Revelando, imortalizando histórias e talentos
19.6.09

 

"Paris", de Cédric Klapisch é uma boa estreia em São Paulo e no Rio de Janeiro nessa sexta-feira,3 de julho.

A coletânea de dramas até bem desenvolvidos giram em torno dos personagens de Romain Duris e de Juliette dois irmãos. Pierre, interpretado por Duris, é um dançarino profissional que é surpreendido com um diagnóstico cardíaco. Somente um transplante o salvará. Sua saúde requer cuidados, ele tem de passar a maior parte do tempo em repouso. A rotina e o marasmo leva-o a fazer reflexões sobre sua vida e a fazer questionamentos sobre as pessoas que ele vê na rua através da na sacada de seu apartamento.

Enquanto isso, Élise, Juliette Binoche, muda-se com os três filhos para a casa do irmão, com intuito de cuidar. A assistente social precisa reduzir sua jornada de trabalho como. Por sua vez, ela anda desgostosa com o amor, e o trabalho é sua válvula de escape para adiar mais uma vez, e envolver-se com outro homem, o feirante Jean, vivido por Albert Dupontel. Em meio ao drama, os irmãos tentam superar a melancolia.

Todo o drama dos feirantes das imediações ajuda a compor o mosaico de ‘Paris’, com seus personagens de classe média alta gerando um contraponto. Um dos momentos mais empolgantes do filme se passa no imenso mercado Rungis, onde os feirantes se abastecem. Certa madrugada, após sair de um desfile de modas, madames aventura-se com os feirantes bonitos. {Foto: divulgação}

 

 

 

 

"Trama Internacional" cria suspense inspirado na crise mundial, mas não atingirá as dimensões que o diretor quer, estreia sexta-feira19.

 

 
 

SANTO ANDRÉ -SÃO PAULO {Agência FM} O longa metragem "Trama Internacional", estreando nos cinemas do País, com ambições que vão além de mero entretenimento. Com roteiro do novato Eric Singer, o diretor alemão Tom Tykwer, mergulha na crise econômica. O roteiro é inspirado no caso de um banco paquistanês que, de 1970 a 1991, especializou-se em lavagem de dinheiro, compra de armas e financiamento de rebeldes, mercenários e terroristas ao redor do mundo.


No tema de "Trama Internacional", o banco em pauta é sediado em Luxemeburgo e os funcionários são especializados em compra de armas, mísseis. Clive Owen interpreta Louis Salinger, um agente da Interpol, e vê um colega ser assassinado em Berlim. Após desvendar uma transação de mísseis guiados, onde envolve chineses e figurões europeus, Salinger se coloca à disposição da promotora norte-americana Eleanor Whitman “Naomi Watts”. Juntos, eles querem desvendar não somente a morte do colega, mas a complexa conspiração envolvendo executivos europeus e muito dinheiro, que finda no assassinato de um importante político italiano em praça pública. É um bom filme, mas não tem as dimensões que Tom pretende.

 

 

 

"Loki"

 

"Loki" documentário sobre Arnaldo Baptista, o fundador dos Mutantes

SÃO PAULO {Agência FM}- A frase "Cê tá pensando que eu sou loki, bicho?, de Arnaldo Batista virou moda, foi incorporado ao dia a dia dos brasileiros. Arnaldo coloca em suas músicas as dores e alegrias.

Assim como a canção o documentário transpira nostalgia e melancolia. Também é a volta por cima do ex-mutante Arnaldo Batista. Assim é a atmosfera do filme "Loki - Arnaldo com em circuito nacional. O documentário ganhou na primeira semana de junho o prêmio de melhor documentário no Festival de Miami. No Brasil, vem de uma bem-sucedida apresentação no Festival do Rio e em uma Mostra em São Paulo 2008. Em ambos recebeu o prêmio de público na sua categoria.

O documentário é muito rico em imagens e pesquisa musical, o faz bem maior do que uma cinebiografia, desse bardo do rock tupiniquim. Arnaldo se tornou quase que um retrato de uma geração. Ao longo de duas horas, os depoimentos tanto de amigos quanto de especialistas ajudam a desvendar as diversas fases da vida de Arnaldo.

