Revelando, imortalizando histórias e talentos
7.6.09
Várias versões de Mona Lisa nua com base na obra original são destaque em exposição na Itália
 
 


ROMA,20/06 {AgênciaFM}Sorriso tímido, mãos cruzadas e olhar delicado assemelha-se ao quadro mais conhecido de Leonardo da Vinci. Versões da musa de Da Vinci nua são destaques da mais recente mostra no Museu Ideale na Itália. A mostra Joconde - Da Monna Lisa alla Gioconda Nuda é dedicada aos artistas que inspirados no quadro deram asas as suas imaginações. Dividida em duas partes: uma com obras histórica e a outra com peças de arte contemporânea. Na primeira parte, pinturas e desenhos dos séculos XVI e XX.

A pesar de algumas destas obras trazerem retratos da Mona Lisa nua, a que mais se destaca é versão que pertencia ao tio de Napoleão Bonaparte, o cardeal e colecionador Joseph Fesch (1763-1939), cuja obra que chegou a ser atribuída a Da Vinci no passado, porém, especialistas provaram que se tratava de um retrato feito por um imitador ou discípulo de Da Vinci. Os outros destaques são um pequeno quadro redescoberto nos depósitos da galeria Uffizi, e foi restaurado especialmente a expsoição; o Diário, emprestado da Biblioteca Nacional de Nápoles, em que o cardeal Luís de Aragão relata o encontro que teve com o pintor, durante sua visita, em 1517.

A outra parte da exposição é chamada de 'Giocondologia', e é dedicada ao fenômeno que ficou conhecido por "Giocondologia" ou “Leonardismo”, e retrata como a tela Mona Lisa tornou-se um ícone mundial no design gráfico, da literatura e internet além de influenciar diretamente na sociedade contemporânea. Segundo a direção do Museu Ideale, o objetivo da mostra é discutir " o sucesso e as origens e os mistérios" que envolvem a obra Mona Lisa.

A exposição Joconde - Da Monna Lisa alla Gioconda Nuda ficará em cartaz até 30 de setembro, no Museu Ideale Leonardo, na região da Toscana.
A mostra seguirá até o dia 13 de setembro.

 

 
 Como chegar lá>Via Montalbano, 2 -  no centro storico di Vinci

50059 - Vinci (FI)

Tel. 0571-56296
Fax. 0571-567986

 


 
 
A exposição comemora os 150 anos de imagens de corpos na fotografia, em museu de Munique, sul da Alemanha, onde é contada a história do nu artístico na fotografia através das décadas com celebridades como Marylin Monroe clicada por Bern Stern.

 

 

 


Cerca de 250 fotografais do acervo do museu, a exposição Münchener Stadtmusem tenta mostrar os limites entre arte, pornografia e sensualidade. A mostra encontra-se organizada de forma cronológica, abordando o panorama entre os de 1855 a 2005. Os retratos mais antigos datam do começo da história da fotografia, na metade do século XIX. Tais obras não tinham um fim artístico, apenas eram produzidas para estudos pictóricos, dar apoio ao estudo de desenhistas, escultores e pintores. As primeiras experiências foram desenvolvidas dentro de ateliês, e apresentam pessoas em usando trajes históricos, em poses inspiradas em motivos da antiguidade e do renascimento, e retratam tanto mulheres quanto homens ou crianças.


Foi somente no começo século XX, que o gênero ganhou vida própria, galgando o status de obra de arte. As distorções tiveram início nos séculos XX e XXX, com ângulos mais arrojados.
 
 
Após a Primeira Guerra Mundial, surgiriam os movimentos de vanguarda , e fragmentaram o corpo humano através de exposições múltiplas e contrastes fortes de escuro e claro. Em décadas posteriores, as fotos de nus ganham um certo glamour, e aparecem nas páginas de revistas, principalmente de moda, assim, conquistando celebridades da música e do cinema. Por exemplo a imagem que já se encontra na memória coletiva de uma suposta lasciva Marilyn Monroe fotografada por Bern Stern, em 1962.
 

Exposição em Paris apresenta mitos criados por Tarzã

Objetos africanos como colar, cartazes de filmes estão na mostra no museu Quai Branly, prevista para ser inaugurada na quarta-feira, 17 de junho.
 


A mostra explora os mitos e as lendas, estereótipos por trás do célebre personagem da ficção, Tarzã. O museu que tem como função exibir artes nativas das Américas, Ásia África e Oceania, apresenta trechos de histórias em quadrinhos, filmes e cartazes de cinema, objetos relacionados ao personagem e até pinturas. Com o objetivo de mostrar como a cultura destes continentes, principalmente o africano, é percebida pelos norte-americanos e europeus. Segundo o curador da mostra, Stéphane Martin, disse à BBC que ela pretende divertir e, ao mesmo tempo, derrubar o mito de que a África é um continente indomado.

A primeira aventura de Tarzã, o Homem-Macaco, aconteceu em 1914, e, ele perde os pais na selva africana e é adotado por uma tribo de macacos. Assim, torna-se um homem forte com capacidade de matar leões e tigres usando somente as mãos. A exposição também dá destaque ao impacto do Darwinismo e a teoria evolucionária que existe por trás da historia do herói das selvas.

Em Hollywood

Criado nos Estados Unidos por um escritor de escritor de ficção-científica Edgar Rice Burroughs, que jamais esteve na África. Nos anos 1930, Tarzã passou a ser herói de histórias em quadrinhos e para chegar ás telas de cinema foi um pulo. Em Hollywood, o personagem foi interpretado por vários atores, entre eles o ex-campeão olímpico de natação, Johnny Weissmüller. O personagem também ganhou um programas de rádio e televisão. Nos dias atuais, inspira videogames. Fotos: Thierry Ollivier/Michel Urtado/Museu do Quai Branly)

A mostra no Museu do Quai Branly segue em cartaz até 27 de setembro.
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 03:29  comentar

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