Revelando, imortalizando histórias e talentos
4.6.09

 
Um museu para as obras do surrealista belga René Magrite onde se pode ver as influências metafísicas do pintor que achava que a arte servia para mudar a percepção do mundo. {Obra: Isso não é um cachimbo}.

Inaugurado dia 2 de junho, em Bruxelas, o museu vai abrigar a maior coleção de obras do pintor belga, na Praça Royale. O pintor que mais pareceia se utilizar de literatura para construir sua obras em conjunto com imagem poética. Em sua telas existem um universo imaginário onde os objetos constroem uma nova relação.

A localização é na famosa Praça Royale, onde se concentram a maioria dos museu de Bruxelas, o museu dedicado a Magrite {{1898-1967}}ocupará cinco andares de uma construção em estilo neoclássico, e mede 2.500 metros quadrados, além de hospedaria de Alexandre Dumas já abrigou também a Loteria Imperial Real no século XVIII .

Em três andares os visitantes poderão
apreciar não só as pinturas de René Magrite mas aspectos da pessoal. São 149 telas do pintor surrealista, entre as quais 58 guaches e 75 pinturas. Cartazes, filmes cartas e fotos compõem o cenário do museu de Renè Magrite. Pinturas do início da carreira, cartazes feitos especificamente para teatro, capas de partituras quando ganhava a vida como gráfico, nos anos 20; tudo isso no 3* andar.

No segundo andar do museu encomtram-se as obras de 1943, dos períodos figurativo , impressionista e linguagem escrita. Nesse mesmo andar, uma sala é toda dedicada ao período vache [vaca] quando o movimento surrealista francês tinha como foco o inconciente e o universo. Suas obras de final de carreira " L´Empire des Lumières" , 1954; onde imprime o realismo à precisão da imagem de uma casa ao anoitecer contrastando com um céu super claro pode ser apreciada também no museu.
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:35  comentar

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