 

 

Durante muitos anos ele viveu isolado musicalmente, e teve na pintura sua válvula de escape, onde consegue expressar pensamentos e emoções tão psicodélico quanto suas composições. A saga da vida do principal nome de os Mutantes é quase ficção, mas é muito real. O filme é montado e roteirizado por Henrique Fontenelle.

 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:15  comentar

Morre Dio

Câncer no estômago mata Ronnie James Dio, ex-vocalista do Black Sabbath
O norte-americano Ronnie James Dio, que notabilizou-se por integrar duas das principais bandas de rock como Rainbow e Black Sabbath, morreu na manhã de domingo, 16 de maio de 2010, aos 67 anos por volta das 7h45 da manhã, segundo comunicado emitido por sua mulher, Wendy Dio, no sitio oficial do cantor. No ano passado, Dio se apresentou no Brasil com sua última banda, Heaven and Hell. O vocalista tinha noção o quanto era querido por todos os fãs de metal.



Carreira

Ronnie James Dio gravou seu primeiro disco no ano de 1972, trabalho produzido por Roger Glover, um dos integrantes do Deep Purple, com a banda ELF, a qual liderava. Já o segundo disco veio em 1974, e neste mesmo ano participou do disco solo de Ritchie Blackmore, também do Deep Purple.
Entre os ano de 1976 a 1978, Dio cantou para o grupo Rainbow, e em 1980, sendo convidado para assumir os vocais do Black Sabbath, tendo gravado três discos com a banda: "Heaven And Hell", "Mob Rules" e "Live Evil". Em 1983, Dio saiu do Black Sabbath e alçou carreira solo e gravou "Holy Diver".

 

Foi chamado de poeta, de representante de uma geração de guru dos anos 80. Mas ele foi, na verdade, um tipo de pirata.

 

 

Estavam presentes nele a audácia de quem abordou o navio da MPB e conheceu os seus tesouros; o romantismo de quem, sob o luar, se embebeda e tece versos, contemplando as paixões; a acidez de uma geração que viu o mundo mudar para um tempo mais duro, menos solidário e mais competitivo. O pai foi ao cartório registrar seu único filho e ditou para o escrivão: Agenor de Miranda Araújo Mas, antes que o menino chegasse ao mundo, João Araújo já havia lhe dado outro nome, que o acompanharia por toda a vida. Herdeiro de uma família pernambucana, João Araújo resolvera chamar o filho de Cazuza, um tipo de gíria nordestina para moleque. Ainda durante a gravidez de Lúcia - e sem o ultrassom dos dias de hoje para saber o sexo da criança -, o pai repetia aos amigos: eu vou ter um cazuza. E teve um Agenor, Cazuza, músico e poeta do Brasil.

 


Além de lhe darem o nome artístico, os personagens da família de Cazuza determinaram seu envolvimento com a música. Ele mesmo gostava de afirmar que sua história musical começou com seu avô, quando, no início do século, ele se mudou de um engenho em Pernambuco para o que era, na época, o areal do Leblon. A partir daí, a história se desenrolou. Seu pai, João Araújo, conheceu uma moça que morava nas imediações, com quem acabou se casando. A moça chamava-se Lúcia e adorava cantar - como Cazuza dizia, cantava como um passarinho. Tanto que uma das primeiras novelas da televisão brasileira teve uma gravação sua na trilha sonora: Peito Vazio, de Cartola. Já adulto, Cazuza se lembraria de ouvir a mãe cantarolando pela casa. Na sua memória fotográfica também ficaram registrados momentos nos pátios e nas comemorações das escolas. Quase sempre lembranças de sua infância, já que, a partir de 11, 12 anos, suas relações com os colégios se tornaram ruins.

Também marcaram as reminiscências do garoto as aparições de artistas em seu lar. Quando ainda era criança, conheceu Elis Regina, os Novos Baianos, Jair Rodrigues, entre outros. Por essa época, durante sua infância, seu pai já estava ligado ao mundo da música e ocupava lugar de destaque na Som Livre, gravadora do grupo Globo. Algum tempo depois, ele se tornaria presidente da empresa. Porém, a primeira influência que Cazuza recebeu em direção à música veio mesmo de sua mãe. Foi ela quem despertou sua atenção e sua vocação para a arte. Depois que o filho se transformou no Cazuza ídolo da juventude brasileira do anos 80 e morreu de Aids em 1990, ela levou à frente o projeto da Fundação Cazuza, uma das primeiras entidades civis no Brasil voltada ao apoio a soropositivos.

