV ela atuou ao lado de Wanderley Cardoso em “A Grande Parada”, o humorítico “O riso mora ao lado” e uma novela denominada de “Sozinho no mundo”. A cantora fez sua última aparição, segundo o livro ‘Rock Brasileiro, 1955-65’, na capital paulista, com o grupo Os Vikings. Em 1974, faz mais uma tentativa de retornar ao disco, cantando ao lado do irmão Albert, do pai, Tethônio, Vikings e de Thomas Roth {Lua Music}, um discos dedicado ao publico infantil. {Dino Nery/Francisco Martins}
 
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Encontro entre os artistas Marco Giannotti, Dudi Maia Rosa e Sergio Sister, encerra exposição “Contraluz”

O artista plástico Marco Giannotti encerra sua exposição, “Contraluz”, com um debate/mesa-redonda entre ele e os artistas Dudi Maia Rosa e Sergio Sister no próximo dia 27 de junho, às 12h, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud. O encontro, gratuito e aberto ao público em geral, reúne Giannotti e convidados para falarem sobre a exposição “Contraluz” e também a respeito de questões pontuais que cercam a arte contemporânea, como a importância da pintura no cenário atual, a significância da cor, as relações entre pintura e técnica/pintura e fotografia, entre outros. A exposição “Contraluz” reuniu durante os meses de maio e junho uma série de obras em que o pintor paulistano apresenta trabalhos de grande formato inspiradas nas grades existentes na paisagem urbana. O artista buscou, por intermédio de suas telas, novas possibilidades pictóricas para uma arte de natureza construtiva, retomando temas recorrentes em sua obra.


Quem é Marco Giannotti

Marco Giannotti é formado em Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Participou de importantes exposições nacionais como: "Arte/Cidade: cidade sem janelas" em 1994, "Os anjos estão de volta" na Pinacoteca do Estado em 2000 e "Heterodoxia" no Memorial da América Latina em 2004, “II Bienal de Cuenca no Equador” em 1987, "Brazil Projects 90" no Municipal Art Gallery em Los Angeles em 1990. Atualmente é Professor Doutor do Departamento de Artes Plásticas da Universidade de São Paulo desde 1998, tornando-se Professor Associado em 2006. Passa a ser representado pelo Gabinete de Arte em 2008.

Quem é Dudi Maia Rosa

Pintor, desenhista, professor. Estuda gravura com Trindade Leal (1927) na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap, em São Paulo, em 1966. Realizou sua primeira exposição individual em 1967, na Galeria Atrium. Freqüentou o ateliê de Wesley Duke Lee. Nas décadas de 1960 e 1970, realiza trabalhos que têm como tema a cidade de São Paulo, representada em cenários oníricos. Nos anos 1980, sua pintura adquire características tridimensionais, marcada por uma pintura gestual. O artista começa a realizar experiências com resina sintética, que permite uma variação de transparências e tonalidades em suas obras. Em alguns trabalhos insere escritos, como citações bíblicas ou ainda figuras indefinidas, evanescentes.

Quem é Sergio Sister

Jornalista e artista plástico. Participou, entre outras exposições coletivas, do Salão Paulista de Arte Moderna (1965 e 1966), IX Bienal Internacional de São Paulo (1967), Artistas Contemporâneos na Funarte (1989) e Desenho Contemporâneo no Centro Cultural São Paulo (2000). Expôs individualmente na Paulo Figueiredo Galeria de Arte (1983,1986), Galeria Millan (1988, 1990, 1995), Sala Macunaíma da Funarte RJ (1989), Centro Cultural São Paulo (1989), Capela do Morumbi em São Paulo (1992), Galeria André Millan (1993), Galeria Casa da Imagem em Curitiba (1993 e 1996), Galeria Marilia Razuk (1996), Museu de Arte de Ribeirão Preto, Marp (2000), Paço Imperial do Rio de Janeiro (2000) e Galeria São Paulo (2000). Exposição “Contraluz” – debate/palestra entre os artistas Marco Giannotti, Dudi Maia Rosa e Sergio Sister

Gabinete de Arte Raquel Arnaud

Dia 27 de junho, sábado, às 12h
Horário: Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 16h. Grátis.
Rua Arthur Azevedo, 401 - Pinheiros, São Paulo, SP.

