Revelando, imortalizando histórias e talentos
14.6.09
Fundador da Banda Legião Urbana, nasceu a 27 de março de 1960, e em 1994, resolver investir numa carreira solo, paralela a da Legião Urbana.



Renato Russo optou por fazer discos totalmente diferentes do que fazia até então com os integrantes da banda. "No começo da carreira da Legião Urbana, a gente considerava bastante a Legião. Mas agora que estamos mais sedimentados, o público já conhece a gente, então surge uma curiosidade natural de ver se a gente tem capacidade de trabalhar de outras formas", disse Renato. Após gravar canções em inglês, em The Stonewall Celebration Concert (1994), seu primeiro disco solo, Renato preferiu interpretar canções alheias escritas em italiano, idioma que naquele momento andava completamente "fora de moda" no Brasil. Diferente do que muitos poderiam esperar, Equilíbrio Distante (1995), o segundo trabalho solo, ultrapassou a marca das 500 mil cópias vendidas. Emplacou diversos hits, dentre eles Strani Amore e La Solitudine, do repertório de Laura Pausini, até então ainda desconhecida por aqui.

UM DISCO CEM POR CENTO

 

Mesmo sem saber do sucesso que Renato faria sozinho, a gravadora deu apoio aos projetos desde o início. "Eles ouviram as canções, antes até de gravar. Se apaixonaram e falaram: "É super cem por cento. Vai em frente que vai dar certo"", contou o músico. O último solo, disco individual póstumo de Renato Russo, chegou às lojas com uma tiragem inicial de 300 mil cópias, o que lhe garantiu logo de saída um disco de platina. O álbum trouxe quatro músicas do primeiro CD individual e outras quatro do segundo disco. No último, há uma faixa interativa onde estão o clipe de Strani amore, trechos em áudio de uma entrevista para as rádios em 1995, as letras e a ficha técnica. Apesar de ser um disco póstumo, as faixas têm qualidade técnica e artística suficiente para serem ouvidas como um disco de carreira. O diretor artístico da gravadora EMI-Odeon, João Augusto, explicou que o lançamento foi preparado de acordo com as determinações da família de Renato, representada na entrevista coletiva de lançamento pelo pai dele, Renato Manfredini.

A produção do disco ficou por conta do tecladista Carlos Trilha, que gravou com Renato os dois discos solo e participou das gravações dos dois últimos álbuns da Legião, A tempestade e A última estação. Pode-se dizer que Trilha passou por momentos difíceis por ter a tarefa de completar o disco sem a presença do Renato. "Eu me lembrei de muitas recomendações dele sobre as músicas. Ele também vivia dizendo que eu devia ser menos racional e técnico e me deixar levar pela intuição.
Foi o que fiz", contou o produtor. Manfredini disse que a família confiou totalmente na gravadora para preparar o disco, cuidando dos detalhes de apresentação. A família também explica o nome do disco: "É o último solo porque ele não vai cantar mais e também se refere ao solo de flores por ele escolhido para que jogássemos suas cinzas, que dispersamos no jardim de Burle Marx. Minha filha, Carmen Teresa, contribuiu com o quadro das flores na capa, que o Renato dizia que era dele e que, um dia, iria para sua casa." No ano de 1984 o músico tentou suídio cortando os pulsos, e, em 1990 assume sua homossexualidade. Renato Russo faleceu em 11 de outubro de 1996 sendo causa mortis infecção generalizada decorrente da AIDS. O álbum está manuscrito na contracapa por Giuliano, filho do Renato Russo. O encarte é ilustrado por instrumentos e objetos pessoais do artista e um desenho dele ilustra o CD propriamente dito. Carlos Trilha ainda contou que do material solo só existem fragmentos de três canções. Sobre a Legião Urbana, o presidente da EMI explicou que há um vasto material de boa qualidade, incluindo duas horas de gravação do Acústico MTV, das quais só 40 minutos são aproveitados no programa. Augusto disse que um dos projetos seria reunir tudo numa caixa, mas isso são coisas a vir. É possível que o último solo não tenha acabado. [ francisco martins ]