 

 

O trabalho de Lúcia é como uma continuação da mensagem de Cazuza aos jovens. Foi chamado de poeta, de representante de uma geração de guru dos anos 80. Mas Cazuza foi, na verdade, um tipo de pirata. Estavam presentes nele a audácia de quem abordou o navio da MPB e conheceu os seus tesouros; o romantismo de quem, sob o luar, se embebeda e tece versos, contemplando as paixões; a acidez de uma geração que viu o mundo mudar para um tempo mais duro, menos solidário e mais competitivo.

 

O pai foi ao cartório registrar seu único filho e ditou para o escrivão: Agenor de Miranda Araújo Mas, antes que o menino chegasse ao mundo, João Araújo já havia lhe dado outro nome, que o acompanharia por toda a vida. Herdeiro de uma  família pernambucana, João Araújo resolvera chamar o filho de Cazuza, um tipo de gíria nordestina para moleque. Ainda durante a gravidez de Lúcia - e sem o ultrassom dos dias de hoje para saber o sexo da criança -, o pai repetia aos amigos: eu vou ter um cazuza. E teve um Agenor, Cazuza, músico e poeta do Brasil. Além de lhe darem o nome artístico, os personagens da família de Cazuza determinaram seu envolvimento com a música. Ele mesmo gostava de afirmar que sua história musical começou com seu avô, quando, no início do século, ele se mudou de um engenho em Pernambuco para o que era, na época, o areal do Leblon. A partir daí, a história se desenrolou. Seu pai, João Araújo, conheceu uma moça que morava nas imediações, com quem acabou se casando.

A moça chamava-se Lúcia e adorava cantar - como Cazuza dizia, cantava como um passarinho. Tanto que uma das primeiras novelas da televisão brasileira teve uma gravação sua na trilha sonora: Peito Vazio, de Cartola. Já adulto, Cazuza se lembraria de ouvir a mãe cantarolando pela casa. Na sua memória fotográfica também ficaram registrados momentos nos pátios e nas comemorações das escolas. Quase sempre lembranças de sua infância, já que, a partir de 11, 12 anos, suas relações com os colégios se tornaram ruins. Também marcaram as reminiscências do garoto as aparições de artistas em seu lar. Quando ainda era criança, conheceu Elis Regina, os Novos Baianos, Jair Rodrigues, entre outros.

Nessa época, durante sua infância, seu pai já estava ligado ao mundo da música e ocupava lugar de destaque na Som Livre, gravadora do grupo Globo. Algum tempo depois, ele se tornaria presidente da empresa. Porém, a primeira influência que Cazuza recebeu em direção à música veio mesmo de sua mãe. Foi ela quem despertou sua atenção e sua vocação para a arte. E, depois que o filho se transformou no Cazuza ídolo da juventude brasileira do anos 80 e morreu de Aids em 1990, ela levou à frente o projeto da Fundação Cazuza, uma das primeiras entidades civis no Brasil voltada ao apoio a soropositivos. O trabalho de Lúcia é como uma continuação da mensagem de Cazuza aos jovens. [FONTE: www.formasemeios.blogs.sapo.pt 

 

 
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:13  comentar

Cantor e compositor da maior parte das letras da banda teria sido morto por autoridades norte-maericanas. O próprio Jim comentou sobre isso em entrevistas.


Nascido em Melbourne, Flórida EUA, aos 8 de dezembro de 1943, ficaria mais conhecido como Jim Morrison. “Jim Morrison” era filho de George Stephen Morrison, um almirante, e de Clara Clark Morrison, ambos funcionários da marinha, e nem precisa dizer que eram conservadores e rigorosos. Porém, Jim passou a tomar para si pontos de vista completamente antagônicos aos que lhe foram ensinados. Segundo entrevistas de Jim Morrison um dos eventos que mudaria sua vida aconteceu no ano de 1949, quando de uma viagem ao Novo México e descreveria de forma latente .