Fone: 011 3083 6322 - http://www.raquelarnaud.com/


Informações para a imprensa


Canal Aberto – 11 2914 0770/ 3798 9510 / 9126 0425
– Márcia Marques www.canalaberto.com.br

 

Programação da 26ª Oktoberfest

 
Programação da 26ª Oktoberfest foi lançada nesta quinta-feira, 28, com grande festejo no Parque Vila Germânica, em Blumenau, SC, onde a comunidade pode desfrutar de uma noite idêntica às noites da Oktoberfest, com desfiles, música e dança. Confira programação da Oktoberfest 2009 com abertua oficial dia 1/10 às 22h00 .
{Foto Marcelo Martins}
 

Dia 1º - quinta-feira, desfile de abertura, às 19h30min.
Dia 03 sábado às 17h
Dia -07 - quarta-feira às 19h30min
Dia 10 sábado às 17h
Dia 14 - quarta-feira às 19h30min
Dia 18 domingo às 10h, com bandas que tocarão a partir das 16h.
Nos demais dias, às 19h.
No Biergarten, aos sábados e domingos, as bandas tocarão a partir das 12h.
Bierwagen - O Bierwagen (Carro da Cerveja) fará a distribuição gratuita de chope pelo centro da cidade no período vespertino.

 
Festa da Melhor Idade 
Será no dia 08 de outubro, das 12h às 17h, nos Setores 1 e 2.
 
Chope em metro
O Concurso Nacional de Tomadores de Chope em Metro será realizado diariamente, às 22h, no Setor 3.

 
Grupos Folclóricos
Apresentações diárias nos setores, no intervalo para a troca de bandas.

 
Rainha da Oktoberfest 2010 -
Concurso para Escolha da Rainha e Princesas da 27ª Oktoberfest, será no último domingo da festa, dia 18, às 20h.
Entrada gratuita.

 
Cervejas
Nos Setores 2 e 3, chope oficial Brahma.
No Setor 1, cervejas artesanais da região.
No Biergarten, chope Brahma e cervejas artesanais e importadas.
 
 
 

 

Rei do Tiro
O público poderá participar das competições do Rei do Tiro, uma modalidade esportiva organizada pelos Schützenvereine (Sociedades de Atiradores) da cidade, no Setor 1.

 
Retretas e danças típicas
Diariamente haverá animação com bandas típicas e apresentações de danças folclóricas em diferentes pontos da cidade.
Fonte: Norberto Mette, presidente do Parque Vila Germânica
(3326-6901 / 9968-9895).
Repórter: Rafaella Fernandes (3326-6901)E-mail: imprensa@proeb.com.br
 
 

Canta Santa Bárbara

 
Estação Cultural recebe a primeira edição de junho do Canta Santa Bárbara Artistas regionais se apresentam e são homenageados durante o evento
 

SANTA BÁRBARA d'OESTE - Interior paulita - No próximo domingo, 07 de junho, acontece mais uma edição do Canta Santa Bárbara na Estação Cultural, evento promovido pela Secretaria de Cultura de Santa Bárbara d´Oeste, a partir das 9h00, com entrada gratuita. Na primeira edição do mês, o evento conta com apresentações de artistas locais da região com os grupos “Cururu”, “João Paulo e André”, “Amigos Seresteiros”, “Mourão e Cileno”, com destaque para “Pardinho 2” de Campinas que se apresenta pela primeira vez no evento.

Durante as apresentações, também há espaço para o Destaque Cultural, que homenageia personalidades da cultura local. Nesta edição, o Destaque será dedicado aos artesãos Marister e Damiani, que trabalham com artesanato em madeira na produção e pintura das peças.Criado em fevereiro de 1997 pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, o projeto “Canta Santa Bárbara” pretende dar oportunidade aos músicos barbarenses, que estão iniciando a carreira, além de trazer show de grandes artistas da música de raiz gratuitamente na Estação Cultural.

FONTE: Carlos Guimarães

Estação Cultural

Av. Tiradentes, nº02 – Centro – Santa Bárbara d’Oeste.
 
 
EDITORIAS:
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MCB abre mostra “Pintura na margem da cidade” com intervenções urbanas de Mônica Nador. Abertura: 9 junho, às 19h30.
 
 
Intervenções do projeto Paredes Pinturas de Mônica Nador em favelas de São Paulo e México compõem a mostra “Pintura na margem da cidade”, que abre no dia 9 de junho no Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, e realizada em parceria com o Centro Cultural da Espanha. São três módulos com fotos e DVDs dos trabalhos realizados na Vila Rhodia, em São José dos Campos; na favela São Remo, em São Paulo; no Jardim Santo André, em Santo André; e em Maclovio Rojas, em Tijuana, no México, como parte do projeto inSITE.
 