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 "Prefiro queimar de uma vez a desaparecer devagar" A frase, extraída da carta encontrada ao lado do corpo de Kurt Cobain no dia 8 de abril de 1994, sintetiza o inferno astral pelo qual passava o mentor do último esporro de criatividade na música pop. O efeito causado pelo movimento grunge na indústria musical só pode ser comparado a era punk do final dos anos 70 e a invasão britânica encabeçada pelos Beatles e Rolling Stones na década de 60. A morte do líder do Nirvana decretou o fim de um período onde a cena alternativa desempenhava o papel de protagonista na mídia.
Destruído emocionalmente pela superexposição do grupo, o pai de "Smells Like Teen Spirit" cometeu suicídio, aos 27 anos, com um tiro na cabeça, no dia 5 de abril de 94. O corpo só foi localizado 3 dias depois, na casa do guitarrista, em Seattle, EUA. Foi uma porrada no estômago dos milhões de fãs conquistados pelo líder de uma banda de garagem do noroeste da América. Sete anos de carreira, quatro álbuns oficiais e dois póstumos serviram para eternizar a obra de Kurt Cobain e os parceiros do Nirvana na história do rock.
 
Nascido em Hoquiam, Estado de Washington, o hiperativo Kurt Donald Cobain era movido por Ritalina, para se concentrar nas aulas, e em sedativos para dormir. Renegado pelos pais na infância, passou a adolescência morando com parentes. A primeira guitarra foi comprada aos 14 anos. Semanas antes de se formar no segundo grau, Kurt largou os estudos. Chegou a trabalhar como roadie para os Melvins, banda de Seattle que serviu de referência no futuro. Entre 86 e 87, o Nirvana era formado, junto com o baixista Krist Novaselic. O baterista Dave Grohl foi incorporado ao grupo em 1990, após uma série de músicos terem passado pelas baquetas.
O primeiro álbum (Bleach) foi lançado em 89. Mas o estouro mundial veio dois anos depois. Nevermind subiu como um foguete nas paradas americanas, desbancando o rei do pop Michael Jackson e seu álbum Dangerous, e criando uma cultura de camisas de flanelas nos lugares mais improváveis do planeta. O grunge era o carro-chefe da MTV, a trilha das pistas mais badaladas da noite e o estilo de 11 entre 10 adolescentes cansados do metal poser e do agonizante rock influenciado pelos anos 80. No Brasil, era o contra-ataque ao axé e sertanejo. O sucesso mundial do Nirvana atraiu todos os holofotes para Seattle. Pearl Jam, Soundgarden, Alice in Chains e Mudhoney completavam a elite do grunge. Explorado, mastigado e cuspido pela mídia, o estilo foi vendido em dose industrial nos quatro cantos. O assédio e o interesse doentio da imprensa está muito bem retratado no documentário HYPE!* (1996). Um dos trechos mais absurdos narra as supostas gírias do movimento, inventadas por uma funcionária da gravadora Sub Pop, ao ser indagada por uma repórter da Newsweek sobre a cena musical da cidade. Na semana seguinte, o fictício dicionário grunge estava publicado numa das principais revistas dos Estados Unidos.
Os anos entre 91 e 94 marcaram o auge do Nirvana e o período de imersão nas drogas por Kurt Cobain. Morfina e heroína regavam as turnês de Nevermind. Os primeiros meses do casamento com Courtney Love, em 92, trouxeram um pouco de sossego espiritual ao vocalista, assim como o nascimento da filha Frances Bean. Mas o trem voltou a descarrilhar em 1993. Uma overdose de heroína colocou Kurt num centro de reabilitação. No entanto, largou o programa antes de estar completamente limpo. Os excessos seguiram durante a divulgação de In Útero, lançado em setembro do mesmo ano. Em fevereiro de 94, uma nova overdose abreviou o giro do Nirvana pela Europa. No fim de março, Kurt Cobain retomou os tratamentos em uma clínica de Los Angeles. No dia 1º de abril fugiu para Seattle. Uma semana depois era encontrado morto. Sua última entrevista foi dada à revista britânica Uncut Legends. [Francisco Martins ]


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Raul dos Santos Seixas, cantor, compositor, produtor e instrumentista nasceu em Salvador-BA em 28/ 6/ 1945, e faleceu em São Paulo SP a 21 de agosto de 1989.