“Eu era apenas um miúdo e fui obrigado a ficar dentro do automóvel enquanto os meus pais foram ver o que se passava. Não consegui ver nada – para mim era apenas tinta vermelha esquisita e pessoas deitadas no chão, mas sentia que alguma coisa se tinha passado, porque conseguia perceber a vibração das pessoas à minha volta, então de repente apercebi-me que elas não sabiam mais do que eu sobre o que tinha acontecido. Esta foi a primeira vez que senti medo... e eu penso que nessa altura as almas daqueles índios mortos – talvez de um ou dois deles – andavam a correr e aos pulos e vieram parar à minha alma, e eu, apenas como uma esponja, ali sentado a absorvê-las”. Apesar de seus pais negarem a história de Jim, afirmando que não teria passado de um pesadelo.

Bem antes da formação dos Doors, Morrison deu início ao consumo de várias drogas, bebidas alcoólicas entre outros. Com os The Doors, muitas vezes apareceu embriagado para as sessões de gravação exemplo os soluços em “Five to one”. Jim não sentia muito amor por sua família, mas era um protetor dos companheiros de banda.


Com The Doors

Morrison mudou-se para Califórnia, onde perambulou e dormiu nas ruas, até que conseguiu entrar para UCLA {Universidade da Califórnia} e formou-se no curso de cinema. Após a graduação, um encontro casual com um antigo colega Ray Manzarek, e decidiram formar uma banda rock. Outros dois membros para completar a banda, juntaram-se a eles, Robby Krieger e John Densmore, alunos das aulas de meditação de Ray . Surgiu então The Doors, cuja inspiração foi o livro The Doors of Perception, de Aldous Huxley. Apareceria para o rock um estilo único de cantar.A poesia e o misticismo eram pontos fortes nas letras da banda. Tanto que Morrison adoptou a alcunha de “Mr. Mojo Risin'”, um anagrama de “Jim Morrison” e que ele usou como refrão na música “L.A Woman”. Jim era também chamado de Lizard King , apelido retirado de um verso do épico “The celebration of the Lizard”, gravado no álbum Waiting for the Sun. A banda findou em março de 1971. Então, Jim mudou-se para Paris, na companhia de sua namorada Pámela Courson.

Morte

Até hoje biógrafos e fãs investigam a real causa da morte do cantor. Alguns afirmam que foi de overdose. Jim não era usuário de cocaína, afirmam outros, por isso o motivo da não morte de overdose. Outra hipótese seria um assassinato planejado pelas próprias autoridades do governo norte-americano. Morrison referiu-se a si próprio como sendo o nº 4 a morrer misteriosamente, tendo sido os três primeiros: Jim Hendrix, Janis Joplin, Brian Jones, todos mortos aos 27 anos. O relatório oficial diz que foi “ataque de coração” a causa da sua morte. Jim Morrison Está sepultado no cemitério Père-Lachaise, em Paris, que já sugeriu que os restos mortais do artista fossem retirados de lá para evitar atos de vandalismo dos fás. O cantor morreu em 3 de julho de 1971, na banheira, aos 27 anos de idade.

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:13  comentar

Continuemos com os sucessos que tem a noite como inspiração. Compositores e intérpretes de todas as gerações bebem nessa fonte. Confira !

. Negrito

"Perfil de São Paulo". Gravada por Inezita Barroso [foto], a grande Dama da verdadeira música caipira. Além de cantar , Inezita tem seu programa semanal pela TV Cultura de São Paulo –
http://www.tvcultura.com.br/ e um público fiel. "Os pardais em madrigais/o sol rasgando a cerração e a noite com seus 'pintores..."

"O Arlequim de Toledo".

Gravação de Ângela Maria que "fala" da noite nas músicas. Não tenho conhecimento de outra cantora que tenha gravado esse sucesso.
"E numa noite cheia de encantamento eu conheci para o meu tormento aquele amor que guardo em segredo/o louco Arlequim, Arlequim de Toledo".

"Quando o Amor se Transforma em Poesia"

("Quando l' Amore Diventa Poesia). Versão gravada por Wanderley Cardoso já nos fins da época da Jovem Guarda, 1968. "e esta noite se transforma em poesia/na voz sentiráuma lágrima de nostalgia".

"Aquele Beijo que te Dei".

Um dos grandes êxitos de Roberto Carlos no período da Jovem Guarda.
"nunca, nunca mais esquecerei/à noite linda de luar/lua testemunha tão vulgar/lembro de você e fico triste.."

"Pé na Estrada".

 

Gravação de Eduardo Araújo {na foto com a saudosa Silvinha}no LP de 1990 e foi tema do programa do SBT, "Programa Pé na Estrada". {"Rumo norte, rumo sul, rumo leste/em qualquer direção o que impporta mesmo é essa emoção de poder rodar/dia e noite, noite e dia"}.