Num movimento de apropriação simbólica do espaço público, a artista plástica Mônica Nador, paulista de Ribeirão Preto, também descobriu os novos caminhos para sua arte. Ela confessa sempre ter tido vocação para “pintar a cidade”, já que navegou entre estudos de arquitetura e artes plásticas. “Empunho a bandeira da beleza pura, quero transformar os lugares feios”, diz Mônica Nador. “Procuro fazer o que chamo de arte útil”. As paredes da mostra serão pintadas pela artista com desenhos do repertório dos jovens que participam do Barracão Arte Clube no Jardim Santo André.
 
“Não se trata de apresentar aqui uma solução para os sérios problemas habitacionais da população brasileira, mas revelar uma ação que joga luz à margem da cidade formal, nas favelas, despertando através da arte a criatividade de seus habitantes para resgatar, de forma orgânica, sua dignidade”, diz Giancarlo Latorraca, diretor Técnico do MCB. “É um chamado de atenção à riqueza cultural dos cidadãos subtraídos de seu direito de morar com qualidade”
 
A artista plástica Mônica Nador realizou sua primeira pintura mural em 1996, quando foi convidada por Tadeu Chiarelli, então diretor do Museu de Arte de Moderna (MAM–SP), para inaugurar o Projeto Paredes. Dois anos mais tarde, deu continuidade a seu trabalho com projetos para o Programa Comunidade Solidária, idealizado por Ruth Cardoso. A seguir, ganhou uma bolsa da Fundação Vitae que viabilizou a intervenção da Favela São Remo, em São Paulo. Em suas atividades de pós-graduação (ECA-USP) fez intervenções na Vila Rhodia, em São José dos Campos, em 2000. Na mesma época, iniciou sua participação no projeto inSITE, que a cada três anos reúne artistas na região da fronteira entre Estados Unidos e México.
 
O trabalho de Mônica Nador é realizado com base em desenhos feitos pelos próprios moradores, extraídos, tanto quanto possível, de seu repertório mais ancestral. A ação objetiva valorizar as pessoas e sua cultura, andando na contramão da informação de massa, bem como viabilizar um entorno menos hostil para as populações que habitam a periferia de grandes cidades.
 
A realização se dá, em primeiro lugar, com a apresentação da proposta para os moradores e a inscrição dos interessados. Em seguida, são realizados sessões de desenho, onde se procura eliminar piu-pius, mickey mouses e logomarcas. Em seguida, é realizada a transposição dos desenhos selecionados para confecção dos estênceis e se inicia a pintura das casas. Os desenhos e as cores são selecionados pelos próprios moradores. 
 
Em Santo André, o trabalho foi feito através das ONGs Jardim Miriam Arte Clube (Jamac) e Ação Educativa, no Projeto Arte em Toda Parte, que integra as ações do programa São Paulo de Cara Nova, da Secretaria de Habitação e da CDHU – Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Governo do Estado de São Paulo.
O processo foi filmado pelo cineasta Carlos Jerônimo Vilhena de Toledo, que editou um documentário presente na mostra.
 
A ideia do projeto é despertar nos moradores um sentimento de pertencimento que fortaleça os laços de identidade e o tecido social das comunidades envolvidas. Incentiva, ainda, a formação de agentes multiplicadores deste trabalho dentro da comunidade, e, em um segundo momento, a criação de atividade geradora de renda baseada nos desenhos do grupo.
 
Serviço:

Exposição: “Pintura na margem da cidade”
Abertura: 9 de junho, às 19h30
Visitação: de 10 de junho a 12 de julho, de terça a domingo, das 10h às 18h
Workshop:
Site:
www.mcb.org.br

Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727   Jardim Paulistano São Paulo

Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00  Gratuito domingos e feriados
Acesso para pessoas com deficiência.

Visitas orientadas: 3032-2564
agendamentomcb@terra.com.br
Estacionamento: R$ 12,00 no dia da abertura; de terça a sábado até 30 min. grátis, até 2 horas R$ 8,00, demais horas R$ 2,00. Domingo: preço único de R$ 10,00.
Classificação indicativa: livre
 
Informações para a imprensa:

Assessoria de imprensa do Museu da Casa Brasileira
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243  3815-0381
Letânia Menezes cel. 9983-5946; Silvana Santana
e-mail:
menezescom@uol.com.br
 

Menezes Comunicação
Av. Pedroso de Moraes, 631 cj 93
05419-000 - São Paulo - SP
tels. 11 3815-1243/0381
silvana.menezescom@uol.com.br
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