 
 
Sua grande influência foi o rock-and-roll da década de 50, que ouviu muito nos discos emprestados pelos vizinhos, funcionários do consulado norte-americano em Salvador. Aos 12 anos fundou o conjunto The Panthers , que mais tarde viria a chamar-se Os Panteras, o primeiro grupo de rock de Salvador a usar instrumentos elétricos, passando a tocar em cidades do interior baiano. Começou a estudar direito, mas abandonou o curso para se dedicar à música. Em 1967, Jerry Adriani apresentou-se ao vivo em Salvador, acompanhado pelos Panteras, e se entusiasmou com o grupo, convencendo-os a se mudarem para o Rio de Janeiro - RJ, onde gravaram pela Odeon seu primeiro disco, Raulzito e os Panteras. De 1968 a 1972 trabalhou como produtor da CBS. Produziu e lançou, em 1971, o LP Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta sessão das dez, com músicas de sua autoria e em parceria com Sérgio Sampaio, tendo ambos como intérpretes ao lado de Míriam Batucada e Edy Star.

Apresentou-se no VII FIC - transmitido pela TV Globo em 1972 -, com duas músicas " Let Me Sing, Let Me Sing " e "Eu sou eu, Nicuri é o diabo ". Contratado em 1972 pela Philips, gravou o LP Os 24 grandes sucessos da era do rock, no qual aparecia creditado apenas como produtor e arranjador (em 1975, com Raul já famoso, este LP seria relançado com seu nome e novo título, 20 anos de rock). Seu primeiro grande sucesso como intérprete foi Ouro de tolo, em 1973, incluída em seu primeiro LP solo Krig-há, Bandolo!, do mesmo ano e que incluiu outros êxitos, como Metamorfose ambulante, Mosca na sopa e AI Capone .Seu sucesso se consolidou com os três LPs seguintes, Gitâ (1974), Novo aeon - 1975 - e Há dez mil anos atrás <1976>. Mudou-se em 1977 para a Warner que inaugurava sua filial brasileira, e gravou três LPs: O dia em que a terra parou (1977), que inclui Maluco beleza em parceria com Cláudio Roberto, que se tornaria um hino da geração hippie, Mata virgem [1978 ] e Por quem os sinos dobram (1979). Apesar de crescentes problemas de saúde e várias trocas de gravadoras, manteve o prestígio e o sucesso em quase todos seus LPs seguintes: Abre-te sésamo - CBS, 1980-, Raul Seixas (incluindo sucessos como Capim-guiné, com Wilson Ângelo, e Carimbador maluco, este incluído no musical infantil Plunct, Plact, Zumm, da Rede Globo, Eldorado, 1983), Metrô linha 743, Som Livre, 1984-, Uah-baplu-bap-lah-béim-bum! ( 1987), A pedra do Gênesis - 1988 - e A panela do Diabo (em dupla com Marcelo Nova, um de seus maiores discípulos e líder do Camisa de Vênus; 1989). Seus outros sucessos incluem Como vovô já dizia (com, Paulo Coelho, 1975), Rock das "aranha" (1980) e Cowboy fora-da-lei (1987).

Com público dos maiores e mais fiéis, foi o primeiro artista brasileiro a ter um LP organizado e lançado por um fã-clube, a coletânea de gravações raras Let Me Sing my Rock-and-roll -1985, mais tarde encampada pela Polygram com título Caroço de manga-, e mesmo após sua morte continua exercendo influência, com músicas regravadas por artistas tão diversos quanto Caetano Veloso (Ouro de tolo), Irmãs Galvão (Tente outra vez), Margareth Meneses (Mosca na sopa), Deborah Blando - A maçã - e o grupo RPM (Gitâ).

 

Em 1995, várias homenagens marcaram seu aniversário - faria 50 anos. Foram lançados um livro, O trem das sete, Editora Nova Sampa, e um CD, Sociedade Grã-Kavernista apresenta sessão das dez, reedição do LP de 1971. Obras: AI Capone (c/Paulo Coelho), 1973; Carimbador maluco, 1983; Eu nasci há 10 mil anos atrás (c/Paulo Coelho), 1976; Eu sou eu, Nicuri é o diabo, 1972; Gitâ, 1975; Let Me Sing, Let Me Sing (c/Nadine Seixas), 1972; Maluco beleza (c/Cláudio Roberto), 1977; Metamorfose ambulante, 1973; Mosca na sopa (c/Paulo CoeIho), 1973; Ouro de tolo, 1973; Rock das "aranha" (c/Cláudio Roberto), 1980; Sociedade alternativa (c/Paulo Coelho), 1974; S.O.S., 1974; Tente outra vez (c/Paulo Coelho e Marcelo Mota), 1975. CDs Raul Seixas, 1983, Eldorado 584005; Krig-há, Bandolo!, 1988, PhiIips 848938-2; Gitâ, 1989, PhiIips 038288-2. Se estivesse vivo, o maluco beleza teria completado 60 anos dia 28 de junho.  {Foto: Rochinha - L.B. Rocha - Rochinha}