"Lenda das Sereias"

Marisa Monte, gravou num Lp de 1989 e essa música foi samba enredo da GRES Império Serano em 1976. "Olha o canto da sereia/lalaô, oque, iaolá/em noite de lua cheia ouço a sereia cantar".

"Kukukaya" (Jogo da Asa da Bruxa).

Gravação de Elba Ramalho no seu primeiro Lp (1979), composição de Cátia França. "No jogo da bruxa/em noite de lua cheia/são quatro jogadores nessa mesa dando as cartas".

"Pagã".

Um dos LP’s de Tânia Alves que mais fêz sucesso (1986), Dona de Mim é o título.
"Noite de lua/é quarto crescente orgias em Bagdá/forças ocultas/deusas do céu, do ar/me ajudem a conquistar o coração de um deus".

"Soy Loco por ti América"

Caetano gravou esse grande sucesso num Lp de 1969, época da Tropicália. Ivete Sangalo regravou e foi tema principal da telenovela "América" e também alcançou as paradas de sucesso.

"Areias Escaldantes"

Gravação de Lulu Santos no Lp "Último Romântico" (1987). Não foi o sucesso do disco, mas... o disco foi sucesso com outras canções. "A noite cai no deserto e nas tendas/a luz do fogo ilumina os corpos de belas nuas dançarinas/são vulcões de mel".

"Olê, Olá"

Gravada por Chico Buarque e Maria Bethânia num dueto nota 10 e ao vivo. Posteriormente essa música foi incluída num Lp histórico e de muita importância na MPB. Lp esse com um encarte ilustrado de fotos e muita informação, disco esse; Nova História da Música popular Brasileira (Editora Abril) 1976. "Que é pra todo mundo saber/que a noite é criança/que o samba é menino".

"Chove lá Fora".

Gravação e composição de Tito Madi e um dos seus maiores sucessos. Maria Creuza também re-gravou. "A noite está tão fria/chove lá fora/e esta saudade enjoada não vai embora/quisera compreender..."

"Cavalgada".

Gravação de Roberto Carlos e re-gravada por Maria Bethânia e Erasmo Carlos num dueto espetacular no disco do Erasmo intitulado "Erasmo Carlos Convida..." datado de 1980 e também relançada no Lp histórico: "História da Música Popular Brasileira" /Grandes Compositores em 1983. Maria Bethânia re-gravou também sozinha num Lp e Cd, só com músicas de Roberto e Erasmo Carlos, "As Canções que Você Fez pra Mim", um disco bem romântico. "Vou cavalgar por toda noite/por uma estrada colorida/usar meus beijos..."

"Tatuagem".

Composição de Chico Buarque e Ruy Guerra gravada pelo próprio Chico.
"Quero ficar no teu corpo feito tatuagem/que é pra te dar coragem pra seguir viagens quando a noite vem e também para me perpetuar em tuas cravas..."

"Detalhes"

Composição de Roberto e Erasmo Carlos, gravada por Roberto Carlos sendo um grande sucesso no Lp e Cauby Peixoto re-gravou e foi lançada também no Lp da série histórica; "Nova História da Música Popular Brasileira" pela Editora Abril em 1978.
"A noite envolvida no silêncio do seu quarto/antes de dormir você procura o meu retrato/mas na moldura não sou eu que lhe sorrir".

"Certas Coisas".

Gravação de Lulu Santos no Lp "Último Romântico" (1987), um dos grandes discos do roqueiro romântico. ".não haveria luz se não fosse a escuridão/a vida é mesmo assim/dia e noite, não e sim".

"Pela Rua".

Composição de Dolores Duran e J.Ribamar. Dolores compôs grandes canções e sucessos com J.Ribamar. Também gravada por Tito Madi e lançada num LP de grandes momentos do cantor. {"No ar parado passou um lamento/riscou a noite e desapareceu/depois a lua ficou mais sozinha/foi ficando triste e também se escondeu"}.
{ Fotos por Maurício Cardim }

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:11  comentar

Junho 2009
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4
5
6

7
8
9
12
13

15
18
20

22
27

28
29


SITES INDICADOS
Buscar
 
blogs SAPO
subscrever feeds