 

 
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Estação Cultural mostra os resultados da Oficina da Criatividade de 2008 e 2009

 


Santa Bárbara d'Oeste- interior paulista - História da arte, desde a pré-história ao modernismo e “Engenho Velho Engenho Novo” serão destaque da mostra A Estação Cultural está promovendo a mostra “Estação Cultural de Criatividade”, resultado dos trabalhos produzidos durante as Oficinas da Criatividade, realizadas entre outubro a dezembro de 2008 e de março a maio de 2009.

 

As oficinas foram ministradas pela artista plástica Fernanda Macahiba com conteúdo teórico da também artista plástica Pama Loiola, com o objetivo de despertar nos participantes a criatividade, a habilidade de apreciar valores estéticos e desenvolver a percepção, além de estimular o interesse pelas artes visuais a partir do envolvimento com a realidade histórica e de preservação da memória através da arte. Ao todo, 39 pessoas participaram das oficinas e terão seus trabalhos expostos na mostra. Foram abordados assuntos referentes à história da arte em encontros semanais onde os alunos conheceram quatro técnicas artísticas: desenho, pintura com tinta acrílica, monotopia (transferência de imagem matriz para obtenção de gravura) e mosaico (junção de elementos de natureza diversa para construção de um elemento novo).

 

A 1ª turma da Oficina, realizada de 23 de outubro a 11 de dezembro de 2008, tratou do tema “Engenho Velho Engenho Novo”, retratando a história da cana-de-açúcar, dos engenhos, da lavoura da cana e das usinas de açúcar e álcool no Brasil. Já a 2ª turma, realizada de 21 de março a 09 de maio de 2009, abordou a Pré-história, Renascentismo, Barroco, Romantismo, Realismo e Modernismo, com um módulo especial sobre a Semana de Arte Moderna de 1922.A mostra “Estação Cultural de Criatividade” realizada de 07 a 21 de junho de 2009, na Estação Cultural, com entrada gratuita. Serviço:Mostra “Estação Cultural de Criatividade.

 

{FONTE: Carlos Guimarães: www.negociosantigos.com.br

 


 


Até 21 de junho de 2009

Horário: segunda a sábado: 9h00 às 18h00 /

domingo: 8h00 às 16h00

Local: Estação Cultural – Av. Tiradentes, 02 –

Centro, Santa Bárbara d’Oeste – SP

 

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Portugal elege as ‘Sete Maravilhas’ de origem portuguesa no Mundo. A lista foi anunciada dia 10/06, e duas delas estão no Brasil. A cerimônia aconteceu na Arena Portimão.


Os monumentos mais votados em eleição via internet foram: a Fortaleza de Diu, na Índia, Fortaleza de Mazagão, Marrocos, a Basílica do Bom Jesus de Goa, também na Índia, Cidade Velha {Cabo Verde}, a Igreja de São Paulo, em Macau. No Brasil dois monumetos estão entre as Sete Maravilhas portuguesas são elas: o Convento de São Francisco de Assis da Penitência {Convento de São Francisco} e a Ordem Terceira respectivamente em Ouro Preto, MG e Salvador Bahia.



Durante a cerimônia shows para celebrar a benfeitorias da ‘terrinha’: se apresentaram os cantores cabo-verdianos Boss AC e Tito Paris. A noite de gala ainda contou com participação de Daniela Mercury {Brasil} Maria João, Paulo Gonzo, Rui Veloso e Ricardo Ribeiro e Rabih Abou-Khali. No total, 27 patrimônios históricos de 16 países diferentes disputaram a ‘eleição’. A instituição "New 7 Wonders Portugal", promotora do evento, conta que levou em consideração o valor histórico e patrimonial de cada monumento para chegar à lista dos 27 concorrentes. A instituição informou também que, vai lançar um concurso para eleger as “Sete Maravilhas Naturais de Portugal”. O evento será lançado oficialmente em 2010, nos Açores.

Em tempo: A Unesco decidirá no dia 22 em Sevilha, Espanha, se a Cidade Velha {Portugal} passara ou não a integrar a lista de patrimônio da humanidade.

 

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